Democratizar o conhecimento e socializar os saberes como ferramenta para transformação social e econômica. Democratizar e socializar para reduzir as desigualdades regionais. Democratizar e socializar para dar oportunidades. Democratizar e socializar para dar esperanças e certezas de um futuro melhor. O poder transformador do conhecimento, monopolizado e retido nas melhores Universidades Públicas, tem que ser disseminado, gratuitamente, para toda a sociedade.

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02/05/2008

Plebiscito para o terceiro mandato de Lula
A maior parte do fracasso do Brasil nas políticas públicas e sociais está relacionada com o excesso de mudança de governantes e tempo curtíssimo de mandato. Certamente, isto também se liga ao fato da política no Brasil ser feita com o fígado e ser tratada como oposição pessoal. A conseqÜência disso é que de quatro em quatro anos temos uma quebra da estabilidade e das políticas públicas. Ninguém sabia o que viria no próximo governo... Programas sociais são cortados, o modelo econômico é modificado, obras públicas são congeladas, etc, ou seja, a cada quatro anos ocorria um forte baque social.

Este problrema foi reduzido/relativizado com a inserção de um segundo mandato, que deu ao governante um tempo maior para a concretização dos projetos sociais. O resultado lógico disso foi a estabilidade/continuidade das políticas públicas (sociais e econômicas). Logo, estabilidade e crescimento do país. Avanço social e econômico sem traumas, rupturas ou mudanças drásticas.

Por isso, o advento de um terceiro mandato, nesta ótica, não é um problema ou quebra institucional. Mas, pelo contrário, significa a estabilização das instituições e de políticas públicas que estão dando certo e resolvendo os graves problemas sociais que sempre castigaram o país. Problemas sociais que contavam com um grande aliado: a efemeridade dos mandatos dos Governos, a oposição política confundida com oposição pessoal, incompetência administrativa de governantes, assim como governos que trabalharam/governaram para uma minoria ao invés de atuar em benefício da maioria.

Portanto, o terceiro mandato significa estabilização do País, continuidade de políticas públicas (sociais e econômicas) que estão resolvendo graves problemas sociais e promovendo o crescimento do Brasil, ou seja, estamos às portas do primeiro mundo. Porém, só vamos atravessá-la definitivamente quando houver a ampliação efetiva da participação popular nas decisões que afetam a maioria. Enquanto as decisões e os Governos continuaram pertencendo a um seleto grupo de escolhidos, corremos o risco de recuar. Basta que um incompetente da oposição assuma o Governo para fazer o País voltar no tempo...

Por isso, a participação popular no Governo e nas decisões do Governo é um fato essencial. O Povo pode dar poderes e pode retirar poderes. Pode dar um terceiro/quarto/quinto/sexto/etc mandato ou pode cortar a cabeça do governantes que em poucos meses de governo fez besteira e traiu os interesses e a vontade popular. Precisamos ter mecanismos que operacionalize a participação popular nas decisões do Governo e permite a Democracia Direta. Democracia Direta é a verdadeira Democracia. Democracia Representativa é um engodo, um golpe, uma tramóia contra os interesses e a vontade da maioria. Um mecanismo que tira o poder da maioria e dá a uma minoria que usa este poder para governar em causa própria.

Outro ponto que deve ser vislumbrado é: o que há contra o terceiro mandato ? A primeira resposta será: a Constituição de 88. Porém, a Constituição não é um entrave aos interesses e à vontade da maioria da população. Isto porque a Constituição expressa os interesses e a vontade da maioria. Ela está embaixo desses interesses e dessa vontade. Logo, a Constituição tem que responder e corresponder à vontade e aos interesses da maioria da população. O contrário disso ocorre em uma Constiuição autoritária que visa adequar os interesses e a vontade popular aos seus ditames.

Outro elemento contra o terceiro mandato é a sede de poder da oposição que quer recuperar o Governo Federal, o Governo do Brasil, para seus interesses e sua vontade. É uma minoria branca, rica e conservadora que vive incrustada, colada, na política brasileira. Esta minoria, quando governa, orienta o Estado para seus interesses e sua vontade. É uma minoria que governa em causa própria e esquece a maioria da população, os interesses coletivos. O exemplo mais evidente disso, atualmente, está na epidemia de dengue no Rio de Janeiro.

