Democratizar o conhecimento e socializar os saberes como ferramenta para transformação social e econômica. Democratizar e socializar para reduzir as desigualdades regionais. Democratizar e socializar para dar oportunidades. Democratizar e socializar para dar esperanças e certezas de um futuro melhor. O poder transformador do conhecimento, monopolizado e retido nas melhores Universidades Públicas, tem que ser disseminado, gratuitamente, para toda a sociedade.
06/02/2008
Postado por Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva às quarta-feira, fevereiro 06, 2008
Marcadores: ação, Conhecimento, iniciativa, planejamento, Poder
17/01/2008
Aqueles que querem impedir o acesso da sociedade ao conhecimento e aos saberes, que foram produzidos ao longo da história humana, não são pessoas comuns, não são iguais aos demais. São agentes do mal. São pessoas nocivas para o gênero humano, nocivas para a evolução cultural, nocivas para a humanidade.
Não há diferença entre estas pessoas e os nazistas. Os nazistas exterminavam o corpo. Estes indivíduos querem exterminar o intelecto, a razão, a capacidade de pensar da maioria da população. Fazem isto criando travas e barreiras para impedir a maioria da população de acessar o conhecimento e os saberes. Só eles e os grupos deles podem usufruir do legado das gerações anteriores, só eles podem beber da fonte que é pública e que pertence a todos. São ladrões da coisa pública. Estão se apropriando do conhecimento e dos saberes que é uma construção coletiva.
Não podemos aceitar isto, pois eles querem implantar, definitivamente, na sociedade a seleção econômica. Na seleção biológica somente o mais forte evolui. Não existe isto na evolução cultural. Porém, os grupos dominantes querem inserir uma regra de seleção cultural, ou seja, na evolução cultural, querem eles, somente o mais rico evolui. Só o mais rico faz os melhores cursos, as melhores faculdades, idiomas, especialização, pós-graduação, etc. Os mais pobres existem para serem bucha de canhão.
Com isto eles dominam as principais funções do Estado. As funções decisória e de poder: executivo, legislativo e judiciário... A maioria da população está excluída dos cargos que exigem curso superior. Estes cargos estão todos nas mãos dos grupos dominantes, da classe média para cima. Eles controlam a burocracia e, com isto, paralisam e travam quaisquer mudanças sociais relevantes. A estrutura pervera de dominação e controle se perpetua e se reproduz. Esta estrutura de poder tem que ser quebrada, arrebentada, destruída.
Só acessa o conhecimento e os saberes quem tem poder aquisitivo, poder econômico. Os demais, aqueles que não tem, devem viver na escuridão e na ignorância do saber. Devem estar abaixo da linha do poder e fora da burocracia. Os de baixo devem continuar embaixo. Esta é uma das vertentes da dominação nas sociedades atuais.
Postado por Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva às quinta-feira, janeiro 17, 2008
Marcadores: Conhecimento, controle, Dominação, Evolução, saber
15/01/2008
Contudo, com a modernidade, ficou fácil, muito fácil, disseminar a informação e os conhecimentos. A mídia dominante se dividiu em várias mídias dominantes. Agora são várias versões e muitas mentiras. Mas, a modernidade trouxe também a internet e a possibilidade dos indivíduos confrontarem as versões contadas pelo poder dominante, investigar os fatos e descobrir as mentiras.
Porém, para fazer esta busca da verdade, via internet, é preciso ter uma base educacional forte. É preciso ter conhecimentos e informações relevantes, assim como saber investigar e buscar dados significativos na internet. Se todos os internautas fizerem isto, o poder da classe dominante se dissolverá, pois a verdade dissolve todo poder baseado em mentiras.
Os grupos dominantes não querem isto. Eles não querem que as pessoas saibam, que as pessoas aprendam, que as pessoas se eduquem ou pensem criticamente. Por isso, boicotam os projetos que visam disseminar a educação pública gratuita via internet, paralisam projetos que dêem conteúdos relevantes e significativos para as pessoas pensarem, qualificarem-se e reciclarem a própria formação e a visão de mundo.
Não só isto, os grupos dominantes enchem a internet com lixo e coisas insignificantes para distrairem as pessoas daquilo que é mais importante para elas: a educação, a confrontação de informações e conhecimentos, a busca do saber.
Uma pessoa pode ficar o dia todo na internet e, ao final do dia, descobrir que não aprendeu nada, pois só viu pornografia, só leu fofoca nos jornais e só conversou no orkut ou no msn. E isto pode se repetir por dias, meses e anos a fio. A alienação, com a internet, poderá crescer exponencialmente. E quanto mais alienação, maior é a dominação, pois o poder dos grupos dominantes advém da ignorância das pessoas.
Além disso, há a desculpa de que coisas relevantes (cursos, informações, etc) disponíveis, atualmente, na internet são pagos. Tem que comprar a mercadoria informação e conhecimento que os grupos dominantes vendem na rede. Logo, a exclusão econômica impõem a exclusão intelectual. Isto também se aplica na internet.
A saída para isto é a democratização dos conhecimentos e a socialização dos saberes e das culturas. A lógica da dominação, baseada em mentiras e na ignorância das pessoas, está chegando ao fim. Contudo, precisamos estar alertas para os novos truques da classe dominante que visa distrair as pessoas e roubar-lhes o tempo com diversões insignificantes. Precisamos impedir a disseminação da alienação, promovida pelos grupos dominantes, na internet.
Postado por Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva às terça-feira, janeiro 15, 2008
Marcadores: alienação, Conhecimento, Grupos Dominantes, ignorância, informação, internet, Poder
14/01/2008
Além disso, há muita inveja no ar. As coisas que eu escrevo, as idéias e os projetos que estou fazendo, estão gerando muita inveja e ambição ao meu redor. E isto me afeta violentamente. Não só isto, esta inveja e ambição fazem com que as pessoas atuem, trabalhem descaradamente, principalmente os burocratas, contra as idéias e os projetos.
Quando olham e vêem o nome "Leonildo" mandam arquivar. Como a minha consciência está alinhada com o interesse público e meus projetos visam beneficiar a maioria da população, principalmente os de baixo, quando eles paralisam e sabotam o que eu estou fazendo, eles paralisam e sabotam o interesse público, a vontade da maioria, o interesse social.
Democratizar o conhecimento e socializar os saberes, a cultura, etc, não beneficia a classe dominante. Os grupos dominantes não precisam disso, pois não são excluídos. Eles tema cesso a tudo. Quem ganhará com estes projetos são os excluídos, aqueles que não tem acesso a nada.
Não tem acesso porque os grupos dominantes transformaram os conhecimentos, os saberes e a cultura em mercadorias, em coisas vendidas no mercado, logo, só tem acesso a elas, a estas mercadorias, quem tem poder aquisitivo. Eles ligaram a evolução intelectual ao poder econômico. Criaram uma barreira contra a evolução.
Vejam que na natureza somente o mais forte sobrevive. E os grupos dominantes querem inserir na evolução cultural que, na sociedade, somente quem tem poder econômico pode evoluir. Como a maioria da população não tem poder aquisitivo, a exclusão econômica determina e dissemina a exclusão intelectual e paralisa a evolução cultural. É, sem dúvida nenhuma, uma ação dos grupos dominantes contra a natureza, principalmente, contra a natureza humana.
