Democratizar o conhecimento e socializar os saberes como ferramenta para transformação social e econômica. Democratizar e socializar para reduzir as desigualdades regionais. Democratizar e socializar para dar oportunidades. Democratizar e socializar para dar esperanças e certezas de um futuro melhor. O poder transformador do conhecimento, monopolizado e retido nas melhores Universidades Públicas, tem que ser disseminado, gratuitamente, para toda a sociedade.

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14/08/2008

Armas do apocalipse
A contaminação das águas, que matará um grande número de pessoas durante os eventos apocalipse, será feita por armas químicas, biológicas ou veneno vindo em um meteoro oriundo de outro planeta ?

Algo me diz que são armas químicas ou biológicas lançadas em foguetes (estrela que cai do céu). Mas o que é interessante observar é que hoje os alvos de mísseis são estradas, pontes, centrais elétricas, indústrias... E aqui no apocalipse os alvos serão os reservatórios de água e as fontes provedoras desse elemento.

No primeiro caso a destruição visa apenas causar danos patrimoniais, enquanto no segundo caso a meta é exterminar a raça humana que depende dessa água. Inegavelmente, no segundo caso a meta é cometer um genocídio humano...

Armas químicas ou biológicas disseminadas na água... Vou me especializar nesse assunto...

As novas armas biológicas
Um relatório da Associação Médica Britânica alerta: indústrias e governos podem explorar os avanços da genômica e da biologia para desenvolver fármacos que provocam colapso dos processos vitais — ou produzem soldados sem medo e sem memória. EUA, Europa e China seriam a vanguarda desta corrida para a morte
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A Associação Médica Britânica (AMB) acaba de publicar um novo relatório sobre o “uso de drogas como armas” [1]. É a terceira publicação da entidade alertando para a militarização da medicina e seu potencial para criar novos artefatos de guerra. Mas até que ponto devemos nos preocupar com o avanço crescente da farmacologia tática?

O assunto esteve em cena pelo menos por quatro décadas. O especialista em armas químicas e biológicas Julian Perry Robinson, do Programa de Harvard-Sussex, relatou experimentos governamentais em seres humanos com as drogas alucinógenas incapacitantes LSD e BZ [2]; o uso de CS no campo de batalha do Vietnã; a pesquisa russa de codinome Bonfire, destinada a transformar os peptídeos humanos regulatórios em armas; o emprego de material químico em interrogatórios; e uma desconcertante linha de produtos psicoquímicos – paralisantes que interrompem a transmissão de impulsos nervosos, produtores de dor, irritantes baseados em componentes encontrados em fontes tão variadas quanto as urtigas (uruxiol) e o sapo comum (bufotenina) [3].

Mas a natureza altamente técnica dessa pesquisa restringiu o debate aos grupos envolvidos na criação de conhecimento organizado sobre armas não-convencionais, como o Comitê Internacional da Cruz Vermelha, o Fórum de Genebra, o Programa Harvard-Sussex e o Pugwash [4]. Enquanto isso, tem havido um interesse militar crescente pelas armas bioquímicas incapacitantes, à medida que o desenvolvimento das ciências da vida vem criando novas possibilidades. Essa pesquisa se acelerou depois do onze de setembro, com a liberação de recursos substanciais direcionados a tecnologias e armas que possam ser utilizadas em conflitos assimétricos, nos quais aliados e inimigos estão eventualmente misturados ou são indistinguíveis.

Revolução nas neurociências permite tratar doenças incuráveis ou... construir mentes sem medo e memória.

A revolução que está ocorrendo nas neurociências tem clara ligação com o relatório da AMB. A genômica e a biologia de sistemas estão rompendo as fronteiras entre processos químicos e biológicos, que antes eram vistos como distintos. Agora, as moléculas podem ser reprojetadas racionalmente para afetar processos de biorregulação, como o funcionamento neurológico, cardiovascular etc. No passado, este era um procedimento experimental laborioso, mas agora a maior parte do trabalho pode ser computadorizada, de modo que os compostos bioativos mais promissores são identificados automaticamente, em uma velocidade prodigiosa.

Novos compostos podem ser projetados para agir como mecanismos de liberação que, por si sós, não causam doença. São produzidos rapidamente. E variantes desses novos agentes podem ser exploradas por meio da química combinacional, que se beneficia da alta capacidade de exame por varredura, investigando milhares de ligações potenciais. Enquanto isso, a genômica, a metodologia de microarray (utilizada para investigar a expressão simultânea de um grande número de genes) e a inteligência artificial fornecem previsões de toxicidade, evolução direcionada, proteômica (codificação de proteínas pelos genes), bioinformática e modelagem computadorizada de estruturas receptoras do cérebro.