Inegavelmente, a sede de poder da oposição (tucanos + PFL), ou sua vontade patológica de recuperar o governo central, não é legítimo e nem tem força suficiente para obstar o advento de um terceiro mandato. Não há legitimidade na pretensão da oposição, ou seja, a única coisa que ele podem alegar ou opôr à idéia de terceiro mandato é o formalismo frio da Constituição Federal ou seus interesses pessoais, interesse em serem eles os governantes, interesse em fazer o Estado trabalhar/beneficiar a minoria que são e representam.

O que é bom para o Povo brasileiro e para o Brasil não é bom para a oposição (tucanos + PFL). Isto porque os interesses dos tucanos e do PFL é contrário ao interesse do Povo Brasileiro, é contrário ao interesse e à vontade da maioria da população. Além disso, tucanos e PFL representam um minoria, representam e são a elite branca e rica que vem explorando, excluindo e oprimindo a maioria dos brasileiros desde o descobrimento.

Isto aparece cristalinamente na questão do terceiro mandato de Lula. O interesse e a vontade do Povo Brasileiro é ter um governante que faça diferença, que faça as coisas acontecerem, que modifique a realidade social e leve o Brasil para a categoria de país do primeiro mundo. E o Povo Brasileiro descobriu que Lula é esta pessoa. Um governante que faz as coisas avançarem no rumo certo e de maneira correta.

O mal social, no Governo Lula, perde terreno, a miséria é reduzida, a pobreza cai e a população melhora de vida. Os indicadores sociais mostram que o Governo Lula faz diferença. Enquanto a oposição (tucanos e PFL) foram governantes, pouca coisa mudou. Isto porque eles sempre governam para uma minoria, para os ricos. Lula governa para a maioria da população, beneficiando a todos, inclusive os ricos. Em outras palavras, a oposição não possui a competência e a capacidade que tem o Governo Lula. É um Governo abençoado. Quem está perdendo com o Governo Lula ? Quem não quer que Lula continue governando ?

Portanto, Lula é um governante que faz diferença, que faz as coisas acontecerem, que modifica a realidade social e põe o Brasil nos eixos, rumo ao primeiro mundo. Basta olhar para os indicadores sociais e econômicos para ver isto acontecendo neste exato momento. Logo, o interesse e a vontade da maioria da população é que este governante continue dirigindo o país. Por que mudar aquilo que funciona perfeitamente, que está dando certo ? Por que mudar um time vencedor ?

Porém, alguém dirá, mas estas são as regras do jogo... E a minha resposta será: exatamente por tratar a coisa pública, o Estado e o Governo da sociedade, a gestão dos interesses públicos, como um jogo que o Brasil, por muito tempo, não conseguiu resolver os problemas sociais e as políticas econômicas eram baseadas em tentativa e erro. E, por tratarem a coisa pública como um jogo é que, apesar de sermos um país riquíssimo, vivíamos numa situação de terceiro mundo. A política não é jogo e os interesses sociais/públicos não são peças de uma mesa de cassino.

A concretização de um terceiro mandato de Lula não ocasiona nenhum trauma social ou institucional. Isto porque este terceiro mandato expressa a vontade social, a vontade da maioria dos brasileiros. Além disso, o terceiro mandato não será dado de mão beijada. Primeiro vem um plebiscito, uma consulta popular, que autorizará a terceira candidatura. Depois disso vem a eleição propriamente dita, na qual Lula figurará como candidato. Logo, o pleito eleitoral ocorrerá normalmente, dando, inclusive, à oposição, a oportunidade de buscarem o apoio popular para seus candidatos.

Portanto, o terceiro mandato não viola a Democracia, não ocasiona nenhuma quebra institucional e não é uma imposição autoritária, mas sim a expressão da vontade popular, a expressão da vontade da maioria. O Povo reconhecendo a competência do governante autorizou-o a continuar participando das eleições e, elegendo-o, significa que quer vê-lo governando o país or mais tempo.

Trauma social e quebra institucional será ocasionada se o país sair das mãos de um bom e competente governante e cair nas mãos autoritárias da oposição (tucanos e PFL). O retorno do país para estes elementos significará que o governo deixou de ser um governo da maioria e voltou a ser o governo de uma minoria exploradora, opressora e incompetente no trato das questões sociais. A máquina administrativa retornou aos parasitas que a utilizam para satisfazer vontade própria. Tucanos e PFL não governam para o Povo ou para a maioria, não respondem e nem correspondem à vontade da coletividade. Mas agem em vontade própria ou vontade de uma minoria rica, branca e exploradora.