Essa sequência de dominação tem que ser quebrada. Todas as pessoas possuem o direito de evoluir, adquirindo livremente, sem nenhum empecilho econômico ou de qualquer natureza, os conhecimentos, os saberes e a cultura. O acesso tem que ser aberto.
Portanto, o acesso ao conhecimento, aos saberes e à cultura é um direito humano fundamental. Não se pode impedir uma pessoa de crescer fisicamente. Da mesma forma é inconcebível, intolerável e desumano impedir ou restringir o crescimento intelectual de uma pessoa. A evolução cultural da humanidade depende do compartilhamento gratuito de idéias, conhecimentos e saberes.
Postado por Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva às segunda-feira, janeiro 14, 2008
Marcadores: Conhecimento, idéias, leonildo, Projetos
05/01/2008
São tantas perguntas... tantas indagações... Porém, existem respostas. É só parar e refletir um pouco, ou seja, é só botar os processos mentais (pensamentos) para funcionar. Além disso, eu estou na frente, muito na frente, dos pensadores antigos, pois tenho, ao meu dispor, tudo o que eles fizeram, mais todos os estudos recentes da biologia, da genética e das demais ciências modernas... mais internet, etc.
Certamente, tudo isto não significa muita coisa se você não possuir uma intensa capacidade de imaginação para relacionar e conectar tudo. Inclusive, os pensadores antigos fizeram o que fizeram apenas com a capacidade de imaginação que possuíam... A imaginação é o sistema de simulação da consciência. Logo, é um processo mental.
Postado por Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva às sábado, janeiro 05, 2008
Marcadores: Conhecimento, Consciência, imaginação, informação
03/01/2008
Pense nisto e você começará a ver a matrix. A matrix foi colocada diante dos seus olhos para torná-lo um escravo, para torná-lo um operário que vende sua força em uma fábrica. É isto mesmo ? Você é uma pilha. No filme as pessoas ficavam paradas gerando energia para as máquinas. No mundo atual você tem que ir até uma fábrica gerar energia (trabalhar) para produzir coisas. É a exploração da sua força de trabalho que produz as mercadorias do capitalismo...
E o conhecimento/saberes pode te libertar desta escravidão. Mas se você for liberto da escravidão, se você adquirir conhecimentos e saberes, onde é que ele irão encontrar mão-de-obra barata ? Por isso, não querem que você adquira conhecimentos e saberes. Por isso, querem manter a maioria da população com níveis mínimo de educação e escolaridade.
Postado por Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva às quinta-feira, janeiro 03, 2008
Marcadores: Conhecimento, Democratização, matrix, Saberes
Também iremos para as Universidades Públicas Federais. Queremos gravar e disponibilizar gratuitamente na internet os melhores cursos das Universidades Federais.
Além disso, todos os cursos, todos os textos, todas as aulas, todos os videos, etc, terão uma versão, ou legenda, em espanhol. Esta será a contribuição do Instituto OCW Br@sil para a integração social, cultural e educacional da América Latina.
O Presidente Lula tem que acelerar a criação da Universidade Latino Americana. Eu tenho algumas idéias para transformar esta Nova Universidade em Universidade da Integração.
Postado por Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva às quinta-feira, janeiro 03, 2008
Marcadores: Conhecimento, Democratização, OCW Brasil, Projeto OCW USP
08/12/2007
Mesmo assim, alguns dos problemas fundamentais identificados por Marx em uma economia capitalista ainda estão presentes no capitalismo - como sua tendência a gerar depressões ou crises econômicas.
Precisamos restabelecer nosso controle sobre os processos econômicos que chegam a nos controlar mais do que nós os controlamos.
Um dos principais caminhos para se conseguir ampliar esse controle, propõe Habermas, é por meio do renascimento do que ele chama de "esfera pública". A esfera pública é essencialmente a estrutura da democracia. Os procedimentos democráticos ortodoxos que envolvem Parlamentos e partidos, afirma Habermas, não nos fornecem uma base suficiente para a tomada de decisões coletivas.
Podemos renovar a esfera pública por meio da reforma de procedimentos democráticos e do envolvimento mais consistente dos organismos comunitários e dos grupos locais.
A mídia moderna das comunicações de fato traz alguns dos resultados observados por Baudrillard e outros. Todavia, ela também pode contribuir de modo fundamental para a promoção da democracia. Onde a televisão e os jornais, por exemplo, estiverem dominados pelos interesses comerciais, esses veículos não servirão como um foco para a discussão democrática.
Porém, o sistema público de rádio e televisão, ao lado da internet, oferece muitas possibilidades para a abertura de diálogo e de discussões.
Postado por Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva às sábado, dezembro 08, 2007
Marcadores: Anthony Giddens, Conhecimento, Democracia, espaço, Interesse Público, Sociologia
27/11/2007
O seminário também visa preparar a contribuição dos pensadores brasileiros ao Fórum Social Mundial (FSM), que, com o tema Ciência e Democracia, ocorrerá em Belém, em 2009. O FSM é organizado, desde 2001, por movimentos sociais com objetivo de ressaltar a diversidade e buscar alternativas para questões sociais.
Pablo Mariconda, professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e um organizador de uma das mesas de discussão, resume o objetivo do evento: "discutir algumas das questões cruciais para a relação ciência e sociedade. Dessa forma, discutiremos quatro tópicos: sementes, medicamentos, tecnologias de informação e universidade pública".
O professor Sérgio Amadeu da Silveira, da Faculdade Cásper Líbero, que é e um dos palestrantes do evento, afirma que “as discussões de um ritmo científico adequado ao mundo dependem de fatores, como a propriedade intelectual e a autonomia do conhecimento, e a autonomia está intimamente relacionada com democracia”.
A ciência, segundo ele, sempre cresceu pelo compartilhamento das informações, e não pelo bloqueio. “Estamos sob um ataque. A rede cresceu mais do que os grandes grupos previram. Hoje querem restringir o uso”, lembra o professor, que também recorda o recente episódio de acordo do governo francês com os provedores de internet para barrar o compartilhamento de músicas.
A idéia é corroborada por Mariconda, que explica que "a única maneira em que se pode ter esperança de algum controle social sobre a ciência, é mediante o controle democrático das decisões concernentes a implementação dos produtos e resultados científicos e tecnológicos".
Silveira diz que “nunca se teve tanta capacidade de compartilhar conhecimento e informações, mas os grandes grupos internacionais bloqueiam a internet para manter os fluxos de riqueza”. Uma das formas de manter os lucros, segundo o professor, é a negação de acesso às informações, como ocorre com as patentes e copyrights.
A relação com o FSM mora, para o professor da Cásper, na similaridade das metas, já que os movimentos que participam do Fórum querem uma outra globalização, a autonomia do saber. “A liberdade depende do conhecimento. Não queremos ser meros consumidores dos produtos dos países do primeiro mundo”, fala Silveira.
Para a discussão na USP, estarão presentes, além dos professores da Universidade, membros de outras instituições de ensino do país e do exterior, como José Luís Garcia, da Universidade de Lisboa, e Terry Schinn, do Maison des Sciences de l’Homme, da França.
