Democratizar o conhecimento e socializar os saberes como ferramenta para transformação social e econômica. Democratizar e socializar para reduzir as desigualdades regionais. Democratizar e socializar para dar oportunidades. Democratizar e socializar para dar esperanças e certezas de um futuro melhor. O poder transformador do conhecimento, monopolizado e retido nas melhores Universidades Públicas, tem que ser disseminado, gratuitamente, para toda a sociedade.

31/03/2009

Rastreamento
Eu pretendo, em breve, fazer um rastreamento detalhado para identificar quem, incluindo as instituições públicas, anda me espionando e investigando e por quais razões... Eu sei que tem muita gente acessando dados a meu respeito...

Não tenho nada para esconder ou ocultar, porém não quero minha vida e minha privacidade circulando nas mãos de terceiros ou nas mãos do Estado... O que estão procurando ??? Seja o que for, não vão encontrar nada, pois não há nada para ser encontrado...

Vou tomar providências contra esses intrusos e vou bater pesado...

Reflexões rápidas
Assim como eu não sou bem-vindos nos círculos de algumas pessoas, em suas empresas, etc... Essas pessoas também não são bem-vindas no meu círculo, nos meus projetos e nem na minha casa...

E o pagamento, por uma questão de justiça, é feito na mesma moeda... É a velha história da espada e do ferido... E vivemos em uma época na qual a Justiça Divina é extremamente célere... O indivíduo faz o mal aqui, dez passos adiante, está recebendo o troco...

Tempo é uma coisa que não me preocupa... Inclusive, o tempo corre a meu favor... Quem caminha no sentido da evolução tem o tempo como aliado... O tempo se encarrega de matar inimigos e adversários e fixar as idéias e os projetos que construímos... Quem caminha contra a evolução tem o tempo como inimigo... Correm e lutam contra o tempo para não serem extintos e esquecidos... E, mesmo assim, são extintos e esquecidos !!!

Lembro dos professores da USP que, na época do Prof. Schenberg, lutavam para que nenhum computador fosse instalado na USP...Computador e calculadora, diziam os matemáticos, inibia a abstração e o raciocínio... E hoje, lembro-me dos professores que lutam para que o conhecimento, as informações e os saberes da universidade pública não seja aberto e nem seja democratizado... Em ambos os casos o fim será o mesmo: extinção e esquecimento !!! Estão contra a evolução...

Vão morrer, serão enterrados e, no dia seguinte, o conhecimento, os saberes e as informações começarão a ser abertos e democratizados... Certamente, há a possibilidade de serem derrotados e terem suas idéias massacradas ainda em vida, ou seja, podem presenciar a própria derrota do egoísmo e do individualismo que representam...

Além disso, eu observaria as voltas do mundo... Sempre chega a hora daqueles que estão por baixo, dos oprimidos e excluídos, estarem por cima... Por exemplo, em um passado próximos, as pessoas que hoje governam o Brasil, eram chamadas de terroristas e de guerrilheiros, e perseguidos implacavelmente... Hoje governam o Brasil !!!

Crimes financeiros
Eu acho que, além da prisão, nos casos de crimes financeiros, tem que ser aplicado, acima de tudo, a pena de confisco e expropriação do patrimônio do agente, dos laranjas e de todos aqueles que ganharam, auferiram vantagem, com a prática do crime...

Talvez a prisão seja uma pena insignificante para esse tipo de crime, pois o agente vai cumprir a pena na cadeia (comendo lagosta, igual o Carçola), depois sai e tem todo o dinheiro para gastar livremente, em algum paraíso fiscal do Caribe ou do Mediterrâneo...

Repetindo Posts
Estratégias jurídicas
Estou idealizando duas estratégias jurídicas:
1- A primeira é para obrigar os políticos a cumprirem as promessas de campanha... Caso não cumpram serem punidos com a perda do mandato... Se no direito privado, onde predomina a ampla autonomia da vontade, os pactos e promessas devem ser cumpridos, por que tolerar, no âmbito do direito público, mentiras e picaretagens... Os indivíduos criam um cenário de mentiras e maquiagem, enganam a população, furtam os votos dos cidadãos, se elegem e comandam a coisa pública até o final, usando uma cartilha de interesses obscuros e que ninguém conhecia... O reinado da mentira tem que acabar !!! Logo, temos que atacar, frontalmente, esse tipo de coisa...

2- A segunda é para tornar extremamente danoso e caro ao Estado e, pela tangente, aos governantes, a manutenção de presídios superlotados e de violações de direitos humanos dos presidiários... Considero que a melhor forma de atacar esse problema é propondo ações indenizatórias pesadíssimas contra o Estado e, uma vez vencida a demanda e paga a indenização, o Ministério Público, protegendo os recursos dos cidadãos, entra com ações regressivas contra os governantes, visando recuperar, tirar do patrimônio particular dos agentes públicos, aquilo que o Estado gastou com as indenizações...

Essa é a forma mais eficiente para solucionar o problema de presidíos superlotados (os governantes não constroem novos presídios porque não querem e não se importam com os direitos dos presos) e manutenção de carcereiros sádicos nessas instituições...

3- Além disso, continuo pensando como Cristovam Buarque: corrupção tem que ser crime hediondo !!! E tanto os corruptos quanto os corruptores devem ser enquadrados no mesmo tipo penal...

Curtas e rápidas

A verdade e a justiça estragam o negócio e a fonte de lucro de muita gente... Pessoas que construíram suas casas e suas riquezas sobre a exploração, a opressão e a exclusão dos mais fracos... Trabalhavam com a hipótese de que a verdade e a justiça jamais chegaria e se viesse seria combatida, encoberta ou escondida... É isso que estão tentando fazer hoje !!!

Eu não participei da construção do mundo no qual vivemos hoje... Eles, com suas sociedades secretas e seus comportamentos hipócritas, é que construíram esse caos social, esse mar de violência e repressão, essa sociedade excludente, indiferente e banal... O que estou tentando fazer é mudar a direção do trem desgovernado, é limpar a sujeira que dissemiram... Contudo, essa sujeira é uma fonte riqueza para muita gente...

O mal tem raízes profundas e já contaminou/dominou completamente a geração atual... Uma nova consciência, pensamentos limpos e um novo mundo para uma nova geração !!!

O mal que estão plantando
O mal que estão plantando hoje, reunido ao mal que já foi plantado, vai florescer com muita força e vai alcançar níveis avançados de poder... Os servos das trevas estão se alinhando e se ligando em todos os continentes... A maioria dos países já são controlados pelos Sith e se preparam para entregar suas forças para o senhor das trevas...


Não se engane... O mal está em toda parte e observa tudo e todos... Pior do que isso, cada vez se fortalece mais e obtém novos militantes... Inclusive, algumas instituições e países já não podem mais serem limpos, sem serem destruídos...

A lógica deles é que não estarão aqui para ver o negócio feder, porém os descendentes deles estarão e vão pagar o preço pelo que plantaram...

A Palavra do Senhor: 2 Samuel 24: 10-17
(...)
10 Sentiu Davi bater-lhe o coração, depois de haver recenseado o povo, e disse ao SENHOR: Muito pequei no que fiz; porém, agora, ó SENHOR, peço-te que perdoes a iniqüidade do teu servo; porque procedi mui loucamente.
11 Ao levantar-se Davi pela manhã, veio a palavra do SENHOR ao profeta Gade, vidente de Davi, dizendo:
12 Vai e dize a Davi: Assim diz o SENHOR: Três coisas te ofereço; escolhe uma delas, para que te faça.
13 Veio, pois, Gade a Davi e lho fez saber, dizendo: Queres que sete anos de fome te venham à tua terra? Ou que, por três meses, fujas diante de teus inimigos, e eles te persigam? Ou que, por três dias, haja peste na tua terra? Delibera, agora, e vê que resposta hei de dar ao que me enviou.
14 Então, disse Davi a Gade: Estou em grande angústia; porém caiamos nas mãos do SENHOR, porque muitas são as suas misericórdias; mas, nas mãos dos homens, não caia eu.
15 Então, enviou o SENHOR a peste a Israel, desde a manhã até ao tempo que determinou; e, de Dã até Berseba, morreram setenta mil homens do povo.
16 Estendendo, pois, o Anjo do SENHOR a mão sobre Jerusalém, para a destruir, arrependeu-se o SENHOR do mal e disse ao Anjo que fazia a destruição entre o povo: Basta, retira a mão. O Anjo estava junto à eira de Araúna, o jebuseu.
17 Vendo Davi ao Anjo que feria o povo, falou ao SENHOR e disse: Eu é que pequei, eu é que procedi perversamente; porém estas ovelhas que fizeram? Seja, pois, a tua mão contra mim e contra a casa de meu pai.
(...)
------------------------
Essa Palavra mostra que, muitas vezes, o povo paga pela estupidez praticada pelo governante. O governante vira as costas para Deus, para a Palavra de Deus, e a mão do Senhor pesa sobre o Povo...
Por isso, não podemos apoiar e nem votar em governantes corruptos e mentirosos... Dar poder e autoridade para esse tipo de gente, para servos do lado sombrio, é atrair desgraça e destruição sobre nós mesmos... Eles fazem o mal. O Povo paga o preço...

