E falando Ele, o Eterno, quem não se inspira ?
Democratizar o conhecimento e socializar os saberes como ferramenta para transformação social e econômica. Democratizar e socializar para reduzir as desigualdades regionais. Democratizar e socializar para dar oportunidades. Democratizar e socializar para dar esperanças e certezas de um futuro melhor. O poder transformador do conhecimento, monopolizado e retido nas melhores Universidades Públicas, tem que ser disseminado, gratuitamente, para toda a sociedade.
13/02/2008
E falando Ele, o Eterno, quem não se inspira ?
Postado por Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva às quarta-feira, fevereiro 13, 2008
O que será que eles tomam: Keep Walking ?
Se lhe perguntarem sobre a importância da religião para a sociedade, cite como exemplo o Povo Judeu e o Deus de Israel. A história deles está contada na Bíblia, porém, lendo o livro citado, você consegue cruzar os textos bíblicos com a história comum. Sem contar que as instituições que eles criaram são melhor explicadas no livro.
Postado por Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva às quarta-feira, fevereiro 13, 2008
Portanto, a solução para o caso é:
1) proibir imediatamente todos os tipos de desmatamento. E tipificar a conduta "desmatar" com confisco, não daquilo que foi desmatado, mas do patrimônio pessoal de quem desmata. Somente deve ser admitida atividades de exploração da floresta que não envolvam desmatamento ou a derrubada de árvore. Se for terminantemente proibido desmatar e a pena para quem desmata pesada, a floresta será preservada e encontrarão outro modo de explorá-la sem destruir.
2) proibir a entrada de máquinas nas áreas que foram desmatadas ou máquinas utilizadas para o desmatamento em áreas de floresta virgem, assim como retirar, imediatamente, destas áreas estes tipos de máquinas. Sem máquinas que derrubam a floresta não há desmatamento, pois pessoas com machados levarão vários anos para derrubar algumas árvores da floresta. Logo, somente pessoas não conseguem derrubar a floresta. As máquinas derrubam. Pessoas com machado não. Portanto, a retirada imediata dos maquinários desta área, assim como o bloqueio, nas entradas, para impedir a entrada de máquinas utilizadas para desmatar, são ações eficazes que atingem o desmatamento no miolo. Reduzindo a ação do homem contra a floresta.
Porém eu tenho uma dúvida: por que os ambientalistas ainda não explodiram estas máquinas ?
3) a proibição deve ser contínua e permanente. Sem possibilidade de suspensão, revogação ou anistia. A floresta amazônica não é lugar para a agricultura tradicional. Todo mundo sabe disso. Aquelas terras não suportam plantation por muito tempo. Ali não é lugar de plantation ou de latifúndios. Além disso, as terras públicas devem ser exploradas coletivamente.
4) Inclusive, eu defendo que seja proibida, definitivamente, o estabelecimento de qualquer tipo de propriedade particular nas terras da Amazônia. A floresta não deve pertence a nenhuma pessoa particular. São terras que pertencem ao Povo brasileiro e somente devem ser exploradas coletivamente, pela coletividade. Assim, os lucros obtidos pela exploração sustentável da floresta devem ser distribuídos em partes iguais entre todos os moradores da localidade. Incluindo, nesta divisão, os royalties obtidos com produtos extraídos da floresta.
5) As áreas desmatadas devem ser confiscadas e distribuídas para trabalhadores rurais sem-terra. Deve-se proibir a criação de latifúndios na Amazônia. Isto irá impedir o avanço da cobiça sobre a floresta. Além disso, o explorador e destruidor da natureza não pode ganhar com os crimes que pratica. Ele desmata e, ao invés de ser punido pela destruição, é anistiado e ganha a posse da terra. Isto mostra que o crime compensa e remunera e que o caminho é desmatar e destruir tudo. Quem desmata e destrói a natureza tem que perder a posse da terra e pagar pesadas multas à coletividade.
6) A Constituição Federal, art. 225, tem que ser cumprida... Se vão abolir os artigos da constituição que prejudicam o agronegócio, eu vou sugerir, já estou sugerindo, a abolição dos artigos da constituição que respaldam o Estado, principalmente, o legislativo e o judiciário. Ou se cumpre tudo, ou não se cumpre nada...
Postado por Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva às quarta-feira, fevereiro 13, 2008
Marcadores: desmatamento, destruição, meio-ambiente, propriedade
Inegavelmente, a engorda de porcos para venda é um bom negócio. É um negócio bem lucrativo. Então, de repente, para engordar os porcos, os criadores resolvem, ao invés de usar ração comum, alimentar os bichos com caviar. Porcos de engorda alimentados com caviar.
Uma absurdo, dirão capitalistas....Uma estupidez, dirão os demais. E eu digo: é exatamente isto que está sendo feito na Amazônia. Derrubar a floresta para plantar monocultura é engordar porcos com caviar. Derrubar a floresta para montar plantation, monocultura de soja, gado ou cana, além de ser uma estupidez, é a expansão do latifúndio no Brasil, das desigualdades sociais e do conflito pela terra.
Vai aprofundar o conflito pela terra, pois quem está destruindo a floresta, construindo plantation e latifúndios, é o agronegócio. Não são os trabalhadores rurais ou a agricultura familiar. Pequenos trabalhadores rurais não possuem o maquinário necessário para derrubar a área desmatada que estamos vendo nos mapas.
O desmatamento gera concentração de terras, concentração de rendas, latifúndios, plantation, mais conflitos pela terra e destruição do meio-ambiente. Quem desmata e destrói ganha com isto. A sociedade e o Povo Brasileiro só perde.
A floresta intacta é o caviar. É a floresta utilizada para turismo ou como fonte de pesquisa científica. A floresta intacta pode gerar lucros infinitamente maior e inesgotável do que o advindo com o desmantamento. Por quantos anos as áreas desmatadas irão produzir ? Com quem ficará os lucros obtidos nestas áreas ?
A engorda de porcos com caviar não rende muito, pois a carne do porco vale muito menos do que o caviar. Contudo, as mentes obtusas só sabem criar porcos, só vêem lenha e madeira na floresta. Não sabem explorá-las de outra forma. Se não agirmos logo, farão com a floresta amazônica exatamente o que fizeram com a mata atlântica.
Postado por Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva às quarta-feira, fevereiro 13, 2008
Marcadores: Amazônia, caviar, desmatamento, floresta, porcos
10/02/2008
Resumindo, vou ter que me desligar das irrelevâncias do dia-a-dia.
Postado por Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva às domingo, fevereiro 10, 2008
08/02/2008
Portanto, estes elementos é que devem temer o futuro.
Postado por Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva às sexta-feira, fevereiro 08, 2008
Marcadores: Dominação, exclusão, exploração, Futuro, Opressão
Vivemos tempos revolucionários. Por todo mundo, homens estao se revoltando contra velhos sistemas de exploraçao e opressão. Agora, do ventre de um mundo frágil, novos sistemas de justiça e igualdade estão nascendo.
As pessoas que sentavam no escuro viram uma grande luz. Os povos descamisados e descalços da terra estão se levantando como nunca. Nós, no Ocidente, devemos apoiar essas revoluções.
É triste o fato de que por causa do conforto e da complacência, por causa do medo mórbido do comunismo e à nossa propensão para aceitarmos as injustiças, as nações ocidentais, que deram origem ao espírito revolucionário do mundo moderno, levaram muitos a crer que só o marxismo tem espírito revolucionário.
As nações do ocidente que iniciaram o espirito revolucionário no mundo moderno se tornaram anti-revolucionárias.
Assim, o comunismo é um julgamente contra nossas falhas de efetuar uma verdadeira democracia e de prosseguir com as revoluções que iniciamos. Nossas únicas esperanças, hoje, residem em nossa habilidade de recapturar a revolução.
As massas de pessoas estão se erguendo. E seja lá onde elas estejam reunidas hoje, o grito é sempre o mesmo: "Nós queremos ser livres."
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Eu vi este discurso no episódio 07, da quarta temporada, de Arquivo X. Neste episódio, logo no início, aparece a frase: ''Pois nada parecerá ilícito aos que vencem.'' Henrique lV, Parte 1, Ato 5, Cena 1.
"Quando Reich declarou terem as massas desejado o fascismo, foi como mexer num vespeiro. Perseguido pelos nazistas, acabou sendo expulso também do partido comunista. Através de uma aproximação até hoje polêmica entre o marxismo e a psicanálise, Reich insistiu na crítica ao 'marxismo vulgar', sempre pronto a definir pela infra-estrutura econômica a análise de qualquer tipo de fenômeno. Não era pela teoria econômica, dizia ele, que o misticismo do nazismo poderia ser entendido.
Não era pela 'base econômica' que se poderia entender por que a massa de trabalhadores famintos votava na direita, ao invés de votar na esquerda. E cita Otto Strasser para criticar a permanente cegueira dos marxistas alemães: "Seu erro básico é que vocês rejeitam ou ridicularizam a alma e a mente, e não compreendem que estas movem tudo." "
(Nazismo: o triunfo da vontade - Alcir Lenharo - Ed. Ática - 1998 - p.15)
Certamente, as explicações de Reich envolvem outras variáveis. basicamente, ele diz que o domínio do fascismo e do nazismo deve ser entendido pela questão sexual e explica todas as coisas a partir dessa perspectiva. Você lê isto no livro "Psicologia de massa do fascismo" (Publicações Escorpião - 1974 - Porto).