Ninguém negaria tais facilidades à medicina e à indústria farmacêutica, pois apresentam um incrível potencial para curar doenças humanas e prolongar vidas ativas. Mas esta revolução das neurociências também traz o espectro da iminente militarização da biologia, acompanhado pelo circo de horrores de novos mecanismos para induzir paralisia, de técnicas avançadas de repressão, de tortura em massa, dor e terror.

Este uso perverso das neurociências pode não ficar restrito apenas aos oponentes do Estado. No Iraque, vimos as forças aliadas dos Estados Unidos utilizarem drogas para acentuar o estado de alerta de seus soldados. Em um futuro próximo, de acordo com Wheelis e Dando, poderemos presenciar soldados indo para a ação com agressividade e resistência ao medo, à dor e ao cansaço quimicamente aumentadas. E até mesmo com suas memórias desagradáveis removidas pela farmacologia militar [5].

Após o 11 de setembro, Europa derruba veto à pesquisa de armas capazes de afetar o cérebro.

O relatório da AMB alerta para o fato de que, apesar das proibições das armas químicas e biológicas, os governos “demonstram considerável interesse na possibilidade de usar drogas como armas”. Parte desse interesse vem do desejo insatisfeito pelas assim chamadas “armas não-letais”. Parte decorre da mudança de atitude provocada pelo 11 de setembro. Antes disso, o Comitê de Assuntos Externos, Segurança e Política de Defesa do Parlamento Europeu tinha pedido uma “proibição global de qualquer trabalho de pesquisa e desenvolvimento, militar ou civil, que busque aplicar conhecimentos sobre o funcionamento químico, elétrico, ligado a vibrações sonoras ou outros meios do cérebro humano para o desenvolvimento de armas que possam permitir qualquer forma de manipulação de seres humanos” [6].

Depois do 11 de setembro, emudeceram as inquirições e críticas aos avanços indesejáveis das tecnologias de segurança de Estado nos EUA. Há muito menos pressão política sobre a responsabilidade do complexo de segurança industrial. E, em muitos sentidos, esse complexo está agora criando a agenda política [7]. É claro que tais desdobramentos não estão acontecendo apenas nos EUA e na Europa. A AMB alerta também para a pesquisa chinesa.

Para a organização, o uso militar de drogas levanta questões éticas cruciais, porque elas não são utilizáveis “sem gerar uma significativa mortalidade entre a população-alvo”. A droga que simplesmente tiraria as pessoas momentaneamente de ação, sem risco de morte, “não existe e é improvável que venha a existir em um futuro visível”.

Um caso emblemático e trágico: o uso de fentanil pelas tropas russas, na reação a atentado terrorista.

As preocupações da AMB são múltiplas e universais, estendendo-se, para além da Grã-Bretanha, aos clínicos de toda parte. Elas dizem respeito, especificamente, a: 1.Envolvimento de médicos no planejamento e execução de ataque, usando drogas como armas; 2. Coleta de dados sobre os efeitos das armas em questão; 3. O papel da medicina e do saber médico no desenvolvimento de armas; 4. A dupla responsabilidade dos médicos – de um lado, não prejudicar pessoas; de outro, apoiar a "segurança nacional"; 4. O papel dos médicos no apoio à legislação internacional.

A relevância dessas preocupações veio à tona quando as Forças Especiais Russas utilizaram um anestésico do tipo fentanil para resgatar os reféns do cerco terrorista ao Teatro de Moscou, em 23 de outubro de 2002. Na ocasião, 130 dos 900 reféns morreram, na proporção de um para sete. As chamadas armas não-letais provaram ser letais – na realidade, mais letais do que as usadas em guerra, para as quais a taxa de mortalidade esperada é de um em 16. Este é um resultado importante a ser considerado, pois a participação dos médicos em semelhantes ações militares suscita questões éticas sobre seu papel e ressalvas quanto à adequação de seu treinamento para enfrentar tal tipo de ocorrência. No fim, ficou claro que participação médica foi muito mal-vista.