30/03/2009

Reunião
Enviaram-me, no dia 30/03/2009, um convite para participar de uma reunião realizada no dia 27/03/2009... Vou responder aos envolvidos que ainda não possuo nenhuma máquina do tempo... Logo, não poderei participar da reunião solicitada...

Certamente, vão achar que estou esnobando, que não quero me integrar ao grupo, que sou anti-social ou coisa parecida, contudo, estou dizendo a verdade... a pura verdade !!!

29/03/2009

O Diabo também lê a Bíblia
De acordo com o Pastor Silas Malafaia, e eu concordo plenamente com ele, o Diabo conhece a Bíblia melhor do que qualquer Teólogos... É um ser extremamente sagaz... Uma inteligência superior, só que voltada para o mal...

Portanto, quando o Diabo lê a Bíblia é para usá-la contra Deus... Sendo ele um ser maligno, a sua essência é má, ou seja, ele lê e usa a Bíblia para o mal, para confundir, para enganar, para mentir...

Agora leia a entrevista da Revista Época com o escritor norte-americano David Plotz... (Clique aqui)

Não só a Bíblia, mas todos os livros religiosos, livros sagrados, que ensinam um caminho para Deus, um caminho do bem, viram uma arma nas mãos do maligno... Palavras, idéias e ensinamentos são deturpados, corrompidos, reinterpretados e relidos com a finalidade única de disseminar e perpetrar o mal, causando desentendimentos, divisões, conflitos, violência e guerras...

Certamente, o tal escritor não é o Diabo, mas é alguém movido pelo senhor das trevas, assim como a revista que publicou a entrevista... Inclusive, no título da matéria já tem um ardil. O título sugere uma coisa e o conteúdo do artigo é outra coisa. É o contrário do título. Inegavelmente, o velho do truque do pai da mentira e de seus seguidores...

Por falar em extinção
Lembro-me de um episódio da série Arquivo X que falava do assunto... Muitas verdades foram ditas e reveladas no meio da ficção da série Arquivo X... Mas, como sempre, poucos conseguem ver na penumbra...

Não podemos esquecer o Tibet
Resumo a ação da China, contra o Tibet hoje, em uma frase:
"Construção de apátridas..."
Tudo aquilo que estudamos sobre a ação dos nazistas contra os judeus se aplica aqui... O autoritarismo chinês tomou as terras e as riquezas dos Tibetanos... Expulsou-os de suas casas e eliminou a sua nacionalidade e trabalha para dispersá-los pelo mundo... Inegavelmente, estão fabricando apátridas...

Observações do Professor Celso Lafer
Hannah Arendt, a ruptura totalitária e a reconstrução dos Direitos Humanos

"Os direitos humanos foram sendo conjugados com a soberania nacional, consoante o modelo da Revolução Francesa.

A convergência entre os direitos de primeira, segunda e terceira geração baseara-se num pressuposto implícito: o padrão de normalidade era a distribuição, em escala mundial, dos seres humanos entre os Estados de que eram nacionais - um padrão que as realidades históricas do primeiro pós-guerra colocaram em questão.

Os refugiados e apátridas são expulsos da trindade Povo-Estado-Território. Estes assinalam, com a emergência do totalitarismo, o ponto de ruptura.

De fato, na medida em que os refugiados e apátridas se viram destituídos, com a perda da cidadania, dos benefícios do princípio da legalidade, não puderam valer-se dos direitos humanos, e não encontrando lugar - qualquer lugar - num mundo como o do século XX, inteiramente organizado e ocupado politicamente, tornaram-se efetivamente supérfluos, porque indesejáveis erga omnes, e acabaram encontrando o seu destino nos campos de concentração.

Daí a conclusão de Hannah Arendt, calcada na realidade das displaced persons e na experiência do totalitarismo, de que a cidadania é o direito a ter direitos, pois a igualdade em dignidade e direitos dos seres humanos não é um dado. É um construído da convivência coletiva, que requer o acesso ao espaço público. É este acesso ao espaço público que permite a construção de um mundo comum através do processo de asserção dos direitos humanos.

Neste sentido, a reflexão arendtiana em "As origens do Totalitarismo" mostra a inadequação da tradição, pois os direitos humanos pressupõem a cidadania não apenas como um meio (o que já seria paradoxal, pois seria o artifício contingente da cidadania a condição necessária para assegurar um princípio universal), mas como um princípio substantivo, vale dizer: o ser humano, privado de seu estatuto político, na medida em que é apenas um ser humano, perde as suas qualidades substanciais, ou seja, a possibilidade de ser tratado pelos Outros como um semelhante, num mundo compartilhado.

As conseqüências e a atualidade desta conclusão foram recolhidas pelo Direito Internacional Público contemporâneo, que passou a considerar a nacionalidade como um direito humano fundamental e que procura substituir as insuficiências do mecanismo de proteção diplomática por garantias coletivas, confiadas a todos os Estados-partes nas Convenções Internacionais de Direitos Humanos.

Influenciaram também a jurisprudência norte-americana. Esta, ao absorver explicitamente a reflexão de Hannah Arendt, trouxe uma importante contribuição aos princípios do Direito Constitucional democrático na parte referente à inaceitabilidade da privação da cidadania como sanção.

De fato, o processo de asserção dos direitos humanos, enquanto invenção para a convivência coletiva, exige um espaço público, a que só se tem acesso por meio da cidadania.

Por isso, como apontou a Suprema Corte dos EUA, no mundo contemporÂneo destituir alguém de sua cidadania é tendencialmente expulsá-lo do mundo, tornando-o supérfluo e descartável, conforme revelou a experiência totalitária."

Judeus e Tibetanos
Você já percebeu que há semelhanças entre as histórias... Possuem uma terra especial... Possuem uma religião peculiar... Nações poderosas invadem e tomam suas terras... Dispersam o Povo... No exílio forma-se a resistência para recuperar o lar, a cultura, língua e religião...

Os Judeus conseguiram retornar. Agora estão em processo de pacificação com os demais povos... Os tibetanos ainda estão no meio da história... Ainda estão na diáspora... Será que também passarão por um holocausto, serão pisoteados, etc ???

No final, assim como os judeus retornaram, certamente, os tibetanos retornarão... E as nações poderosas, opressoras, exploradoras, etc, desaparecem sem deixar saudade...

A força de ambos os povos está na fé e vem da religião... A longo prazo, o espírito sempre vence a espada...

28/03/2009

Apocalipse

Navegando pela Web vislumbrei uma frase: "A terra já acabou muitas vezes." Na hora não parei para refletir sobre a frase e continuei buscando a informação que pretendia. Achei a informação, vi o video (era o trailer de um filme) e, de repente, tenho um insight: a frase permite visualizar e entender o apocalipse por um outro ângulo...

"A terra já acabou muitas vezes", mas ela continua aqui... Logo, quem acaba não é a terra, mas sim as espécies que habitam a terra... Portanto, eu poderia falar, ilustrativamente, que houve um apocalipse para os dinossauros e que muitas outras espécies, que habitam esse planeta, estão tendo os seus apocalipses... Certamente, para essas espécies o apocalipse precede a extinção completa...

Acho que pensar no apocalipse como destruição do planeta torna esse fato difícil de acontecer, ou seja, municia os incrédulos de argumentos... Começam a calcular os fenômenos que podem destruir completamente o planeta e chegam à conclusão que isso não vai ocorrer nos próximos milhões de anos... Logo, eles não precisam se preocupar com o apocalipse...

Estão certos, pois a destruição total do planeta é bem difícil de acontecer por causas naturais e até mesmo por causas artificiais... O aquecimento global e outras formas de poluição e destruição, incluindo bombas atômicas, matam as espécies, não o planeta !!!

O planeta é duro, mas o homem, a espécie humana, assim como outras espécies, não é !!! E o apocalipse para uma espécie, como disse anteriormente, não é novidade... Se acontece com as outras espécies por que não aconteceria com o homem ??? E planeta desabitado é o que mais tem por aí !!! Será que esses planetas também tiveram espécies e viveram apocalipses ???

O que diferencia o homem das outras espécies é exatamente isso que estou fazendo aqui, ou seja, temos informação, sabemos o que aconteceu com outras espécies (por exemplo, os dinossauros), sabemos que espécies de Nossa Era, contemporâneas a nós, estão entrando em extinção e desaparecendo (vivendo apocalipses) e fomos avisados (profecias) que isso também acontecerá conosco...