Lembram do caso da CPMF ? A CPMF foi um exemplo cristalino das ações da oposição (tucanos e PFL) contra a maioria e a favor de uma minoria rica e branca. Outro exemplo é a dengue no Rio de Janeiro, as privatizações do Governo FHC, etc.

Inclusive, os tucanos governam São Paulo a décadas e as coisas não mudam e nem avançam. Não conseguem terminar o metrô. As favelas e a periferia, assim como os excluídos, crescem exponencialmente. É válido lembrar ainda a tentativa do Serra (Governo de São Paulo) de quebrar a autonomia das universidades públicas estaduais. Como a cúpula destas universidades (Reitora, Pró-reitores e Diretores) é gente de confiança ou ligada aos Tucanos e ao PFL, quase conseguiram concretizar o golpe. Só não concretizaram porque houve um levante dos estudantes e funcionários que ocuparam a Reitoria da USP.

As mudanças sociais existentes em São Paulo se devem mais às ações do Governo Federal e pouco, pouquíssimo às ações do Governo tucano. Certamente, os interesses e a vontade dos ricos são sempre satisfeitos e atendidos quando tucanos e PFL governam.

Enfim, o terceiro mandato, dado pela coletividade, ao Presidente, através de um plebiscito, uma consulta popular, é legítimo e significa a continuidade de políticas públicas, sociais e econômicas, de relevante interesse público. Significa também a estabilização do País e a certeza de que as coisas continuam seguindo o rumo atual.

11/04/2008

A ingenuidade do Governo Lula
O Governo Lula tem um lado odiável: a ingenuidade. Eu não sei se são ingênuos, se são bobos ou se fingem que são bobos. Sei apenas que o resultado de tudo isto pode levar à vitória da oposição em 2010.

Os elementos da oposição são cobra criada. São pessoas que dão nó em pingo d' água com uma mão só e de olho fechado. Não só isto, estão minando o governo e atacando os aliados e auxiliares do governo Lula pelas costas. Armadilhas estão sendo montadas na surdina. Armadilha que conta com apoio e ação de gente infiltrada em todos os poderes e na Administração Pública em geral.

Essas armadilhas não vão aparecer agora. Elas vão começar a explodir às vésperas de 2010. Aí ministros começarão a cair como maçãs podres. E a sujeira escondida, plantada pela oposição ou inerente ao governo Lula, virá a tona.

A oposição tem três objetivos principais: 1) impedir o terceiro mandato; 2) impedir que Lula faça um sucessor; 3) impedir que o governo amplie o sucesso. Todas as ações da oposição estão orientadas para isto. E o Governo Lula fica de boca aberta comendo mosquito. O dano não é grande no curto prazo, mas explodirá numa reação em cadeia no longo prazo.

Se a oposição vencer em 2010 será por extrema estupidez da gestão Lula. Inclusive, esta maldição parece acompanhar o PT que sempre governa por um bom tempo, faz um bom governo, mas não consegue fazer o sucessor. Estupidez, ingenuidade, falta de visão de futuro, falta de estratégia política, etc. Sem contar a maior: considerar a oposição atual como oposição política. Não são mera oposição política, mas sim os grupos dominantes tentando recuperar o poder e restabelecer o subdesenvolvimento.

O Presidente Lula acha que o sucessor está praticamente construído, mas não está, pois a oposição, para vencer em 2010, vai jogar sujo e pesado e não medirá esforços para destruir os indicados. Inclusive, já está destruindo. Esse negócio de dossiê e cartão corporativo é prato cheio para a oposição...

Mas não é só isto. Se a oposição vencer em 2010, as chances de Lula retornar em 2014 serão mínimas, para não dizer nulas, pois, certamente, serão 4 anos de governo (2010-2014) dedicados a denegrir a imagem de Lula, assim como a buscar esqueletos e sujeira na gestão petista. Se sobrar alguma coisa do Governo Lula em 2014, serão apenas cinzas.

Além disso, para um Povo que tem memória curta, 4 anos é tempo suficiente para esquecer e enterrar o passado. O Governo Lula será uma espécie de governo FHC atual. Sem contar, que o sucessor vai querer a reeleição. Logo, jogará Lula para 2018. Oito anos depois muita coisa terá mudado no Brasil e ninguém mais se lembrará do passado.

Lula é parecido com Getúlio. Contudo, entre eles há uma diferença fundamental: Getúlio tinha coragem para fazer o que tinha que ser feito, na hora que devia ser feito. Por isso getúlio faz parte da História do Brasil e os presidentes ditos democratas, etc, não deixaram rastro, pois apenas serviram à classe dominante.