Há também alegações de que as autoridades, que ainda se recusam a identificar o produto usado, alteraram os certificados de óbito deliberadamente, para respaldar a idéia de que o material era inofensivo. Bem menos discutido foi o número de pessoas deixadas permanentemente inválidas por essa operação. Grupos em defesa das vítimas relataram 174 mortes e casos de invalidez permanente entre os sobreviventes [8]. O grupo também observou a liquidação de todos os tchetchnos suspeitos de terrorismo, reforçando a visão de que esses compostos podem facilitar a execução sumária, substituindo um processo legal.

Hipótese alarmante: potências militares poderiam terceirizar a pesquisa e produção das novas armas.

Os médicos possuem altos padrões para indicar remédios e testes a pacientes. O relatório da AMB identifica uma potencial pressão futura dos fabricantes de armas sobre a indústria farmacêutica, com o objetivo de baixar esses padrões. Há repercussões de um alerta, publicado no Le Monde Diplomatique, em 2003, pela professora Chantal Bismuth e o coronel Patrick Barriot, de que as armas químicas de amanhã possam vir a ser encontradas nos catálogos de medicamentos [9].

A AMB cita um estudo do Centro de Pesquisa Aplicada da Faculdade de Medicina da Universidade de Pennsylvania que pede à indústria farmacêutica para levar em conta as milhares de drogas descartadas ou deixadas em prateleiras sem pesquisa concluída, devido a efeitos colaterais indesejados. O mesmo estudo identifica vários “produtos farmacêuticos órfãos”, com nove tipos diferentes de sistemas como neurotransmissor/receptor e outras classes de compostos, inclusive convulsivantes [10].

O que aconteceria se alguns países decidissem que tais armas químicas não precisam de testes clínicos? E, se esses testes forem realizados, como investigações em idosos, doentes e crianças poderiam ser permitidas por um comitê de ética médica? Uma preocupação de peso é que tal tipo de pesquisa possa ser “terceirizado” para um país onde dinheiro e capital político sejam mais importantes do que a ética médica. Trata-se de um ponto importante. Uma vez que a relutância em usar armas bioquímicas perigosas no contra-terrorismo ou na contra-insurgência tenha sido quebrada, é possível antever uma rápida evolução de novas variantes, com ampla gama de indução de efeitos de imobilização e dor. E o cenário de pesadelo de armas seletivas por etnia já foi apontado pela AMB, que lançou um grande alerta para o fato de estar em curso uma corrida às armas de avental branco. [11].

Sabe-se que pesquisadores militares estão estudando as propriedades da endotelina – uma cadeia de 21 aminoácidos, similar em estrutura a certos venenos de cobra – e toda uma nova classe de biorreguladores, com efeitos potenciais sobre o sistema circulatório. Entre outros compostos em análise, está a chamada “substância P”, uma taquiquinina que pode provocar intensa broncoconstrição.
Em paralelo às drogas, surgem armas para transportá-las: bombas dispersoras, pistolas, micro-cápsulas...

Outros riscos em discussão referem-se a compostos bioquímicos que podem induzir doenças de aparecimento tardio, como o câncer do fígado, favorecendo atos de genocídio retardados por talvez vinte anos. De igual importância neste debate é o fato de que, além de as drogas serem pesquisadas para se tornarem armas, novas armas estão sendo projetadas para transportá-las ao alvo, como seringas voadoras estabilizadas, bombas para a dispersão de grandes quantidades de produtos químicos, pistolas de paintball modificadas, micro-cápsulas que soltam o produto químico quando pisadas, veículos não-tripulados etc. O caso mais recente é o acordo comercial entre as companhias norte-americanas Taser, fabricante de pistolas que dão eletrochoques, e a iRobot, fabricante de veículos de guerra não-tripulados para exploração de terreno [12]. É só uma questão de tempo para que os novos modelos desses veículos incorporem pistolas para lançar armas químicas e que estas armas tenham opções algorítmicas autônomas.

A AMB enfatiza corretamente suas preocupações legais por três razões. As normas legais internacionais que protegem a humanidade de veneno e da disseminação deliberada de doença, adotadas depois de décadas de negociação, correm o risco de ser enfraquecidas. A disponibilidade ampla, mas responsável, de drogas com potencial emprego militar inevitavelmente resultaria na chegada delas às mãos de agentes, estatais ou não, para os quais a mortalidade no meio da população-alvo não teria importância. Usar as drogas existentes como armas, com conhecimento de causa, significa subir ao topo de uma ladeira escorregadia, no fim da qual está o espectro da militarização da biologia, que poderia trazer a manipulação intencional das emoções, memória, resposta imunológica e até a fertilidade das pessoas.

