Democratizar o conhecimento e socializar os saberes como ferramenta para transformação social e econômica. Democratizar e socializar para reduzir as desigualdades regionais. Democratizar e socializar para dar oportunidades. Democratizar e socializar para dar esperanças e certezas de um futuro melhor. O poder transformador do conhecimento, monopolizado e retido nas melhores Universidades Públicas, tem que ser disseminado, gratuitamente, para toda a sociedade.

14/12/2007

Um pesadelo esquisito: ACM, FHC, Carlismo e Tucanismo
Na noite passada eu tive um pesadelo esquisitíssimo. No pesadelo aparecia o ACM e seu Carlismo. Porém, o local não era a Bahia. Era São Paulo. Imagine só, o ACM, com o Carlismo, dominando São Paulo por década a fio. Não saíam do poder nem para tomar água. Saia um governador e entrava outro, mas todos eleitos pelo ACM e pelo Carlismo Paulista.

Não mudavam nada. A realidade social era a mesma. A educação destruída. O Povo na pobreza e na miséria. A violência por todos os lados. O metrô emperrado... etc. Enfim, era uma dominação desgraçada. Mesmo assim, há mais de uma década, o ACM e o Carlismo Paulista continuavam imperando e reinando, vencendo todas as eleições.

Inclusive, estavam infiltrados dentro das instituições públicas. Sabotavam a internet da pessoas. Ameaçavam com processos administrativos os opositores. Fraudavam os concursos públicos para infiltrar, na administração pública, gente do partido. Era uma verdadeira ditadura branca. Contudo, o discurso hipócrita de alternância no poder era repetido, exaustivamente, como requisito da democracia. Porém, eles, ou seja o partido deles, não alternava poder. Mudavam os nomes, mas a mediocridade e a ineficiência social era a mesma, pois o partido continuava o mesmo

Porém, apareceu o Leonildo Wagner, o herói do pesadelo, com a finalidade de botar um fim definitivo no império do ACM e do Carlismo Paulista. Tirá-los do poder para liberar o avanço da democracia e do desenvolvimento social e humano. Leonildo Wagner, tinha que mostrar a verdadeira face do ACM e do Carlismo Paulista.

Mas, como sempre acontece em pesadelo, a gente sempre acorda no ponto máximo. Na hora que o herói conseguiu vencer todas as barreiras e chegar à fonte do poder, acordei. Porém, ainda deu tempo de levantar a capa do ACM e do Carlismo Paulista.

E, ao chegar no âmago do poder, onde estava o grande operador do esquema, vi apenas uma figura humana coberta com um pano branco. Na parede um grande tucano desenhado e embaixo da figura o título: TUCANISMO. Vagarosamente, aproximo-me da figura humana coberta. Certamente, com a faca na mão, pois você nunca sabe o que está embaixo do pano operando o sistema. E, com um golpe rápido de Kung Fu, em pesadelo a gente sempre luta arte marcial, retiro a capa da figura. Embaixo da capa do ACM, para a surpresa de todos, estava o FHC.

Será que o meu inconsciente está dizendo alguma coisa ??? ACM... FHC.... Carlismo....Tucanismo... Nova práxis, velhos métodos. Falta criatividade no mundo !!!

Os tucanos e a USP
Foi eu começar a falar dos tucanos, de 2010 e da Dilma-Presidente, que o meu acesso a internet do CRUSP foi sabotado, bloqueado, quebrado. Há uma ligação íntima entre a USP e os tucanos, inclusive, uma hora dessas eu vou escrever um texto falando sobre essa ligação e as suas consequências para a Universidade de São Paulo.

Certamente, vou falar da ocupação da Reitoria da USP e da tentativa do Joselito Serra de quebrar a autonomia das Universidades Paulistas, assim como surrupiar os recursos destinados a elas. O Serra teria conseguido, ou seja, teria obtido sucesso, se a Universidade estivesse apenas nas mãos dos docentes. Isso por causa da ligação USP-tucanos. Uma ligação perniciosa para o interesse público e para a coletividade.

Em breve vou discorrer longamente e profundamente sobre esta questão e suas repercussões.

13/12/2007

Se for preciso cortar projetos sociais
Se for preciso cortar projetos sociais e investimentos, por conta da não aprovação da CPMF, o governo deve começar cortando os recursos dos Estados nos quais os senadores votaram contra a CPMF. Isso não é retaliação, é uma questão de justiça.

Não é justo cortar recursos dos Estados que batalharam para a permanência da CPMF, mas é justo arrancar até as cuecas dos Estados que lutaram ferozmente pela não-aprovação. Se eles lutaram contra a CPMF, é porque podem viver muito bem sem ela. É porque a CPMF não lhes fará nenhuma falta. Portanto, devem ser os primeiros a serem afetados pelo mal que causaram.

Mas não basta cortar os recursos, o Governo Federal deve ir nos meios de comunicação daquele Estado e informar à população que os recursos destinados aos programas sociais estão sendo cortados por motivos do senador xxx, daquele Estado, ter votado e lutado contra a manutenção da contribuição. Portanto, a culpa pelo fim dos projetos sociais é do senador xxx. É ele que deve arcar com as consequencias sociais danosas.

O Governo tem que fazer isto para que a população do Estado vá pra cima do Senador, derrube ele do cargo, corte a cabeça do infeliz, etc. Resumindo, para que na próxima eleição o Povo não repita o erro de eleger um Senador que trabalha a favor dos grupos dominantes, das empresas e da criminalidade organizada e contra os interesses da população, ou seja, contra o interesse público.

Contudo, a dificuldade de implantar esta idéia reside no fato de existir Estados nos quais os governadores trabalharam pela CPMF e os senadores trabalharam contra a CPMF, ou seja, os Senadores atuaram em benefício próprio e contra a orientação dos governadores e do Estado. Mesmo assim, paraque senadores dessa laia não voltem a se reeleger, é preciso que a população sofra as conseqüências dos atos irresponsáveis praticados por eles.

O PSDB e o PFL não cauram prejuízo ao governo. Causaram prejuízo à população, á coletividade, e isto deve ser mostrado com todas as letras, ao vivo e a cores, em todos os lugares, falando bem alto para todo mundo ouvir: PSDB e PFL fazem mal, muito mal, para o Brasil e para os Brasileiros.

Mais uma prova de que o PFL trabalha para prejudicar o Brasil e os Brasileiros
A derrubada da CPMF pelos tucanos e pelo PFL implica na obrigatoriedade de remodelagem do orçamento, pois o governo perdeu quarenta bilhões de receita. Contudo, os desgraçados do PFL dizem que são eles que devem refazer o orçamento. Eles perderam de vez a noção de realidade das coisas. Estão descontrolados e enlouquecidos. Querem destruir tudo, todas as conquistas sociais obtidas e mantidas pelo Governo do Presidente Lula.

É hora dos movimentos sociais começarem a olhar com cara feia para os tucanos e PFL e mais uma besteira que fizerem contra o Povo, vamos partir pra cima deles. Eles estão querendo briga... Estão querendo levar uma surra, não só nas urnas, mas também na rua.

Eu não sou a favor do terceiro mandato do Presidente, mas se começarem a destruir todas as conquistas sociais que o Presidente Lula obteve para o Brasil e para os Brasileiros, nós não teremos saída, para proteger os interesses da coletividade e das futuras gerações, ou seja, as conquistas sociais que foram obtidas, o terceiro mandato é um bom caminho, pois teremos que refazer e consolidar as vitórias obtidas. Somente isto impedirá os tucanos e o PFL de destruir tais conquistas.

É aquela velha história, estamos diante de dois males. De um lado o terceiro mandato, de outro a fúria destruidora dos tucanos e do PFL. Temos que escolher um lado. Logo, diz o provérbio: dos males, o menor. É preferível o terceiro mandato do que suportar a destruição que os tucanos e o PFL querem reimplantar no Brasil.