Estou dizendo isto porque estou escrevendo um texto sobre a consciência totalitária e Reich apareceu na pesquisa. Logo, já estou mirando a obra citada, inclusive acabei de emprestá-la na biblioteca. Este é o lado bom da USP. Viu um livro citado em algum lugar, é só ir na biblioteca e emprestá-lo.
Mais especificamente, a citação de Reich diz o seguinte:
"Em muitas assembléias alemãs, ouviam-se frequentemente anti-capitalistas sensatos, e cheios de boas intenções, mesmo quando pensavam em termos nacionalistas e metafísicos, como por exemplo Otto Strasser, apresentar aos marxistas esta objeção:
Vocês, os marxistas, referem-se habitualmente à doutrina de Karl Marx. Mas ao que sabemos, Marx ensinou que a teoria só pela prática pode ser confirmada. Ora vocês limitam-se a dar explicações das derrotas da Internacional Operária. O vosso marxismo fracassou: o que serviu para explicar a derrota de 1914 foi a deserção da social-democracia; quanto a 1918, foi a traição da sua política e das suas ilusões. E agora vocês vêm com novos argumentos na manga para explicar que no momento da crise mundial as massas oscilaram para a direita e não para a esquerda ! Mas nem todas essas explicações poderão suprimir o facto da derrota ! Depois de 80 anos seria bom ver na prática a confirmação da doutrina da revolução social ! O vosso erro principal consiste em negar a alma e o espírito ou em zombar dele, e em não compreendê-lo, ele que imprime movimento a todas as coisas."
(Reich, Wilhelm. Psicologia de massa do fascismo. Porto. Publicações Escorpião, 1974. p. 10-1)
Postado por Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva às sexta-feira, fevereiro 08, 2008
Marcadores: fascismo, nazismo, psicologia, Reich, Totalitarismo
07/02/2008
Olhando a realidade que vivemos hoje. Um sistema excludente e de exploração da maioria, dos negros e dos pobres. Um sistema que vive da exploração e da escravidão. Quais as chances de se implantar projetos que democratizem o conhecimentos e socializem os saberes ? Projetos que atingem o sistema em sua essência, no cerne, e quebram um dos braços da dominação.
A resposta é: nenhuma. Por que nenhuma ? Porque estes projetos se chocam diretamente com a natureza do sistema. Isto se aplica a quaisquer projetos que contrariem a natureza do sistema. Os projetos de democratização e socialização dos saberes e dos conhecimentos são só um exemplo.
Quando o sistema é o mal, só há uma coisa a ser feita: destruí-lo.
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Repetindo Henry Thoreau (A desobediência civil") de novo:
De fato, nenhum homem tem o dever de se dedicar à erradicação de qualquer mal, mesmo o maior dos males; ele pode muito bem ter outras preocupações que o mobilizem. Mas ele tem no mínimo a obrigação de lavar as mãos frente à questão e, no caso de não mais se ocupar dela, de não dar qualquer apoio prático à injustiça. Se me dedico a outras metas e considerações, preciso ao menos verificar se não estou fazendo isso à custa de alguém em cujos ombros esteja sentado. É preciso que eu saia de cima dele para que ele também possa estar livre para fazer as suas considerações.
Há milhares de pessoas cuja opinião é contrária à escravidão e à guerra; apesar disso, nada fazem de eletivo para pôr fim a ambas; dizem-se filhos de Washington e Franklin, mas ficam sentados com as mãos nos bolsos, dizendo não saber o que pode ser feito e nada fazendo; chegam a colocar a questão do livre comércio à frente da questão da liberdade, e ficam quietos lendo as cotações do dia junto com os últimos boletins militares sobre a campanha do México; é possível até que acabem por adormecer durante a leitura. Qual é hoje a cotação do dia de um homem honesto e patriota? Eles hesitam, arrependem-se e às vezes assinam petições, mas nada fazem de sério ou de eletivo. Com muito boa disposição, preferem esperar que outros remedeiem o mal, de forma que nada reste para motivar o seu arrependimento. No melhor dos casos, nada mais farão do que depositar na urna um voto insignificante, cumprimentar timidamente a atitude certa e, de passagem, desejar-lhe boa sorte. Há novecentos e noventa e nove patronos da virtude e apenas um homem virtuoso; mas é mais fácil lidar com o verdadeiro dono de algo do que com seu guardião temporário.
Na maior parte dos casos não há qualquer livre exercício de escolha ou de avaliação moral; ao contrário, estes homens nivelam-se à madeira, à terra e às pedras; e é bem possível que se consigam fabricar bonecos de madeira com o mesmo valor de homens desse tipo. Não são mais respeitáveis do que um espantalho ou um monte de terra. Valem tanto quanto cavalos e cachorros. No entanto, é comum que homens assim sejam apreciados como bons cidadãos. Há outros, como a maioria dos legisladores, políticos, advogados, funcionários e dirigentes, que servem ao Estado principalmente com a cabeça, e é bem provável que eles sirvam tanto ao Diabo quanto a Deus - sem intenção -, pois raramente se dispõem a fazer distinções morais. Há um número bastante reduzido que serve ao Estado também com a sua consciência; são os heróis, patriotas, mártires, reformadores e homens, que acabam por isso necessariamente resistindo, mais do que servindo; e o Estado trata-os geralmente como inimigos. Um homem sábio só será de fato útil como homem, e não se sujeitará à condição de "barro" a ser moldado para "tapar um buraco e cortar o vento”; ele preferirá deixar esse papel, na pior das hipóteses, para as suas cinzas.
Postado por Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva às quinta-feira, fevereiro 07, 2008
Se você diz para um negro ou para um pobre: "Serei justo contigo e farei justiça !!!" Eles ficam felizes, pois ninguém é justo com eles. Ninguém faz justiça para este Povo.
Se você diz para um rico ou para um indivíduo pertencente aos grupos dominantes: "Serei justo contigo e farei justiça !!!" Eles ficam revoltados, infelizes, brabos, pois sabem que terão problemas, que a sua fonte de riqueza secará, que terão prejuízo nos negócios...
Postado por Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva às quinta-feira, fevereiro 07, 2008
Marcadores: Dominação, exclusão, exploração, Justiça, Opressão
06/02/2008
A história nos mostra armadas invencíveis sendo vencidas. Exércitos gigantescos perdendo batalhas. Impérios inimagináveis ruindo. Nações poderosíssimas perdendo guerras para camponeses e Mujahedins.
No futuro não há espaço para dominação, opressão, exclusão e exploração. Não há isto no futuro. E se não há, é porque foram destruídos no presente. Nós destruímos os dominadores, os opressores e os exploradores. Por isso, eles não estão lá. Eles não fazem parte do futuro. Não fazem parte do novo céu e da nova terra.
As correntes que carregamos foram colocadas, pelos opressores e dominadores, nos nossos antepassados. Eles não as colocaram em nós. Nós herdamos estas correntes de nossos antepassados e as prendemos às nossas vidas. A nossa tolerância diante do mal, a nossa aceitação e colaboração com o mal, a nossa omissão e indiferença é que estabeleceram a dominação, a opressão, a exclusão e a exploração sobre nós.
Os dominadores e opressores somente nos dominam e oprimem porque nós consentimos com a dominação e com a opressão. Somos dóceis. Somos patéticos. Somos resignados diante do mal. Nossos antepassados foram domesticados pela escravidão e nos passaram, culturalmente, a domesticação que receberam. Se não lutamos, eles vencem. Se aceitamos a exploração e não reagimos, eles dominam. Se nos calamos e resignamos, eles oprimem.
Temos que respeitar a vida e as diferenças. Contudo, não podemos respeitar o mal, a dominação, a opressão, as injustiças, as exclusões e as explorações. Quem diz que você tem que respeitar isto é seu inimigo. É uma pessoa que ganha com este sistema. Uma pessoa que está te explorando, oprimindo e dominando.
Os dominadores, opressores e exploradores devem ser destruídos, um por um. Se não quer ser destruído, então não seja um dominador, um opressor e nem um explorador. Respeite os outros, respeite as diferenças, seja justo e faça justiça.
Certamente, aderir a esta luta é uma escolha. Uma escolha entre continuar na escravidão e morrer grudado nela ou, então, morrer lutando pela liberdade, por um novo céu e uma nova terra. Morrer lutando para romper as correntes do mal.
A morte é inevitável. Todos morrem um dia. Mas você pode escolher. Pode morrer como um herói, morrer lutando contra a dominação e a exploração, ou morrer como um covarde resignado.