E o horror continua. O Sunshine Project, dos Estados Unidos, revelou documentação de uma pesquisa norte-americana orientada para utilizar a mudança de orientação sexual como tática de luta [13]. Como o mundo reagirá se um Estado militarizado decidir alterar a química do cérebro feminino, para produzir civis hormonalmente receptivas ao estupro militar em massa?

O papel decisivo da Convenção de Armas Químicas, que deverá ser revista em 2008.

A visão comum é que, se todas as armas químicas e biológicas são proibidas pelas convenções internacionais, então não há problema, Porém, mesmo aqui, existe uma brecha: a Convenção de Armas Químicas (CAQ), no artigo II(9)d, permite uma exceção para o controle de conflitos internos. Isso era visto, essencialmente, como autorização do uso de armas químicas policiais destinadas ao controle de multidões (como o gás lacrimogênio, por exemplo) e do uso de injeção letal destinada à execução legal. Contudo, o emprego de produtos incapacitantes como armas contra o terrorismo abriu uma significativa janela. A questão agora é saber que tipos de compostos, além do gás lacrimogênio padrão, são permitidos em ações de manutenção da paz. Essa brecha enfraquece potencialmente a Convenção de Armas Químicas [14].

De acordo com o professor Malcolm Dando, da Escola de Estudos para a Paz da Bradford University: “A melhor solução para as dificuldades com o artigo II.9(d) seria os Estados signatários concordarem que não existe permissão para o uso de produtos químicos além dos produtos-padrão para o controle de distúrbios. Contudo, se isso não for possível, os Estados signatários teriam que relatar regularmente quais produtos químicos para esse tipo de ação eles possuem, em que quantidades e com quais os dispositivos de disseminação”.

A Convenção de Armas Químicas vai ser revista em 2008. O relatório da AMB alcançará seu propósito se os negociadores que se encontrarem em Genebra no ano que vem escutarem o alerta de pôr a mão nesse assunto antes que seja tarde demais.

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[1] British Medical Association: “The use of drugs as weapons: the concerns and responsibilities of healthcare professionals”, 2007. Disponível em http://www.bma.org.uk/ap.nsf/Content/drugsasweapons

[2] Benzilato de quinuclidinil, uma droga que pode causar delírio durante dias.

[3] Robinson, Julian Perry: “Disabling Chemical Weapons: A Documentary Chronology of Events, 1945-2003)”, 2004. Documento de trabalho não publicado, Programa de Havard-Sussex.

[4] Em 1955, Bertrand Russel e Joseph_Rotblat criaram, na cidade canadense de Pugwash, uma conferência para trabalhar contra as ameaças de conflitos mundiais.

[5] Wheelis, M. e Dando, M.: “Neurobiology: a case study of the imminent militrarisation of biology”, em International review of the Red Cross, vol.87, no. 859, pp.553-571, 2005.

[6] Parlamento Europeu, Comitê de Assuntos Externos, Segurança e Política de Defesa: Report on the Environment, Security and Foreign Policy (Relatora Mrs. Maj. Britt Theorin), PE 227.710/fin, 14 de janeiro de 1999, p.10.

[7] Para uma excelente análise desta vertente, ver Hayes, B.: “Arming Big Brother: the EU’s security research programme”, TNI/Statewatch, Amsterdam, 2006. http://www.statewatch.org/news/2006/apr/bigbrother.pdf

[8] Burban, L., Gubareva, S., Karpova, T., Karpov, N., Kurbatov, V., Milovidov, D., Finogenov, P.: ‘Investigation Unfinished’, Regional Public Organization for Support of Victims of Terrorist Attacks, Moscou, 2006. Disponível em russo no site: http://www.pravdabeslana.ru/nordost/doklad.zip. Há também uma versão reduzida em inglês (sem apêndices) em: http://www.pravdabeslana.ru/nordost/dokleng.doc-> http://www.pravdabeslana.ru/nordost/dokleng.doc]

[9] Chantal Bismuth e Patrick Barriot, "A falsa retórica da classificação de armas", Le Monde Diplomatique Brasil, maio de 2003

[10] Lakoski, J., Bosseau, M.W., Kenny, JM.: “The advantages and limitations of calmatives for use as a non-lethal technique”, College of Medicine Applied Research Laboratory, Pennsylvania State University, 2000.