Certamente, aliado a isto, é preciso retirar o poder desses indivíduos. Por exemplo, fechando o Congresso e implantando a Democracia Direta.
DEM ameaça entrar com ação se governo retirar Orçamento do Congresso

O DEM ameaça entrar com uma ação na Justiça contra o governo caso o Palácio do Planalto retire o Orçamento de 2008 da pauta do Congresso Nacional, onde a proposta tramita. Para o presidente nacional da legenda, deputado Rodrigo Maia (RJ), a retirada da matéria é inconstitucional.

A intenção de retirar o projeto foi comunicada hoje pelo ministro Guido Mantega (Fazenda), que pretende ajustar as despesas ao corte de R$ 40 bilhões na arrecadação com o fim da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira), rejeitada pelo Senado.

"Todas as atividades orçamentárias ficam suspensas. O Orçamento será retirado do Congresso para ser adequado às novas condições", afirmou Mantega.

O DEM admite a necessidade de fazer alterações no Orçamento, uma vez que o governo não poderá contar com a arrecadação da CPMF. Porém, o partido acredita que as mudanças devem ser feitas pelos parlamentares, e não pelo Executivo.

O presidente da Comissão Mista de Orçamento, senador José Maranhão (PMDB-PB), também entende que a retirada do Orçamento pelo governo é inconstitucional. "A Constituição não permite a retirada do Orçamento, pois sua tramitação está em curso. Essa medida não me parece a mais conveniente", afirmou.

O senador afirmou que o mais adequado é que o governo apresente à comissão as sugestões de alterações no projeto. "A comissão, sim, tem atribuições para fazer [os ajustes necessários]".

Adin

Em agosto, o DEM entrou com uma Adin (Ação Direta de Inconstitucionalidade) no STF (Supremo Tribunal Federal) contra um artigo da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2008 que prevê a arrecadação da CPMF como receita.

Para o partido, o artigo autoriza o governo a estimar receita sem base na legislação em vigor ou na Constituição Federal, pois a CPMF termina no próximo dia 31.

Para tapar o buraco da CPMF: Imposto sobre Grandes Fortunas
O Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF) é um imposto federal, ou seja, somente a União tem competência para instituí-lo (Art.153, VII, da Constituição Federal). Contudo, este imposto ainda não existe no Brasil, pois depende de uma lei complementar que o defina e regule. Como não existe a lei complementar, o tributo não é cobrado.

Portanto, uma das formas do governo fechar o buraco da CPMF e, ao mesmo tempo, tributar os ricos é fazer a lei complementar para cobrar este imposto que tem previsão constitucional.

Certamente, este tributo pode render mais ou menos, dependendo do valor que a lei considere grande fortuna. Se dizer que um milhão é grande fortuna, poderá cobrar o imposto a partir daí. Se dizer que é um bilhão, certamente, vai reduzir a arrecadação.

Contudo, eu acho que esta barreira não deve ser fixada na lei, pois assim o tributo poderá ficar maleável e ser cobrado mais ou menos, dependendo da situação financeira do país.

12/12/2007

LINE: LIGA DOS NERDS
Estou cogitando a criação, como um departamento do Instituto OCW Br@sil, da LINE: Liga dos Nerds. Acho que chegou a hora de reunir a inteligência Nerd contra as mentalidades do século passado. Reunir esta inteligência com a finalidade de impulsionar o desenvolvimento do Brasil. Mais do que isso: nós queremos alguns prêmios Nobel. E quem quer prêmio Nobel tem que parar de repetir o que os outros fazem e começar a pensar e a criar coisas novas.

Um pequeno detalhe: hackers e crackers também são Nerds, portanto, também poderão integrar a Liga.

Certamente, isso não significa, necessariamente, que temos que começar do zero, ou seja, inventando a roda. Significa que temos que dar um passo, dezenas de passos ou milhares de passos na frente de onde alguém já chegou. Refazer a coisa para chegar no mesmo lugar, é burrice. É estupidez. É perda de tempo. Resumindo, é um trabalho que serve para nada.

Se você acessar o site de algumas Universidades Americanas (Harvard, Yale, Princeton, etc), você vai perceber uma grande diferença entre elas e nós. A diferença não está na tecnologia, não está nos departamentos, não está em número de alunos ou na qualidade dos professores. Tudo o que tem lá, tem aqui, menos uma coisa. Lá eles estão estudando coisas que estão acontecendo neste exato momento, soluções para os problemas de agora. Estão criando teorias, desenvolvendo idéias e tecnologias que modelam a atualidade.

E nós, o que estamos fazendo ? Estudando coisas do século passado e traduzindo as teorias que os americanos criaram na década de 50 ou há 20 anos atrás. Isto é um absurdo. Temos que parar de repetir e começar a criar, começar a pensar o mundo a partir da nossa realidade e não da realidade dos outros. Precisamos explicar as coisas com as nossas teorias e não com as teorias dos outros.

Certamente, podemos reinterpretá-los e atualizá-los para a atualidade ou para a nossa realidade, mas nem isto estamos conseguindo fazer adequadamente.

Além disso, temos que eliminar, apagar, acabar com as barreiras para a criação e para a inovação. Quem tem idéias para o presente e para o futuro não está ligado no passado. Quem pensa matematicamente, pode ser completamente analfabeto em literatura, história, geografia, etc. Logo, precisamos eliminar as barreiras idiotas que avaliam uma mente criativa nas áreas de matemática ou física, usando questões de história, geografia, etc.

Por isso, eu cogito criar a LINE: Liga dos Nerds para, justamente, romper essas barreiras, reunir mentes criativas e pessoas superdotadas dispostas a desenvolver pesquisas, teorias, idéias e tecnologias de última geração, ou seja, criar coisas que não existem. Penso em fazer isto como um departamento do Instituto OCW Br@sil para facilitar a captação de recursos, a publicação dos trabalhos e o patenteamento das tecnologias, não em prol do Instituto, mas da coletividade, dos pesquisadores e da continuidade das pesquisas.

Além disso, o Instituto OCW Br@sil terá um fecunda área de Pesquisa e Desenvolvimento em alta tecnologia e coisas do futuro. Vamos precisar, principalmente, de programadores e pensadores para o Sistema de Ensino Público via Internet, assim como para os projetos de migração de todos os serviços públicos para a web. Certamente, não fica de fora a Democracia Direta.

Inclusive, eu tenho uma infinidade de idéias na cabeça que necessitam de bons programadores para concretizá-las. Isto também constitui um bom desafio para os Nerds da computação. Idéias altamente explosivas.

Hoje, nas Universidades Públicas estamos presos a mentalidades do século passado, a protocolos, burocracia, hierarquia, falta de recursos, falta de incentivo, etc. Sem contar, a inveja, as humilhações, as exclusões, etc, que atingem as mentes criativas. Mas não só isto, existem uma infinidade de superdotados que não conseguem entrar na Universidade. Não entram porque são geniais em matemática, mas burros em humanas e redação. Logo, são excluídos no vestibular.

Enfim, a LINE: Liga dos Nerds será uma porta aberta para os superdotados de todas as idades, para suas idéias, teorias e invenções. Abriremos uma porta para dar conhecimento e oportunidades para todas as mentes criativas.

Eu penso que esta Liga de Nerds dará mais resultados concretos do que o Ministério do Mangabeira, pois a nossa meta é buscar e desenvolver soluções inteligentes rápidas e não ficar enrolando, enrolando, enrolando e enrolando o tempo todo...

O que fazer ? O que fazer ?
Eu tenho compromisso com a coletividade, ou seja, com a maioria da população. E, ao longo dos últimos anos, não vejo nenhuma saída, sem violência, para quebrar a dominação, a opressão, a exploração e a exclusão da maioria dos brasileiros.

Assisto, diariamente, grandes demonstrações do predomínio dos interesses privados, interesses de pequenos grupos dominantes, sobre o interesse público, sobre os interesses da coletividade. Vejo autoridades públicas decidindo em benefício próprio e contra a vontade da maioria dos brasileiros. Vejo o lucro derrogando a vida. A sede de poder e ambição se sobrepondo à Lei e ao Direito.