Para quem não tem fé, as probabilidades apontam para o mesmo ponto...

27/03/2009

A Palavra do Senhor - AMós 5:10-15
(...) 10 “‘No portão odiaram o repreendedor e detestaram o orador de coisas perfeitas.

11 Portanto, visto que exigis a renda agrícola daquele que é de condição humilde e continuais a tirar dele o tributo de cereais, construístes casas de pedras lavradas, mas não continuareis a morar nelas; e plantastes vinhedos desejáveis, mas não continuareis a beber seu vinho.

12 Porque sei quantas são as vossas revoltas e quão fortes são os vossos pecados, vós os que sois hostis ao justo, vós os que aceitais peita e que tendes afastado os pobres até mesmo no portão.

13 Portanto, aquele que tiver perspicácia ficará quieto naquele tempo, porque será um tempo calamitoso.

14 “‘Buscai o que é bom e não o que é mau, para que possais continuar a viver; e para que assim venha a estar convosco Jeová, o Deus dos exércitos, assim como dissestes.

15 Odiai o que é mau e amai o que é bom, e dai à justiça um lugar no portão.

Repetindo de novo
O texto abaixo é de difícil compreensão para algumas pessoas... Para explicá-lo, e esse é o momento ideal, eu aponto a crise atual... Observe atentamente a ação do Estado na crise atual, seja ela natural ou artificial, e você verá exatamente o que está escrito abaixo... Dinheiro público/coletivo para bancos, compra de títulos podres e empresas falidas, etc...etc...etc...
"(...) quando se tem uma visão crítica do Estado, percebe-se que ele tem uma função hegemônica muito própria para atender aos interesses básicos do próprio capital, de seu movimento de reprodução e acumulação."

A lei derruba a utopia
Apontamentos do livro Curso Interdisciplinar de Direito Ambiental: Prof. ALAOR CAFFE ALVES e Prof. ARLINDO PHILIPPI JR. (Livro na RT)

A dimensão social não se pode confundir com o interesse do Estado. O Estado, antes, era o único
representante do valor público. Entretanto, quando se tem uma visão crítica do Estado, percebe-se que ele tem uma função hegemônica muito própria para atender aos interesses básicos do próprio capital, de seu movimento de reprodução e acumulação.

Hoje está claro que o social não se identifica completamente com o Estado, ou seja, o que é
público-social pode ser mais do que é o público-estatal.
-----------------
A efetividade da lei traria melhor qualidade de vida - já que todos são detentores de direitos
conquistados e positivados -, uma espécie de simetria entre direitos conquistados e benefícios
sociais, parece ainda longe de uma verdadeira conquista.

É preciso entender que os Estados acabam assumindo, por intermédio de suas Constituições, a
defesa dos interesses tanto individuais quanto coletivos e difusos para, de uma forma perversa,
impedir que a população o faça.

A idéia de que a Constituição possa garantir os direitos das pessoas atira boa parte das
pretensões que nasceriam legitimadas nos movimentos sociais para a mesa de negociação fabricada pelos detentores do modo de produção em conjunto com o próprio Estado. A lei, assim, derruba a utopia.

Se os institutos jurídicos novos sempre causam impacto, e por vezes geram desconforto, é preciso reconhecer que todos os instrumentos surgidos, ao longo de séculos, em defesa dos súditos, germinaram em tempos de regime forte, ditaduras e autoritarismo de Estado.

Essa é a sementeira dos institutos nascidos e consagrados pela luta contra os poderosos,
especialmente contra o arbítrio do poder político, incrustado nos postos de mando, com ou sem
legitimidade.

Intrigante a colocação de Frontini, na medida em que fica, por vezes, difícil reconhecer tempos
de regime forte, já que esses tempos vêm camuflados por políticas públicas tendentes mais a
confundir uma situação de autoritarismo do capital e do Estado do que resolver situações sociais
geradas por movimentos de legitimidade incontestável.
--------------------
Um exemplo típico desse processo mascarador e ilusório é a incorporação, nesse terceiro setor,
dos grandes movimentos religiosos, muitas vezes mais preocupados em amortecer ou ocultar os
embates do sofrimento humano pela promessa inocente de uma utopia após a morte - ou a pregação da passividade e da tolerância social diante da pobreza e da miséria - do que em fortalecer a conscientização crítica da necessidade de se lutar socialmente para a consecução da justiça real aqui na própria Terra.

Observações do post abaixo
Atualmente encontramos uma concentração muito maior de pessoas honestas, retas e justas entre religiosos e seguidores sérios de uma religião do que em quaisquer outro meio...

A plataforma apregoada por muitas religiões, e seguidas por seus adeptos, constituem os grandes anseios da sociedade atual, por exemplo, justiça social, integridade nos negócios, etc...

Inegavelmente, algumas correntes que se dizem religiosas não o são verdadeiramente... São apenas empresas capitalistas disfarçadas de religião... Essas correntes usam a religião como um negócio, por isso, a competição por seguidores, o marketing, etc... Deus não habita nesse meio !!! Deus habita/está na geração dos justos (Salmo 14:5).

Além disso, a maioria das religiões atuais precisam passar por um processo de racionalização e eliminação de fanatismos e inutilidades que servem mais para dividir do que para ajuntar... Precisam cortar aquilo que é dogma de homem, aquilo que não constitui uma revelação divina ou que confronta com a essência daquela religião...

O fanatismo é cegueira religiosa. Assim como a corrupção degenera e destrói a política, o fanatismo degenera e destrói a religião.

Outra observação interessante é que a Ágora Grega pode ser mais facilmente reconstruída no meio religioso, entre pessoas que possuem um elemento comum, no caso a religião, do que entre indivíduos que não possuem um vínculo tão forte... Inclusive, há a expressão:"pessoas que se reúnem religiosamente..." para indicar uma sequência contínua e séria de reuniões...

Em uma época no qual os espaços públicos estão sendo dissolvidos e desaparecendo, as pessoas sendo fragmentadas e dispersas (nas palavras de Hannah Arendt: "indivíduos atomizados") as Igrejas resistem como espaço de vínculo, encontro, reunião e adoração... Certamente, esses liames estão sendo atacados e enfraquecidos, mas ainda servem como resistência contra a banalidade do mal, contra a atomização dos indivíduos... Resistem como meio e caminho para preservar o homem e os direitos humanos...

Nesse contexto, consciências limpas, justas e retas florescem, frutificam e se perpetuam com muito mais vigor e força no meio religioso, numa família religiosa, por exemplo, do que no meio daqueles que não acreditam em nada, não temem nada e não respeitam ninguém, nem o Criador e nem a Criação !!!

O fim da política

Vivemos em um mundo dominado pela política... Somos governados pela política... Contudo, a política, como a conhecemos hoje, não se perpetuará.  E a razão disso é a corrupção. Corrupção que atinge não só a política, mas todo o seu entorno, a burocracia estatal...

Nesse contexto surge a questão principal: o que faz um pessoa ser honesta ??? O que faz uma pessoa ser corrupta ??? A resposta é a ética, os valores, enfim, a consciência da pessoa... Quando mais contaminada pelo mal, mais egoísta e individualista for a consciência do sujeito, mais estará direcionada para a corrupção, mais facilmente poderá ser corrompida...

Portanto, em uma sociedade onde as consciências são contaminadas pelo mal, orientadas pelo egoísmo, pelo individualismo e por vaidades infinitas, banalidades, consumismo patológico, indiferença diante do sofrimento alheio, etc, a corrupção se torna uma consequência lógica, uma variável comum, uma variável típica, desse sistema...

A corrupção não está só na política, está em toda parte. É inerente, está na essência do sistema capitalista... Sistema que promove e dissemina as características citadas acima... Inegavelmente, um sistema onde a regra é a competição, uma forma de vencer sem competir é a corrupção... Corrupção das regras do sistema... Como é um comportamento típico do cenário, a intolerância à violação das regras, a punição, o inconformismo, enfim, tudo pode ser corrompido, tudo está sujeito à corrupção...

A política é uma forma do sistema se organizar e se manter... Como a política maneja, ou seja, manipula, bens e direitos alheios, exige uma consciência limpa, comportamento ético, retidão e honestidade... Tem que ser inimigo da corrupção...

Consciência limpa é o contrário da consciência típica do sistema capitalista... Isso significa que a política está em extinção porque políticos virtuosos (consciência limpa, comportamento ético, retidão e honestidade, etc) estão cada vez mais raros.. E quando todos sumirem, a política, entendida como administração honesta e reta da coisa pública, desaparece...

E o que vai restar ??? Restará o que já tem hoje: politiqueiros. A política se transfoma em um banco de negócio particular... Negócio particular que manejam bens e direitos pertencentes à coletividade... Esse tipo de política mata a república e levanta o império...