[11] Para uma revisão abrangente desses fatos, ver Davison, N., Lewer N.: Research Report no 8, Bradford Non-Lethal Weapons Research Project, 2006.

[12] http://uk.biz.yahoo.com/28062007/290/taser-international-forms-strategic-alliance-irobot.html

[13] http://www.sunshine-project.org/incapacitants/jnlwdpdf/

[14] Para uma análise clara destes temas ver Pearson, A: “Incapacitating bio-chemical weapons: science, technology, and policy for the 21st Century”, Non Proliferation Review, vol. 13, no 2, julho de 2006, pp. 151-179

03/08/2008

Sobre o futuro
Penso que a humanidade ainda não está preparada para evoluir e seguir certos caminhos... Inclusive, a abordagem de certos temas e o desenvolvimento de certas idéias constituem perda de tempo e de esforço. Estamos no século XXI e somos comandados por gente que ainda está com a cabeça no século XVIII. Não adianta tentar ensinar um porco a cantar, pois além de perder o seu tempo, você, certamente, vai incomodar o porco. E quando falamos de certas coisas para certas pessoas estamos tentando ensinar porcos a cantar.

É como o Povo Judeu rumando para a Terra Prometida. Eles estavam no meio do deserto quando os incrédulos e covardes começaram a se manifestar e se rebelaram contra Deus e contra Moisés. Queriam voltar para a escravidão no Egito. E, como punição, foram condenados por Deus a morrerem no deserto. Ficaram quarenta anos andando em círculo, até que todos os incrédulos e covardes estivessem mortos.

A humanidade de hoje é comandada por incrédulos e covardes. Por pessoas contaminadas pelos mal. Pessoas que alimentam a exploração, a exclusão e a opressão dos mais pobres e dos mais fracos. Pessoas que sabem a saída, que conhecem o caminho da justiça, da retidão, do fim das desigualdades, das exclusões, da exploração e opressão. Contudo, preferem seguir o caminho contrário. Preferem seguir o caminho do mal.

Por causa dessas pessoas a humanidade ficará parada, estagnada, vivendo um intensa violência, sofrimento e destruição. Não avançaremos enquanto o mal não for cortado pela raíz, enquanto gente contaminada pelo mal estiver próxima do poder ou dentro dele.

E não pensem que o mal será destruído com a omissão dos justos. Quem se omite também integra o exército do lado sombrio. Também entrarão no chicote. Não é pouca gente. O mal cooptou muito gente, tem muitos adeptos.

Inclusive, lembro de mais textos da Bíblia. Apocalipse 9:
" 13 E tocou o sexto anjo a sua trombeta, e ouvi uma voz que vinha das quatro pontas do altar de ouro, que estava diante de Deus,
14 ver mapa A qual dizia ao sexto anjo, que tinha a trombeta: Solta os quatro anjos, que estão presos junto ao grande rio Eufrates.
15 E foram soltos os quatro anjos, que estavam preparados para a hora, e dia, e mês, e ano, a fim de matarem a terça parte dos homens.
16 E o número dos exércitos dos cavaleiros era de duzentos milhões; e ouvi o número deles.
17 E assim vi os cavalos nesta visão; e os que sobre eles cavalgavam tinham couraças de fogo, e de jacinto, e de enxofre; e as cabeças dos cavalos eram como cabeças de leões; e de suas bocas saía fogo e fumaça e enxofre.
18 Por estes três foi morta a terça parte dos homens, isto é pelo fogo, pela fumaça, e pelo enxofre, que saíam das suas bocas."

Este texto diz que 1/3 da humanidade será morta por quatro anjos que estão presos junto ao Rio Eufrates. É interessante esta idéia de anjos presos e de anjos promovendo a destruição do mal entre os homens. Vejam que a coisa será feita com fogo, fumaça e enxofre... Certamente, fogo, fumaça e enxofre lembram pólvora, explosão, bombas...

Se estes anjos fossem soltos hoje haveria uma matança jamais vista neste planeta, pois, de acordo com o Escritório do Censo dos Estados Unidos, a população mundial atualmente é de 6.527.525.419 habitantes. Imagine 1/3 desse número morto da noite para o dia... Como é que vão qualificar estes anjos: anjos guerrilheiros ou anjos terroristas ? Será que vão usar a Guerra ao Terror para capturar estes anjos e levá-los para Guantánamo ?