Devo alertá-lo, porém, que o seu tipo de morte determina o legado que você deixa para os seus descendentes. Pode ser um legado de luta e de reação contra o mal ou pode ser um legado de vergonha e de resignação. Para os seus filhos e netos, para as futuras gerações, se você aceitar o mal e não lutar contra ele, você deixa a mesma escravidão que viveu e a opressão que sofreu, deixa um mundo tão ruim, ou pior, do que quando entrou nele. Se você lutar e reagir contra o mal, lutar contra a dominação, a opressão e a tirania, você deixa um novo céu e uma nova terra, um mundo de liberdade, justiça e paz.
Postado por Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva às quarta-feira, fevereiro 06, 2008
Marcadores: Dominação, exclusão, exploração, História, luta, Opressão
Postado por Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva às quarta-feira, fevereiro 06, 2008
Marcadores: ação, Conhecimento, iniciativa, planejamento, Poder
Cem anos atrás, um grande americano, na qual estamos sob sua simbólica sombra, assinou a Proclamação de Emancipação. Esse importante decreto veio como um grande farol de esperança para milhões de escravos negros que tinham murchados nas chamas da injustiça. Ele veio como uma alvorada para terminar a longa noite de seus cativeiros.
Mas cem anos depois, o Negro ainda não é livre. Cem anos depois, a vida do Negro ainda é tristemente inválida pelas algemas da segregação e as cadeias de discriminação. Cem anos depois, o Negro vive em uma ilha só de pobreza no meio de um vasto oceano de prosperidade material. Cem anos depois, o Negro ainda adoece nos cantos da sociedade americana e se encontram exilados em sua própria terra. Assim, nós viemos aqui hoje para dramatizar sua vergonhosa condição.
De certo modo, nós viemos à capital de nossa nação para trocar um cheque. Quando os arquitetos de nossa república escreveram as magníficas palavras da Constituição e a Declaração da Independência, eles estavam assinando uma nota promissória para a qual todo americano seria seu herdeiro. Esta nota era uma promessa que todos os homens, sim, os homens negros, como também os homens brancos, teriam garantidos os direitos inalienáveis de vida, liberdade e a busca da felicidade. Hoje é óbvio que aquela América não apresentou esta nota promissória. Em vez de honrar esta obrigação sagrada, a América deu para o povo negro um cheque sem fundo, um cheque que voltou marcado com "fundos insuficientes".
Mas nós nos recusamos a acreditar que o banco da justiça é falível. Nós nos recusamos a acreditar que há capitais insuficientes de oportunidade nesta nação. Assim nós viemos trocar este cheque, um cheque que nos dará o direito de reclamar as riquezas de liberdade e a segurança da justiça.
Nós também viemos para recordar à América dessa cruel urgência. Este não é o momento para descansar no luxo refrescante ou tomar o remédio tranqüilizante do gradualismo. Agora é o tempo para transformar em realidade as promessas de democracia. Agora é o tempo para subir do vale das trevas da segregação ao caminho iluminado pelo sol da justiça racial. Agora é o tempo para erguer nossa nação das areias movediças da injustiça racial para a pedra sólida da fraternidade. Agora é o tempo para fazer da justiça uma realidade para todos os filhos de Deus.
Seria fatal para a nação negligenciar a urgência desse momento. Este verão sufocante do legítimo descontentamento dos Negros não passará até termos um renovador outono de liberdade e igualdade. Este ano de 1963 não é um fim, mas um começo. Esses que esperam que o Negro agora estará contente, terão um violento despertar se a nação votar aos negócios de sempre.
Mas há algo que eu tenho que dizer ao meu povo que se dirige ao portal que conduz ao palácio da justiça. No processo de conquistar nosso legítimo direito, nós não devemos ser culpados de ações de injustiças. Não vamos satisfazer nossa sede de liberdade bebendo da xícara da amargura e do ódio. Nós sempre temos que conduzir nossa luta num alto nível de dignidade e disciplina. Nós não devemos permitir que nosso criativo protesto se degenere em violência física. Novamente e novamente nós temos que subir às majestosas alturas da reunião da força física com a força de alma. Nossa nova e maravilhosa combatividade mostrou à comunidade negra que não devemos ter uma desconfiança para com todas as pessoas brancas, para muitos de nossos irmãos brancos, como comprovamos pela presença deles aqui hoje, vieram entender que o destino deles é amarrado ao nosso destino. Eles vieram perceber que a liberdade deles é ligada indissoluvelmente a nossa liberdade. Nós não podemos caminhar só.
E como nós caminhamos, nós temos que fazer a promessa que nós sempre marcharemos à frente. Nós não podemos retroceder. Há esses que estão perguntando para os devotos dos direitos civis, "Quando vocês estarão satisfeitos?"
Nós nunca estaremos satisfeitos enquanto o Negro for vítima dos horrores indizíveis da brutalidade policial. Nós nunca estaremos satisfeitos enquanto nossos corpos, pesados com a fadiga da viagem, não poderem ter hospedagem nos motéis das estradas e os hotéis das cidades. Nós não estaremos satisfeitos enquanto um Negro não puder votar no Mississipi e um Negro em Nova Iorque acreditar que ele não tem motivo para votar. Não, não, nós não estamos satisfeitos e nós não estaremos satisfeitos até que a justiça e a retidão rolem abaixo como águas de uma poderosa correnteza.
Eu não esqueci que alguns de você vieram até aqui após grandes testes e sofrimentos. Alguns de você vieram recentemente de celas estreitas das prisões. Alguns de vocês vieram de áreas onde sua busca pela liberdade lhe deixaram marcas pelas tempestades das perseguições e pelos ventos de brutalidade policial. Você são o veteranos do sofrimento. Continuem trabalhando com a fé que sofrimento imerecido é redentor. Voltem para o Mississippi, voltem para o Alabama, voltem para a Carolina do Sul, voltem para a Geórgia, voltem para Louisiana, voltem para as ruas sujas e guetos de nossas cidades do norte, sabendo que de alguma maneira esta situação pode e será mudada. Não se deixe caiar no vale de desespero.
Eu digo a você hoje, meus amigos, que embora nós enfrentemos as dificuldades de hoje e amanhã. Eu ainda tenho um sonho. É um sonho profundamente enraizado no sonho americano.
Eu tenho um sonho que um dia esta nação se levantará e viverá o verdadeiro significado de sua crença - nós celebraremos estas verdades e elas serão claras para todos, que os homens são criados iguais.
Eu tenho um sonho que um dia nas colinas vermelhas da Geórgia os filhos dos descendentes de escravos e os filhos dos desdentes dos donos de escravos poderão se sentar junto à mesa da fraternidade.
Eu tenho um sonho que um dia, até mesmo no estado de Mississippi, um estado que transpira com o calor da injustiça, que transpira com o calor de opressão, será transformado em um oásis de liberdade e justiça.
Eu tenho um sonho que minhas quatro pequenas crianças vão um dia viver em uma nação onde elas não serão julgadas pela cor da pele, mas pelo conteúdo de seu caráter. Eu tenho um sonho hoje!
Eu tenho um sonho que um dia, no Alabama, com seus racistas malignos, com seu governador que tem os lábios gotejando palavras de intervenção e negação; nesse justo dia no Alabama meninos negros e meninas negras poderão unir as mãos com meninos brancos e meninas brancas como irmãs e irmãos. Eu tenho um sonho hoje!
Eu tenho um sonho que um dia todo vale será exaltado, e todas as colinas e montanhas virão abaixo, os lugares ásperos serão aplainados e os lugares tortuosos serão endireitados e a glória do Senhor será revelada e toda a carne estará junta.
Esta é nossa esperança. Esta é a fé com que regressarei para o Sul. Com esta fé nós poderemos cortar da montanha do desespero uma pedra de esperança. Com esta fé nós poderemos transformar as discórdias estridentes de nossa nação em uma bela sinfonia de fraternidade. Com esta fé nós poderemos trabalhar juntos, rezar juntos, lutar juntos, para ir encarcerar juntos, defender liberdade juntos, e quem sabe nós seremos um dia livre. Este será o dia, este será o dia quando todas as crianças de Deus poderão cantar com um novo significado.
"Meu país, doce terra de liberdade, eu te canto.
Terra onde meus pais morreram, terra do orgulho dos peregrinos,
De qualquer lado da montanha, ouço o sino da liberdade!"
E se a América é uma grande nação, isto tem que se tornar verdadeiro.
E assim ouvirei o sino da liberdade no extraordinário topo da montanha de New Hampshire.
Ouvirei o sino da liberdade nas poderosas montanhas poderosas de Nova York.
Ouvirei o sino da liberdade nos engrandecidos Alleghenies da Pennsylvania.
Ouvirei o sino da liberdade nas montanhas cobertas de neve Rockies do Colorado.
Ouvirei o sino da liberdade nas ladeiras curvas da Califórnia.
Mas não é só isso. Ouvirei o sino da liberdade na Montanha de Pedra da Geórgia.
Ouvirei o sino da liberdade na Montanha de Vigilância do Tennessee.
Ouvirei o sino da liberdade em todas as colinas do Mississipi.
Em todas as montanhas, ouviu o sino da liberdade.