Lula não tem a mesma coragem de Getúlio. Além de não ter a mesma coragem, ele age ingenuamente, fazendo o jogo viciado da oposição. Ele sabe que a oposição está cavando um buraco para enterrá-lo, não só ele, mas também o PT, e não faz nada para impedir a ação. E, pelo visto, só perceberá isto, quando já estiver dentro do buraco. Aí será tarde demais para buscar o apoio popular para sair do buraco. O povo não mais ouvirá a sua voz, pois a oposição terá construído métodos e mecanismos para prender a atenção da coletividade. Pão e circo sempre funciona...

As armadilhas estão sendo montadas hoje. E se não forem desarmadas, Lula e o PT serão as principais vítimas. E não adianta contar com o PMDB, pois este partido tem interesses próprios para defender...

03/04/2008

Os ataques da oposição e o terceiro mandato de Lula
Os grupos dominantes, ou minoria exploradora, ou elite opressora, por um longo tempo, impediram Lula de ser eleito presidente. Usaram, para isto, os mais diversos e perversos truques. Impediram Lula porque não queriam um Presidente que fizesse o Brasil avançar, um Presidente que governasse para os Brasileiros e para a coletividade. Eles queriam e elegeram presidentes que governaram para seus grupos, presidentes que beneficiaram seus interesses e fizeram suas vontades. E não mediram esforços para eleger estes presidentes e para impedir o acesso de Lula ao Planalto.

Se Lula tivesse sido eleito na primeira vez que se candidatou a Presidente, a História do Brasil seria outra. Seria diferente, muito diferente, e nós estaríamos um século na frente. Mas as mentiras da oposição, inventadas para prejudicar Lula, naquela época, foram mais forte e o medo venceu.

Certamente, naquela época os grupos dominantes não eram chamados de PSDB e PFL. Eles tinham outros nomes. Porém, as pessoas eram as mesmas que são hoje. Eram e são uma minoria branca, rica, exploradora e opressora.

Inclusive, mudar de nome é um truque para enganar a população e dar ares de mudança ou novidade a coisas velhas, arcaicas, conservadoras. O nome muda, mas a essência podre continua a mesma. Agora o nome é democratas... conseguiram sujar e corromper a própria palavra, pois agora "democratas" vai significar também picaretagem, corrupção, coisa podre, exploração, opressão, etc...

Mas voltando ao caso... Impediram Lula de chegar à Presidência por um longo tempo. Porém, as mentiras e o medo que inventaram e utilizaram foram rompidos. Lula se elegeu e a coisa mudou. O Brasil avançou e os Brasileiros cresceram. Mudanças que poderiam ter sido feitas décadas anteriores...

Certamente, após a eleição de Lula, os grupos dominantes não desistiram. Buscaram outros métodos e outras formas de ação para prejudicar o governo operário e recuperar o poder perdido. A meta passou a ser impedir Lula de fazer mudanças, desacreditá-lo perante a população, minar o governo, derrubar as pessoas próximas ao Presidente que auxiliavam a gestão... Para isto, não hesitaram nem um pouco, e denunciaram os métodos ilícitos que eles, exploradores e opressores da coletividade, criaram e usaram em seus governos, métodos que se mantiveram no Governo Lula por inexperiência de alguns ministros. Um exemplo disso foi o mensalão.

Quem criou o mensalão ? O governo FHC. Quem mais utilizou o mensalão, inclusive para aprovar a reeleição, foi o FHC. Porém, durante o governo FHC, não houve nenhuma denúncia, nenhuma investigação. Nada !!! E os cartões corporativos ? Quem começou com a história ? Foi o FHC. Quem fazia picaretagens com os cartões ? Também foi o governo FHC. Porém, durante o governo tucano as denúncias não apareciam. Não havia investigações. Nada !!! Inclusive, o governo Serra, em São Paulo, faz uma grande lambança com este cartões e ninguém fala nada. Porém, no governo Lula, as denúncias e as investigações apareceram.

Parecido com o mensalão, não é ? Mero acaso ou uma nova tentativa dos grupos dominantes, ou seja, da oposição de prejudicar o governo do Povo ? Certamente, é mais uma ação arquitetada pela oposição para prejudicar e atingir Lula e impedir que o Brasil avance e a maioria dos Brasileiros cresçam. Não só os cartões, mas também o tal dossiê com as contas de FHC.