Inclusive, em um dos textos abaixo falei da necessidade de se estudar detalhadamente os Profetas e as Profecias. Muitos disseram que eu estava falando besteira. Contudo, os Profetas e suas Profecias tem o poder de movimentar grupos humanos e sociedades por vários milênios a fio. As Profeciais são motivações fundamentais que movimentam os homens. Motivações que se colam na consciência individual, dominando, em seguida, a consciência coletiva.

Mas como disse, vivemos numa época de incredulidade e de banalização do mal...

03/02/2008

O anticristo está entre nós, sempre esteve
Antes de escrever este texto, eu deveria consultar algumas fontes. Deveria consultar os livros sagrados mais antigos e ver qual palavra, ou termo, foi utilizado para "anticristo". Mas como isto não é possível, vou escrever aquilo que está na minha consciência da forma como veio.

O anticristo está entre nós. Sempre esteve. Porém, a nossa cegueira espiritual não permite que o vejamos. Nós estamos considerando que o anticristo é uma pessoa. Um doido qualquer que sai por aí dizendo: "Eu sou o Cristo verdadeiro, etc..." Não só dizendo, mas fazendo milagres e maravilhas. Mas não é.

O anticristo não é um homem só. São muitos homens. E ele não está só. Está acompanhado de muitos falsos profetas. Estamos cercados por eles, completamente cercados. Todo mundo olha para ele. Todo mundo olha maravilhado e se prosta diante dos seus milagres. Jesus perto do anticristo é um perna de pau jogando bola com o Ronaldinho Gaúcho. Leva cada chapéu que nem lhe conto... Ele está bem na nossa frente. E diz claramente que é o anticristo e nós não prestamos atenção nisso. Ele tenta nos convencer que Cristo, Deus, etc, não existe. E faz isto escancaradamente e abertamente... E nós não vemos o anticristo.

Há uma frase que diz: "a maior vitória do Diabo foi convencer o mundo de que ele não existia". Eu aplicaria esta frase ao "anticristo" dizendo: "A maior vitória do anticristo foi convencer o mundo de que Deus não existe". Além disso, eu não falaria em anticristo, eu falaria em antiDeus.

Quem é o anticristo ? A Ciência materialista. A Ciência materialista é o anticristo. Olhem para a Ciência, o que ela prega ? Ela e seus falsos profetas pregam abertamente que Deus não existe. E que eles podem fazer tudo o que Deus, Jesus Cristo fez. Não só podem fazer o Deus fez, como podem fazer melhor. E estão fazendo. Jesus curou o cego. Quantos cegos a Ciência curou ? Jesus fez paralítico andar... Quantos paralíticos a Ciência faz andar ?

Não a Ciência como técnica pura, inanimada, ou exercida por pessoas tementes a Deus. Mas a Ciência como instituição exercida por pessoas materialistas que querem destruir as religiões e Deus. A Ciência não é uma só pessoa. São muitas pessoas. E a Ciência Materialista é o anticristo na Terra.

A Ciência quer substituir Deus imitando tudo o que ele faz. Inclusive, vão ressuscitar os mortos. Já li uma matéria em um jonal dizendo que os Cientistas haviam ressuscitado ratos. (Notícia aqui) É um começo. Se podem ressuscitar ratos, logo poderão ressuscitar pessoas. E a clonagem ? A Ciência pode recriar a vida de um modo diferente de Deus, dizem eles. A Ciência pode construir um homem usando uma célula do pé.

Estávamos esperando um antiristo homem, uma pessoa. Mas não é uma pessoa. É uma instituição que se opõem, abertamente, a Deus e à fé. Não é só um anticristo. É um antiDeus. Não é inimigo só do cristianismo. É inimigo de todas as religiões. Como esperávamos uma pessoa, não prestamos atenção naquilo que a instituição Ciência Materialista diz e faz ao nosso redor. Entraram na nossa casa, cooptaram as nossas famílias e os nossos filhos. E nós nos rendemos aos milagres e às maravilhas que a Ciência faz. Faz cego enxergar, paralítico andar, surdo ouvir, cura doenças, etc. E, muitas vezes, deixamos Deus de lado para ouvir um cientista especialista. O pó do cientista faz mais efeito...

Não só isto, os cientistas ateus vão mais longe. Apagam as evidências de Deus que surgem nas Teorias e nos laboratórios. Chamam de método científico. Deveriam chamar de método para assassinar Deus. A razão é simples, se a Ciência é a base de tudo e a Ciência nega Deus, a divindade deixa de existir, é completamente suprimida, enterrada e esquecida. Logo, o anticristo vence. Vence pela falta de fé... Vence pela incredulidade... O pó da Ciência faz mais efeito do que a oração.