Inegavelmente, a política limpa e pura necessita de uma consciência nova... Uma consciência ética, reta e honesta, que respeita o livre-arbítrio e as diferenças, respeita a vida e o ser humano como pessoa, etc... 

É interessante observar que essa é a consciência típica, característica, de algumas religiões... E dessa observação dou o pulo do gato: no futuro, a religião vai substituir, vai tomar o lugar, da política, pois a consciência adequada para gerir a coisa pública, respeitar a vida, o livre-arbítrio, as diferenças, enfim, respeitar o ser humano como pessoa, somente será encontrada na religião....

26/03/2009

Unificação do vestibular das Federais
É um passo gigantesco para tornar esse exame vestibular mais justo...

Uma prova única vai unificar o conteúdo a ser estudado em todo o país... Mais do que isso, cria a possibilidade do MEC criar um curso vestibular gratuito, oferecido via internet, ou distribuir materiais, exigidos nas provas, em dvd/cd e livros, etc, enviado para todas as bibliotecas e escolas públicas de segundo grau do país...

Dessa forma, as condições se aproximam... Aquilo que é ministrado nos cursinhos pré-vestibular pagos também estará acessível/disponível para estudantes de baixa-renda... Quem quer prestar esse vestibular é só estudar tais materiais... Materiais encontrados na própria escola pública ou nas bibliotecas públicas e também na internet...

Enfim, se souberem administrar e multiplicar essa idéia, muita coisa boa virá dela !!!

Essa mesma idéia pode ser aplicada ao Exame da OAB... Não precisa pensar nada diferente, é só seguir os passos, encaixar as peças...

“Se teus projetos forem para um ano, semeia o grão; se forem para dez anos, planta uma árvore; e se forem para cem anos, instrui teu povo.”

O que eu diria para certas autoridades
A sua cabeça e as suas ações pertencem a um mundo que não existe mais !!! O tempo passou e você não evoluiu... E agora está tentando vestir, impôr, a novos tempos suas velhas idéias, seus velhos métodos... Inegavelmente, é um velho tentando vestir suas roupas de bebê !!! Ridículo, para não dizer "Impossible" !!!

Contudo, no geral estamos avançando... estamos nos adequando aos novos tempos e à nova realidade... A coisa está acontecendo !!!

Repetindo Post
Não confunda interesses do Estado com interesses coletivos... Em alguns casos eles se confundem, mas, na maioria das vezes, são distintos...
A lei derruba a utopia
Apontamentos do livro Curso Interdisciplinar de Direito Ambiental: Prof. ALAOR CAFFE ALVES e Prof. ARLINDO PHILIPPI JR. (Livro na RT)

A dimensão social não se pode confundir com o interesse do Estado. O Estado, antes, era o único
representante do valor público. Entretanto, quando se tem uma visão crítica do Estado, percebe-se que ele tem uma função hegemônica muito própria para atender aos interesses básicos do próprio capital, de seu movimento de reprodução e acumulação.
Hoje está claro que o social não se identifica completamente com o Estado, ou seja, o que é
público-social pode ser mais do que é o público-estatal.
-----------------
A efetividade da lei traria melhor qualidade de vida - já que todos são detentores de direitos
conquistados e positivados -, uma espécie de simetria entre direitos conquistados e benefícios
sociais, parece ainda longe de uma verdadeira conquista.

É preciso entender que os Estados acabam assumindo, por intermédio de suas Constituições, a
defesa dos interesses tanto individuais quanto coletivos e difusos para, de uma forma perversa,
impedir que a população o faça.

A idéia de que a Constituição possa garantir os direitos das pessoas atira boa parte das
pretensões que nasceriam legitimadas nos movimentos sociais para a mesa de negociação fabricada pelos detentores do modo de produção em conjunto com o próprio Estado. A lei, assim, derruba a utopia.

Se os institutos jurídicos novos sempre causam impacto, e por vezes geram desconforto, é preciso reconhecer que todos os instrumentos surgidos, ao longo de séculos, em defesa dos súditos, germinaram em tempos de regime forte, ditaduras e autoritarismo de Estado.

Essa é a sementeira dos institutos nascidos e consagrados pela luta contra os poderosos,
especialmente contra o arbítrio do poder político, incrustado nos postos de mando, com ou sem
legitimidade.

Intrigante a colocação de Frontini, na medida em que fica, por vezes, difícil reconhecer tempos
de regime forte, já que esses tempos vêm camuflados por políticas públicas tendentes mais a
confundir uma situação de autoritarismo do capital e do Estado do que resolver situações sociais
geradas por movimentos de legitimidade incontestável.
--------------------
Um exemplo típico desse processo mascarador e ilusório é a incorporação, nesse terceiro setor,
dos grandes movimentos religiosos, muitas vezes mais preocupados em amortecer ou ocultar os
embates do sofrimento humano pela promessa inocente de uma utopia após a morte - ou a pregação da passividade e da tolerância social diante da pobreza e da miséria - do que em fortalecer a conscientização crítica da necessidade de se lutar socialmente para a consecução da justiça real aqui na própria Terra.

Outra bandeira
É hora de levantar outra bandeira. Uma bandeira contra uma antiga fonte de injustiças, contra o Estado desvalido e hipossuficiente processual. Precisamos acabar com esse negócio de dar prazos maiores para o Estado propor suas ações ou para recorrer, incluindo o tal reexame necessário e outros institutos estapafúrdios que protegem o ente estatal...

A relação processual no qual o Estado é parte é, naturalmente, desigual... De um lado está a instituição mais forte da sociedade, com sua estrutura burocrática, seus procuradores especializados (muitas vezes renomados juristas), assessores e consultores graúdos, funcionários, estagiários, bibliotecas, equipamentos de ponta, etc... Do outro lado está o cidadão e seu advogado...

Inegavelmente, o Estado é, naturalmente, uma parte poderosa e altamente equipada, logo, não há nenhuma razão ou justificativa para lhe dar mais força, para tratá-lo como desvalido ou hipossuficiente processual, dando-lhe, prazos maiores e outras regalias processuais...

Os argumentos que utilizam para justificar tais medidas, prazos maiores, etc, eram válidos para os séculos XX, XIX e XVIII... Hoje, em pleno século XXI, não há razão para mantê-los... O Estado não tem só advogados, geralmente, tem os melhores advogados e juristas em sua folha de pagamento... E os casos de corrupção não justifica a inserção de desigualdades processuais no sistema...

Enfim, na Justiça, o Estado tem que ser igual o cidadão... Se for para dar prazos maiores, tem que ser para o cidadão e para o advogado que milita contra o "Grande Leviatã"... O cidadão, nessa relação processual, é a verdadeira parte hipossuficiente...

Paridade de armas, é disso que precisamos... Chega de desigualdades e de fortalecer quem já é forte demais !!!

25/03/2009

Sobre os precatórios
Repito a minha idéia:
"Um dos grandes problemas enfrentados pelos indivíduos que vencem demandas pecuniárias contra o Estado é o pagamento feito em precatórios... Precatórios, ninguém merece !!! Mas, é assim que é feito... Logo, temos que buscar uma solução para a questão...

Na minha opinião a solução é simples: basta tornar os precatórios títulos negociáveis na bolsa, uma espécie de título da dívida pública ou coisa parecida... Assim, podendo comprar e vender esses papéis, quem não pode esperar transfoma-os em dinheiro... Quem pode esperar adquire os papéis como investimento seguro."

Além disso, penso que a União deveria ser responsável pelo pagamento de todos os precatórios, incluindo aqueles dos municípios e estados... A União paga e depois desconta dos valores que tem que repassar para esses entes federativos... Sob a gerência da União ficaria mais fácil transfomar os precatórios em títulos negociáveis... O Banco Central ou o tesouro nacional, não sei que emite os títulos públicos para venda, poderia cuidar dessa transformação...

Uma solução simples e fácil...

OAB sugere utilizar precatórios para pagamento de impostos e casa própria

Brasília, 24/03/2009 - O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Cezar Britto, ao se reunir hoje (24) com a senadora Kátia Abreu (DEM-TO), defendeu a inclusão no substitutivo à Proposta de Emenda Constitucional (PEC) nº 12 de um sistema pelo qual os precatórios não-quitados possam ser utilizados para pagar débitos contraídos por seus titulares, como impostos e outras obrigações assumidas junto à União e Estados, ou serem trocados por dívida ativa. A senadora é a nova relatora da PEC 12, que institui novo regime de pagamento dos precatórios por Estados e Municípios, considerada pela OAB como "a PEC do Calote", ao agravar as condições para o recebimento desses débitos, que já vem sendo postergados indefinidamente pelos entes públicos devedores. Estima-se que o total da dívida em precatórios da União, Estados e Municípios seja hoje cerca de R$ 100 bilhões.