E quando isto acontecer, quando nós permitimos o sino da liberdade soar, quando nós deixarmos ele soar em toda moradia e todo vilarejo, em todo estado e em toda cidade, nós poderemos acelerar aquele dia quando todas as crianças de Deus, homens pretos e homens brancos, judeus e gentios, protestantes e católicos, poderão unir mãos e cantar nas palavras do velho spiritual negro:
"Livre afinal, livre afinal.
Agradeço ao Deus todo-poderoso, nós somos livres afinal."
No dia em que eles matarem um negro inocente e os negros fizerem um grande levante e destruírem metade da cidade, de todas as cidades, então, eles irão parar de matar negros e começar a prender e a levar para julgamento.
O mal se instala onde encontra colaboradores, omissão, indiferença e medo. O mal foge dos lugares onde encontra reação e resistência, dos lugares onde pode ser destruído. Onde existem Homens de bem que peitam o mal e dizem: "Aqui não !!!"
"O diabo é um homem com um plano. O mal verdadeiro é um conluio de homens." Exatamente o que temos hoje.
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Um aspecto é muito exaltado por Arendt nessa obra - Eichmann em Jerusalém, é a solidariedade e a capacidade de resistência à opressão – qualidades raramente encontradas naqueles tempos sombrios – mas quando elas aconteceram, os alemães recuaram.
"Quando [os nazistas] encontraram resistência baseada em princípios, sua 'dureza' se derreteu como manteiga ao sol. [...] O ideal de 'dureza', exceto talvez para uns poucos brutos semi-loucos, não passava de um mito de auto-engano, escondendo um desejo feroz de conformidade a qualquer preço, e isso foi claramente revelado nos julgamentos de Nüremberg, onde os réus se acusavam e traíam mutuamente e juravam ao mundo que sempre 'haviam sido contra aquilo', ou diziam, como faria Eichmann, que seus superiores haviam feito mau uso de suas melhores qualidades. Em Jerusalém, ele acusou 'os poderosos' de ter feito mau uso de sua 'obediência'" – ironizou Arendt.
A Holanda, lembra Arendt, foi o único país da Europa em que os estudantes entraram em greve quando professores judeus foram despedidos, e onde uma onda de greves operárias explodiu como reação à primeira deportação de judeus para os campos de concentração, principalmente de Sobibor. Na Dinamarca, quando os alemães abordaram altos funcionários governamentais para que fosse possível a identificação de judeus por um emblema amarelo no braço, eles simplesmente responderam que nesse caso o rei também usaria a identificação e que se os alemães insistissem haveria uma imediata renúncia generalizada. Segundo Arendt, os nazistas recuaram e foram tratar de criar outros meios para perpetrar seus crimes na região.
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Diz Henry Thoreau em "A desobediência civil":
De fato, nenhum homem tem o dever de se dedicar à erradicação de qualquer mal, mesmo o maior dos males; ele pode muito bem ter outras preocupações que o mobilizem. Mas ele tem no mínimo a obrigação de lavar as mãos frente à questão e, no caso de não mais se ocupar dela, de não dar qualquer apoio prático à injustiça. Se me dedico a outras metas e considerações, preciso ao menos verificar se não estou fazendo isso à custa de alguém em cujos ombros esteja sentado. É preciso que eu saia de cima dele para que ele também possa estar livre para fazer as suas considerações.
Há milhares de pessoas cuja opinião é contrária à escravidão e à guerra; apesar disso, nada fazem de eletivo para pôr fim a ambas; dizem-se filhos de Washington e Franklin, mas ficam sentados com as mãos nos bolsos, dizendo não saber o que pode ser feito e nada fazendo; chegam a colocar a questão do livre comércio à frente da questão da liberdade, e ficam quietos lendo as cotações do dia junto com os últimos boletins militares sobre a campanha do México; é possível até que acabem por adormecer durante a leitura. Qual é hoje a cotação do dia de um homem honesto e patriota? Eles hesitam, arrependem-se e às vezes assinam petições, mas nada fazem de sério ou de eletivo. Com muito boa disposição, preferem esperar que outros remedeiem o mal, de forma que nada reste para motivar o seu arrependimento. No melhor dos casos, nada mais farão do que depositar na urna um voto insignificante, cumprimentar timidamente a atitude certa e, de passagem, desejar-lhe boa sorte. Há novecentos e noventa e nove patronos da virtude e apenas um homem virtuoso; mas é mais fácil lidar com o verdadeiro dono de algo do que com seu guardião temporário.
Na maior parte dos casos não há qualquer livre exercício de escolha ou de avaliação moral; ao contrário, estes homens nivelam-se à madeira, à terra e às pedras; e é bem possível que se consigam fabricar bonecos de madeira com o mesmo valor de homens desse tipo. Não são mais respeitáveis do que um espantalho ou um monte de terra. Valem tanto quanto cavalos e cachorros. No entanto, é comum que homens assim sejam apreciados como bons cidadãos. Há outros, como a maioria dos legisladores, políticos, advogados, funcionários e dirigentes, que servem ao Estado principalmente com a cabeça, e é bem provável que eles sirvam tanto ao Diabo quanto a Deus - sem intenção -, pois raramente se dispõem a fazer distinções morais. Há um número bastante reduzido que serve ao Estado também com a sua consciência; são os heróis, patriotas, mártires, reformadores e homens, que acabam por isso necessariamente resistindo, mais do que servindo; e o Estado trata-os geralmente como inimigos. Um homem sábio só será de fato útil como homem, e não se sujeitará à condição de "barro" a ser moldado para "tapar um buraco e cortar o vento”; ele preferirá deixar esse papel, na pior das hipóteses, para as suas cinzas.
Postado por Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva às quarta-feira, fevereiro 06, 2008
Marcadores: colaboração, Mal, omissão
Se isto estivesse sendo feito a destruição teria parado. Já que ser ambientalista está na moda, ao menos façam alguma coisa útil. Ficar falando no ouvido dos corruptos não adianta e não resolve nada. A burocracia é lenta e inútil e quando agirem para valer só vai restar meia dúzia de árvores.
Lembre-se, a floresta amazônica tem um tamanho fixo. Quanto mais aumenta o desmatamento, mais reduz a floresta. E isto vai acontecer até acabar tudo. Acabaram com a mata atlântica e querem acabar, também, com a floresta amazônica. Querem transforma toda a área florestal em área agrícola, em platation, em grandes latifúndios com monocultura.
A floresta tem que ser vigiada noite e dia e de toda as formas, tanto in loco, quanto por meio de satélite, aviões, etc. Isto tem quer ser feito por ambientalistas e ongs. O governo não está interessado em acabar com o desmatamento e se depender do governo a floresta vai virar carvão, mesa, cadeira e madeira para construção civil.
Portanto, tirem a bunda gorda da cadeira, seu ambientalistas picaretas, e façam alguma coisa útil... Ao menos registrem o tamanho do desmatamento. Não esperam pela mídia dominante. Eles estão nos bolsos do agronegócio.
Postado por Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva às quarta-feira, fevereiro 06, 2008
Marcadores: amazônica, desmatamento, floresta, meio-ambiente
O plano está pronto. Só precisa ser executado. A dominação e a opressão cairão. A verdade será revelada ao vivo e com cores.
A matrix foi mapeada e todas as falhas descobertas... Não precisam pagar para ver. Será mostrado gratuitamente...
Postado por Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva às quarta-feira, fevereiro 06, 2008
05/02/2008
A liberdade de andar por aí, ir e vir, baladas, festas, etc... Também não considero importante e nem relevante. Eu saio do apto para ir até o restaurante e do restaurante para o apto. Não possuo e nem quero possuir relações que me obrigue a ficar, quando desejo partir, ou que me obrigue a partir, quando desejo ficar.
Vou, de vez em quando, na biblioteca para renovar meus livros... Fora isto, estou aqui, fazendo o que gosto de fazer: pensando e criando novas idéias para um novo mundo, para uma nova humanidade. Montando estratégias, etc. E, mesmo assim, tem gente que faz de tudo para me prejudicar...
Não preciso de computador. Não preciso de internet. Não preciso de biblioteca. Certamente, isto ajuda, mas não é essencial. Essencial é o que eu tenho na minha consciência. O que eu já aprendi. As coisas estão na minha cabeça. Elas, simplesmente, jorram pelas minhas mãos.
Inegavelmente, sou um excêntrico, dizem que sou louco, etc. Contudo, a chave foi dada para mim. Eu posso manejá-la e abrir novas portas. Os normais, os medíccres, os invejosos, os hipócritas, etc, não possuem nada, absolutamente nada. De que adianta tanto orgulho, tanta prepotência, tanta arrogância se não possuem nada ? Se são tão vazios quanto bolha de sabão ?
Os opressores devem considerar isto muito atentamente...
Postado por Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva às terça-feira, fevereiro 05, 2008
O que alguns desgraçados invejosos querem, e por isso estão me cercando e prejudicando, é que eu pare de escrever coisas, pois quanto mais eu escrevo, mais evidente se torna a mediocridade deles. Não só isto, mais delineada se torna a face do mal que possuem e alimentam.