E as profecias ? Todo mundo olha para as profecias e pensam: "Conversas... Conversas para boi dormir". Eu não me surpreenderia nem um pouco se, de repente, descobríssemos que tem gente apagando as evidências de cumprimento das profecias. As profecias são um método eficaz para confirmar a existência de Deus. Se desacreditarem as profecias, tornando-as meras histórias para contar, reduzem drasticamente o poder de Deus sobre os homens e sobre a Terra. Logo, mais uma vitória da Ciência. Mais uma vitória do antiDeus.

Números... Quem é que adora números ? E transforma tudo em números, gráficos e estatísticas ? Inegavelmente, a Ciência e seu método científico. Logo, tudo indica que o tal 666 será encontrado em algum lugar na Ciência. E o número na testa ou na mão será um número de controle de alguma experiência científica, teste de vacina ou de contaminação. Somente pode comprar ou vender quem for vacinado, ou não foi contaminado. E só saberemos isto se a pessoa tiver um chip com um número implantado em alguma parte do corpo...

Além disso, através desse número liga-se o anticristo com a compra e venda. Uma ligação perfeita entre a Ciência Materialista e a Economia (outra coisa materialista que domina os homens e não hesita nem um pouco em exterminar seres humanos).

É interessante observar que a Ciência Materialista está assentada ao lado de muitos governantes, aconselhando-os, ajudando-os a dirigir as nações e a exterminar pessoas, seres humanos: campos de concentração, câmaras de gás, coletivização dos campos, lavagem cerebral, etc. E é a Ciência que lhes dá grande poder: bombas-atômicas, aviões supersônicos, mísseis balísticos, armas químicas, armas biológicas... Releia o Apocalipse olhando para a Ciência Materialista. Você verá tudo o que eu estou vendo...

Portanto, qual seria a recomendação ? Vamos destruir a Ciência ? A resposta é não. O anticristo é uma fase do apocalipse. E esta fase tem que acontecer. A função do anticristo é enganar, é matar Deus, assumindo, em seguida, o seu lugar. O anticristo quer ser adorado como Deus, ele quer ser Deus. Ele está tentando, e conseguindo, substituir Deus na Terra. E o que temos que fazer é não lhe dar nenhum poder e nem adorá-lo como Deus.

Deus está acima de todas as coisas e a Ciência é só uma técnica. O anticristo não vencerá. Portanto, por mais que faça milagres, cure, etc, a Ciência continua sendo uma técnica, uma técnica que está sendo usada pela besta e pelos falsos profetas para enganar. Por isso, quando lhe disserem que Deus não existe, que a Ciência pode tudo e faz tudo, etc, lembre-se que é o anticristo ou um falso profeta falando.

É preciso pedir a Deus muito entendimento e sabedoria. Precisamos estar atento às coisas que a Ciência está pedindo aos governantes e está querendo fazer na sociedade: células-tronco, clonagem, etc... A Ciência quer dominar e controlar tudo, todos os homens, todas as coisas. Ela não respeita a Vida, pois é inimiga de Deus e de sua criação. Por isso, extermina os homens como se fossem baratas... E quanto maior é o domínio da Ciência e do materialismo, menor é o domínio de Deus e maior é a matança de seres humanos, não respeitam a Vida, não respeitam as Consciências, não respeitam as diferenças: nazismo, stalinismo, maoísmo, etc...

A Ciência é uma técnica. Uma técnica que deve estar assentada na Consciência e não na razão pura. A Ciência fundada na razão pura é a Ciência Materialista que não respeita Deus e não respeita o Homem. Por isso, a Ciência Materialista é o instrumento ideal para a besta e para o falso profeta. Por isso, a Ciência Materialista é o anticristo.

Já a Ciência fundada na Consciência aproxima o Homem de Deus. É uma Ciência que não trabalha para destruir Deus, para destruir as religiões, para destruir o Homem. É uma Ciência que trabalha com entendimento e sabedoria divina. Por isso, respeita as diferenças, respeita o Criador e sua Criação. E será a Ciência do Novo Céu e da Nova Terra.

A Ciência Materialista nos corrompe e mata. A religião fanática nos escraviza. A Consciência, a chama divina que há em cada um de nós, nos aproxima de Deus, o criador de todas as coisas. Por isso, a Ciência deve estar fundada na Consciência e não na razão pura.