Usam as instituições para legitimar a opressão, a exploração e a exclusão. Cobrem-se com o manto da falsidade e da hipocrisia e buscam minar, descaracterizar e deslegitimar todo discurso público em prol da república, da democracia e da coletividade.

Oprimem, exploram e excluem e quando são capturados e julgados por seus atos apelam para os Direitos Humanos, para a Lei e para o Direito. Instituições que, antes de serem capturados e julgados, violavam e desrespeitavam reinteradamente. Por que querem ser julgados de acordo com os Direitos Humanos, com a Lei e com o Direito, se não julgam obedecendo aos Direitos Humanos, à Lei e ao Direito ?

Atacam os movimentos sociais com a Polícia e com o Judiciário, matam aos montes nas periferias e quando são vítimas de sequestros, roubos e assassinatos, uma resposta dos oprimidos, dos explorados e dos excluídos, contra a dominação, as desigualdades sociais, as violações de Direitos Humanos, etc; reclamam, gritam e pedem Justiça. Quem pratica a violência, necessariamente, recebe violência. Isto é uma lei universal. Logo, mais certo ou mais tarde, alguém se levantará para praticar contra os malfeitores, o mal que plantaram com suas ações.

Pedem Justiça, mas não são justos. Pedem Direitos Humanos, mas violam os Direitos Humanos. Pedem obediência à Lei, mas vivem da violação da Lei. Pedem que prevaleça o Estado de Direito, mas trabalham contra os Princípios do Direito.

Eu tenho um compromisso com os de baixo, com os oprimidos, explorados e excluídos. Um compromisso para acabar com as desigualdades e com a dominação. Um compromisso que não descarta o uso da violência e nem do terrorismo como caminho para elevar e estabelecer a vontade da maioria sobre os grupos dominantes. Algumas vezes a única forma de se atingir o poder que escraviza e domina a coletividade é agindo com violência contra os detentores desse poder.

Não há dúvida, as monstruosidades que os grupos dominantes espalham e promovem geram monstros que os devorará, um após o outro, até o último deles. A violência pode ser usada para o bem e, muitas vezes, a violência é o único caminho para se estabelecer Justiça entre os homens, para fazer prevalecer a vontade da coletividade sobre os interesses privados, para inserir racionalidade no sistema.

Contudo, os grupos dominantes não acreditam nisso. Eles pensam que fizeram uma lavagem cerebral eficientíssima nos excluídos e oprimidos. Acreditam que a coletividade, as pessoas comuns, pratica a não-violência, os Direitos Humanos, a Lei e o Direito e que ninguém ousará sair da redoma de mentiras para lutar contra a dominação e o controle. Contudo, dia após dia, sol após sol, mais e mais pessoas se convencem de que há algo de errado com este país, de que os discursos são hipócritas e mentirosos, a democracia representativa é a democracia dos grupos dominantes, a república foi corrompida e está encobrindo interesses privados.

Quanto mais pessoas verem isto, mais próximos estaremos de uma quebra do sistema. Uma quebra que pode caminhar e desembocar em um sistema totalitário, pois as instituições que tem força para impedir a instauração do totalitarismo foram corrompidas e se transformaram em instrumentos de opressão, exploração e exclusão.

Não precisamos de revolução, mas precisamos de mudanças efetivas e eficazes. Contudo, mudanças efetivas e eficazes, dada a estupidez e a irracionalidade dos grupos dominantes, só ocorrem com revolução e violência. Somente entregam o poder para a coletividade, para a maioria da população, quando suas cabeças começam a saltar na guilhotina.

Um discurso simples e fácil
O discurso consiste em relacionar o outro à nossa desgraça. E começa dizendo que nós não desenvolvemos porque somos impedidos de desenvolver, nós bão crescemos porque somos impedido de crescer,m, nós não avançamos porque somos impedidos de avançar. O outro é responsável por isto, pois a nossa vida, o nosso trabalho e a nossa inteligência é escravizada por ele.

Por isso, não é possível compartilhar o mundo com o outro. Não é possível compartilhar porque a relação senhor/escravo não pode ser rompida. A tolerância não é possível porque o outro quer a nossa opressão. Vive e se alimenta da nossa exploração e da nossa exclusão. Enquanto as duas partes estiverem juntas haverá escravidão. Portanto, o outro deverá ser destruído, eliminado, exterminado.

Um discurso simples e singelo que transforma o outro em inimigo mortal. Um discurso que começa com palavras e termina em campos de concentração. Além disso, o outro pode ser qualquer um, qualquer grupo, qualquer classe, qualquer etnia, raça, etc. Basta que seja diferente por alguma razão ou motivo e que exerça quaisquer tipo de opressão, exclusão ou exploração.

Um discurso que consiste em transformar o outro numa coisa supérflua, descartável e desprezível. Um discurso que desumaniza o outro. Por isso, não respeita barreiras e não considera nada. Não importa se é criança, jovem, adulto ou velho. São todos inimigos e se viverem irão nos escravizar mais uma vez, pois esta é a natureza deles: escravizarem-nos. Logo, todos devem ser exterminados. Ninguém deve escapar.

Percebam que, na atualidade, este discurso pode ser construído e reproduzido com facilidade, principalmente por causa das desigualdades sociais e dos truques da classe dominante que insiste em oprimir, explorar e excluir. Os grupos dominantes pensam que suas riquezas irá salvá-los da fúria das massas e de um levante totalitário. Tolo engano, pois o ouro não conseguiu salvar os Judeus do nazismo.

Por isso, as desigualdades sociais devem ser reduzidas ao mínimo e o poder dos grupos dominantes sobre a coletividade aniquilado, pois esta é a lenha que pode alimentar uma fogueira totalitária. Uma fogueira que pode ser acesa com extrema facilidade em área de pobreza, miséria, opressão, exploração e exclusão, seja ecônomica, cultural ou intelectual.

O bater de asas de uma borboleta (o discurso) no Japão pode ocasionar um furação (o campo de concentração) no Caribe. Isto é Teoria do Caos.

11/12/2007

Pergunta para os Nerds da USP
Como sabem, eu sou um pouco Nerd, inclusive nos hábitos sci-fi. Por isso, vou fazer uma pergunta para os outros Nerds que tem na USP. Vocês acham que o monumento da Praça do Relógio, na Cidade Universitária, tem alguma ligação com o monumento do filme 2001 - Uma Odisséia no Espaço ?
Monumento do filme
Monumento da Praça do Relógio da USP

Será que existe uma conspiração Nerd por trás disso ? Precisamos de respostas...

Você sabia que os livros de papel serão extintos ?
Tem muita gente que não acredita que os livros de papel serão extintos, mas serão. É apenas uma questão de tempo. Isto vai ocorrer por várias razões, mas as principais são:
1- Disponibilização dos livros no meio digital, na internet;
2- Livros digitais renderão muito mais para os autores do que os livros de papel;
3- Livros digitais remuneram os autores diretamente, sem a intermediação e o parasitismo das editoras.
4- Livros digitais tem baixo custo de produção e distribuição;
5- Dano ambiental ocasionado pela produção de papel;
6- Livros de papel ocupam muito espaço e deterioram rapidamente, as informações digitais são eternas, fáceis de arquivar, sistematizar e encontrar;
7- Livros digitais são acessíveis em qualquer parte do planeta e qualquer pessoa do globo poderá adquiri-los. Livros de papel dependem de redes de distribuição, editores internacionais, etc, ou seja, a maior parte deles estão acessíveis apenas localmente.
8- A produção de um livro digital consiste na produção de um único exemplar que será vendido centenas, milhares ou milhões de vezes. Não há custo nos demais exemplares que são vendidos, pois só se produziu um. Já os livros de papel tem custos em cada exemplar vendido (impressão, transporte, distribuição, embalagem, etc).
(...)
Enfim, quem quiser livros de papel terá que imprimir os livros digitais e mandar encadernar. Isto vai acontecer, queira ou não queira, goste ou não goste. É o futuro !!!

