Democratizar o conhecimento e socializar os saberes como ferramenta para transformação social e econômica. Democratizar e socializar para reduzir as desigualdades regionais. Democratizar e socializar para dar oportunidades. Democratizar e socializar para dar esperanças e certezas de um futuro melhor. O poder transformador do conhecimento, monopolizado e retido nas melhores Universidades Públicas, tem que ser disseminado, gratuitamente, para toda a sociedade.

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04/12/2007

Cursos e dicionários de francês gratuito na Web:

1 - http://francoclic.mec.gov.br/

2- http://www.francaisfacile.com/

3-http://www.bbc.co.uk/languages/french/index.shtml

4-http://www.jump-gate.com/languages/french/

5- http://avangardix.ueuo.com/

6- Apostilas e livros de idiomas

03/12/2007

O novo truque dos técnicos da USPnet

A minha graduação na USP foi muito prejudicada por ações de funcionários da Universidade. Funcionários que agem, ainda estão agindo, na surdina para prejudicar os projetos que estou fazendo, as idéias que estou promovendo, enfim, buscam impedir que eu avance e cresça profissionalmente.

Não são só funcionários da USP, tem gente de partido político, movimento social, sociedade secreta, etc metidos na conspiração... Fizeram de tudo para que eu desistisse do curso, inclusive roubaram os livros que eu possuía, bloquearam as bolsas, fraudaram os editais, sabotaram a internet, etc.

Mas nada adiantou. Eu continuei avançando e venci. Terminei todas as disciplinas obrigatórias do curso e posso colar grau quando eu quiser. Porém, os meus planos não eram só a graduação na USP. Vão muito além disso... Agora vem a Pós-graduação, depois a docência, etc...

Certamente, os desgraçados vão continaur agindo, sabotando e conspirando...Mas, quanto mais eles me prejudicam, mais força eu adquiro para derrotá-los e destruí-los e mais alto eu subo. Apesar de tudo e de todos, eu avanço.

O último truque deles foi, mais uma vez, sabotar a USPnet. Dessa vez reduziram a força do sinal da antena que eu me conecto. Logo, com a força do sinal da antena fraco, o meu computador não se conecta na antena e não obtém endereço IP. Logo, não acessa a internet. Não só isto, com a antena da USP fraca, as redes piratas passam a emitir sinais fortes e basta você ligar o computador para que eles se conectem no seu computador e copiem os dados do seu HD.

Com esta ação estúpida, reduzir a força do sinal, os técnicos estão fazendo com que os computadores dos alunos do CRUSP sejam invadidos pelos piratas. Talvez até haja um acordo entre os técnicos e os piratas: uma ligação entre criminosos. São os acordos da criminalidade organizada. Um deixa a porta aberta e o outro entra para furtar dados e invadir a privacidade.

Precisamos, urgentemente, fazer uma limpeza na USP e promover a demissão em massa desses servidores desgraçados que, ao invés de agirem dentro da lei e de acordo com as regras do Direito, trabalham para prejudicar os usuários do serviço público, os alunos da Universidade e os professores.

É preciso apenas levantar provas da ação desses servidores, para enquadrá-los nas leis existentes, desde o Estatuto da Universidade, a Lei de Servidores Públicos do Estado, Lei da Improbidade Administrativa e Constituição Federal. É possível pegá-los em todas estas leis e demiti-los a bem do serviço público. Não só demiti-los, é possível processá-los criminalmente e mover, contra eles, ações indenizatórias pesadas. Eles estão usando suas funções para causar dano e prejudicar.

Enfim, tudo o que eu quero é estudar, pensar, escrever e criar coisas novas para a Universidade, para o Brasil e para o mundo. E a meta dos desgraçados é impedir e prejudicar a realização deste trabalho. O que será que eles temem ? O que será que eles acham que eu farei com eles quando chegar ao poder ?

30/11/2007

Vim, vi, venci e continuo aqui...
Hoje, 30/11/2007 conclui todas as disciplinas obrigatórias do Curso de Direito da USP, portanto, o canudo está garantido. Contudo, não irei colar grau este ano, pois, mesmo não sendo obrigatório para mim, irei fazer o trabalho de conclusão de curso. Este trabalho é importante para a pós-graduação que pretendo fazer aqui na USP.

Além de apresentar e defender a tese de láurea o ano que vem, também farei algumas optativas que considero importante para o tema que estou estudando, assim como as provas da pós-graduação e o exame da OAB. Logo, será uma ano de estudos intensos e aprofundados.