Diz o Apocalipse:
3 Também vi uma de suas cabeças como se fora ferida de morte, mas a sua ferida mortal foi curada. Toda a terra se maravilhou, seguindo a besta,
4 e adoraram o dragão, porque deu à besta a sua autoridade; e adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? quem poderá batalhar contra ela?
5 Foi-lhe dada uma boca que proferia arrogâncias e blasfêmias; e deu-se-lhe autoridade para atuar por quarenta e dois meses.
6 E abriu a boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar do seu nome e do seu tabernáculo e dos que habitam no céu.
7 Também lhe foi permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se-lhe autoridade sobre toda tribo, e povo, e língua e nação.
8 E adorá-la-ão todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo.
9 Se alguém tem ouvidos, ouça.
10 Se alguém leva em cativeiro, em cativeiro irá; se alguém matar à espada, necessário é que à espada seja morto. Aqui está a perseverança e a fé dos santos.

01/02/2008

Só me faltava esta...
Depois dessa, como gostam de me culpar por aí, só falta me acusarem de ter promovido o apocalipse, ou seja, ter acelerado o fim do mundo... 

Contudo, eu não me arrependo e não volto atrás.  A Teoria da Consciência Liberdade faz a Humanidade avançar. E o apocalipse faz parte do percurso. Não há como fugir. Para se chegar ao novo Céu e à nova Terra é necessário que o velho Céu e a velha Terra não existam mais.
Há um propósito em minha vida e ele será cumprindo até o fim. 
 
Seja no papel de João Batista, seja no papel de Judas Escariotes. É isto que diz a minha Consciência. 
Para que uns se salvem, outros terão que se sacrificar. E eu sempre estou no lado do sacrifício.
Enfim, preciso consultar os religiosos sobre estas questões.

Só falta jogarem água benta na minha pessoa...

Estou paralisado...
Eu estava escrevendo a Teoria da Consciência e Liberdade para explicar a escravidão totalitária e preveni-la. Não havia uma razão religiosa nesta Teoria. Como eu já disse, eu sempre fugi de religião e das interpretações que fazem das religiões. Porém, Deus sempre está comigo, assim como está com todos que tem fé Nele.

Então surgiu um elemento religioso na Teoria. Um elemento religioso fortíssimo que pode precipitar uma série de eventos e fazer cumprir profecias em várias religiões.

A consciência pode unir todos os seres humanos. È o que há de comum entre os Homens. A Consciência movimenta energia. E Deus é energia Consciente. Pela Consciência o Homem se aproxima de Deus. Através da Consciência, Deus se manifesta entre os Homens, assume um corpo material ou inspira seus Profetas. A energia da consciência é a chama divina que Deus deu aos Homens. É o que há de divino no Homem. Vida, todos os animais têm. Consciência, só os seres feito à imagem e semelhança de Deus.

O mecanismo da consciência e Deus como energia consciente explica tudo em todas as religiões. Logo, pode unir tudo. E este "unir tudo" é que pode precipitar as profecias messiânicas que existem na maioria das religiões...

Porém, eu não estava atento às conseqüencias desse aspecto religioso. Estava escrevendo as coisas como elas são produzidas/sugeridas em minha Consciência. E, inegavelmente, empolgado com tudo, pois as coisas, os aspectos da Teoria, se mostram de uma forma tão lógica e evidente que a grande pergunta que eu fazia era: como não viram isto antes ? Por que não escreveram isto antes ?

Contudo, a resposta sempre estava em minha consciência: "Para tudo há um tempo determinado. E há um tempo para todo propósito embaixo do Céu." Há algo escapando à minha percepção. Ouvia certas frases, certas referências... Enfim, resumindo a história toda, se a minha Teoria vai ajudar a precipitar o apocalipse, quero saber de todos os detalhes e de todas as versões...

Portanto, quero saber de tudo... de todas as profeciais que falam de um Messias, que falam do fim dos tempos, da união das religiões, etc...Poderíamos começar pela Cabala e pelos Rabinos Hassídicos, pela profecia do Retorno do "Imame Mahdi", sobre o anticristo, etc.

O que eu sei, até agora, sobre o assunto é o que li na Bíblia e o que li em:

1- http://www.espada.eti.br/n2108.asp

2- http://www.espada.eti.br/rv133.asp

3- http://www.espada.eti.br/n1516.asp

Que Deus me dê entendimento e sabedoria para saber diferenciar o joio do trigo...