Ouriço Raposa e Hiena

No Livro do Professor Celso Lafer, "A Reconstrução dos Direitos Humanos" há uma passagem interessante sobre o Ouriço e a Raposa. Diz o seguinte:

"Muitas coisas sabe a raposa; mas o ouriço uma grande", é um verso do poeta grego Arquíloco, a partir do qual Isaiah Berlin propôs um critério para classificar escritores e pensadores, diferenciando-os a partir de certos traços definidores de suas obras. Existem, observa ele, os que relacionam tudo a uma visão unitária e coerente, que funciona como um princípio organizador básico do que pensam e percebem. São os ouriços, que assim articulam uma perspectiva centrípeta e monista da realidade.

Outros, ao contrário, se interessam por várias coisas, perseguem vários fins e objetivos - por vezes não-relacionados ou até mesmo contraditório - cuja interconexão não é nem óbvia nem explícita. São as raposas, que dessa maneira exprimem uma perspectiva centrífuga e pluralista da realidade. Dante, por exemplo, é centrípeto; Shakespeare é centrífugo. Platão, Hegel e Marx, por serem mais centrípetos, são mais ouriços do que Aristóteles, Montesquieu, Tocqueville ou Max Weber, que por força de uma visão mais centrífuga da realidade podem ser qualificados como raposas. (p.13)."

Com base na idéia do Grego Arquíloco (está escrito Arquíloco e não Ai que Louco), citada pelo Professor Celso Lafer, resolvi mirar a USP. E descobri que o que mais tem na USP não são nem Raposas e nem Ouriços, mas sim Hienas. Isso mesmo, Hienas !!! A raposa sabe muitas coisas. O ouriço sabe uma coisa grande. Já as Hienas não sabem muitas, nem sabe uma coisa grande, mas dão risada de tudo.

O problema é o excesso de sentido

Aí a mina olhou para mim e disse: "Sou bi !!". Não querendo ser grosseiro, respondi: "Legal !! Legal !!" Mas eu fiquei na dúvida quanto ao significado do bi. Não sei se é bi de bigama, ou seja, que é casada com dois cônjuges ao mesmo tempo. Não sei se era bi de bissexual, ou seja, que corta dos dois lado. Pode ser também bi de biscate, aquela que é de todo mundo. Inclusive poderia ser tudo ao mesmo tempo.

Acho que deveria ter pedido para ela definir o bi. Só falta ela dizer que o bi é de bitolada. Afinal, dizem as mulheres, os homens só pensam naquilo !!

10/12/2007

Última semana
Esta é a última semana de provas dos outros diretores do Instituto OCW Br@sil. A partir da próxima semana daremos início a uma nova ofensiva para a implantação do Projeto OCW USP, buscando desvencilhar o projeto das garras da burocracia da Universidade.

Se não conseguirmos fazer o Projeto passar pela burocracia, a minha idéia é levar o projeto para outras Universidades Públicas. Com isso quebraremos a hegemonia da USP, uma vez que os projetos OCW possuem grande poder para reunir e catalizar conhecimentos e informações, promovendo um salto de desenvolvimento.

Se no século passado a burocracia tivesse vencido o Professor Schenberg, nenhum computador teria sido instalado na Universidade. E a USP teria perdido a revolução da informática. As mentes obtusas, que ocupam cargo decisório, precisam ser rebaixadas, pois além de não se desenvolveram bloqueiam o desenvolvimento da Universidade, do Brasil e dos Brasileiros.

Eu tenho um plano B pronto para ser implantado em outras Universidades Públicas e para quebrar a hegemonia da USP. Certamente, após uma demonstração clara de desinteresse social da USP por um projeto como o OCW USP, que ocasiona grande repercussão social, os recursos destinados à pesquisa, nesta Universidade, terão que ser revistos e bloqueados. Não se pode direcionar recursos públicos para uma Universidade que busca apenas desenvolver/promover pesquisas para a iniciativa privada e para interesses privados.

Alguma coisa de grande relevância social tem que ser promovido aqui. A grande quantidade de recursos públicos recebidos por esta Universidade exige um retorno a altura, no mesmo nível. Projetos que beneficiam uma centena de pessoas são mesquinharia, irrelevantes, insignificantes, frente ao tamanho da USP. O Projeto OCW-USP está no nivel adequado e dá um retorno social de grande proporção. Um retorno social a altura da USP.

Se não fazem nada que tenha relevância e grande impacto social, por que querem recursos públicos ? O que está em jogo aqui é o interesse público. Portanto, quem bater de frente com o projeto, baterá de frente com o interesse público e com a vontade social. E eu vou defender o interesse coletivo com unhas e dentes.

O maior Macunaíma de 2007
Acho que o troféu "maior Macunaíma" de 2007 deve ser dado ao Renan Pensão de Empreiteira. O indivíduo ganhou em todos os requisitos, inclusive na teimosia e por gostar de "brincar" com a Jornalista.

Qual outra pessoa que você conhece que consegue fazer uma empreiteira pagar a pensão alimentícia de seu pimpolho ? Certamente, nenhuma, pois somente um genuíno Macunaíma consegue fazer isto...

E ganhou !!! No final das conta o Macunaíma de 2007 vai dar um nó em todo mundo e rir da nossa cara até não querer mais. Sem dúvida nenhuma, é um herói !!! O Macunaíma é um herói brasileiro, um herói da pilantragem, da falta de ética, da sem-vergonhice, etc.

Contudo, eu acho, que o Macunaíma do livro ficaria horrorizado com a falta de caráter do Macunaíma de Brasília.

STJ autoriza corte de água de inadimplentes em Palestina (SP)
O presidente do STJ (Superior Tribunal de Justiça), o ministro Raphael de Barros Monteiro Filho, autorizou a concessionária responsável pelo abastecimento de água do município de Palestina (493 km a noroeste de São Paulo) a cortar a água de nove imóveis, por motivo de inadimplência. A decisão foi divulgada nesta segunda-feira.

Segundo o STJ, o corte estava suspenso por força de liminares concedidas pela Justiça de Palestina e mantidas pelo TJ (Tribunal de Justiça) de São Paulo. Na ação, os consumidores contestavam os valores cobrados pela empresa.

No pedido de suspensão das liminares aceito pelo STJ, o município alegava que as liminares podiam inviabilizar o serviço público de água da cidade.

Para Monteiro Filho, a concessionária pode cortar a água quando o consumidor permanece inadimplente mesmo após aviso prévio. O que é proibido é cortar sem aviso, como forma de pressionar o pagamento.

Na decisão, o ministro entendeu ainda que a "discussão sobre a alegada distorção nos valores das tarifas cobradas pela concessionária será objeto de análise pelas instâncias ordinárias, não podendo servir de justificativa para a interrupção no pagamento".
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Comentários do Leonildo
Esta notícia parece ser uma notícia boba, não parece ? Mas não é. Não é uma notícia boba porque envolve, de um lado, o direito à vida e de outro o lucro de uma corporação. No meio a mentira: sem pagamento torna-se inviável o fornecimento de água. E a decisão do STJ foi contra a vida e a favor do lucro da empresa, ou seja, mandou cortar a água.

Os serviços essenciais para a sobrevivência das pessoas não podem, em lugar nenhum, serem privatizados. O Estado pode fornecer água de graça para as pessoas, garantindo a sobrevivência e a vida. Já uma empresa privada só entra no ramo se tiver lucro.

A privatização de um serviço público, ou seja, a passagem da prestação do serviço de um ente público para uma empresa privada, que visa lucro, transforma o cidadão, usuário do serviço público, em um consumidor, um cliente, da empresa privada. Ser um cidadão usuário de um serviço público é uma coisa, ser um cliente, um consumidor, de uma empresa privada é outra.

