Inclusive, o governo poderia criar uma espécie de fundo, para a preservação da Amazônia, cobrando uma taxa extra sobre os biocombustíveis exportados. Assim, os países usuários dos biocombustíveis contribuem duplamente com o desenvolvimento sustentável. Primeiro não poluindo, ou seja, usando biocombustíveis. E, segundo, dando uma contribuição direta para o fundo de proteção da Amazônia.
Certamente, este fundo tem que ser administrado por uma Agência a parte do Estado e com finalidade específica, pois se o dinheiro entrar no bolo dos tributos é capaz de acabar caindo na indústria agropecuária ou como empréstimo para algum fazendeiro que está ampliando o desmatamento no Brasil.
Isto é uma coisa que precisa ser pensada e detalhada. Contudo, os nossos ministros não tem usado muito a cabeça ultimamente. Está lhes faltando visão além do horizonte. Só estão enxergando o óbvio...