Para o trabalho de conclusão de curso é só reunir o que está escrito, formatá-lo e corrigí-lo para encerrá-lo. Certamente, depois de passar pela Professora orientadora.
De uma forma ou de outra, vou reunir os textos que escrevi, e estou escrevendo, por temas, vou atualizá-los, corrigí-los e publicá-los em livros. O cerco será rompido...
Postado por Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva às terça-feira, fevereiro 05, 2008
É, portanto, significativo - elemento estrutural na esfera dos negócios humanos - que os homens não possam perdoar aquilo que não podem punir, nem punir o que é imperdoável.
Realmente, é isto que caracteriza aquelas ofensas que, desde Kant, chamamos de "mal radical", cuja natureza é tão pouco conhecida, mesmo por nós que sofremos uma de suas raras irrupções na esfera pública.
Sabemos apenas que não podemos punir nem perdoar esse tipo de ofensas e que, portanto, elas transcendem a esfera dos negócios públicos e as potencialidades do poder humano, às quais destroem sempre que surgem.
Em tais casos, em que o próprio ato nos despoja de todo poder, só resta realmente repetir com Jesus: "Seria melhor para ele que se lhe atasse ao pescoço uma pedra de moinho e que fosse precipitado ao mar."
Postado por Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva às terça-feira, fevereiro 05, 2008
Marcadores: condição humana, Hannah Arendt, perdoar, punir
04/02/2008
Pesquise sobre as perseguições a religiosos na ex-URSS e nos demais países materialistas e você descobrirá uma grande carnificina, pessoas morrendo pela sua fé. Como está descrito no apocalipse. Mais uma evidência da ação do anticristo e de sua identificação com a Ciência Materialista.
A neblina é espessa, mesmo assim, a verdade pode ser vista. Precisa de mais evidência, Tomé ?
Postado por Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva às segunda-feira, fevereiro 04, 2008
Marcadores: anticristo, ciência materialista, extermínio, religiosos
Colaborar com o mal, se omitir, resignar-se, é o mais comum e é o caminho que muitos estão seguindo. É fácil e lucrativo. Não cansa. Ser seduzido pelo mal e trair seus irmãos é mais fácil ainda, enfrentá-lo é o mais dificil.
Ver os fracos serem subjugados, inocentes serem mortos, as injustiças crescendo, a vilania se disseminado e não dizer nada, também é estar do lado do mal. É ser o seu instrumento. A sua extensão.
Eu pretendo reunir um grupo de pessoas dispostas a enfrentar este mal. Um mal que não é apenas uma pessoa, mas muitas pessoas. Pessoas influentes, gente poderosa. Contudo, todos cairão. Vamos combater este mal em todas as frentes e em todos os níveis.
Postado por Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva às segunda-feira, fevereiro 04, 2008
Marcadores: mal sociedade, omissão
Postado por Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva às segunda-feira, fevereiro 04, 2008
Espírito: Que verdade ? A verdade de quem ? Pensa que vão escutá-lo ?
Agente Mulder: Estão com medo.
Espírito: Eles não têm medo. São poderosos demais para ter medo. Vai aprender isso, assim como eu aprendi. Vai morrer aprendendo.
Agente Mulder: Não tenho medo disso.
Espírito: Até você está com medo de dizer a verdade. Porque sabe que seria inútil.
Agente Mulder: Não... Porque eu me recuso a aceitá-la.
Espírito: Então precisará de ajuda...
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Agente Mulder no Tribunal Militar:
Quero parabenizá-los por terem triunfado onde tantos outros fracassaram. Eu teria preferido um tiro na testa à esta charada.
Aprendi a fingir nos últimos nove anos que minhas vitórias eram valiosas, só para me dar conta de que ninguém ligava, de que mentirosos não temem a verdade se podem ocultá-la, de que o diabo é apenas um homem com um plano, mas que o mal verdadeiro é o conluio de homens, exatamente o que temos aqui hoje.
Se sou culpado, meu crime é ousar acreditar que a verdade prevalecerá e que mentira alguma pode durar para sempre. Ainda acredito nisso.
Por mais que tentem ocultá-la, a verdade está ao alcance. Maior que suas mentiras, a verdade quer vir à tona. Vocês a verão. Ela os alcançará, assim como me alcançou, mais rápido que a velocidade da luz.
Talvez pensem que se livraram dessa enorme dor de cabeça, talvez tenham. Mas só conseguiram isto cortando as próprias cabeças.
Postado por Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva às segunda-feira, fevereiro 04, 2008
Marcadores: arquivo x, Conspiração, Mal, mentiras, verdade
03/02/2008
Por isso, não são boas para os seres humanos e nem para a humanidade. A falsa religião pode iniciar uma guerra santa e destruir todos os Homens. A falsa ciência pode explodir o planeta, com bombas atômicas, centenas de vezes.
O denominador comum é só um: não precisamos nem de fanatismo e nem de razão pura, mas de equilíbrio e domínio da Consciência. A Consciência protege a vida, protege os seres humanos, respeita as diferenças e as decisões, respeita o livre-arbítrio, e liga o Homem a Deus.
A Consciência deve estar na base tanto da religião quanto da ciência. Deus dá entendimento e sabedoria à Consciência. Ela é o caminho que aproxima o Homem de Deus. Onde a Consciência Humana está ali Deus pode se manifestar.
Postado por Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva às domingo, fevereiro 03, 2008
Marcadores: ciência, fanatismo, materialismo, religião
O anticristo está entre nós. Sempre esteve. Porém, a nossa cegueira espiritual não permite que o vejamos. Nós estamos considerando que o anticristo é uma pessoa. Um doido qualquer que sai por aí dizendo: "Eu sou o Cristo verdadeiro, etc..." Não só dizendo, mas fazendo milagres e maravilhas. Mas não é.
O anticristo não é um homem só. São muitos homens. E ele não está só. Está acompanhado de muitos falsos profetas. Estamos cercados por eles, completamente cercados. Todo mundo olha para ele. Todo mundo olha maravilhado e se prosta diante dos seus milagres. Jesus perto do anticristo é um perna de pau jogando bola com o Ronaldinho Gaúcho. Leva cada chapéu que nem lhe conto... Ele está bem na nossa frente. E diz claramente que é o anticristo e nós não prestamos atenção nisso. Ele tenta nos convencer que Cristo, Deus, etc, não existe. E faz isto escancaradamente e abertamente... E nós não vemos o anticristo.
Há uma frase que diz: "a maior vitória do Diabo foi convencer o mundo de que ele não existia". Eu aplicaria esta frase ao "anticristo" dizendo: "A maior vitória do anticristo foi convencer o mundo de que Deus não existe". Além disso, eu não falaria em anticristo, eu falaria em antiDeus.
Quem é o anticristo ? A Ciência materialista. A Ciência materialista é o anticristo. Olhem para a Ciência, o que ela prega ? Ela e seus falsos profetas pregam abertamente que Deus não existe. E que eles podem fazer tudo o que Deus, Jesus Cristo fez. Não só podem fazer o Deus fez, como podem fazer melhor. E estão fazendo. Jesus curou o cego. Quantos cegos a Ciência curou ? Jesus fez paralítico andar... Quantos paralíticos a Ciência faz andar ?
Não a Ciência como técnica pura, inanimada, ou exercida por pessoas tementes a Deus. Mas a Ciência como instituição exercida por pessoas materialistas que querem destruir as religiões e Deus. A Ciência não é uma só pessoa. São muitas pessoas. E a Ciência Materialista é o anticristo na Terra.
A Ciência quer substituir Deus imitando tudo o que ele faz. Inclusive, vão ressuscitar os mortos. Já li uma matéria em um jonal dizendo que os Cientistas haviam ressuscitado ratos. (Notícia aqui) É um começo. Se podem ressuscitar ratos, logo poderão ressuscitar pessoas. E a clonagem ? A Ciência pode recriar a vida de um modo diferente de Deus, dizem eles. A Ciência pode construir um homem usando uma célula do pé.
Estávamos esperando um antiristo homem, uma pessoa. Mas não é uma pessoa. É uma instituição que se opõem, abertamente, a Deus e à fé. Não é só um anticristo. É um antiDeus. Não é inimigo só do cristianismo. É inimigo de todas as religiões. Como esperávamos uma pessoa, não prestamos atenção naquilo que a instituição Ciência Materialista diz e faz ao nosso redor. Entraram na nossa casa, cooptaram as nossas famílias e os nossos filhos. E nós nos rendemos aos milagres e às maravilhas que a Ciência faz. Faz cego enxergar, paralítico andar, surdo ouvir, cura doenças, etc. E, muitas vezes, deixamos Deus de lado para ouvir um cientista especialista. O pó do cientista faz mais efeito...
Não só isto, os cientistas ateus vão mais longe. Apagam as evidências de Deus que surgem nas Teorias e nos laboratórios. Chamam de método científico. Deveriam chamar de método para assassinar Deus. A razão é simples, se a Ciência é a base de tudo e a Ciência nega Deus, a divindade deixa de existir, é completamente suprimida, enterrada e esquecida. Logo, o anticristo vence. Vence pela falta de fé... Vence pela incredulidade... O pó da Ciência faz mais efeito do que a oração.