Britto sugeriu também um mecanismo pelo qual os precatórios alimentares não-quitados possam ser aplicados no abatimento de prestações da casa própria. O presidente nacional da OAB voltou a criticar duramente a proposta original, de autooria do Senador Renan Calheiros (PMDB-AL), que para ele "representa a desmoralização do Poder Judiciário à medida que não respeita a sentença judicial e leiloa os créditos alimentares decididos pela Justiça". Os dirigentes da OAB pediram também que fique claramente definido no substitutivo que o pagamento do precatório de natureza alimentar tem prioridade nos orçamentos públicos.

Acompanharam Britto na audiência com a senadora, em seu gabinete, o presidente da Comissão Nacional de Legislação da OAB Nacional, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, o presidente da Seccional da OAB no Tocantins, Ercílio Bezerra, e membros da Comissão Especial dos Credores Públicos (Precatórios) da entidade, Flávio Brando e Eduardo Gouveia.

Repetindo posts
O Deus de Abrahão

Uma história do Povo Judeu - Hans Borger - Editora Sêfer - 1999 p. 23
(...)
O Deus de Abrão pouca semelhança tem com os modelos politeístas contemporâneos. Não foi criado, não nasceu nem morre, não tem colegas nem rivais, ascendência ou descendência, não tem corpo, sexo ou origem, não exige templos ou sacerdotes. E abomina o rito pagão do sacrifício de vidas humanas, o qual é abolido a partir da não-consumada imolação de Isaac - o filho que Abrão tem com sua esposa, Sarai - no grandioso cenário da Akedah.

Os encontros e os colóquios dos patriarcas com seu Deus possuem uma qualidade nova, que é transmitida de geração em geração: a convivência, o diálogo, a intimidade - se assim se pode dizer - com esse Deus dos Pais, Deus que não só se revela aos fiéis como - também isto é novo - busca os homens, vai atrás deles, cuida do destino humano, sem intermediários profissionais.

Entre outros povos da Antiguidade - Egito, Suméria, Assíria - teria havido espaço para um processo mitológico, Abrão tornando-se ele próprio a divindade de um novo culto. Mas aqui, no Gênesis, não nasce o deus abrão, mas o Deus de Abrahão.
(...)
Em decorrência do Pacto, e como que simbolizando as mudanças com que ele impregnou suas personalidades, o nome de Abrão passa a ser Abrahão e o de Sarai, Sarah. (...)

Plataforma dos grandes sábios
"Uma história do Povo Judeu" - Autor: Hans Borger - Editora: Sêfer Ltda - 1999.

Ensinamento de grandes sábios através de algumas de suas "plataformas" características:

-- Servir sem esperar recompensa (Antígono);

-- Seja sua casa um lugar de reunião de sábios (José ben Ioezer);

-- Afasta-te de má companhia (Nitai);

-- Ama o trabalho e não procures o favor dos governos (Shemaia);

-- Não julgues o teu próximo até que te encontres na sua situação e não te apartes da comunidade (Hilel);

-- Fala pouco e faz muito (Shamai);

-- Arranja um mestre para dirimir dúvidas (Raban Gamaliel);

-- Estudar a Lei não basta, é preciso praticá-la (Simeon ben Gamaliel);

-- O mundo mantém-se pela verdade, pela paz e pela justiça (Simeon ben Gamaliel);

-- A convivência com ignorantes abrevia a vida (Dossá);

-- Tudo está previsto, mas o homem tem livre-arbítrio (Akiva);

-- Onde não há pão não há lei e sem lei não há pão (Eleazar ben Azariá).

-- Um certo dia, enquanto estava caminhando pela estrada, rabi Iochanan viu um homem plantando uma alfarrobeira. E ele perguntou-lhe: "Quanto tempo vai levar para esta árvore dar frutos ?" "Setenta anos", o homem respondeu. "E tens certeza que ainda viverás setenta anos para comer dos seus frutos ?" Ao que o homem retrucou: "Eu encontrei este mundo cheio de alfarrobeiras plenamente crescidas; assim como os meus antepassados plantaram para mim, eu estou plantando para meus filhos." (Bialik 203.7; B.Ta 23a)

O nome de Deus
"Uma história do Povo Judeu" - Autor: Hans Borger - Editora: Sêfer Ltda - 1999.

A majestosa eloquência do Êxodo 3-4 narra o encontro entre Deus e Moisés. Quatro vezes Moisés tenta esquivar-se: ele sente-se inadequado para a missão, ele inquire sobre em nome de quem falará, ele tem dúvidas sobre se vão escutá-lo e, finalmente, argumenta que não é orador:

Moisés, Moisés ! Não te aproximes. Tira teus sapatos porque o lugar em que estás é sagrado.
Eu sou o Deus de teu pai, o Deus de Abrahão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacob.
E Moisés cobriu sua face pois temia olhar Deus.

E Deus falou: Eu vi, sim eu vi a aflição do meu povo que está aí no Egito e ouvi o seu clamor. Agora vem, pois te enviarei ao Faraó para que tires do Egito os filhos de Israel, meu povo.

E disse Moisés: Quem sou eu para ir ao Faraó e tirar os filhos de Israel do Egito ?
E falou Deus: EU estarei contigo !
E Moisés: Quando eu vier aos filhos de Israel e lhes disser ' O Deus de vossos pais enviou-me a vós', e eles me perguntarem 'Mas qual é o Seu nome ?' o que vou responder ?
E falou Deus: Eu sou quem sou. (Ex. 3:4-14)

O maravilhoso mistério inerente a esta resposta ressoa através dos séculos. Ela visa impedir o homem de exercer as magias que a posse do segredo de um nome supostamente confere, segredo com o qual acredita poder conjurar a presença da divindade e manipular seus poderes.

Muitas traduções da estranha expressão hebraica têm sido propostas: Eu sou quem sou. Eu serei o que serei. Eu sou quem serei. E incontáveis especulações foram feitas acerca da enigmática resposta de como Deus define - ou recusa definir - o seu nome.

Os judeus sempre relutaram em pronunciar o tetragrama - as quatro letras que compõem o inefável nome de Deus - mas, como a antiga escrita hebraica não tinha vogais - somente consoantes -, perdeu-se para sempre a certeza de sua pronúncia correta.

E disse Moisés: Eles não me crerão, nem ouvirão.
E disse para ele o Eterno: Caso não creiam nos sinais que fareis... as águas do Nilo se transformarão em Sangue. (Ex. 4:1;9)

Uma última duvida ainda subsiste: Moisés não é orador:

Eu não sou homem de oratória, sou de boca pesada e língua difícil ! (Ex. 4:10)

Mas só para os falsos profetas e os demagogos a histérica e eloquência é um atributo indispensável.

EU estarei junto a tua boca e te ensinarei o que terás que dizer. (Ex. 4:12)

Moisés, o fugitivo, o pastor, transforma-se em Moisés, o líder, Moisés, o profeta, o inspirado mensageiro.

23/03/2009

O termo Jeová na Bíblia

(Entendimento da Sociedade Bíblica do Brasil)

Ninguém sabe, ao certo, como se pronuncia YHVH, o tetragrama, designação das quatro consoantes que compõem o nome do Deus de Israel. É que em algum tempo antes da era cristã, para não sujarem com lábios humanos o nome do seu Deus, os israelitas deixaram de pronunciá-lo, e assim as vogais desse nome foram esquecidas. Por ocasião da leitura pública dos rolos nas sinagogas, ao chegar ao nome YHVH, uma nota marginal dizia: "Está escrito, mas não se lê." E ali mesmo era indicada a palavra que deveria ser lida: "Leia-se ADONAY".

O texto pré-massorético do Antigo Testamento só tinha consoantes; as vogais eram transmitidas através dos séculos pela tradição. Só no sexto ou sétimo século dC. é que os massoretas colocaram vogais no texto hebraico. A palavra YHVH, então, era escrita com as vogais do título ADONAY, e a palavra ADONAY era falada quando ocorria YHVH.

Acontece, também, que em algumas passagens do Antigo Testamento o título ADONAY (Senhor) vem seguido do tetragrama YHVH, que nesse caso é pontuado com as vogais de ELOHIM (Deus), resultando na forma JEHOVIH (JEOVI), como, por exemplo, em Sl 73.28 Is 50.4 Ez 3.11,27 Zc 9.14. Ou resultando na forma YEHVIH (JEVI), que ocorre, por exemplo, em Is 25.8 Jr 2.22 Am 1.8 Ob 1.1 Mq 1.1 Sf 1.7.