Serviço:
Veja a programação completa:
Postado por Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva às terça-feira, novembro 27, 2007
Marcadores: capitalismo, Conhecimento, Democracia, Forum social mundial
14/10/2007
Links que possuem livros, textos e apostilas sobre diversos assuntos, incluindo psicologia, literatura, sociologia, história, idiomas, concursos públicos e exame da OAB, etc. Materiais essenciais para quem estuda:
Arquivo de Apostilas p/ concursos e exame da OAB
Arquivo de livros e textos
Arquivo: Idiomas
Arquivo: Livros e outros textos didáticos (Castell, Durkheim, Capra, Arendt, etc)
Outras coisas inteligentes no meu site (Notícias de uma Guerra Particular, Muito Além doCidadão Kane, etc):
Podem repassar esse email para todas as pessoas que conhecerem ou necessitarem de materiais desse tipo.
Você recebeu de graça, portanto, redistribua de graça. Isso é fraternidade. E Fraternidade é a marca do século XXI.
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Além disso, eu quero falar outra coisa. A Revolução Francesa firmou na História o lema: "Liberdade, Igualdade e Fraternidade". Lema que foi dividido e se converteu em uma bandeira de luta. Um lema e três lutas: uma por liberdade, outra por igualdade e a terceira por fraternidade. Lutas contínuas que avançam de conquista em conquista. Não apenas para conquistar mais liberdade, mais igualdade e mais fraternidade, mas principalmente para se manter aquilo que se conquistou.
A primeira luta foi por liberdade. Ela não começou com a Revolução Francesa, pois essa luta sempre existiu na História Humana, mas foi nessa Revolução que ela apareceu com mais força, intensificando-se no século XIX. Inclusive podemos dizer que o século XIX foi o século de luta pela liberdade do homem e dos cidadãos, luta pelos Direitos Humanos, luta contra a opressão e tirania do Estado.
A segunda luta foi por igualdade. Essa luta também não começou na Revolução Francesa, pois ela sempre esteve presente na História Humana desde a antiguidade. Contudo, foi na França que ela se transformou em uma bandeira das classes sociais, intensificando-se exponencialmente no século XX. Assim, o século XX foi o século de luta pela igualdade entre os homens. Luta pelos direitos sociais. Época das revoluções comunistas.
A terceira luta é por fraternidade. E será travada agora, no século XXI. E as primeiras batalhas já podem ser percebidas, por exemplo, a questão da quebra de patentes dos medicamentos anti-aids, o software livre, You Tube, Wikipédia, os movimentos de Seattle, a explosão das ONGs, os Fóruns Sociais. Todos esses movimentos são traspassados por um fio comum que é a luta por fraternidade entre os homens. A lógica do lucro está sendo quebrada, a humanidade está se sobrepondo à mercadoria e ao preço. Você cobraria por um medicamento anti-aids que salvaria a vida de seu irmão ? Você cobraria direitos autorais e propriedade intelectual de um produto ou serviço que é essencial para o crescimento e para a evolução de seu irmão ?
A resposta é única: não. Não cobra porque entre você e seu irmão há uma ligação fraternal estabelecida pelo elo familiar. Essa ligação fraternal, de repente, saiu do âmbito da família e está contaminando a humanidade. Basta olhar para o Movimento anti-globalização, para os Fóruns Sociais, para as ONGs sérias e compromissadas com a Justiça Social, Direitos Humanos, etc. O mundo está mudando e tomando uma nova direção.
Postado por Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva às domingo, outubro 14, 2007
Marcadores: Conhecimento, Fraternidade, Gratuito, Século XXI
05/08/2007
O acesso gratuito e aberto ao conhecimento e aos saberes gera desenvolvimento, produz inovações e reduz as desigualdades. Isso porque o conhecimento é uma ferramenta para solução de problemas e transformação social. Se todas as pessoas tiverem essa ferramenta, os problemas serão atacados de todas as formas, possíveis e impossíveis, e em todos os seus ângulos, conhecidos ou desconhecidos.
Soluções que alguns não vêem, outros verão. Perspectivas que alguns não têm, outros terão. E o problema será visto de baixo, de cima, de lado, de dentro, de fora e até da quarta dimensão. Com isso, novos caminhos serão abertos e novas estratégias encontradas. Quanto mais pessoas tiverem acesso ao conhecimento, mais rápido caminharemos para o desenvolvimento e mais soluções eficientes e inovadoras encontraremos.
Por isso, as três ações fundamentais que marcarão o século XXI serão: compartilhar, democratizar e socializar. O sucesso das redes P2P, do You Tube, da Wikipedia, etc derivam dessas ações.
Hoje, no Brasil, poucas pessoas têm acesso ao conhecimento. Poucas pessoas têm poucas visões, encontram poucas soluções, geram pouco desenvolvimento e produzem poucas inovações. Portanto, o monopólio e a retenção do conhecimento e dos saberes, dentro das Universidades Públicas, são fatores inibidores do crescimento econômico e do desenvolvimento social.
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Navegar na internet é um hábito muito mais difundido entre os brasileiros do que se imaginava, segundo pesquisa Datafolha, encomendada pela agência de propaganda F/Nazca Saatchi & Saatchi. O levantamento indica que 49 milhões de pessoas, 39% da população com 16 anos ou mais, costumam acessar a rede.
39% da população acima de 16 anos acessam a web e 42% publicam conteúdo próprio; internet deixou de ser coisa de rico e democratizou a informação, avalia agência de publicidade que encomendou pesquisa.
O diretor de planejamento da F/Nazca, Fernand Alphen, afirma que os dados indicam que a internet não é mais “coisa de rico”: “Ela tem alta penetração nas classes C, D e E”. Por isso, Alphen considera que a rede contribui muito para a democratização do acesso à informação. “Quanto mais periférica é a população, mais a internet aparece como uma solução de inserção social, de acesso ao entretenimento e à informação, porque é um meio muito barato”, diz.
(Jornal Destake – 31/07/07)
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A proporção de pessoas que acessaram a Internet na população dos estudantes foi de 35,9%. Somente no Distrito Federal 57,5% e em São Paulo 51,2%, ou seja, mais da metade dos estudantes acessavam a Internet. 76,2% das pessoas com 15 anos ou mais de estudo acessavam a Internet.
Na população dos estudantes usuários da Internet, a proporção dos que a utilizaram para educação e aprendizado foi destacadamente a mais elevada (90,2%), vindo depois, mais distanciadas, as dos que a acessaram para comunicação com outras pessoas (69,7%) e atividades de lazer (65,5%). A proporção dos estudantes que a acessaram para a leitura de jornais e revistas alcançou 40,7% e as referentes às demais finalidades ficaram abaixo de 20%..
O percentual de pessoas que utilizaram a Internet no grupamento formado pelos profissionais das ciências e das artes alcançou 72,8%, situando-se no patamar mais alto. Em seguida, vieram os dos grupamentos dos trabalhadores dos serviços administrativos (59,3%) e dos dirigentes em geral (58,0%) e, depois, os dos membros das forças armadas e auxiliares (52,9%) e dos técnicos de nível médio (51,9%).