Quando uma empresa privada, que visa lucro, entra em um negócio público, os cidadãos se tornam reféns da lucratividade da empresa. Inclusive, é válido dizer que uma organização privada não tem nenhum compromisso com seus consumidores, nem com a vida e nem com o bem estar deles. Se não podem pagar pela água, cortam a água. Se não podem pagar pela educação, expulsam da escola. Se não podem pagar pelo Hospital, jogam o doente na rua. Não há compromisso com as pessoas, só com os lucros.

Por conta disso, precisamos iniciar uma série de movimentos para parar e reverter a privatização dos serviços públicos essenciais, assim como criar mecanismos que estabeleçam um controle público sobre as corporações e as pessoas jurídicas. Não só isto, decisões como estas que desconsideram direitos fundamentais em benefício do lucro de empresas devem ser ignoradas e desconsideradas.

Quanto mais o judiciário julga contra a realidade e contra os direitos fundamentais do homem, mais ele é desacreditado e perde força perante a sociedade. A água é um bem fundamental para a vida humana, não pertence a nenhuma empresa. E se a empresa monopolizou o seu fornecimento, deverá arcar com as conseqüencias do monopólio, garantindo o fornecimento para todos. O que é inaceitável é a chantagem que o judiciário e a empresa estão tentando impor juntos: se não pode pagar pela água, então morram de sede.

09/12/2007

É melhor derrubar o Senado e construir um amplo estacionamento no local
Se os governadores querem a CPMF e os senadores "supostamente" representam os Estados, não deveria haver um alinhamento entre os interesses dos Estados e a votação dos senadores ? Se os Estados querem uma coisa e os senadores dizem outra, eles estão falando por quem ?

A minha conclusão é somente uma: é melhor derrubar o Senado e construir, no local, um amplo estacionamento. O Brasil ganhará mais com o estacionamento do que com o atual Senado corrupto. Inclusive, eles salvaram o Renan Pensão de Empreiteira. Eu vi e anotei... E vou usar isto na hora apropriada.

Além disso, a salvação do Renan mostrou claramente a incompetência dos tucanos e dos democratas que deveriam ter negociado a cabeça do Renan junto com a CPMF. Iriam conseguir abaixar a CPMF, cortar a cabeça do Renan e ainda emplacar o Simon na Presidência. Mas, pelo visto, são péssimos na mesa de negociação.

Inclusive aceitaram o absurdo proferido pelo Tião Soco na Cara Viana (o Gabeira acertou com a direita ou com a esquerda ?): "Revelar voto é quebra de decoro". De onde é que este indivíduo tirou esta afirmação ? O voto não é uma coisa pessoal. Lembram que o Senador tem um mandato. Quem tem mandato representa os interesses do mandante. E o mandante é o povo. E se o povo quiser saber e conhecer o voto, tem o direito de fazê-lo. Quebra de decoro é não revelar o voto. É esconder o voto para enganar e ludibriar o mandante, ou seja, o povo.

Mas eu fico feliz com estas besteiras que estão fazendo. Quanto mais besteiras, melhor !!! Estas besteiras são as provas que eu necessito para, na hora certa, promover o fechamento das casas legislativas e botar um fim na Democracia Representativa, na Democracia dos grupos dominantes, instaurando, no Brasil, a Democracia Direta do povo. E com voto pela internet.

Norberto Bobbio - A Era dos Direitos - pag.144-152
Quando comparada à democracia de inspiração rousseauísta, com efeito, a participação popular nos Estados democráticos reais está em crise por pelo menos 3 razões:

a) A participação culmina, na melhor das hipóteses, na formação da vontade da maioria parlamentar; mas o parlamento, na sociedade industrial avançada, não é mais o centro do poder real, mas apenas, freqüentemente, uma câmara de ressonância de decisões tomadas em outro lugar.

b) Mesmo que o parlamento ainda fosse o órgão do poder real, a participação popular limita-se a legitimar, a intervalos mais ou menos longos, uma classe política restrita que tendeu à própria autoconservação, e que é cada vez menos representativa.

c) Também no restrito âmbito de uma eleição "una tantum" sem responsabilidades políticas diretas, a participação é distorcida, ou manipulada, pela propaganda das poderosas organizações religiosas, partidárias, sindicais, etc. A participação democrática deveria ser eficiente, direta e livre: participação popular, mesmo nas democracias mais evoluídas, não é nem eficiente, nem direta, nem livre.

Da soma desses 3 déficits de participação popular nasce a razão mais grave de crise, ou seja, a apatia política, o fenômeno, tantas vezes observado e lamentado, da despolitização das massas nos Estados dominados pelos grandes aparelhos partidários. A democracia rousseauísta ou é participativa ou não é nada."

Henry Thoreau diz:
"Será que a democracia tal como a conhecemos é o último aperfeiçoamento possível em termos de construir governos? Não será possível dar um passo a mais no sentido de reconhecer e organizar os direitos do homem? Nunca haverá um Estado realmente livre e esclarecido até que ele venha a reconhecer no indivíduo um poder maior e independente — do qual a organização política deriva o seu próprio poder e a sua própria autoridade — e até que o indivíduo venha a receber um tratamento correspondente.

Fico imaginando, e com prazer, um Estado que possa enfim se dar ao luxo de ser justo com todos os homens e de tratar o indivíduo respeitosamente, como um vizinho; imagino um Estado que sequer consideraria um perigo à sua tranqüilidade a existência de alguns poucos homens que vivessem à parte dele, sem nele se intrometerem nem serem por ele abrangidos, e que desempenhassem todos os deveres de vizinhos e de seres humanos. Um Estado que produzisse esta espécie de fruto, e que estivesse disposto a deixá-lo cair logo que amadurecesse, abriria caminho para um Estado ainda mais perfeito e glorioso; já fiquei a imaginar um Estado desses, mas nunca o encontrei em qualquer lugar."

"A desobediência civil" - Henry Thoreau.

08/12/2007

Descobriram a roda: fraude em concurso público
Pela quantidade de ocorrência a pergunta certa deveria ser: qual concurso não teve fraude ? Isto decorre da simples constatação de que são pessoas que fazem as provas. Pessoas que montam os gabaritos, antes da prova. Pessoas que sabem quais são as questões e quais são as respostas. Por que não venderiam ? Por que não repassariam para seus amigos, seus colegas, gente da mesma máfia, da mesma sociedade secreta, etc...

E se não fraudam as provas objetivas, nos concursos mais exigentes, fraudam as provas subjetivas. Por exemplo, concurso em que aparece os termos, ou algo parecido com: "Análise curricular eliminatória", etc. Pode ter certeza, já tem alguém escolhido para a vaga e o concurso está sendo realizado apenas como uma formalidade para instalar o impostor na função.

Ainda existem os casos de pessoas que pagam outros irem fazer as provas. Gente que leva cola grudada no corpo e na hora da prova, depois de ver as questões, vai no banheiro consultar a cola. Há ainda os casos em que deixam a cola escondida no banheiro, etc...

Outra sem-vergonhice são as tais provas orais. Deveriam chamar de prova da cara. Se o examinador gosta da cara da moça, mesmo sendo burrinha, ela passa. Já se aparece um negro ou alguém que não integra a máfia: está reprovado. Não precisa nem fazer a prova, pois, certamente, vão dar a resposta como errada. Ou então vão perguntar uma coisa tão cabeluda, que nem os próprios examinadores sabem responder. As picaretagens nos concursos públicos brasileiros, não tem limites.

Eu tenho uma solução para isto. Uma solução que vai tapar completamente o buraco das fraudes nos concursos. Inclusive faz um bom tempo que estou pensando neste sistema. Quando eu concluir a idéia, eu conto !!!

Será ???
Eu acho que a minha inteligência pode ser útil no MST (Movimento dos Sem-terra), principalmente depois que eu receber o diploma e for habilitado pela OAB. Certamente, se eu entrar neste Movimento a Reforma Agrária sai, nem que seja na paulada... Vou pensar melhor sobre este assunto, afinal, eu também sou um sem-terra.