E em vinte e cinco passagens ocorre uma quarta forma de se expressar o nome do Deus de Israel, e isso por meio do monossílabo YAH (JÁ), que é a primeira sílaba de YAHVEH (JAVÉ). A Petrus Galatinus (mais ou menos 1520 dC.) atribui-se a fusão, pela primeira vez, das consoantes YHVH com as vogais de ADONAY. Koehler-Baumgartner fala de 1200 dC. Dessa fusão surgiu um nome híbrido: YeHoVaH (Jeová). Esse não é, portanto, o nome do Deus de Israel. O Jerome Biblical Commentary chama "Jeová" de um "não-nome" (77.11), e o Interpreter’s Dictionary of the Bible o chama de "nome artificial" (s. v. Jehovah). O Lexicon in Veteris Testamenti Libros, de Koehler-Baumgartner (s. v. YHVH), chama a grafia "Jeová" de "errada" e defende como "correta e original" a pronúncia "Yahveh".

Alguém poderia perguntar por que a primeira vogal de ADONAY, um "A," se tornou um "E." É que a palavra ADONAY começa com uma gutural, um álefe, e sob gutural uma vogal esvaída deve ser um shevá composto. Ao se colocar essa mesma vogal esvaída sob uma consoante não-gutural, ela passa a ser um shevá simples, que se representa na transliteração por um "e" suspenso. No caso, sob o iode (Y) coloca-se a vogal "e": "Ye".

No Antigo Testamento traduzido por João Ferreira de Almeida e publicado em dois volumes quase sessenta anos após sua morte (1748 e 1753), é empregada a forma JEHOVAH onde no texto hebraico aparece YHVH. Almeida fez isso baseado na tradução espanhola feita por Reina-Valera (1602). Na Almeida conhecida como Revista e Corrigida (RC), lançada em 1898 e que ainda hoje é usada, a comissão revisora substituiu JEHOVAH por "Senhor" nas passagens em que esse nome ocorre, menos naquelas em que está junto com ADONAY (Senhor), e em algumas poucas passagens esparsas. Nessas ocorrências a RC conservou JEHOVAH. Veja-se, por exemplo, Is 61.1: "O Espírito do Senhor (ADONAY) JEOVÁ está sobre mim, porque o SENHOR me ungiu" (RC). Este último SENHOR também é, no texto hebraico, YHVH.

O costume de usar "SENHOR" para indicar YHVH começou com a Septuaginta, a primeira tradução do Antigo Testamento, a qual foi feita entre 285 e 150 aC. O texto hebraico foi traduzido em Alexandria para a língua grega. Nesse texto os tradutores da Septuaginta reduziram a escrito uma tradição oral das sinagogas, onde geralmente se lia "ADONAY" (Senhor) toda vez que ocorria o nome YHVH. Essa foi a Bíblia de Jesus, dos apóstolos e da Igreja Primitiva.

Seguindo o costume que começou com a Septuaginta, a grande maioria das Bíblias emprega o título "SENHOR" (com maiúsculas) como correspondente de JAVÉ (YHVH). O título "Senhor" (com minúsculas) é tradução da palavra ADON, que em hebraico quer dizer "senhor" ou "dono." No Novo Testamento "Senhor" traduz a palavra grega KURIOS, que quer dizer "senhor" ou "dono".

Jesus não usou o termo "Jeová." Por exemplo, citando o Antigo Testamento em Dt 6.13, em que aparece YHVH, ele disse: "Ao Senhor (Kurios) adorarás." {Mt 4.10} Tiago não fala de "Jeová." Discursando em Jerusalém {At 15.17} ele disse: "o Senhor, que faz todas estas coisas," e isso é citação de Am 9.12, que tem YHVH como sujeito da ação. Paulo também não usa "Jeová": em Rm 4.8, ele escreveu "Senhor," citando Sl 32.2, que tem YHVH.

São duas as razões que levaram os eruditos bíblicos a usarem a forma "Javé" como a mais provável para designar, em português, o nome do Deus de Israel (YHVH). A primeira é de ordem gramatical e a outra, de ordem documentária.

Primeiro, a de ordem gramatical. De acordo com Êx 3.14, Deus se apresentou a Israel como AQUELE QUE É, o Deus absoluto e imutável. A forma Javé (Yahveh, em hebraico), corresponde ao verbo ‘ehyeh, repetido em Ex 3.14: EU SOU QUEM SOU (BLHoje). O verbo está no imperfeito, que em hebraico, por ser um verbo lâmede-he, termina com a vogal e. O verbo "ser" aqui é hayah (com iode), que em sua forma arcaica era havah (com vave). A Bíblia de Jerusalém em português transliterou esse nome de Deus e o grafou assim: Iahweh. Em inglês, a BJ traz Yahweh, cujo h médio os americanos pronunciam com ligeira aspiração. Essa última forma é comum na literatura bíblico-teológica em inglês. Observe-se que em Êx 3.14 o verbo está grafado ‘ehyeh, sendo que a vírgula suspensa significa que em hebraico há ali uma letra álefe, que indica a primeira pessoa: EU SOU. Já o iode inicial indica terceira pessoa: AQUELE QUE É (Yahweh).

Um fato que indica ser a a vogal da primeira sílaba de YHVH é a forma abreviada desse nome, que é grafada Yah (Já). Essa abreviação de YHVH ocorre vinte e cinco vezes no Antigo Testamento. A American Standard Version (1901), matriz da Versão Brasileira, nessas passagens põe "Jehovah" no texto, mas na margem há nota, assim: "hebraico: Jah." Ver, por exemplo, Êx 15.2 e Sl 104.35. Nessa última passagem aparece a frase cúltica "Hallelu-Yah" (Aleluia). Ver também a nota da Bíblia de Estudo de Almeida nessas duas passagens.

Como é que Yahweh se tornou Javé em português? Primeiro, o iode (Y) inicial hebraico dá j em português (como em Yoseph - José). Segundo, o h inicial e final caem porque não soam em português. Terceiro, o w passa a ser v, que é como transliteramos em português a letra vave. E aí temos Javé.

Agora a razão de ordem documentária. Teodoreto, pai da Igreja, da escola de Antioquia, falecido em 457 dC., afirma que os samaritanos, que tinham o Pentateuco em comum com os judeus como Escritura 0,,,,,546 falecido antes de 216 dC., transliterava "a palavra de quatro letras" por Iaoué. Também os papiros mágicos egípcios, que são do final do terceiro século dC., dão como corrente a pronúncia acima referida, a de Teodoreto.

Finalmente, convém notar que em duas traduções modernas da Bíblia está correta a vocalização de YHVH. Uma delas é a Bíblia de Jerusalém, que traz Yahweh (inglês e português), Yahvé (francês), Yahvéh (espanhol) e Jahwe (alemão).

A Bíblia da LEB (Edições Loyola, 1989) usa o nome "Javé" como transliteração de YHVH. Em Gn 2.1 parte da nota explicativa diz: "Aqui aparece pela primeira vez o sacrossanto Nome de JAVÉ (YHWH), cujo sentido na tradição bíblica é "AQUELE-QUE-É." (...) Hoje o Tetragrama Sagrado, que se pronuncia em hebreu Yahweh, está devidamente implantado na língua portuguesa em sua forma correta, que é JAVÉ." E acrescentamos, forma dicionarizada: ver o Dicionário Aurélio e o Dicionário Michaelis, s. v. JAVÉ.

Comissão de Tradução, Revisão e Consulta da Sociedade Bíblica do Brasil
Fonte: BOL- Bíblia on-line /SBB

A Palavra do Senhor Isaías 33:1-6
1 Ai de ti que assolas sem seres assolado, e tu que ages traiçoeiramente, sem que [outros] tenham agido traiçoeiramente contigo! Assim que tiveres acabado como assolador, serás assolado. Assim que terminares de agir traiçoeiramente, agirão traiçoeiramente contigo.

2 Ó Jeová, mostra-nos favor. Em ti temos esperado. Torna-te o nosso braço cada manhã, sim, a nossa salvação no tempo da aflição.

3 Povos fugiram ao som do tumulto. Nações foram dispersadas quando te ergueste.

4 E o despojo de vós será realmente ajuntado [como] as baratas quando se ajuntam, como a investida de enxames de gafanhotos que investem contra alguém.

5 Jeová há de ser sublimado, pois ele reside na altura. Terá de encher Sião do juízo e da justiça.

6 E a fidedignidade dos teus tempos terá de mostrar-se uma profusão de salvações — sabedoria e conhecimento, o temor de Jeová, que é seu tesouro.

22/03/2009

Se não for corrupção é o quê ???
Eu nunca ouvi falar de uma modalidade de exame, inclusive exames simples, encaminhados nos Postos de Saúde, no qual o SUS paga a metade e o cidadão paga a outra metade... Para quem paga a metade o exame é rápido... Para quem não paga a coisa leva anos...

Pior, a metade que o cidadão paga, geralmente, é menor do que o preço total do exame feito em clínica particular...

Para provar o que estou dizendo é só reunir as pessoas que pagaram...