No contingente dos usuários da Internet que não eram estudantes, o maior percentual foi o das pessoas que acessaram a esta rede para comunicação com outras pessoas (67,8%), vindo, em seguida, os indivíduos que a utilizaram para educação e aprendizado (57,5%), leitura de jornais e revistas (51,7%) e atividades de lazer 45,7%.
Esse indicador atingiu 47,3% no grupamento da administração pública, 47,5% no da educação, saúde e serviços sociais e 57,9% no das outras atividades (intermediação financeira, seguros, previdência privada, atividades de informática, pesquisa e desenvolvimento etc.).
O contingente formado pelos militares e funcionários públicos estatutários, foi o que apresentou o mais elevado percentual de pessoas que acessaram à Internet (47,7%), vindo em seguida a dos empregadores (40,6%) e, depois, o do contingente das pessoas com carteira de trabalho assinada (32,6%). (IBGE–PNAD - 2005).
Postado por Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva às domingo, agosto 05, 2007
Marcadores: Conhecimento, Democratização, Instituto OCW Brasil, OCW Brasil, OCW Movement, OCW-MIT, OCW-USP, Saberes, Socialização
02/08/2007
Leonildo Correa - 01/0/2007
Não há nada, absolutamente nada, na USP que possa ser comparado com esse Projeto OCW-USP.
Eu vou contar uma coisa. Esse Projeto OCW-USP já foi apresentado para a USP uma vez. Foi apresentado cerca de um ano ou um ano e meio antes do MIT criar o seu Projeto OCW. Eu e mais um colega da Faculdade de Direito, hoje Professor da USP na Faculdade de Saúde Pública (Arthur B. de Vasconcellos Weintraub) protocolamos em 2000 ou 2001, não me lembro ao certo, na Pró-Reitoria de Graduação da USP, uma versão piloto da idéia OCW. Não só na Pró-Reitoria, mas buscamos apoio também na Fundação Arcadas da Faculdade de Direito.
Resumindo a história, a USP poderia ter sido pioneira, pioneiríssima, na criação e desenvolvimento da idéia de Projetos OCW no mundo em cerca de um ano ou um ano e meio antes do MIT. Mas, não nos ouviram e nos ignoraram. Por isso perdemos a dianteira e fomos ultrapassados pelo MIT em 2002. Se não acreditam nisso revirem os arquivos da Pró-Reitoria de Graduação e da Fundação Arcadas que irão encontrar cópias dos Projetos que enviamos. Além disso, eu tenho guardado, não sei onde, os protocolos que recebemos na época.
Contudo, esse primeiro acontecimento foi importante, pois nos ensinou uma coisa: as iniciativas institucionais não funcionam em projetos inovadores. E se você deixar por conta da vontade dos professores e servidores públicos não sai nada, como aconteceu no primeiro projeto. Por isso criamos uma ONG para implementar e desenvolver o Projeto OCW-USP. E dessa vez as coisas não ficarão estagnadas e esquecidas como ficaram em 2000 ou 2001.
Tudo o que a USP fez pela coletividade, ao longo dos últimos tempo, foi restrito, limitado e fechado. O máximo de pessoas que conseguiram atingir foi com as isenções da Fuvest. Isenções que não deram resultados práticos e não repercutiram, pois não adianta dar isenção para quem não vai passar no vestibular. Eles sabem que alunos de escolas públicas tem poucas chances, mesmo assim dão as isenções para enganar a coletividade, transferindo a culpa para o aluno, pois dizem: "Nós demos as isenções. Fizemos a nossa parte. Se não passou é porque é incompetente". Com isso, cruzam os braços e não fazem nada para mudar o sistema perverso e excludente que é a Universidade Pública hoje, principalmente a USP, jogando toda a culpa no ensino público.
Portanto, não há nada nesta Universidade que possa ser comparado com esse projeto OCW-USP em termos de repercussão social e grandeza.
Mas, como é um projeto de aluno e não de professor, querem descaracterizá-lo, minimizá-lo, reduzi-lo a pó, assim o sistema perverso e excludente continua valendo. O conhecimento continua retido e eles continuam vendendo e privatizando a USP com suas Fundações. Fundações que chegam a cobrar mais de vinte mil reais, por aluno, por cursos que ministram dentro da USP, usando os recursos da USP, as salas de aula da USP, as bibliotecas da USP, os livros da USP, os professores da USP, etc. Mesmo assim insistem em dizer que não é um curso da USP.
Hoje estão tentando reduzir a relevância do Projeto OCW-USP e desviar as atenções do público. Para isso tentam mostrar as insignificâncias que fizeram nas últimas décadas, coisas irrelevantes, projetos que não funcionam, idéias que não repercutem ou não podem ser implementadas em larga escala. Querem fazer, como fizeram em 2000 ou 2001, que o Projeto seja abandonado e esquecido. Mas isso não vai acontecer.
Não só isso, a maioria das pessoas que criticam esse Projeto OCW-USP tem interesses econômicos na jogada, são donos de cursinhos (Professor da USP e dono de cursinho...), ou então, estão fazendo fortuna com as Fundações, ou ainda, ganham de alguma forma com a monopolização e retenção do conhecimento e dos saberes dentro da USP. Querem manter a Universidade fechada e restrita para continuarem dominando.
De repente começaram a falar de cursos a distância. Contudo, não abordam e não resolvem as questões que antecedem os cursos a distância. Por exemplo, qual será o critérios de seleção dos alunos que farão esses cursos (Acesso via vestibular ?), esses cursos vão emitir diplomas da USP (Esses diplomas terão o mesmo valor dos cursos presenciais ?), quantos alunos farão esses cursos ? Como serão as avaliações desses cursos ? Quais são esses cursos a distância ?
Hoje existem alguns cursos a distância sendo ministrados pela USP. Contudo, esses cursos não democratizam e não socializam nada. Continuam sendo cursos fechados, excludentes e limitados. Poucos tem acesso e poucos fazem esses cursos. Principalmente, porque os temas desses cursos são excessivamente específicos.
Resumindo, existem uma série de questões que devem ser resolvidas antes de se implementar um curso a distância. Mas o mais importante é observar que cursos a distância não democratizam o conhecimento e não socializam os saberes, apenas transferem para a internet o modelo excludentes e fechado dos cursos presenciais. Continuam sendo cursos e conhecimentos exclusivos da panelinha, ou panelona, da classe dominante.
Portanto, a USP pode lançar quantos cursos a distância quiser e, mesmo assim, não democratizará o conhecimento e nem socializará os saberes que estão retidos na Universidade. Sem contar que os cursos a distância atuais são tão específicos que ninguém pouquíssimos irão querer fazê-los.
Logo, é necessário que o Projeto OCW-USP também envolva os cursos a distância e libere seus conteúdos para toda a coletividade, para toda a população brasileira, ou seja, é necessário que o Projeto OCW-USP democratize o conhecimento e socialize os saberes retidos e monopolizados nesses cursos a distância.