E as profecias ? Todo mundo olha para as profecias e pensam: "Conversas... Conversas para boi dormir". Eu não me surpreenderia nem um pouco se, de repente, descobríssemos que tem gente apagando as evidências de cumprimento das profecias. As profecias são um método eficaz para confirmar a existência de Deus. Se desacreditarem as profecias, tornando-as meras histórias para contar, reduzem drasticamente o poder de Deus sobre os homens e sobre a Terra. Logo, mais uma vitória da Ciência. Mais uma vitória do antiDeus.
Números... Quem é que adora números ? E transforma tudo em números, gráficos e estatísticas ? Inegavelmente, a Ciência e seu método científico. Logo, tudo indica que o tal 666 será encontrado em algum lugar na Ciência. E o número na testa ou na mão será um número de controle de alguma experiência científica, teste de vacina ou de contaminação. Somente pode comprar ou vender quem for vacinado, ou não foi contaminado. E só saberemos isto se a pessoa tiver um chip com um número implantado em alguma parte do corpo...
Além disso, através desse número liga-se o anticristo com a compra e venda. Uma ligação perfeita entre a Ciência Materialista e a Economia (outra coisa materialista que domina os homens e não hesita nem um pouco em exterminar seres humanos).
É interessante observar que a Ciência Materialista está assentada ao lado de muitos governantes, aconselhando-os, ajudando-os a dirigir as nações e a exterminar pessoas, seres humanos: campos de concentração, câmaras de gás, coletivização dos campos, lavagem cerebral, etc. E é a Ciência que lhes dá grande poder: bombas-atômicas, aviões supersônicos, mísseis balísticos, armas químicas, armas biológicas... Releia o Apocalipse olhando para a Ciência Materialista. Você verá tudo o que eu estou vendo...
Portanto, qual seria a recomendação ? Vamos destruir a Ciência ? A resposta é não. O anticristo é uma fase do apocalipse. E esta fase tem que acontecer. A função do anticristo é enganar, é matar Deus, assumindo, em seguida, o seu lugar. O anticristo quer ser adorado como Deus, ele quer ser Deus. Ele está tentando, e conseguindo, substituir Deus na Terra. E o que temos que fazer é não lhe dar nenhum poder e nem adorá-lo como Deus.
Deus está acima de todas as coisas e a Ciência é só uma técnica. O anticristo não vencerá. Portanto, por mais que faça milagres, cure, etc, a Ciência continua sendo uma técnica, uma técnica que está sendo usada pela besta e pelos falsos profetas para enganar. Por isso, quando lhe disserem que Deus não existe, que a Ciência pode tudo e faz tudo, etc, lembre-se que é o anticristo ou um falso profeta falando.
É preciso pedir a Deus muito entendimento e sabedoria. Precisamos estar atento às coisas que a Ciência está pedindo aos governantes e está querendo fazer na sociedade: células-tronco, clonagem, etc... A Ciência quer dominar e controlar tudo, todos os homens, todas as coisas. Ela não respeita a Vida, pois é inimiga de Deus e de sua criação. Por isso, extermina os homens como se fossem baratas... E quanto maior é o domínio da Ciência e do materialismo, menor é o domínio de Deus e maior é a matança de seres humanos, não respeitam a Vida, não respeitam as Consciências, não respeitam as diferenças: nazismo, stalinismo, maoísmo, etc...
A Ciência é uma técnica. Uma técnica que deve estar assentada na Consciência e não na razão pura. A Ciência fundada na razão pura é a Ciência Materialista que não respeita Deus e não respeita o Homem. Por isso, a Ciência Materialista é o instrumento ideal para a besta e para o falso profeta. Por isso, a Ciência Materialista é o anticristo.
Já a Ciência fundada na Consciência aproxima o Homem de Deus. É uma Ciência que não trabalha para destruir Deus, para destruir as religiões, para destruir o Homem. É uma Ciência que trabalha com entendimento e sabedoria divina. Por isso, respeita as diferenças, respeita o Criador e sua Criação. E será a Ciência do Novo Céu e da Nova Terra.
A Ciência Materialista nos corrompe e mata. A religião fanática nos escraviza. A Consciência, a chama divina que há em cada um de nós, nos aproxima de Deus, o criador de todas as coisas. Por isso, a Ciência deve estar fundada na Consciência e não na razão pura.
Diz o Apocalipse:
3 Também vi uma de suas cabeças como se fora ferida de morte, mas a sua ferida mortal foi curada. Toda a terra se maravilhou, seguindo a besta,
4 e adoraram o dragão, porque deu à besta a sua autoridade; e adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? quem poderá batalhar contra ela?
5 Foi-lhe dada uma boca que proferia arrogâncias e blasfêmias; e deu-se-lhe autoridade para atuar por quarenta e dois meses.
6 E abriu a boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar do seu nome e do seu tabernáculo e dos que habitam no céu.
7 Também lhe foi permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se-lhe autoridade sobre toda tribo, e povo, e língua e nação.
8 E adorá-la-ão todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo.
9 Se alguém tem ouvidos, ouça.
10 Se alguém leva em cativeiro, em cativeiro irá; se alguém matar à espada, necessário é que à espada seja morto. Aqui está a perseverança e a fé dos santos.
Postado por Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva às domingo, fevereiro 03, 2008
Marcadores: anticristo, apocalipse, ciência materialista, Deus, Homem
02/02/2008
"Insetos" com alta tecnologia podem ser espiões
Fonte: Blog Arquivo Confidencial
De acordo com o Washington Post, dezenas de pessoas puderam observar em uma manifestação contra a guerra, em Nova York, pequenos insetos que na verdade eram ferramentas elaboradas com a mais alta tecnologia de vigilância em ação.
As agências governamentais americanas anunciaram que não têm envolvimento com a ação, embora confirme a existência de pesquisas nessa tecnologia.
Para mais informações e a matéria na íntegra, acesse a página do Washington Post ou confira no blog Flores e versos.
Postado por Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva às sábado, fevereiro 02, 2008
Marcadores: Conspiração, espião, inseto
Sejamos racionais e inteligente. Vamos usar a cabeça um pouco. A primeira coisa que o governo tem que fazer é construir salas com computadores nas escolas públicas. Salas com número compatível de computadores, de acordo com o tamanho da escola. Salas onde os alunos irão aprender a usar o computador e a fazer pesquisa na internet. Salas com desktops e não com laptops.
Não só equipar as escolas com computadores, mas também com TV digital, com retroprojetores (Datashow) para que os professores possam fazer aulas em powerpoint e mostrar para os alunos, para que os professores possam passar filmes em sala de aula, etc. A maioria das escolas não tem isto. Inclusive a Faculdade de Direito da USP só tem um negócio deste e os funcionários mal conseguem fazer a coisa funcionar.
O ano passado, na disciplina Direito Internacional Penal, foi um caos total. Perdemos um grande tempo de aula esperando os técnicos fazerem a coisa funcionar. Isto quando o técnico trazia o aparelho para a sala de aula, pois, muitas vezes, a professora chegava e o técnico ainda não tinha aparecido com o datashow. A Professora Cláudia Perrone teve muita paciência, pois se fosse eu tinha saído na bicuda com aqueles elementos. Acho que eles faziam de propósito.
Voltando ao caso. A segunda coisa que o governo tem que fazer é dar computadores para os professores das escolas públicas. É dar treinamento para que os professores usem o computador nas disciplinas que ministram. Esse negócio de comprar laptop e dar para os alunos é uma estupidez. Isto será feito depois de 2020 ou 2030. Não agora...
Imagine o que vai acontecer... Cada criança com um laptop e os professores sem computador nenhum. Realmente, é uma idéia idiota. Primeiro são os professores que devem receber um computador megapower do governo. Da mesma forma que o governo distribui livros gratuitos para os professores, também deve dar um computador para cada um deles. É uma ferramenta de trabalho importante e necessária. Não só dar o computador, o governo deve exigir que os professores usem o computador, caso contrário deverão devolvê-lo.
Além disso, os laptops são muito mais caros e não fazem o que o desktop faz. Sem contar que desatualizam muito rapidamente. Portanto, comprar laptop para as escolas públicas é uma estupidez, uma idiotice. Primeiro vamos fazer o básico. Equipar as escolas e os professores com computadores normais, que são bem mais baratos do que os laptops, depois, quando todo mundo souber usar o computador, todo mundo estiver acostumado com o computador, inclusive os alunos, aí sim, vamos pensar nos tais laptops per child. Agora não é hora disso.
Vamos usar a cabeça gente !!! Vamos usar a cabeça !!! Vamos começar a fazer as coisas pelo começo e do jeito certo. Sem pular ou queimar fases.
Postado por Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva às sábado, fevereiro 02, 2008
Marcadores: Computadores, desktop, escola, internet, laptop, Professor
Uma minoria que, atualmente, escraviza tanto os negros, que são pobres pela escravidão histórica, quanto os brancos que nascem pobres pela exclusão econômica atual.