Se eu entrar no MST, a primeira coisa que eu faço é mapear todas as propriedades improdutivas do país, montando um banco de dados com provas da improdutividade e da perda da função social dessas propriedades. A segunda coisa é reunir um grupo de advogados para rebater o poder de fogo dos fazendeiros na justiça. E a terceira coisa é treinar um grupo de resistência para enfrentar as mílicias e a tropa de choque do Estado, quando a ação da justiça for contra a realidade das coisas e dos fatos. Por exemplo, nos casos em que o Juiz vendeu a sentença e o fazendeiro é amigo dos desembargadores.

Notas da minha leitura
Anthony Giddens - Sociologia - 4 Edicão - Pag 537:
Segundo Foucault, o poder age através do discurso no sentido de moldar as atitudes populares em relação a fenômenos como o crime, a loucura ou a sexualidade. Discursos especializados introduzidos por aqueles que detêm o poder ou a autoridade, muitas vezes, só podem ser contestados pelos discursos de especialistas concorrentes. Dessa maneira, os discursos podem ser empregados como um poderoso instrumento para restringir formas alternativas de pensar ou de falar. O conhecimento passa a ser uma força de controle. Um tema proeminente ao longo dos escritos de Foucault é o modo como o poder e o conhecimento estão ligados às tecnologias de vigilância, de cumprimento de leis e de disciplina.
Anthony Giddens - Sociologia - 4 Edicão - Pag 538:
Habermas reconhece que muitas das idéias de Marx tornaram-se obsoletas e conta com Weber como uma fonte de idéias alternativas. Entretanto, ele também sugere que alguns dos princípios básicos que inspiraram o trabalho de Marx precisam ser mantidos. Não existe nenhuma alternativa para o capitalismo, nem deveria existir: o capitalismo provou a sua capacidade de gerar um enorme volume de riquezas.

Mesmo assim, alguns dos problemas fundamentais identificados por Marx em uma economia capitalista ainda estão presentes no capitalismo - como sua tendência a gerar depressões ou crises econômicas.

Precisamos restabelecer nosso controle sobre os processos econômicos que chegam a nos controlar mais do que nós os controlamos.

Um dos principais caminhos para se conseguir ampliar esse controle, propõe Habermas, é por meio do renascimento do que ele chama de "esfera pública". A esfera pública é essencialmente a estrutura da democracia. Os procedimentos democráticos ortodoxos que envolvem Parlamentos e partidos, afirma Habermas, não nos fornecem uma base suficiente para a tomada de decisões coletivas.

Podemos renovar a esfera pública por meio da reforma de procedimentos democráticos e do envolvimento mais consistente dos organismos comunitários e dos grupos locais.

A mídia moderna das comunicações de fato traz alguns dos resultados observados por Baudrillard e outros. Todavia, ela também pode contribuir de modo fundamental para a promoção da democracia. Onde a televisão e os jornais, por exemplo, estiverem dominados pelos interesses comerciais, esses veículos não servirão como um foco para a discussão democrática.

Porém, o sistema público de rádio e televisão, ao lado da internet, oferece muitas possibilidades para a abertura de diálogo e de discussões.

O que eu estou lendo e estudando ultimamente
Leituras para o trabalho de conclusão do curso:
Anthony Giddens - Sociologia
Celso Lafer - A reconstrução dos Direitos Humanos
Hannah Arendt - O Sistema Totalitário
Hannah Arendt - A vida do espírito
Eu ia ler Habermas também, mas achei o livro excessivamente truncado e cansativo. A clareza é uma coisa importante para a compreensão. Acho que os tradutores de Habermas, naquele livro, não foram felizes.
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Além disso, ao ler um livro, eu busco elementos para respaldar a minha teoria. Não leio o livro simplesmente para saber o que aquele autor pensava ou para fixar coisas do autor e ficar repetindo por aí como papagaio. Repetem sem saber o sentido, pois estão fora do contexto do autor.
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O conhecimento não é só um instrumento de transformação do mundo. É muito mais do que isso. É o fundamento da evolução humana. A evolução cultural do homem se constrói e desenvolve a partir do conhecimento que desenvolvemos, das teorias que criamos, das idéias que temos.

Proteção da Amazônia e etanol
Há uma grande preocupação do mundo com a preservação da Amazônia. Mas pouca preocupação com o etanol e com os biocombustíveis. Acho que nós poderíamos juntar as duas coisas, ou seja, se o mundo quer proteger a Amazônia, então devem comprar os nossos biocombustíveis: etanol, biodiesel, etc. Certamente, deverá existir uma garantia concreta de que a cana não irá se expandir dentro da região amazônica.

Inclusive, o governo poderia criar uma espécie de fundo, para a preservação da Amazônia, cobrando uma taxa extra sobre os biocombustíveis exportados. Assim, os países usuários dos biocombustíveis contribuem duplamente com o desenvolvimento sustentável. Primeiro não poluindo, ou seja, usando biocombustíveis. E, segundo, dando uma contribuição direta para o fundo de proteção da Amazônia.

Certamente, este fundo tem que ser administrado por uma Agência a parte do Estado e com finalidade específica, pois se o dinheiro entrar no bolo dos tributos é capaz de acabar caindo na indústria agropecuária ou como empréstimo para algum fazendeiro que está ampliando o desmatamento no Brasil.

Isto é uma coisa que precisa ser pensada e detalhada. Contudo, os nossos ministros não tem usado muito a cabeça ultimamente. Está lhes faltando visão além do horizonte. Só estão enxergando o óbvio...

Tem gente revirando o meu passado
Ouvindo algumas referências e algumas indiretas percebi que tem gente revirando o meu passado. Nada fora do comum, pois parece até que a minha vida virou a casa da mãe Joana. Meus emails são capturados e invadidos regurlamente, para não dizer diariamente, meu acesso a internet é monitorado incessantemente. Olham os sites que visito, as coisas que leio, etc...

É uma seqüência assustadora de violações de direitos fundamentais. Certamente, tudo é feito por hacker e cracker de partido político e sociedade secreta. Não vou revelar os nomes agora, pois vou fazer isto na hora apropriada.

Mas, quanto ao meu passado, não há nada que me envergonhe ou rebaixe. Há apenas estudos e busca do conhecimento. E tudo o que eu fiz, ao longo de minha vida, foi necessário fazer e eu não me arrependo de nada. Se pudesse refazer meus passos, faria tudo do mesmo jeito, pois é uma trajetória de sucesso. Não de fracasso como é a vida de muita gente. Inclusive pretendo contar tudo, ponto por ponto, no meu site da internet.

Certamente, vou contar tudo, inclusive o que fizeram/fazem para me prejudicar e parar. Isto vai travar a língua dos desgraçados que reviram a vida dos outros, buscando rabo preso, etc. Pior, não só reviram como distribuem os dados por listas de emails.

Enfim, não há nada no meu passado que me envergonhe. Possivelmente, pensaram que iriam encontrar um passado promíscuo e cheio de álcool e drogas, adolescência alienada e estúpida, como é o passado das pessoas que me investigam e que violam os meus direitos fundamentais. Mas quebraram a cara de pau. Não há nada disso na minha vida.

Quando eu entrar para a política, o meu passado será mostrado como um exemplo de trajetória de sucesso e de luta aberta e contínua contra os grupos dominantes, contra os interesses dominantes, contra a opressão, contra a exploração, contra a tirania e as exclusões. Quando eu começar a contar as histórias pelas quais eu passei, muitos serão atraídos para o meu lado. O meu passado me impele para frente e mostra-me que estou no caminho certo.

Inclusive, na minha história e no meu passado há todos os elementos necessário para a construção de um mito. Certamente, a minha história é melhor do que a de Hitler. E tenho, assim como o Führer, o poder de seduzir as pessoas com palavras e de mostrar novas perspectivas e realidades. Contudo, não pretendo e não vou usar isto para benefício próprio ou interesse pessoal. Só vou usar em benefício da coletividade, para defender os interesses públicos, a coisa pública, a democracia e os direitos humanos.