Por isso, antes de dizer que eu estou mentindo ou inventando, dobre e morda a língua três vezes...

Livros Sagrados de Grandes Religiões
World's Observatory
(http://frankherles.wordpress.com/2009/02/24/livros-sagrados-de-grandes-religioes/)

Judaismo

“Amaras o teu próximo como a ti mesmo.”

01. Tanakh - Em Português e Hebraico

02. Tanakh - Antigo Testamento em Hebraico

02. Talmud - Versão Babilônica, em Inglês

03. Mishneh Torah - Em Português e Hebraico

05. Zohar - Livro do Explendor, em espanhol. Download grátis


Cristianismo

“Amem os vossos inimigos. Bendigam os que vos maldizem. Façam o bem aos que vos odeiam. Orem por quem vos persegue!”

01. Biblos - Bíblia em diversos idiomas, com Atlas, Dicionário, Enciclopédia, comentários biblicos e muito mais

02. Bíblia Online - Com mais de 50 traduções, em uma ou duas colunas

03. Bíblia Net - Com Dicionário, Estudos, Música, Perguntas e mais

04. SBB - Versões Almeida Revista e Atualizada, Revista e Corrigida, e Tradução na linguagem de hoje

05. O Novo Testamento em Hebraico

06. Bíblia de Jerusalém - Download

06. Bíblia Web

07. Livro de Mórmon


Islamismo

“…aqueles cujas soma das boas ações forem mais pesadas, serão os bem-aventurados.”

01. ICW - Alcorão

02. Alcorão - Download em PDF


Budismo

“Jamais, em todo o mundo, o ódio acabou com o ódio; o que acaba com o ódio é o amor.”

01. Tipitaka - Com diversas versões em Inglês


Hinduismo

“Quando sentires que és um com Deus, sentirás que és um com todas as coisa.”

01. Rig Veda - Texto em Inglês, baixe aqui. É necessário registro

02. Mahabharata - Texto em Inglês

03. Bhagavad Gita


Espiritismo

“As grandes almas são como nuvens, recolhem para dar.”

01. Evangelho Segundo o Espiritísmo

02. Livro dos Espíritos

03. Livro dos Médiuns

04. A Gênese


Xintoismo

“Se teus projetos forem para um ano, semeia o grão; se forem para dez anos, planta uma árvore; e se forem para cem anos, instrui teu povo.”

01. Kojiki

02. Nihon Shoki - Texto em Japonês


Zoroastrismo

“…o nosso bem deve lutar diariamente para vençer o nosso mal. Só assim alcançaremos Anagra Raosha [Reino das Luzes Infinitas] “

01. Zend Avesta - Texto completo em Inglês


Sikhismo

“Partilhe o fruto de seu trabalho com aqueles que necessitam, sem jamais esperar agradecimento. Essa ação é para o Eterno e para você mesmo.”

01. Guru Granth Sahib - Texto em Inglês


Confucionismo

“O homem que move montanhas começa carregando pequenas pedras.”

01. O Confucionismo é uma das poucas religiões da humanidade que não possui Livro Sagrado, mas possui um conjunto de regras que formam uma filosofia moral de profundo impacto na estrutura social e cotidiana da sociedade oriental, especialmente a chinesa.


Aleluia

O que lhe vem à mente quando ouve o termo “aleluia”? Talvez você se lembre do “Messias”, de Handel, uma obra-prima musical, composta nos anos 1700, e que tem um dramático coro de “Aleluia”. Sem dúvida, em algum lugar você já ouviu a palavra “aleluia”. Talvez você até a use de vez em quando. Mas sabe o que significa?

Aleluia — Transliteração para o português da expressão hebraica halelu-Yáh, que significa “louve/louvem a Jah”.

Jah — Forma poética abreviada do nome de Deus, Jeová. Aparece mais de 50 vezes na Bíblia, em muitas ocorrências como parte da expressão “aleluia”.

O nome de Deus está incluído no seu nome?

Muitos nomes bíblicos ainda são populares hoje. Em alguns casos, o significado original desses nomes, em hebraico, incluía o nome pessoal de Deus. Abaixo, encontrará alguns exemplos desses nomes e seu significado. Talvez o seu nome esteja nesta lista.

  • Joana — “Jeová Foi Clemente”
  • João — “Jeová Mostrou Favor”
  • Joel — “Jeová É Deus”
  • Jonatã — “Jeová Deus”
  • José — “Que Jah Acrescente (Aumente)”%
  • Josué — “Jeová É Salvação”

% “Jah” é a forma abreviada de “Jeová”.

Epa... Epa... Epa... Muita calma nessas horas !!!
Não estou criticando ou validando nada !!!
Estou apenas estudando... Estou aprendendo/descobrindo coisas que não sabia...
Publico essas coisas para que aqueles que leêm meu blog ou meu site também saibam, também aprendam e descubram tais coisas...

A batalha contra o nome de Deus

(http://www.watchtower.org/t/20040122/article_02.htm)

SEU nome era Ananias ben Teradyon. Era um erudito judeu do segundo século, conhecido por realizar reuniões abertas onde ensinava usando a Sefer Torá, um rolo que continha os primeiro cinco livros da Bíblia. Ben Teradyon também era conhecido por usar o nome pessoal de Deus e ensiná-lo a outros. Levando-se em conta que os primeiros cinco livros da Bíblia contêm o nome de Deus mais de 1.800 vezes, como ele poderia ensinar a Torá sem ensinar esse nome?

Relevo

Relevo mostrando a execução de Ananias ben Teradyon

Ben Teradyon, porém, viveu numa época perigosa para os eruditos judeus. Segundo historiadores judeus, o imperador romano havia decretado que ensinar ou praticar o judaísmo era ilegal, sujeitando o transgressor à pena de morte. Por fim, os romanos detiveram Ben Teradyon. Ao ser preso, ele segurava uma cópia da Sefer Torá. Em resposta aos seus acusadores, ele admitiu francamente que, ao ensinar a Bíblia, estava apenas obedecendo a uma ordem divina. Mesmo assim, foi sentenciado à morte.

No dia da execução, Ben Teradyon foi enrolado no próprio rolo da Bíblia que segurava ao ser preso. Daí, foi queimado na estaca. A Encyclopaedia Judaica diz que, “a fim de prolongar-lhe a agonia, chumaços de lã embebidos em água foram colocados sobre o seu coração para que ele não morresse rápido”. Como parte da punição, sua esposa também foi executada e sua filha, vendida para um bordel.

Embora os romanos fossem responsáveis pela execução brutal de Ben Teradyon, o Talmude* afirma que “a punição de ser queimado lhe sobreveio porque ele pronunciou o Nome por inteiro”. Para os judeus, pronunciar o nome pessoal de Deus era de fato uma transgressão gravíssima.

O terceiro mandamento

Ao que tudo indica, durante o primeiro e o segundo séculos EC, desenvolveu-se entre os judeus uma superstição contra o uso do nome de Deus. A Míxena (uma coleção de comentários rabínicos que se tornou o fundamento do Talmude) declara que “quem pronunciar o nome divino conforme é escrito” não terá parte no futuro Paraíso terrestre prometido por Deus.

Qual foi a origem dessa proibição? Alguns afirmam que os judeus consideravam o nome de Deus sagrado demais para ser pronunciado por humanos imperfeitos. Com o tempo, as pessoas começaram a hesitar até em escrever o nome. Segundo certa fonte, esse medo surgiu devido à preocupação de que o documento no qual o nome estivesse escrito pudesse acabar no lixo, dessacralizando o nome divino.

A Encyclopaedia Judaica diz que “as pessoas passaram a evitar pronunciar o nome YHWH . . . devido a um mal-entendido em relação ao Terceiro Mandamento”. O terceiro dos Dez Mandamentos dados aos israelitas por Deus declara: “Não deves tomar o nome de Jeová, teu Deus, dum modo fútil, pois Jeová não deixará impune aquele que tomar seu nome dum modo fútil.” (Êxodo 20:7) Assim, o decreto de Deus contra o uso impróprio do seu nome foi distorcido e transformado numa superstição.

É claro que ninguém afirmaria hoje que Deus faria alguém ser queimado na estaca por pronunciar o nome divino! Mas a superstição judaica em relação ao nome pessoal de Deus continua viva. Muitos ainda se referem ao Tetragrama como o “Nome Inefável” e o “Nome Impronunciável”. Há até aqueles que, de propósito, pronunciam errada toda menção de Deus para não violar a tradição. Por exemplo, pronunciam Jah, ou Yah, a forma abreviada do nome pessoal de Deus, como Kah. Até dizem Aleluka em vez de Aleluia. Alguns evitam até escrever a palavra “Deus” por extenso.