Uma minoria que domina a política, a burocracia, a economia, enfim, todos níveis do Estado. E não deixa que mudanças essenciais acontençam. Eles fazem as leis, eles governam, eles aplicam as leis, eles são os juízes, etc, Estão no poder e querem se perpetuar no poder.
Portanto, a questão do racismo é completamente irrelevante, principalmente porque raça não existe. E se existir só há uma: a raça humana. O miolo da questão é a dominação, a opressão, a exclusão e a exploração imposta por uma minoria branca rica sobre uma maioria negra e pobre.
Inclusive o Professor e ex-governador Cláudio Lembro (Site e textos aqui) é uma pessoa de grande visão, entendimento e sabedoria. Mas, mais do que isto, ele tem que coragem de falar a verdade. Não adianta ter grande entendimento e sabedoria e ficar calado ou colaborar com o mal. É preciso falar e falar na lata.
Disse o professor Lembo: "A elite branca deveria olhar menos para o que acontece no exterior e mais para a realidade social do Brasil".
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"O Brasil é um país que só conheceu derrotas. Derrotas sociais... Nós temos uma burguesia muito má, uma minoria branca muito perversa"
"Em suas lindas casas dizem que vão sair às ruas fazendo protesto. Vão fazer protesto nada! Vão é para o melhor restaurante cinco estrelas com outras figuras da política nacional fazer o bom jantar".
"Nossa burguesia devia é ficar quietinha e pensar muito no que ela fez para esse País".
"A Casa-grande tinha tudo e a Senzala não tinha nada. Então é um drama. É um País que quando os escravos foram libertados, quem recebeu indenização foi o Senhor e não os libertos, como nos EUA. Então, é um País único. (...) O cinismo nacional mata o Brasil. Esse País tem que deixar de ser cínico. Vou falar a verdade, doa a a quem doer, destrua a quem destruir, por que acho que só a verdade vai construir este País".
SOBRE A REAÇÂO DA ELITE PAULISTANA
"O que eu vi em entrevistas da Folha de S. Paulo foram dondocas dizendo coisinhas lindas. Todos são bonzinhos publicamente. E depois exploram a sociedade, seus serviçais, exploram todos os serviços públicos. Querem estar sempre nos palácios dos governos porque querem ter benesses do governo. Isso não vai ter aqui nesses oito meses".
SOBRE A ELITE BRASILEIRA
"A bolsa da burguesia terá de ser aberta, para sustentar a miséria, no sentido de haver mais empregos, mais educação, mais solidariedade, mais diálogo e reciprocidade de situações".
"Se nós não mudarmos a mentalidade brasileira, o cerne da minoria branca brasileira, não iremos a lugar algum".
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O exército de crime
Senador PT/RJ, é presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado
Arrefecida a tensão da tragédia de São Paulo, discutem-se intensamente muitos subitens do problema da violência urbana – o uso de celulares nos presídios, as benevolências carcerárias existentes, o agravamento supostamente necessário das penas –, mas ignora-se o fato principal: que o crime organizado dispõe de um exército com grande poder de fogo, comandado por chefes de dentro dos presídios ou por outros que logo os substituem quando eles faltam. O gravíssimo é que existe esse exército organizado capaz de fazer frente à polícia de igual para igual, cessando fogo mediante negociação entre poderes. Isso sem falar do outro exército, também numeroso mas inorgânico, de assaltantes maiores e menores que enchem as ruas das cidades.
Que fenômeno é esse? Que enorme bando é esse de brasileiros que ignoram a lei, o Estado, a República, os valores da moral, da justiça, da humanidade? Como e por que se formou essa legião de bárbaros dentro da sociedade? Como reverter a formação? E como tornar mais eficaz, a curto prazo, nossa polícia para enfrentá-los? Essas são as questões principais que, antes de todas, precisam encontrar resposta.
Houve falta de investimento em educação nas décadas passadas? Evidentemente houve, a constatação é consensual. Houve falta de emprego, falta de oportunidade para uma vida digna? Sim, é outro consenso. Cresceu a massa de pobreza absoluta? Desagregou-se a família, a religião? Sim, também. Esses são fatores efetivamente importantes na formação daquelas legiões. Mas que ainda não explicam tudo a meu juízo. Há que somar outras causas para se ter um efeito tão grande e assustador. Penso, principalmente, no enorme, vasto e profundo sentimento de injustiça que cresceu na alma do nosso povo mais carente e vitimado nos últimos 20 anos. Esse sentimento de injustiça gera ódio nos corações mais agressivos e gera cinismo absoluto, insensibilidade nos mais fracos de caráter. E esse sentimento do povo carente é gerado pela injustiça estrutural e abissal da nossa sociedade e no cinismo com que a nossa “elite branca perversa” (Cláudio Lembo) a encara, achando que é natural, resultante das diferenças de competência e de disposição para o trabalho, decorrente da falta de “competitividade” deles no mercado – os trabalhadores mais pobres – e o mercado tem que ser acatado, ele é que decide, é a racionalidade, não há nada a fazer.
Pois o mercado não decide nada; quem decide é precisamente esse sindicato do cinismo que manda na economia brasileira; eles decidem que é o mercado quem deve decidir, e o povo que se vire. A sociedade, porém, pode decidir, politicamente, que os critérios de distribuição dos frutos do trabalho não são apenas os do mercado e da “competição”, mas também os da justiça, os da solidariedade, os do congraçamento social. Critérios, estes outros, que devem ser implementados pelo Estado, pela sua presença na economia e pelo planejamento, que a elite cínica quer evitar a todo custo, e conseguiu fazê-lo nas décadas perdidas do neoliberalismo.
É claro que esse novo paradigma é viável; trata-se de um confronto político que está acontecendo no país. Se a elite endinheirada e cínica não bota a mão no bolso para ajudar os mais carentes (Cláudio Lembo), o Estado tem de meter a mão no bolso dela, legitimamente, taxando fortunas e ganhos de capital e pagando juros baixos, para investir muito mais na educação, sim, mas também nas favelas, na habitação digna, no saneamento.
Mudar o modelo, eis aí. Encerrar a era neoliberal. É muito difícil, todos sabemos, enfrentar os gigantescos interesses do capital. Mas temos que tentar; junto com a América do Sul, para ficar menos difícil. Dialogando com a França também, que é o único país rico a manifestar resistência àqueles interesses. Enfim, é o principal que temos de fazer, pensando num Brasil mais justo e menos violento.
Mas é evidente que temos que cuidar, de imediato, da eficácia da polícia. Temos que aumentar seus efetivos, que são muito baixos (algo como cinco vezes menos policiais em ação por 1.000 habitantes que nos países ricos). Temos que preparar ainda melhor esses efetivos, como tem feito a Força Nacional; temos que usar mais as tecnologias avançadas, a do geoprocessamento, por exemplo, que permite monitorar todas as ruas da cidade 24 horas por dia. Não entro a fundo nessa discussão porque não sou do ramo, mas é claro que ela é importantíssima – e, a curto prazo, todos dependemos dela.
Postado por Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva às sábado, fevereiro 02, 2008
Marcadores: branca, Brasil, elite, exploração, perversa
Poderíamos fazer um rastreamento para descobrir onde está esta riquezas, onde estão as famílias que adquiriram e usaram escravos, o que fizeram com a riqueza que acumularam, no que investiram.
Precisamos ver, com exatidão, a partir de que momento os negros, antigos escravos, começaram a estudar... E onde se estabeleceram.
Também temos que ver em que momento os negros começaram a adquirir propriedades, principalmente, terras e de que forma. Eles eram ex-escravos e descendentes de escravos, como conseguiram arranjar recursos para isto ?
Além disso, é preciso ver, após a escravidão, como ficou a questão das terras. Os brancos, pelo que consta, já tinham se apoderado de tudo, restando apenas as terras longíguas e inóspitas...
As respostas destas questões mostrarão, exatamente, porque os negros são pobres, porque são analfabetos e porque vivem nas favelas e periferias.
A resposta, certamente, pode ser antecipada: dominação, opressão, exclusão e exploração dos brancos contra os negros.
Postado por Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva às sábado, fevereiro 02, 2008
Marcadores: brancos, Dominação, escravidão, exclusão, exploração, negros, Opressão
Os brancos não se fundem em uma única raça, assim como os negros não são uma única raça. Mais do que isto, existem brancos que são tão explorados, pelos próprios brancos, quanto os negros. Portanto, não há, nesta questão, a discussão de racismo. Inclusive, no Brasil, não é possível discutir racismo, pois aqui todo mundo é vira-lata.
Certamente, vão tentar deslocar a discussão para o tema do racismo. Vão fazer isto para emperrar o negócio e não resolver nada. Vão dizer que a insurgência dos negros contra os brancos é racismo. Vão dizer que os brancos, uma minoria, pode dominar, explorar, oprimir e excluir a maioria da população. Isto é mérito.