O mensalão não atingiu Lula, porém derrubou pessoas importantes do governo. Pessoas que seguiram os métodos de governo de FHC e utilizaram golpes sujos para aprovar medidas no Legislativo corrupto. Assim, derrubaram o Zé Dirceu, o Genoíno, etc.

Mas não foi só isto. A oposição também arquitetou e derrubou o Palocci. Mais um golpe sujo feito nos porões da criminalidade organizada. Há uma grande proximidade entre as ações da oposição, PSDB e PFL, com as ações da criminalidade organizada. A diferença é que a criminalidade organizada age uniforme, o chefão mafioso faz o serviço diretamente ou usando carcará, enquanto que a oposição fragmenta as ações e cada um faz um pedacinho. Um senador faz um pedacinho. Outro deputado faz outro pedacinho. O ministério público faz outro. E o judiciário fecha o golpe com chave de ouro.

Agora querem acertar, com golpes sujos e ardilosos, a Ministra Dilma. Querem atingi-la para inviabilizar a continuidade do governo Lula, o avanço do Brasil e o crescimento dos Brasileiros. Eles querem que o Estado Brasileiro volte para as mãos dos grupos dominantes, da minoria exploradora e opressora, ou seja, para as mãos da oposição, PSDB e PFL, que por dezenas de anos só fizeram desgraça e causaram prejuízo ao Brasil e aos Brasileiros.

Não estamos diante de uma oposição política. Estamos diante de uma oposição ao Brasil e aos Brasileiros. As coisas que se fazem no governo atual somente podem ser feitas por Lula ou pessoas próximas de Lula. O PSDB e o PFL não possuem competência, conhecimento, interesse ou vontade de fazer ações sociais relevantes para o Brasil. As ações que fazem são meros paliativos ou truque para enganar a população e angariar votos.

A oposição não quer que o Brasil avance ou cresça, desenvolva-se, inclusive eles governaram por oito anos e não fizeram muita coisa. Isto porque governaram para a elite, para os grupos dominantes, para os ricos. O plano real não foi um plano para os pobres, ou seja, para a maioria da população. Foi um plano para os ricos. Porém, ele deu errado e acabou beneficiando a maioria da população.

Se se considerar os grupos dominantes que foram parcialmente tirados do poder, podemos falar que por quinhentos anos governaram e não fizeram nada para a maioria do Brasileiros ou para o Brasil. Não fizeram nada de bom, pois somente exploraram, oprimiram e roubaram a coisa pública. Eles querem, estão loucos, para recuperar o poder e derrubar o Brasil.

Observa-se claramente, olhando para os ataques da oposição, que as ações não são ações políticas. São ações que visam trazer de volta a dominação, o controle, o atraso, a dependência, o subdesenvolvimento... São ações que visam destruir o governo dos trabalhadores e da maioria da população, o governo que beneficia a coletividade. Querem destruir não só o governo, mas quaisquer pessoas que possam sucedê-lo. Destruindo os sucessores, eles buscam abrir caminho para a vitória da mentalidade atrasada, exploradora e opressora, da oposição.

Diante destas ações ardilosas, dissimuladas e camufladas que fogem do campo da política e se situam no campo da criminalidade organizada. Diante de métodos perversos e ilícitos. E diante da infiltração da oposição na administração pública, visando recuperar e reassumir o controle do Estado em benefício da elite exploradora e opressora, temos que construir uma barreira de contenção e proteção dos interesses sociais e coletivos, interesses da maioria da população.

Se todos os sucessores de Lula forem dizimados pelas ações ilícitas da oposição, resta-nos abrir caminho para a continuidade do próprio Presidente Lula. Se a oposição tentar destruir Lula, então o Povo se levantará e destruirá completamente a oposição, porém, este levante não ocorre a favor dos sucessores, somente a favor de Lula, que tem amplo apoio popular.

A Constituição de 88 não dá um terceiro mandato ao Presidente, porém a Constituição de 2008 ou 2009 poderá dá-lo. Talvez nem seja necessário criar a figura do terceiro mandato. É preciso refazer o tamanho dos mandatos (10 anos seria um bom tempo) e flexibilizar os métodos populares para retirar governantes ruins. Além disso, podemos, nesta nova Constituição, acabar definitivamente com a oposição, acabando com o legislativo representativo e instaurando, no Brasil, a Democracia Direta no Legislativo. Podemos ainda refazer a estrutura do judiciário, etc...