A diferença entre o Projeto OCW-USP e um curso a distância é que o Projeto OCW-USP é aberto para toda a coletividade. Não só isso, é um projeto que envolve todos os cursos presenciais da USP. Portanto, quaisquer profissionais, alunos ou cidadãos encontrarão no Projeto OCW-USP o conhecimento que lhes interessam, aquilo que precisam saber ou estudar.
O Projeto OCW-USP envolve o conhecimento e os saberes como um todo, todas as áreas, todas as técnicas, todos os métodos. O Projeto OCW-USP democratiza e socializa tudo. Tudo estará disponível e tudo será disponibilizado. Só não vai aprender quem não quiser aprender. Só não vai saber quem não quiser saber. Já os cursos a distância continuam sendo cursos restritos e específicos, limitados nos temas e de interesse apenas de grupos seletos (temas limitados).
Mas o que mais me surpreende, em toda essa história, é a falta de visão das pessoas que fazem os projetos de extensão da USP. Criam políticas de pseudo-inclusão, não para resolver o problema de acesso ou para democratizar a USP, mas sim para enganar a coletividade e garantir a continuidade da exclusão na Universidade. Eu não sei se fazem isso de má fé ou se fazem na ingenuidade, mas que fazem coisas absurdas, isso fazem. Criaram mais um cursinho pré-vestibular para substituir o sistema de cotas, ou seja, tentam resolver o problema dos cursinhos criando mais um cursinho. Dão isenção de taxas para alunos que não passam no vestibular. Aumentam 3% a nota de quem precisa de um aumento de 70% para conseguir entrar na USP. É o tal do muda tudo para não mudar nada.
O problema, dizem eles, é a escola pública, não a USP. Mas eu digo que o problema também é a USP. Temos mecanismos e meios que podemos utilizar para melhorar a escola pública e o Brasil e não utilizam. Poderiam utilizar a nossa melhor matéria-prima, o conhecimento e os saberes, para catalisar desenvolvimento, gerar competências, fundamentar novas idéias, trazer inovações etc e simplesmente não fazem nada, se omitem. Ficam olhando para cima e fingindo que não tem nada a ver com isso. Mas não se omitem por preguiça ou desmazelo. Omitem-se por interesse, querem monopolizar e reter o conhecimento para continuar dominando a coletividade, manter o status quo, continuarem se enriquecendo às custas do patrimônio público. Querem monopolizar e reter para garantir a perpetuação das estruturas de poder que estão em vigor na sociedade.
O Projeto OCW-SP não é um curso a distância. Não emite diploma. Não será fechado. Não será limitado. É um projeto para a coletividade e para todos os brasileiros, assim como para os demais países da língua portuguesa e, inclusive, latino-americanos, pois pretendemos traduzir os materiais para o espanhol, visando a integração de conhecimento na América Latina.
Além disso, antes que manejem o instituto dos direitos autorais contra esse projeto, eu pergunto: Depois da aula o professor passa de carteira em carteira recebendo dos alunos os direitos autorais pela aula que ele acabou de ministrar ? Você já viu algum professor fazer isso em algum lugar ? E por que é que ele não faz isso ?
Não faz porque ele recebe um salário para ministrar as aulas. O serviço dele é dar aulas. A coletividade paga para ele dar aulas. Tem professor que dá outras coisas, mas vamos ficar nas aulas... Um salário que é pago com recursos públicos, dinheiro de impostos.
É válido ressaltar ainda que os direitos autorais das aulas continuam pertencendo ao Professor. Ele ministrou as aulas. É o nome dele que constam em todas as aulas. É ele que receberá todos os créditos pelas aulas, pela disciplina e pelo curso. O Projeto OCW-USP apenas otimiza essas aulas e faz com que elas, ao invés de chegar apenas a uma centena de alunos, chegue a milhões de pessoas. Isso é maximização de resultados, maximização dos recursos públicos.
É válido assinalar ainda que o Projeto OCW-USP é open e free. O conhecimento e os saberes serão democratizados e socializados gratuitamente. O Instituto OCW Br@sil é impedido, por seu Estatuto, de cobrar ou exigir quaisquer tipos de contraprestação dos internautas. Quem pagará pela implementação do Projeto é o Estado e as empresas privadas, mas principalmente o Estado, que tem a obrigação de financiar e implementar iniciativa que alavanquem o desenvolvimento social e econômico do país.
Enfim, esse Projeto OCW-USP é de fundamental importância para a USP, para o Brasil e para o povo brasileiro. È um projeto que beneficiará toda a coletividade. Portanto, é um Projeto que deverá receber o apoio máximo da USP e das autoridades públicas. Logo, a melhor decisão é deixar o Projeto seguir sem empecilhos e sem burocracia, pois todos ganham com isso. Se começarem a criar dificuldades e impedimentos, começam os questionamentos, os conflitos, as discussões, as denúncias, etc. Não queremos isso. Queremos apenas implementar soluções que beneficiem toda a coletividade, reduzam as desigualdades e abram mais uma porta para o desenvolvimento do Brasil.
Postado por Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva às quinta-feira, agosto 02, 2007
Marcadores: Conhecimento, Democratização, Instituto OCW Brasil, OCW Brasil, OCW Movement, OCW-MIT, OCW-USP, Saberes, Socialização
25/07/2007
Repercussões do Projeto OCW-USP do Instituto OCW Br@sil
A USP é a melhor Universidade da América Latina. Portanto, tem conteúdo e muitas lições para ensinar. Não só para outras universidades e faculdades, mas também para todos os brasileiros e latino-americanos. Vamos compartilhar, gratuitamente, com aqueles que precisam e querem, o conhecimento. Vamos compartilhar e dividir aquilo que temos de melhor. Vamos democratizar o conhecimento e socializar os saberes que estão monopolizados e retidos nesta Universidade de São Paulo.
Contudo, esse Projeto OCW-USP me entristece muito. Pergunto-me por que é que não fizeram isso antes ? Por que demoramos tanto tempo para perceber o poder de compartilhamento, da democratização e da socialização do conhecimento e dos saberes ? Entristece-me porque se esse projeto existisse na década de 80 as aulas de grandes professores da USP teriam sido imortalizadas e compartilhadas com todo o Brasil. Hoje poderíamos reassisti-la e aprender lições importantes, vendo coisas e aspectos que não foram vistos na época. Poderíamos reassistir e repassar as aulas do Professor Schenberg, do Professor Florestan Fernandes, do Professor Milton Santos, Miguel Reale, etc. Tudo estaria gravado, transcrito e disponível, gratuitamente na internet, para todos os brasileiros.
Isso não foi feito e restaram-nos apenas a frieza dos livros desses professores. Por isso um outro grande impacto desse projeto será ocasionado na USP como instituição, pois a partir de sua implementação, os professores e suas aulas serão imortalizados. E daqui a cem anos, quando algum historiador quiser repassar os cursos da USP do começo do século XXI, poderá fazê-los, pois tudo estará gravado e guardado. Tudo estará disponível gratuitamente para todos.
Estou triste por esse projeto não ter sido feito antes e termos perdido as lições de grandes mestres. Mas estou feliz porque iremos fazer esse projeto agora e as lições de grandes professores, que ainda estão entre nós, poderão ser imortalizadas e disseminadas para todo o Brasil e o mundo.