Hoje, temos pouquíssimos líderes capazes de movimentar a multidão e as massas. Isto ocorre porque são poucas as pessoas que possuem substância, que possuem uma trajetória de vida de sucesso, que possuem um comprometimento histórico com a coletividade e com a sociedade. O poder não está no discurso, está na convicção, na história de quem fala e nas obras que praticou ao longo de sua vida.

Inclusive, há um texto do Padre Vieira que explica isto muito bem. È um texto do Sermão da Sexagésima e diz o seguinte:

"No pregador deve-se considerar a pessoa, a ciência, a matéria, o estilo, a voz. A pessoa: uma coisa é o semeador, outra o que semeia; uma coisa é o pregador outra o que prega. As ações é que dão ser ao pregador: Hoje pregam-se palavras e pensamentos, antigamente pregavam-se palavras e obras. De nada vale a funda de Davi sem as pedras. Até o Filho de Deus, enquanto Deus, não é obra de Deus, é palavra de Deus. No céu Deus é necessariamente amado porque é Deus visto, o que não acontece na terra onde é apenas Deus ouvido. Os sermões fazem pouco efeito porque não são pregados aos olhos mas aos ouvidos. Seguir o exemplo do Batista. Os ouvintes e as ovelhas de Jacó. Contra esse argumento lá o exemplo do profeta Jonas.

Mas como em um pregador há tantas qualidades e em uma pregação há tantas leis, e os pregadores podem ser culpados em todas, em qual consistirá esta culpa? No pregador pode-se considerar cinco circunstâncias: a pessoa, a ciência, a matéria, o estilo, a voz. A pessoa que é, a ciência que tem, a matéria que trata, o estilo que segue, a voz com que fala. Todas estas circunstâncias temos no Evangelho. Vamos examinando uma por uma, e buscando estas cousas.

Será porventura o não fazer fruto hoje a palavra de Deus, pela circunstância da pessoa? Será porque antigamente os pregadores eram santos, eram varões apostólicos e exemplares, e hoje os pregadores são eu e outros como eu? Boa razão é esta.

A definição do pregador é a vida e o exemplo. Por isso Cristo no Evangelho não o comparou ao semeador, senão ao que semeia. Reparai. Não diz Cristo: saiu a semear o semeador, senão, saiu a semear o que semeia: Ecce exiit qai seminat semiitare. Entre o semeador e o que semeia há muita diferença: uma coisa é o soldado, e outra coisa o que peleja; uma coisa é o governador, e outra o que governa. Da mesma maneira, uma coisa é o semeador, e outra o que semeia: uma coisa é o pregador, e outra o que prega. O semeador e o pregador é nome, o que semeia e o que prega é ação, e as ações são as que dão o ser ao pregador.

Ter nome de pregador, ou ser pregador de nome, não importa nada; as ações, a vida, o exemplo, as obras, são as que convertem o mundo. O melhor conceito que o pregador leva ao púlpito, qual cuidais que é? E o conceito que de sua vida têm os ouvintes. Antigamente convertia-se o mundo; hoje por que se não converte ninguém? Porque hoje pregam-se palavras e pensamentos; antigamente pregavam-se palavras e obras.

Palavras sem obras são tiro sem bala: atroam mas não ferem. A funda de Davi derrubou o gigante, mas não o derrubou com o estalo senão com a pedra: infixus est lapis in fronte ejus. As vozes da harpa de Davi lançavam fora os demônios do corpo de Soul, mas não eram vozes pronunciadas com a boca, eram vozes formadas com a mão: David tollebat citharam, et percutiebat manu sua. Por isso Cristo comparou o pregador ao semeador. O pregar, que é falar, faz-se com a boca: o pregar, que é semear, faz-se com a mão. Para falar ao vento, bastam palavras: para falar ao coração, são necessárias obras.

Diz o Evangelho que a palavra de Deus multiplicou cento por um. Que quer isso dizer? Quer dizer que de uma palavra nasceram cem palavras? Não. Quer dizer que de poucas palavras nasceram muitas obras. Pois palavras que frutificam obras, vede, se podem ser só palavras? Quis Deus converter o mundo, e que fez? Mandou ao mundo seu Filho feito homem. Notai. O Filho de Deus, enquanto Deus, é palavra de Deus, não é obra de Deus: Gertitum, nonfactum. O Filho de Deus enquanto Deus e Homem, é palavra de Deus e obra de Deus juntamente: Verbum caro factum est De maneira que até de sua palavra desacompanhada de obras, não fiou Deus a conversão dos homens.

Na união da palavra de Deus com a maior obra de Deus consistiu a eficácia da salvação do mundo. Verbo divino é palavra divina, mas importa pouco que as nossas palavras sejam divinas, se forem desacompanhadas de obras. A razão disto é porque as palavras ouvem-se, as obras vêem-se; as palavras entram pelos ouvidos, as obras entram pelos olhos, e a nossa alma rende-se muito mais pelos olhos que pelos ouvidos. No céu ninguém há que não ame a Deus, nem possa deixar de o amar. Na terra há tão poucos que o amem; todos o ofendem. Deus não é o mesmo, e tão digno de ser amado no céu como na terra? Pois como no céu obriga e necessita a todos ao amarem, e na terra não?

A razão é porque Deus no céu é Deus visto; Deus na terra é Deus ouvido. No céu entra o conhecimento de Deus à alma pelos olhos: Videbimus eum sicut est na terra entra-lhe o conhecimento de Deus pelos ouvidos: Fides ex ouditu. E o que entra pelos ouvidos, crê-se, o que entra pelos olhos, necessita. Viram os ouvintes em nós o que nos ouvem a nós, e o abalo e os efeitos do sermão seriam muito outros.

Vai um pregador pregando a Paixão, chega ao pretório de Pilatos, conta como a Cristo o fizeram rei de zombaria, diz que tomaram uma púrpura e lha puseram aos ombros; ouve aquilo o auditório muito atento. Diz que teceram uma coroa de espinhos, e que lha pregaram na cabeça; ouvem todos com a mesma atenção. Diz mais que lhe ataram as mãos e lhe meteram nela uma cana por cetro; continua o mesmo silêncio e a mesma suspensão nos ouvintes. Corre-se neste passo uma cortina, aparece a imagem do Ecce homo: eis todos prostrados por terra, eis todos a bater nos peitos, eis as lágrimas, eis os gritos, eis os alaridos, eis as bofetadas. Que é isto? Que apareceu de novo nesta igreja?

Tudo o que descobriu aquela cortina tinha já dito o pregador. Já tinha dito daquela púrpura, já tinha dito daquela coroa e daqueles espinhos, já tinha dito daquele cetro e daquela cana. Pois se isto então não fez abalo nenhum, como faz agora tanto? Porque então era Ecce homo ouvido, e agora é Ecce homo visto; a relação do pregador entrava pelos ouvidos, a representação daquela figura entra pelos olhos. Sabem, padres pregadores, porque fazem pouco abalo os nossos sermões? Porque não pregamos aos olhos, pregamos só aos ouvidos. Porque convertia o Batista tantos pecadores?

Porque assim como as suas palavras pregavam aos ouvidos, o seu exemplo pregava aos olhos. As palavras do Batista pregavam penitência: Agite poenitentiam: Homens fazei penitência (Mt. 3,2) e o exemplo clamava: Ecce homo: eis aqui está o homem que é o retrato da penitência e da aspereza. As palavras do Batista pregavam jejum e repreendiam os regalos e demasias da gula, e o exemplo clamava: Ecce homo: eis aqui está o homem que se sustenta de gafanhotos e mel silvestre. As palavras do Batista pregavam composição e modéstia, e condenavam a soberba e a vaidade das galas, e o exemplo clamava: Ecce homo: eis aqui está o homem vestido de peles de camelo, com as cerdas e cilicio à raiz da carne. As palavras do Batista pregavam despegos e retiros do mundo, e fugir das ocasiões e dos homens, e o exemplo clamava: Ecce homo: eis aqui o homem que deixou as cortes e as cidades, e vive num deserto e numa cova. Se os ouvintes ouvem uma coisa e vêem outra, como se hão de converter?