Contudo, esta nova Constituição deve ter origem em um levante popular, um levante dos Movimentos Populares a favor de Lula e do governo dos trabalhadores, governo da maioria.

Lula não pode tentar emplacar esta nova Constituição. O legislativo atual não irá fazê-lo, pois isto significa cortar o próprio pescoço. Logo, é uma Constituição que deve ter origem no seio da população, nas mãos daqueles que detém o verdadeiro poder: o Povo.

Mudar a Constituição é uma coisa comum e corriqueira. E se o Povo quiser fazê-lo, o fará na hora que quiser. O poder pertence ao Povo. Certamente, os grupos dominantes, visando manter seus interesses incrustados na Constituição, criam uma névoa de proteção e de mentiras, dando super-poderes a um documento que representa apenas a vontade popular. Se a vontade popular é de mudá-la, o Povo poderá fazê-lo. A idéia de imutabilidade é construção dos grupos dominantes para tornar imutável a sua presença no poder.

Mudando o mandato presidencial na nova Constituição, o Presidente Lula poderá ser reeleito. Isto pode ser feito sem criar a figura do terceiro mandato. Bastará que a Constituição nova autorize o Presidente atual a se candidatar ao primeiro mandato que vigorará sob a regência da nova Carta Constitucional e com as novas regras. Os dois mandatos anteriores de Lula foram na vigência da Carta antiga, Constituição de 88, e o mandato novo será na vigência da nova Carta de 2008/2009.

Isto atende ao anseio popular de manter Lula governando por mais dez anos, fazendo o Brasil avançar e os Brasileiros crescerem. Calará definitivamente a boca da oposição, pois não haverá mais legislativos representativo para fazerem suas manobras ilícitas e contra o Brasil e os Brasileiros.

Percebam que a oposição não faz nada que presta, a não ser CPI para prejudicar o governo Lula, o Brasil e os Brasileiros. Essa oposição não é necessária para a Democracia, pois visa destruir os líderes democráticos que defendem os interesses da maioria da população. É uma oposição anti-democrática. Nós não precisamos desse tipo de oposição. O Brasil não precisa dessa gente, nem de seus métodos ardilosos que visam destruir aqueles que trabalham para beneficiar a coletividade.

Não há diferença entre os métodos do PSDB e do PFL no Brasil, destruindo líderes democráticos que podem substituir Lula, com os métodos do General Paquistanês que mandou matar Benazir Butto. No Paquistão a coisa é mais direta, enquanto no Brasil fazem as ações às escondidas, por baixo do pano, ou seja, matam politicamente os líderes democráticos do país.

13/12/2007

Mais uma prova de que o PFL trabalha para prejudicar o Brasil e os Brasileiros
A derrubada da CPMF pelos tucanos e pelo PFL implica na obrigatoriedade de remodelagem do orçamento, pois o governo perdeu quarenta bilhões de receita. Contudo, os desgraçados do PFL dizem que são eles que devem refazer o orçamento. Eles perderam de vez a noção de realidade das coisas. Estão descontrolados e enlouquecidos. Querem destruir tudo, todas as conquistas sociais obtidas e mantidas pelo Governo do Presidente Lula.

É hora dos movimentos sociais começarem a olhar com cara feia para os tucanos e PFL e mais uma besteira que fizerem contra o Povo, vamos partir pra cima deles. Eles estão querendo briga... Estão querendo levar uma surra, não só nas urnas, mas também na rua.

Eu não sou a favor do terceiro mandato do Presidente, mas se começarem a destruir todas as conquistas sociais que o Presidente Lula obteve para o Brasil e para os Brasileiros, nós não teremos saída, para proteger os interesses da coletividade e das futuras gerações, ou seja, as conquistas sociais que foram obtidas, o terceiro mandato é um bom caminho, pois teremos que refazer e consolidar as vitórias obtidas. Somente isto impedirá os tucanos e o PFL de destruir tais conquistas.

É aquela velha história, estamos diante de dois males. De um lado o terceiro mandato, de outro a fúria destruidora dos tucanos e do PFL. Temos que escolher um lado. Logo, diz o provérbio: dos males, o menor. É preferível o terceiro mandato do que suportar a destruição que os tucanos e o PFL querem reimplantar no Brasil.