Além disso, esse projeto OCW-USP do Instituto OCW Br@sil irá satisfazer o desejo de muitos brasileiros que desejam estudar com os professores da USP, mas que não tiveram meios e recursos para fazê-lo. Depois desse projeto eles não precisarão mais fazer cursinhos caros, passar no vestibular, etc para conseguir assistir aulas ministradas na USP. terão apenas que obter um computador com acesso a internet. Obter um computador com internet é mais fácil e barato do que passar no vestibular.
Não só isso, essa abertura da Universidade, essa democratização do conhecimento e socialização dos saberes, que faremos no Projeto OCW-USP, quebrará definitivamente a barreira do vestibular como porta obrigatória de acesso ao conhecimento. Vestibular é para quem quer diploma, não para quem quer aprender mais, saber mais, ter acesso ao conhecimento.
Hoje um Professor da USP ministra aulas para turmas de uma centena de alunos, no máximo. Se nós conseguirmos pegar essa aula, com todas as suas nuances e sutilezas, assim como todos os demais materiais utilizados nela, e disponibilizar, gratuitamente, para 30.000.000 (Trinta milhões) de pessoas, ou mais, teremos feito uma coisa surpreendentemente notável. Se fizermos isso em todos os cursos da USP, por tempo indeterminado, provocaremos um salto quântico na educação brasileira e na qualidade do ensino superior do país.
Eu vejo o futuro depois desse Projeto OCW-USP. E nesse futuro vejo profissionais de todas as classes refazendo os cursos que fizeram em uma universidade pouco conceituada. Agora estão refazendo o curso na Universidade mais importante da América Latina. Estão refazendo o curso da USP. Esses profissionais não querem diploma da USP, mas sim o conhecimento que é ministrado na USP, ou seja, querem apenas fazer uma reciclagem profissional, rever pontos que não aprenderam ou não entenderam, etc, ou então, querem aprender mais. Hoje se quiserem fazer isso terão que se submeter novamente ao vestibular. Depois do Projeto OCW-USP terão apenas que acessar a internet.
Eu vejo os professores da Escolas Públicas acessando os cursos da USP para aprimorar a sua formação, principalmente professores de regiões isoladas e distantes que jamais conseguiriam estudar na USP. Agora a USP foi até eles. Precisam apenas de um computador com internet para acessar o Projeto OCW-USP e concretizarem o sonho de saber tanto quanto quaisquer alunos da USP, ou seja, esses professores poderão acessar todas as aulas de todos os cursos da USP. Poderão estudar essas aulas da mesma forma que um aluno da USP estuda. Talvez mais, pois quem nunca teve uma oportunidades, quando tem uma, dedica-se de corpo e alma.
Não só os professores, vejo esse Projeto OCW-USP causando um grande impacto no mundo jurídico, pois todas as aulas da Faculdade de Direito da USP e de seus renomados professores se tornarão acessíveis para todos os advogados, juízes, promotores, estudantes de direitos, etc, de todo o Brasil. O exame da OAB, depois desse Projeto OCW-USP, não será mais o mesmo e não irá reprovar mais tanta gente.
Hoje, existem muitas faculdades de direito com qualidade zero formando bacharéis. Não podemos culpar os alunos por isso, pois essa foi a única chance que tiveram para fazer um Curso de Direito e, muitas vezes, não tiveram recursos suficiente para adquirir os caríssimos livros do curso. Porém, depois desse Projeto OCW-USP eles terão acesso ao ensino (aulas, seminários, apostilas, MP3, Vídeos,e tc) ministrado pela mais importante Faculdade de Direito do Brasil e somente não aprenderão se não quiserem aprender. Somente não passarão nas provas da OAB se não quiserem estudar e se não quiserem passar. O conhecimento estará disponível gratuitamente e cabe ao indivíduo decidir se quer recebê-lo ou não. Ninguém é obrigado a nada. Mas o conhecimento tem que estar acessível gratuitamente.
Hoje impera a exclusão intelectual dos excluídos economicamente, pois o conhecimento está sendo transformado em mercadoria. Para entrar em uma Universidade de ponta tem que pagar um cursinho caro. Para estudar em um Universidade particular com algum conceito tem que pagar mensalidades exorbitantes. Sem contar os livros utilizados que são caríssimos, os xerox diários que são um absurdo, etc. Tudo isso é o poder econômico excluindo as classes menos favorecidas do acesso à educação pública, gratuita e de qualidade. O que a classe dominante diz indiretamente, com essas restrições é: "Quem não tem dinheiro não pode estudar. Quem não tem dinheiro não pode se desenvolver. Quem não tem dinheiro não pode se formar. Quem não tem dinheiro não pode ser um intelectual". Depois desse Projeto OCW-USP o dinheiro se tornará irrelevante e não mais impedirá o acesso ao conhecimento e aos saberes das Universidades Públicas.
Enfim, vejo os alunos de todas as universidades particulares estudando os materiais correlatos da USP. Estudantes que fazem cursos fracos e deficientes poderão corrigir essas falhas e problemas acessando o Projeto OCW-USP. Não só os alunos de fora, mas os próprios alunos da USP terão um salto quântico na sua qualidade de ensino, pois nenhum aula mais será perdida. Se o aluno não esteve presente, poderá acessá-la e assisti-la pela internet. Certamente, a questão da presença obrigatória em sala de aula e das listas de presença não integram o objeto desse projeto. Isso é assunto interno da USP e deve ser resolvido pelos Conselho Universitário.
Portanto, o Brasil ganhará, e muito, com o Instituto OCW Br@sil e com o Projeto OCW-USP, pois vamos acertar as desigualdades regionais em cheio, bem no ponto fraco. Vamos reduzir essas desigualdades criando intelectuais e disseminando, gratuitamente, o conhecimento e os saberes. Os professores da USP estarão presentes em todos os pontos do país, ensinando suas lições, catalisando mudanças e fomentando o desenvolvimento intelectual do povo brasileiro.
A educação pública, gratuita e de qualidade será transferida para a internet e disponibilizada para todos os brasileiros dos quatro cantos do país. Por isso, esse Projeto OCW-USP não é um simples Projeto, mas sim uma verdadeira política pública de transformação social. É um projeto que quebra o paradigma das exclusões e das privações. È um Projeto que acende a luz da esperança e dá aos cidadãos a arma do conhecimento para enfrentarem a adversidade. Não existe arma mais poderosa do que essa.
É um projeto sensato, coerente e justo.
Leonildo Correa - 25/07/2007 - http://leonildoc.ocwbrasil.org/
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Postado por Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva às quarta-feira, julho 25, 2007
Marcadores: Conhecimento, Democratização, Instituto OCW Brasil, OCW Movement, OCW-MIT, OCW-USP, Saberes, Socialização
20/07/2007
Reação do mundo ao Projeto OCW-MIT
Educadores
"Recentemente passei um tempo com um grupo de refugiados etíopes que estão vivendo no Quênia e vi que eles se beneficiarão enormemente dessa iniciativa. Muitos são engenheiros formados na Etiópia cujas atividades acadêmicas foram interrompidas pela desordem política. Achei que vocês poderiam apreciar um outro exemplo de como essa iniciativa pode beneficiar a comunidade daqueles que buscam conhecimento." - Quênia
"Li sobre essa iniciativa no NY Times on-line e devo dizer que é uma das melhores aplicações da Internet até o momento. Estou ansioso para aproveitar essa oportunidade e "dar um mergulho" no enorme reservatório de intelectualidade humana do MIT."