Contudo, em um passado próximo, os negros eram escravizados. Tudo o que produziram agregou-se ao patrimônio dos brancos. E o costume da escravidão, assim como a cultura de ver os negros como bobos, serviçais, analfabetos, inferiores, etc, entrou e se perpetuou na sociedade. A identificação está na cor e não em raça.
Um branco nascido na África, que só falava dialetos africanos, adotava todos os costumes africanos, etc, poderia ser escravizado ? A escravidão pode ter começado com uma raça, mas, ao longo do tempo, foi nivelada por um só critério: a cor. E hoje a dominação branca continua se respaldando no mesmo critério, na cor. Os maiores bandidos são brancos. Mas quem vai para a cadeia são os negros.
Se os negros tivessem escravizado os brancos e arrancado tudo o que eles produziram, ao longo de centenas de anos, hoje, estaríamos falando da dominação dos negros sobre os brancos. Os brancos seriam os pobres, os favelados, os analfabetos, os inferiores, etc. A superioridade e a riqueza dos brancos foi construída com o sangue dos negros, com o trabalho dos negros, com o rebaixamento dos negros, com a submissão dos negros, com o holocausto dos negros.
Mas vamos pegar um exemplo pragmático. Eu gosto de pragmatismo. Hoje, se você chegar em um rico tradicional (Forest Gump), não os novos ricos da megasena, ele vai te contar. O meu dodecavô não tinha nada começou do zero. E deixou uma moeda para o meu udecavô. Com uma moeda o meu udecavô comprou uma galinha e deixou de herança para o meu decavô. O meu decavô trabalhou, ganhou outra moeda e comprou um galo. Deixou um galo e uma galinha de herança para o meu nonavô. O meu nonavô com a galinha e o galo poduziu ovos e construiu um galinheiro, deixando tudo de herança para o meu octavô. O meu octavô com a galinha, o galo, o galinheiro e os ovos, aumentou a produção e construiu cinco galinheiros, deixando tudo de herança para o meu septavô. O meu septavô juntou tudo, aumentou a produção, e construiu uma granja e deixou de herança para o meu hexavô. O meu hexavô ampliou o negócio, construiu mais granjas e comprou uma fazenda e deixou para o meu pentavô.
O meu pentavô com estes bens montou uma indústria de ovos e iniciou a engorda e o abate de frangos. Já o meu tetravô não gostava de aves e preferiu começar outro negócio. Ele investiu em cimento. Ampliando os negócios da Família. O meu trisavô não gostava nem de aves e nem de cimento, mas de alumínio. Então ele investiu na montagem de uma fábrica de alumínio. O meu bisavô continuou com o negócio das aves e do gado, investindo pesado na exportação. Coisa que o meu avô não fez, pois gostava mais de tecnologia. Ele investiu pesado em empresas de internet. E meu pai e eu gostamos mais de mercado financeiro. Investimos o dinheiro da família no mercado, mas até hoje ainda temos o galo e a galinha adquiridos pelo meu udecavô e meu decavô, ainda continuam botando ovos. Dizem que esse galo e esta galinha vieram das terras altas, vieram da Escócia. São Highlander.
Agora vamos ver a História dos negros. Dodecavô: escravo. Udecavô: escravo. Decavô: escravo. Nonavô: escravo no galinheiro. Octavô: escravo em 5 galinheiros. Septavô: escravo na granja. Hexavô: escravo na fazenda. Pentavô: escravo na fazenda. Tetravô: escravo na fazenda. Trisavô: escravo na fazenda. Bisavô: livre - trabalhador rural sem-terra. Avô: livre - servente de pedreiro...
Aquilo que a força do trabalho dos negros produziu, ao longo de centenas de anos, foi agregado ao patrimônio dos brancos. Quando a escravidão terminou, os negros foram expulsos das senzalas com uma mão na frente e outra atrás. A única coisa que possuíam era a força de trabalho. A força de trabalho que vendem até hoje. Os negros são pobres, são favelados, são analfabetos, etc, porcausa da escravidão dos brancos que os impediu de se desenvolveram, de acessarem as riquezas, de estudarem, de usufruírem daquilo que produziram. Não só impediu, como continuam impedindo.
A dominação dos negros pelos brancos não é uma questão de raça, é uma questão de uma minoria oprimindo, excluindo e explorando uma maioria. Não há embasamento para se falar em raça no Brasil. A dominação está mais baseada na cor, por uma razão histórica, do que na idéia de raça que envolve costumes, língua, religião, etc...
A discussão fundamental é o domínio de uma minoria sobre uma grande maioria. Uma minoria que controla o poder político, o poder econômico e as instituições públicas, impedindo a maioria da população (negros e pobres) de acessarem o poder político, o poder econômico e as instituições públicas. Uma minoria que, para perpetuar a sua dominação, impede a realização de projetos sociais que o apartheid social. O parasita cria mecanismos para perpetuar o parasitismo.
A reparação histórica é mais do que obrigação. É justiça, pois a riqueza que construíram originou-se da escravidão.
Postado por Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva às sábado, fevereiro 02, 2008
01/02/2008
Contudo, eu não me arrependo e não volto atrás. A Teoria da Consciência Liberdade faz a Humanidade avançar. E o apocalipse faz parte do percurso. Não há como fugir. Para se chegar ao novo Céu e à nova Terra é necessário que o velho Céu e a velha Terra não existam mais.
Há um propósito em minha vida e ele será cumprindo até o fim.
Seja no papel de João Batista, seja no papel de Judas Escariotes. É isto que diz a minha Consciência.
Para que uns se salvem, outros terão que se sacrificar. E eu sempre estou no lado do sacrifício.
Enfim, preciso consultar os religiosos sobre estas questões.
Só falta jogarem água benta na minha pessoa...
Postado por Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva às sexta-feira, fevereiro 01, 2008
Marcadores: apocalipse, Consciência, liberdade, profecias, teoria
Então surgiu um elemento religioso na Teoria. Um elemento religioso fortíssimo que pode precipitar uma série de eventos e fazer cumprir profecias em várias religiões.
A consciência pode unir todos os seres humanos. È o que há de comum entre os Homens. A Consciência movimenta energia. E Deus é energia Consciente. Pela Consciência o Homem se aproxima de Deus. Através da Consciência, Deus se manifesta entre os Homens, assume um corpo material ou inspira seus Profetas. A energia da consciência é a chama divina que Deus deu aos Homens. É o que há de divino no Homem. Vida, todos os animais têm. Consciência, só os seres feito à imagem e semelhança de Deus.
O mecanismo da consciência e Deus como energia consciente explica tudo em todas as religiões. Logo, pode unir tudo. E este "unir tudo" é que pode precipitar as profecias messiânicas que existem na maioria das religiões...
Porém, eu não estava atento às conseqüencias desse aspecto religioso. Estava escrevendo as coisas como elas são produzidas/sugeridas em minha Consciência. E, inegavelmente, empolgado com tudo, pois as coisas, os aspectos da Teoria, se mostram de uma forma tão lógica e evidente que a grande pergunta que eu fazia era: como não viram isto antes ? Por que não escreveram isto antes ?
Contudo, a resposta sempre estava em minha consciência: "Para tudo há um tempo determinado. E há um tempo para todo propósito embaixo do Céu." Há algo escapando à minha percepção. Ouvia certas frases, certas referências... Enfim, resumindo a história toda, se a minha Teoria vai ajudar a precipitar o apocalipse, quero saber de todos os detalhes e de todas as versões...
Portanto, quero saber de tudo... de todas as profeciais que falam de um Messias, que falam do fim dos tempos, da união das religiões, etc...Poderíamos começar pela Cabala e pelos Rabinos Hassídicos, pela profecia do Retorno do "Imame Mahdi", sobre o anticristo, etc.
O que eu sei, até agora, sobre o assunto é o que li na Bíblia e o que li em:
1- http://www.espada.eti.br/n2108.asp
2- http://www.espada.eti.br/rv133.asp
3- http://www.espada.eti.br/n1516.asp
Que Deus me dê entendimento e sabedoria para saber diferenciar o joio do trigo...
Postado por Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva às sexta-feira, fevereiro 01, 2008
Marcadores: apocalipse, Consciência, liberdade, messias, profecias, teoria
Akhenaton... Moisés, Davi, Jesus, ... Maomé... Buda... Krishna... Consciência divina entre os homens ... Consciência divina em corpo de homem.
Krishna disse:
(...)
5. Tanto você como Eu já vivemos muitas vidas, posso lembrar-Me de todas; você, no entanto, não pode, ó vencedor de inimigos!
6. Mesmo sendo não nascido e Meu corpo imperecível não possa se corromper; embora Eu seja Senhor de todos os seres vivos; ainda assim Eu manifesto Minha forma original quando se faz necessário.
7. Em qualquer lugar e sempre que a verdade vacilar e a mentira dominar, Eu me manifestarei, ó descendente de Bharata.
8. Para restabelecer os princípios religiosos, para salvar os devotos e aniquilar os canalhas, Eu surjo em cada milênio.
(...)
Postado por Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva às sexta-feira, fevereiro 01, 2008
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