Mas as coisas ainda não irão acabar depois da pós. As coisas só acabam quando eu chegar a Professor Titular da USP na Faculdade de Direito do Largo São Francisco... Alguns dirão que isso é impossível, mas eu não acredito em impossibilidades. Certamente, sei que terei que enfrentar uma forte e intensa oposição, a máfia da USP e dos arredores, pois hoje o Largo São Francisco é um reduto da classe dominante...

Contudo, isso não me amedronta... Assim como Milton Santos, Florestan Fernandes e muitos outros entraram e contaminaram esta Universidade com suas idéias e suas visões, eu também entrarei e contaminarei a Universidade e as futuras gerações com as minhas idéias e visões.

E a minha meta é puxar, virar, a Faculdade e a Universidade de São Paulo para o lado social, para o lado coletivo. Os grupos dominantes podem ir estudar nos EUA ou na Europa, mas a maioria dos brasileiros não pode. E é nestes brasileiros que eu penso... Brasileiros como eu !!!

Portanto, vim, vi, venci e continuo aqui...

PS: Eu concordo profundamente com Florestan Fernandes que dizia que uma das coisas mais difíceis de fazer é se manter fiel à classe de origem, mas assim como Florestan se manteve fiel, eu também me manterei... A minha causa, portanto, como dizia o Professor Milton Santos, é a causa dos debaixo.

28/09/2007

Curso de Futurista

De olho no amanhã


CLAUDIA JORDÃO -- ISTOÉ -- 22/09/2007 -- A profissão de futurista já existe. É ensinada em sala de aula, com direito até a diploma.

Ela é capaz de enxergar 50 anos à frente, está sempre pensando e falando sobre o futuro e vê o mundo por um prisma diferente. Enganase quem acha que Rosa Alegria é algum tipo de vidente auxiliada por cartas de tarô ou bola de cristal. Pelo contrário, seu ofício tem base científica. Graduada em letras pela Universidade de São Paulo (USP), Rosa, 50 anos, é mestre em estudos do futuro pela Universidade de Houston, nos Estados Unidos. Formada em 2002, é a única futurista brasileira.

Rosa analisa o presente, aponta tendências e antecipa acontecimentos com base em informações sociais, demográficas, econômicas, tecnológicas, ambientais e de governo. Aprendeu a enxergar bem longe – diferente dos economistas, por exemplo, que costumam fazer previsões para até três anos. “É preciso deixar de olhar no retrovisor e acender o farol de milha”, diz ela.

Um futurista presta consultoria para empresas privadas e instituições públicas. Nos Estados Unidos, órgãos como a Nasa e empresas como Coca-Cola e IBM recorrem a esses profissionais. Rosa já estudou casos de gigantes como Pão de Açúcar, Phillips e C&A – todos através de uma consultoria de varejo. Essas empresas querem saber tendências de consumo nos próximos anos. “Para inovar, é preciso ‘ver’ as oportunidades e os problemas que estão por vir antes de todos”, diz Rosa. No futuro, diz ela, seremos uma sociedade ecologicamente correta. “As pessoas serão superconscientes com a preservação do meio ambiente”, aposta. “Vão querer saber se tal algodão é transgênico, se seu cultivo envolve mão-deobra escrava ou infantil, onde é fabricado, como é transportado, etc.”

O futurismo é uma carreira nova. A Universidade de Houston foi a primeira a oferecer mestrado em 1974 e há apenas outras quatro universidades no mundo com o curso na grade. Ela recorda os olhares de estranheza no campus. “Éramos (os alunos de Estudos do Futuro) os loucos da universidade. Deviam pensar: ‘Por que perdem tempo pensando no futuro com tanta coisa para resolver no presente?’”, diz Rosa. Hoje, a consultora acredita que as pessoas estão mais informadas sobre seu trabalho e mais interessadas em pensar no futuro. “No ensino fundamental as crianças têm aulas de história, mas não são encorajadas a pensar o país que querem viver”, diz ela. “Para melhorar, temos que nos preparar para o futuro.”

PARA SER FUTURISTA
Só há cinco escolas no mundo que formam mestres em estudos do futuro

-University of Houston e University of Hawaii, nos Estados Unidos, University of Swinburne, na Austrália, Turku School of Economics, na Finlândia, e Conservatoire Nacional des Arts et Métiers
-O currículo traz matérias como sociologia, economia e estatística direcionadas para as transformações.