- Web master de www.clickafrique.com, um portal africano na Web.
Autodidatas
"Esse projeto restaura minha fé na dignidade e nobreza da humanidade. A busca implacável de ganhos materiais quase sempre leva à mentalidade do 'tudo tem seu preço'. O fato de disponibilizar o conhecimento para aqueles que têm sede de saber é uma das iniciativas mais nobres que já vi nos últimos anos." - Chicago
"O MIT OCW é a 8ª Maravilha do Mundo! Meus sinceros e profundos agradecimentos a todos os que estão envolvidos no desenvolvimento desse projeto. Continuem esse excelente trabalho!" - Latívia
"Seu OCW gratuito é algo brilhante - e, infelizmente, muito raro - neste mundo comercial e mercenário em que vivemos. O OCW está trazendo de volta os valores acadêmicos fundamentais da informação aberta e disponível para todos!" - Espanha
"O OCW é a melhor coisa que existe na Internet. E pode muito bem ser a melhor coisa que já existiu na história humana. Seu exemplo restaurou minha fé na humanidade. O MIT mais uma vez confirmou sua reputação de excelência. É o início de algo realmente grande." - Seattle
Estudantes
"Sou aluno da Boise State University de Idaho. Agradeço a vocês por darem a todos a oportunidade de expandir seu conhecimento (de graça). Vocês não se arrependerão e os benefícios serão imensos. Pensem que vocês serão os líderes de uma rede gratuita de conhecimento contínuo para o bem da humanidade e, de fato, do mundo todo. Obrigado pelo presente global do conhecimento grátis." - Boise, Idaho
Educadores
"Muito obrigado! Que recurso inestimável vocês estão oferecendo à comunidade! Indicarei esses materiais maravilhosos aos professores da VT HS. É elogiável a intenção de disponibilizar recursos de qualidade... muito obrigado." - Vermont
"As informações que vocês disponibilizaram aqui são fantásticas. Eu sempre quis desenvolver meus conhecimentos de física quântica além do que é normalmente apresentado nos programas populares de ciências da TV e do rádio. Falei sobre o OpenCourseWare a diversos amigos; acho uma grande idéia disponibilizá-lo para o público." - Austrália
"Excelente! O conhecimento obtido nas instituições educacionais do mundo todo deveria ser acessível a qualquer pessoa gratuitamente. Isso não põe em risco a propriedade intelectual. Sempre acreditei nisso. Com o projeto do OCW, vocês abriram essa possibilidade a todos aqueles que têm um computador conectado à Internet. Obrigado mais uma vez pela excelente idéia." - Finlândia
"Que Deus Onipotente abençoe e ilumine o coração de todos os que lutam para fazer do OpenCourseWare uma vantagem para os mais necessitados e isolados. É um divisor de águas e a libertação dos Grandes Espíritos e da Humanidade das correntes da obstrução." - Dinamarca
"Entrei no campo do aprendizado eletrônico porque a promessa de proporcionar educação para todos é uma atitude sem preconceito. Tiro o chapéu a todos vocês por essa iniciativa fantástica. A promessa real da Internet se concretiza nessa iniciativa de vocês. Continuem fazendo um bom trabalho!" - Escócia
"A decisão do MIT OCW de oferecer cursos grátis na Web e propagar o conhecimento sem egoísmo é um passo enorme para aqueles que realmente amam o conhecimento e a humanidade. Tenho a firme convicção de que um dia, por causa dessa decisão, o MIT será considerado um centro de aprendizado tão importante quanto as grandes universidades da antiguidade." - Texas
Ex-alunos e corpo docente do MIT
"O OCW reflete a idéia de que, como eruditos e professores, desejamos compartilhar livremente o conhecimento que geramos com nossas pesquisas e aulas. Embora o MIT seja mais conhecido por sua pesquisa, com o OCW pretendemos mostrar nosso trabalho."
-Shigeru Miygawa, professor de lingüística do MIT e John Manjiro, professor de língua e cultura japonesa, prefeitura de Kochi
"Excelente idéia! Numa época em que as universidades estão mais preocupadas em ganhar dinheiro do que em evoluir e transferir conhecimento, esse tipo de iniciativa é um alívio."
- Ex-aluna do MIT, turma de 1985
"A exposição de professores ao trabalho de outros professores levanta uma barreira, mas estou certo de que os professores conseguirão transpor essa barreira. Acho que o OCW é uma vitória para os alunos do MIT, para os professores, para a comunidade do MIT e para a educação em geral."
- Ex-aluno, turma de 1965
"O OpenCourseWare é uma iniciativa corajosa da liderança do MIT. Aplicar a tecnologia para promover o aprendizado global é um ato que provavelmente fortalecerá todos os componentes do nosso sistema de ensino superior."
- Stephen C. Graves, catedrático do corpo docente do MIT
Autodidatas
"A melhor iniciativa que já surgiu na Internet - condizente com o espírito da Internet de conhecimento grátis para todos, conhecimento grátis para uma humanidade melhor. Chapeau bas messieurs!"
- França
"Sou engenheiro de computação e estou trabalhando como analista de mercado em uma empresa farmacêutica. Para mim, essa é uma oportunidade rara de continuar estudando e aprendendo. Vou visitá-los bastante."
- Guatemala
"Foi uma grande coisa o que vocês fizeram! Sou engenheiro químico na Índia e não posso sequer sonhar em um dia estudar no MIT, mas agora, graças ao MIT, posso aprender o que há de mais avançado na área de engenharia química."
- Índia
"Quero agradecer imensamente a todos os que se empenharam nessa iniciativa. Em países como o nosso, e principalmente nas universidades do interior, é uma oportunidade excepcional de compartilhar materiais que ajudam os estudantes a melhorar sua formação profissional. Essa atitude altruísta merece o reconhecimento de todos."
- Colômbia
"Só nesta manhã percebi o link para esse site no Yahoo. Depois de navegar um pouco pelo site, decidi passar o URL para diversos colegas aqui da Bell Canada. Durante o almoço, falamos sobre ele e chegamos à conclusão de que se trata de uma iniciativa importante cujo progresso pretendemos acompanhar. Um benefício muito positivo é o de dar às pessoas que trabalham em certas disciplinas a oportunidade de consultar outras áreas do conhecimento que poderiam despertar seu interesse em um campo completamente novo. Continuem fazendo um bom trabalho!"
- Canadá
"Rapazes, vocês são demais. Sempre sonhei em fazer um curso no MIT, mas nunca tive condições até agora. Moro em Nova York e pude ser um dos primeiros a experimentar o OpenCourseWare. Obrigado, obrigado, obrigado, obrigado, obrigado, obrigado!"
- cidade de Nova York
"Foi uma idéia fabulosa. O site é claro e realmente fácil de usar. Mal posso esperar para ver mais e mais materiais de cursos publicados, principalmente na área de administração de empresas. Espero realmente que algumas universidades canadenses sigam esse exemplo. Boa sorte e obrigado."