Esforços adicionais para ocultar o nome

Mas o judaísmo não é em absoluto a única religião a evitar o uso do nome de Deus. Veja o caso de Jerônimo, sacerdote católico e secretário do Papa Dâmaso I. Em 405 EC, Jerônimo terminou seu trabalho de tradução da Bíblia inteira para o latim, que ficou conhecida como a Vulgata latina. Ele não incluiu o nome de Deus na tradução. Em vez disso, seguindo o costume do seu tempo, ele o substituiu pelas palavras “Senhor” e “Deus”. A Vulgata latina tornou-se a primeira tradução católica autorizada da Bíblia e serviu de base para muitas outras traduções em vários idiomas.

Por exemplo, a versão Douay, uma tradução católica de 1610, era basicamente uma Vulgata latina traduzida para o inglês. Portanto, não surpreende que essa Bíblia não incluísse o nome pessoal de Deus. Mas a versão Douay não era apenas outra tradução da Bíblia. Ela foi a única Bíblia autorizada para os católicos de língua inglesa até a década de 1940. De fato, por centenas de anos, o nome de Deus foi ocultado de milhões de católicos devotos.

Veja também o caso da King James Version (Versão Rei Jaime). Em 1604, o Rei Jaime I, da Inglaterra, designou um grupo de eruditos para produzir uma versão da Bíblia em inglês. Uns sete anos depois, eles lançaram a King James Version, também conhecida como Authorized Version (Versão Autorizada).

Também nesse caso, os tradutores decidiram evitar o nome divino, usando-o apenas em poucos versículos. Na maioria das ocorrências, o nome de Deus foi substituído por palavras como “SENHOR” e “DEUS”, para representar o Tetragrama. Essa versão se tornou o padrão para milhões de pessoas. The World Book Encyclopedia afirma: “Não apareceu nenhuma tradução importante da Bíblia para o inglês por mais de 200 anos após a publicação da King James Version. Durante esse tempo, a King James Version era a tradução mais amplamente usada nos países de língua inglesa.” #

Essas são apenas três das muitas traduções da Bíblia publicadas nos séculos passados que omitem ou minimizam a importância do nome de Deus. Não admira que a grande maioria dos professos cristãos hoje hesite em usar o nome divino ou nem sequer o conheça. É verdade que, ao longo dos anos, alguns tradutores da Bíblia incluíram o nome pessoal de Deus em suas versões. A maioria dessas, porém, foram publicadas em anos mais recentes, com pouco impacto sobre a atitude das pessoas com relação ao nome de Deus.

Uma prática que vai de encontro à vontade de Deus

A prática comum de não usar o nome de Deus baseia-se unicamente em tradições humanas, não em ensinos bíblicos. “Não há nada na Torá que proíba a pessoa de pronunciar o Nome de Deus. De fato, nas Escrituras fica evidente que o Nome de Deus era pronunciado rotineiramente”, explica o pesquisador judaico Tracey R. Rich, que mantém um site na internet chamado Judaism 101. Realmente, nos tempos bíblicos os adoradores de Deus usavam o nome dele.

Sem dúvida, se conhecermos o nome de Deus e o usarmos, estaremos mais em harmonia com o modo aprovado de adorá-Lo, conforme o que era feito nos tempos bíblicos. Esse pode ser o primeiro passo para estabelecermos um relacionamento pessoal com ele, o que é muito melhor do que simplesmente saber qual é o nome Dele. Na verdade, Jeová Deus convida-nos a ter com ele esse relacionamento. Ele inspirou o registro do seguinte convite caloroso: “Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós.” (Tiago 4:8) Mas talvez você se pergunte: “Como um homem mortal pode ter essa intimidade com o Deus Todo-Poderoso?” O próximo artigo explicará como você pode desenvolver um relacionamento achegado com Jeová.


* O Talmude, uma compilação de antigas tradições judaicas, é considerado um dos mais sagrados e influentes escritos do judaísmo.

# A maioria das versões da Bíblia em português seguiu a mesma prática de substituir o nome divino por termos como “Deus” ou “SENHOR”. É notável, porém, que a conhecida versão Almeida, na edição de 1748/53, usou o nome divino, na forma “Jehovah”, em muitas ocorrências nas Escrituras Hebraicas — quase 700 vezes só no livro dos Salmos.

Tetragrama (יהוה), YHVH
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Os números
Eu acho interessante, muito interessante, os números que aparecem nessas histórias...

Porque há versículos que faltam

(Texto da Wikipedia sobre a Tradução Novo Mundo)

Mateus 18:11; 23:14; Marcos 7:16; 9:44 e 46; 11:26; Lucas 17:36; João 5:4; Atos 8:37; 15:34; 24:7; e Romanos 16:24 não se encontram nos manuscritos mais antigos.

Por isso, a Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas possuí um traço em seu lugar. Mas esses versículos também não são encontrados em algumas traduções. Uma comparação com traduções modernas, como The New English Bible (NEB) e a Bíblia de Jerusalém (BJ), mostra que outras comissões tradutoras também reconheceram, em notas de rodapé, que os versículos em questão não fazem parte do texto bíblico.

Em alguns casos, foram copiados de outra parte da Bíblia e acrescentados ao texto por um escriba [12].

O Nome Divino nas Escrituras Hebraicas e nas Escrituras Gregas e Cristãs
Apêndice 1 - Tradução Novo Mundo das Escrituras Sagradas - pag. 1615

"Jeová" (hebr.: (יהוה), YHWH), o nome pessoal de Deus, ocorre pela primeira vez em Gên. 2:4. O nome divino é um verbo, é a forma causativa, no imperfeito, do verbo hebraico הוה (ha.wáh, "vir a ser, tornar-se"). Portanto, o nome divino significa "Ele Causa que Venha a Ser". Isto revela que Jeová é Aquele que, com ação progressiva, faz com que ele venha a ser o Cumpridor de promessas, Aquele que sempre leva seus propósitos à realização.

A maior indignidade que modernos tradutores causam ao Autor divino das Escrituras Sagradas é a eliminação ou o ocultamento deste seu peculiar nome pessoal. Na realidade, seu nome ocorre no texto hebraico 6.828 vezes como (יהוה) (YHWH ou JHVH - IHVH), geralmente chamado de Tetragrama (que significa literalmente "de quatro letras"). Por usarmos o nome "Jeová", apegamos-nos de perto aos textos da língua original e não seguimos a prática de substituir o nome divino, o Tetragrama, por títulos tais como "Senhor", "o Senhor", "Adonai" ou "Deus".

O nome "Jeová" ocorre 6.973 vezes no texto das Escrituras Hebraicas da Tradução do Novo Mundo. Na realidade, o Tetragrama ocorre no texto hebraico 6.828 vezes, inclusive em três nomes compostos (Gên. 22:14; Êx. 17:15, Jz. 6:24) e em seis ocorrências nos cabeçalhos dos Salmos (7; 18 (3 vezes); 36; 102). Traduzimos o Tetragrama por "Jeová" em todas as 6.828 ocorrências, exceto em JZ 19:18, onde o pronome possessivo da primeira pessoa no singular, "minha" foi usado, em vez de o nome divino.

Além disso, baseado na versão Septuaginta ou Versão dos Setenta, restabelecemos o Tetragrama em DE. 30:16; 2SA. 15:20 e 2 CR. 3:1. Restabelecemos também o nome divino em IS 34:16 e ZA 6:8, onde se deve ler "Jeová" em vez de o pronome possessivo da primeira pessoa no singular, "meu" ou "minha". Fizemos 141 restabelecimentos adicionais onde os soferins alteraram o nome divino para rezar "Adho.nai" ou "Elo.hím".

Para não ultrapassar os limites de tradutor para o campo da exegese, fomos muito cautelosos na tradução do nome divino nas Escrituras Gregas Cristãs, sempre cuidadosos de tomar as Escrituras Hebraicas como fundo. Procuramos concordâncias das versões hebraicas disponíveis para confirmar nossa tradução.

O Tetragrama em caracteres hebraico (יהוה) foi usado tanto no texto hebraico como na Septuaginta grega. Portanto, quer Jesus e seus disciípulos tenham lido as Escrituras em hebraico, quer em grego, deparavam com o nome divino.

Na Sinagoga de Nazaré, quando Jesus se levantou e aceitou o livro de Isaías, lendo 61:1, 2, onde se usa o Tetragrama, ele pronunciou o nome divino. Isto estava de acordo com a sua determinação de divulgar o nome de Jeová, conforme se pode ver na sua oração ao seu Pai: "Tenho feito manifesto o teu nome aos homens que me deste do mundo... Eu lhes tenho dado a conhecer o teu nome e o hei de dar a conhecer." - Jo 17:6,26.

Vertemos o nome divino 237 vezes no texto de nossa tradução das Escrituras Gregas Cristãs. A concordância de diversas versões hebraicas foi encontrada para cada um destes 237 restabelecimentos no texto principal.