Certamente, aliado a isto, é preciso retirar o poder desses indivíduos. Por exemplo, fechando o Congresso e implantando a Democracia Direta.
DEM ameaça entrar com ação se governo retirar Orçamento do Congresso

O DEM ameaça entrar com uma ação na Justiça contra o governo caso o Palácio do Planalto retire o Orçamento de 2008 da pauta do Congresso Nacional, onde a proposta tramita. Para o presidente nacional da legenda, deputado Rodrigo Maia (RJ), a retirada da matéria é inconstitucional.

A intenção de retirar o projeto foi comunicada hoje pelo ministro Guido Mantega (Fazenda), que pretende ajustar as despesas ao corte de R$ 40 bilhões na arrecadação com o fim da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira), rejeitada pelo Senado.

"Todas as atividades orçamentárias ficam suspensas. O Orçamento será retirado do Congresso para ser adequado às novas condições", afirmou Mantega.

O DEM admite a necessidade de fazer alterações no Orçamento, uma vez que o governo não poderá contar com a arrecadação da CPMF. Porém, o partido acredita que as mudanças devem ser feitas pelos parlamentares, e não pelo Executivo.

O presidente da Comissão Mista de Orçamento, senador José Maranhão (PMDB-PB), também entende que a retirada do Orçamento pelo governo é inconstitucional. "A Constituição não permite a retirada do Orçamento, pois sua tramitação está em curso. Essa medida não me parece a mais conveniente", afirmou.

O senador afirmou que o mais adequado é que o governo apresente à comissão as sugestões de alterações no projeto. "A comissão, sim, tem atribuições para fazer [os ajustes necessários]".

Adin

Em agosto, o DEM entrou com uma Adin (Ação Direta de Inconstitucionalidade) no STF (Supremo Tribunal Federal) contra um artigo da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2008 que prevê a arrecadação da CPMF como receita.

Para o partido, o artigo autoriza o governo a estimar receita sem base na legislação em vigor ou na Constituição Federal, pois a CPMF termina no próximo dia 31.

05/11/2007

Para quem o Presidente Lula está governando e para onde ele está olhando

Ao ler as últimas palavras do Presidente Lula sobre a Bolívia e sobre o Hugo Chavez, eu fico me perguntando: para quem o Presidente Lula governa ? Ao governar o Brasil, para onde o Presidente Lula olha ? Eu não consigo captar o foco do olhar do Presidente. Parece-me que ele olha para todos os lugares e esquece de olhar para o principal: o futuro, para as próximas gerações.

Os elogios do Presidente Lula para o Hugo Chavez não lhe trará maiores problemas. O mandato do Presidente Lula termina em 2010, daqui a 3 anos. Porém, os próximos presidentes é que enfrentarão o Chavez ditador, tirano, sanguinário, expansionista e imperialista. Somos nós, Presidente, somos nós que sonhamos governar o Brasil um dia que teremos que enfrentar e conter a ditadura do Chavez. Ditadura que hoje é apenas um bebê.

O Presidente Lula sai daqui a 3 anos e o Chavez continuará indefinidamente, causando um grande mal para todos. Até chegar o dia que não teremos mais saída: invadiremos a Venezuela e derrubaremos o Chavez...

O mesmo ocorre com a Bolívia. Precisamos do gás, mas sabemos que a Bolívia nós vê como imperialista, etc... Mais cedo ou mais tarde irão expulsar a Petrobrás novamente, assim como surrupiar os recursos investidos. Hoje o Presidente Lula tem paciência e tolera o índio doido, mas e os futuros presidentes do Brasil ? Eles irão tolerar esse tipo de coisa ou irão invadir e anexar a Bolívia para resolver o problema do gás ? A Petrobrás tem que encontrar outras saídas que não gerem dependência. Saídas que nos permita escolher entre uma coisa ou outra, sem nos prejudicar.

Algumas características são essenciais para um governante. Dentre essas características, eu assinalo algumas: retidão, ética, cumprir o que diz, visão de futuro, compromisso com a coletividade, com a Democracia e com o Estado de Direito. Isso não se aplica só ao governante, mas a todos os administradores públicos. Quem não tem essas características não deve assumir cargos decisórios ou lideranças....

O foco, Presidente, é o futuro e as próximas gerações. O futuro está sendo determinado pelas ações de hoje.

07/09/2007

Observando o PT

Leonildo Correa -- 02/09/2007 --

Há uma maldição que acompanha o PT. Eles governam bem, mas depois de um tempo de governo eles, automaticamente, perdem o posto. Isso deriva da falta de visão do futuro e incapacidade de estabelecer uma estratégia de sucessão. Foi o caso, por exemplo, do Rio Grande do Sul.