- Canadá
"Que coisa maravilhosa vocês estão fazendo. Estou ansioso para continuar meus estudos sozinho. Obrigado!"
- Intelectual inexperiente na esperança de conseguir progredir na Califórnia!
"O OCW é formidável!!! Obrigada - Estou muito entusiasmada com a oportunidade de apreciar o que o MIT está fazendo. Sou uma afro-americana aposentada que vive no norte do Estado de Nova York. Ter acesso aos cursos que vocês oferecem é um presente incrível e indica o quanto podemos ajudar uns aos outros."
- Nova York
Estudantes
"Quero agradecer a vocês por publicar os cursos do MIT na Internet para o público do mundo todo sem cobrar nenhuma taxa. É um grande recurso para mim, que não tenho a chance de estudar no MIT, mas quero realmente continuar minha educação formal. Congratulações ao MIT. Vocês têm um grande serviço para o mundo."
- Coréia do Sul
"O OpenCourseWare é quase uma utopia. Obrigado por multiplicar as oportunidades de educação da humanidade."
- Carolina do Norte
"Me alegra ter a oportunidade de procurar um curso e extrair exatamente as informações de que necessito para minha pesquisa, em vez de ter de cursar um semestre inteiro para conseguir uma ou duas palestras pertinentes. Estou ansioso para ter acesso aos melhores materiais educacionais que este país pode oferecer.
- Atual aluno de graduação do MIT
Postado por Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva às sexta-feira, julho 20, 2007
Marcadores: Conhecimento, Democratização, OCW Brasil, OCW Movement, OCW-MIT, OCW-USP, Saberes, Socialização
16/07/2007
Organização responsável:
1. Instituto OCW Br@sil – criado por alunos desta Universidade de São Paulo e moradores do CRUSP.
Descrição do Projeto OCW-USP:
1. Projeto de democratização do conhecimento e socialização dos saberes produzidos, retidos e transmitidos na Universidade de São Paulo, iniciando pelos cursos de licenciatura e Direito.
2. Publicação e disponibilização, via internet, dos materiais acadêmicos dos cursos ministrados na USP para qualquer usuário do mundo de forma gratuita (open and free).
3. Não tem por finalidade ministrar cursos a distância, mas publicar/disponibilizar os materiais dos cursos presenciais. Não será emitida nenhuma espécie de diploma.
Justificativa do Projeto OCW-USP:
1. O sucesso do MIT na implementação do Projeto OpenCourseWare (MIT OCW - vide http://ocw.mit.edu/index.html) que busca promover a educação facilitando o acesso a seus materiais acadêmicos pela internet e World Wide Web.
2. O crescente movimento mundial (OCW Movement - vide http://www.ocwconsortium.org) de democratização do conhecimento e/ou socialização dos saberes do qual o Brasil não faz parte, assim como nenhuma universidade pública brasileira.
3. O Brasil é um país continental com elevadas desigualdades regionais e concentração das melhores Universidades Públicas na região sudeste. Assim, a publicação/disponibilização dos materiais dessas Universidades ocasionará um grande impacto no ensino universitário das regiões longínquas.
4. A criação do ProUni ocasionou um aumento vertiginoso do número de estudantes universitários no país. Contudo, a maioria dos cursos particulares não são de devida qualidade e os estudantes que fazem esses cursos precisam ter acesso a materiais para complementar a sua formação e eliminar as deficiências que possuem.
5. Falta de bibliotecas e de materiais de qualidade nas universidades particulares, assim como impossibilidade dos alunos de baixa renda de adquirirem livros e demais materiais utilizados nas disciplinas universitárias.
6. A necessidade de materiais didáticos para reciclagem e atualização de profissionais formados e que estão no mercado de trabalho. Assim, a publicação/disponibilização de materiais, pelo projeto OCW-USP, permitirá uma atualização constante e sem nenhum custo para esses profissionais, principalmente professores, advogados, engenheiros, etc.
7. O cenário favorável criado pelo desenvolvimento das tecnologias de informação e o crescimento vertiginoso da internet, assim como os diversos incentivos do governo federal na área de inclusão digital e educação a distância, tais como o "domínio público" e o E-proinfo, etc.
8. Grande quantidade de material disponível na internet, inseridos atores das universidades públicas (Professores, Alunos, etc), porém dispersos e de difícil localização pelos interessados.
9. Os esforços institucionais atuais para a divulgação do conhecimento na internet têm se concentrado nas áreas de pesquisa e não na área de ensino de graduação.
10. O Brasil é o país onde os internautas ficam mais tempo na internet. E o uso da Web se concentra para educação e aprendizagem. Portanto, é fundamental a existência de conteúdos didáticos relevantes, confiáveis, organizados e de fácil acesso.
11. A publicação/disponibilização de cursos completos de Universidades Públicas de ponta permitirá que pessoas autodidatas ou interessadas acessem, estudem e desenvolvam novas idéias, produtos e serviços sem serem condicionadas aos mecanismos e metodologias das universidades.
12. O alinhamento do projeto OCW-USP às políticas de inclusão social (INCLUSP) e digital desenvolvidas pela USP.
Objetivos gerais do projeto OCW-USP:
1. Democratizar o conhecimento e socializar os saberes como ferramenta para transformação social e econômica, redução das desigualdades, geração de riquezas para o país e criação de oportunidades para as pessoas.
2. Aumentar a interação Universidade x Sociedade, tornando efetivo e direto o retorno social dos investimentos coletivos feitos nessa instituição, bem como ampliando ilimitadamente a extensão universitária.
3. Impulsionar mudanças no processo acadêmico de produção e disseminação do conhecimento;
4. Contribuir na formação dos cidadãos e profissionais e no desenvolvimento de atividades de ensino, pesquisa e extensão;
5. Evidenciar o compromisso com a educação superior mais democrática e menos excludente.
Objetivos específicos do Projeto OCW-USP:
1. Primeira fase: reunião de materiais escritos e disponíveis na internet utilizados nos cursos de graduação;
2. Segunda fase: captar novos materiais (textos e áudio) diretamente em sala de aula;
3. Terceira fase: ampliação da segunda fase e captação de video das aulas ministradas;
4. Quarta fase: transmissão em tempo real, para internet, de todas as aulas ministradas na Universidade de São Paulo.
É válido ressaltar que este texto constitui apenas um prospecto do projeto OCW-USP, ou seja, todo o detalhamento metodológico, tecnológico e orçamentário integra o projeto completo que será apresentado em uma reunião específica a ser marcada pelos administradores da Universidade de São Paulo.
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Atenção: Outras Universidades Brasileiras tentaram implementar projetos OCW, porém elas não conseguiram, ou seja, os projetos não saíram do papel e se saíram constituem apenas esqueletos de sites na internet, sem nenhum conteúdo relevante. Basta acessar os sites de tais Universidades para ver que não obtiveram sucesso na empreitada.
Postado por Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva às segunda-feira, julho 16, 2007
Marcadores: Conhecimento, Democratização, OCW Brasil, OCW Movement, OCW-MIT, OCW-USP, Saberes, Socialização