Parece-me que isso vai se repetir na Presidência. Ao invés de construir um candidato capaz de dar continuidade às políticas implantadas pelo Presidente Lula, o PT caminha para indicação de um nome de outro partido, ou seja, vai jogar fora justamente o seu maior trunfo que é a continuidade das políticas sociais.

O mero apoio do Presidente Lula não é garantia de nada. E se não garante nada, os candidatos se igualam. E se eles se igualam, o Serra vence. E vencerá com um grande número de votos se elogiar as políticas petistas e garantir que irá dar continuidade a elas.

Mas a decisão do PT mostra uma outra coisa interessante: o PT é um partido de um homem só - o Presidente Lula.

Outra coisa, eu apóio a realização de uma Constituinte para a reforma política, contudo, se essa Constituinte modificar regras relativas a mandatos presidenciais, etc. Isso somente se aplicará ao próximo Presidente, ou seja, o Presidente Lula está vinculado às regras antigas. Tentar mudar as regras do jogo durante o jogo, para beneficiar uma das partes, é golpe. Terceiro mandato não existe na Constituição.

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O Jobim quer ser o sucessor de Lula ? Será que ele conseguiria dar continuidade às políticas sociais do Presidente ? Os padrões de ação mostram claramente as intenções que não se dizem. O caos aéreo foi resolvido e a cara do Jobim continua nas notícias. É a mídia tentando construir um candidato.

Deixa eu ver: Serra x Jobim. Resultado= Serra. Mesmo com o apoio do Presidente Lula, o Jobim só ganha se o Serra fizer besteira em São Paulo, por exemplo, colar nele uma privatização. Por enquanto a privatização está colada no FHC e no Alckmin. No Serra não tem nada colado.

Ideologia e visão de mundo só passa entre pessoas do mesmo partido. Mesmo o Presidente Lula apoiando o Jobim, não há nenhuma garantia de que ele seguirá a mesma linha e as mesmas políticas do Presidente. Ele é de um partido diferente. É de uma classe diferente. Fez parte da alta burocracia do Estado (Judiciário) e tem salário acima de R$ 20.000,00. Enfim, não dá para garantir nada. Nessa brecha o Serra entra.

"A mídia não relata as notícias; ela as cria. A Mídia de Massa cria as notícias de que precisa, e ao mesmo tempo enterra as notícias reais que deseja suprimir."

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Um Senado corrupto e controlado por dossiês tem legitimidade para fazer alguma coisa pela coletividade ? Um Senado corrupto controlado por métodos mafioso e pela criminalidade organizada tem legitimidade para aprovar leis que vinculam a sociedade e o povo brasileiro ? Mas, afinal, por que é que precisamos de Senado ? A Câmara já não é suficiente ? Podemos viver perfeitamente e democraticamente sem Senado e sem Senadores corruptos.

Enfim, o que eu quero deixar bem claro é que nada é imutável e insubstituível. O Senado é apenas um sistema e na hora que quisermos acabar com esse sistema, simplesmente acabamos. Basta apenas reunir uma nova Constituinte para fazer uma nova Constituição. Mais cedo ou mais tarde isso vai acontecer.

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Sistema Legislativo Unilateral no Brasil: o Senado deve ser extinto

O Senado é um órgão inútil. Só serve para emperrar a Democracia e burocratizar as decisões legislativas. O Senado não representa os cidadãos, mas sim os Estados. Por isso, dentro de um sistema onde o poder emana do povo, não faz sentido fragmentar/dividir esse poder com um órgão que não representa o povo.

O deputado Ricardo Berzoini, no Congresso do PT, defendeu a idéia de um sistema legislativo unilateral no Brasil, com a extinção do Senado. De acordo com o Deputado: “Muitos países têm sistema unilateral. É mais produtivo para a democracia, agiliza os processos e reproduz a vontade do povo. Hoje os Estados são representados de maneira extremamente desigual. Na Câmara, um pouco desigual. No Senado, profundamente desigual.” Essa proposta de uma câmara única, de acordo com Berzoini, faz parte das resoluções do PT desde a sua fundação há 27 anos.

Berzoini defendeu também a idéia de uma constituinte exclusiva para votar a reforma política, uma vez que, de acordo com ele “O PT quer uma discussão para corrigir vícios da Constituição de 1988 em relação ao sistema político”.

15/07/2007

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