Jacó punha as varas manchadas diante das ovelhas quando concebiam, e daqui procedia que os cordeiros nasciam manchados. Se quando os ouvintes percebem os nossos conceitos, têm diante dos olhos as nossas manchas, como hão de conceber virtudes? Se a minha vida é apologia contra a minha doutrina, se as minhas palavras vão já refutadas nas minhas obras, se uma coisa é o semeador e outra o que semeia, como se há de fazer fruto?

Muito boa e muito forte razão era esta de não fazer fruto a palavra de Deus, mas tem contra si o exemplo e experiência de Jonas (Jon. 1,2-4). Jonas, fugitivo de Deus, desobediente, contumaz, e ainda depois de engolido e vomitado, iracundo, impaciente, pouco caritativo, pouco misericordioso, e mais zeloso e amigo da própria estimação que da honra de Deus e salvação das almas, desejoso de ver sovertida a Nínive, e de a ver soverter com seus olhos, havendo nela tantos mil inocentes. Contudo, este mesmo homem com um sermão converteu o maior rei, a maior corte e o maior, reino do mundo, e não de homens fiéis, senão de gentes idólatras. Outra é logo a cousa que buscamos. Qual será?"

07/12/2007

As ONGs e as campanhas precisam ser investigadas
Eu concordo plenamente com a investigação das ONGs, de todas as ONGs, começando pelas mais grandes. Por exemplo, Fundação Roberto Marinho, Fundação Banco do Brasil, Fundação Bradesco, etc. Tem que passar um pente fino em tudo, em todos os gastos, em todas as campanhas.

Por exemplo, a tal Campanha Criança Esperança arrecada milhões e milhões todo ano. Para onde vai este dinheiro ? Está sendo aplicado em projetos sociais ou é tudo mentira e estão desviando até o talo. Monstram meia dúzia de criança em um abrigo, um jovem que agora está fazendo esporte e diz que aquilo é projeto financiado pelo Criança Esperança. Projetos que somados não chegam a R$ 100.000,00. E o resto do dinheiro, os milhões, para onde estão indo. Cadê o resultado concreto ?

Tem gente que usa crianças para pedir nos faróis das grandes cidades. Outras pessoas usam crianças para pedir na TV. Em ambos os casos as crianças são usadas. O dinheiro arrecadado é embolsado pelos larápios. As crianças ? Ganham balas e pirulitos... Os larápios ganham os milhões.

Usar o nome do UNICEF ou de outras organizações não é sinônimo de lisura e nem garantia de destinação correta dos recursos. Eu acho que a CPI das ONGs tem que ir fundo nestas campanhas, pois mais de 50% dos recursos arrecadados, usando a boa-fé e a ingenuidade das pessoas, estão sendo desviados e embolsados pelos organizadores desses eventos.

Também tem que investigar o tal Sistema S. As receitas arrecadadas pelas contribuições ao Sistema S são repassadas a entidades, na maior parte de direito privado, que devem aplicá-las conforme previsto na respectiva lei de instituição. Não estão aplicando, ou então estão aplicando muito mal o dinheiro. Não vemos resultados concretos. A arrecadação aumenta ano a ano e os projetos do sistema S continuam os mesmos de 10 anos atrás. Tem que fazer a mesma coisa: pente fino emtudo, em todas as contas dos últimos 20 anos...

05/12/2007

Mais um detalhe
O Instituto OCW Br@sil foi criado para desenvolver projetos sociais de relevante interesse público em conjunto, ou seja, em parceria com a USP, com as Unidades da USP, com os professores USP e com alunos da USP. Por conta disso, há uma cláusula no Estatuto da Organização que diz: "Art. 37 - No caso de dissolução do “Instituto OCW Brasil”, o respectivo patrimônio líquido será transferido para a Universidade de São Paulo, devendo ser aplicado em projetos que tenham objetivos próximos aos estabelecidos neste Estatuto."

Mais uma coisa, os Projetos do Instituto OCW Br@sil são abertos e visíveis. Tudo estará disponível na Internet. Por exemplo, o Projeto OCW-USP visa colocar todas as disciplinas ministradas na USP na internet, com acesso aberto e gratuito (o Estatuto impede a cobrança de quaisquer taxas para acesso a conteúdos dos projetos). Logo, quem quiser ver as disciplinas disponibilizadas, bastará acessar o site para vê-las.

Portanto, os nossos projetos não são coisas escondidas, em um local distante e inacessível, que ninguém nunca houve falar e não sabe se realmente existem. Os nossos projetos estarão na internet. Tudo estará na internet. Para acesso de todos, gratuitamente.

Esclarecimentos sobre o Projeto OCW-USP
O Projeto já passou pela avaliação de mérito de renomados professores da USP. E foi aprovado. Portanto, os professores da USP estão alinhados com o projeto. Mesmo assim, de acordo com orientação da Faculdade de Direito, nós teremos que pedir autorização expressa para cada professor, assim como dar-lhe ampla liberdade na edição dos vídeos e áudio que forem gravados.

Além disso, a fim de incentivar os Professores a participarem do Projeto, nós idealizamos um sistema de remuneração que permitirá a inserção de publicidade nas páginas dos Professores. A remuneração dessas publicidades será dividida em três partes: Professor, Universidade e Instituto OCW.

Certamente, além da publicidade, o professor poderá inserir, em sua página de aulas, seu currículo, textos e links para seus livros, artigos, etc. Também fica a critério do Professor a inserção de publicidade ou não em suas páginas.

Com isto geramos uma nova fonte de receita para o Professor, que se empenhará mais no desenvolvimento de aulas de alta qualidade, e para a Universidade que receberá, não em espécie, mas em equipamentos de tecnologia para a sala de aula e bibliotecas. Lembro que algumas unidades não possuem equipamentos multimídia adequados. A nossa idéia é instalar , ao longo do Projeto, um sistema completo de multimída em todas as salas. Isto failitará a gravação das aulas, a apresentação de slides, enfim, a vida do professor.

Após a avaliação de mérito, o projeto foi encaminhado para avaliação formal da Procuradoria da Universidade (servidores administrativos), para análise formal da proposta de convênio, e é aqui que estão sentados em cima da coisa.

Resumindo, o Projeto OCW-USP passou pela avaliação de mérito com nota,dez, mas está travado por servidores administrativos que, ao invés de fazerem a avaliação formal rapidamente, ficam sentados em cima do Projeto vendo o tempo passar.

Certamente, nós não dependemos do resultado dessa avaliação para implantar o Projeto. Dependemos apenas da autorização do Professor em sala de aula. Isto é fundamental. O resto nós podemos ignorar, desviar, sair pela tangente, buscar outro meio... Certamente, faremos isto se continuarem enrolando.

Portanto, o Projeto OCW-USP é um projeto em que todas as partes ganham. Ganha o professor com sua divulgação e com a publicidade. Ganha a Universidade com mais divulgação e recursos para as salas de aulas, assim como com a formação de um banco de dados histórico dos docentes e de suas aulas. Ganham os alunos com a disponibilização de todas as aulas na internet e com o crescimento exponencial de bolsas em dinheiro (Alunos bolsistas que gravarão as aulas). Ganha, principalmente, a sociedade que terá acesso gratuito e aberto ao conhecimento ministrado na maior e melhor Universidade do país.

O caminho para o desenvolvimento social e econômico, assim como para a evolução da sociedade é a democratização do conhecimento e a socialização dos saberes. É o Ensino Público Gratuito via Internet e via TV digital.

04/12/2007

Cursos e dicionários de francês gratuito na Web:

1 - http://francoclic.mec.gov.br/

2- http://www.francaisfacile.com/

3-http://www.bbc.co.uk/languages/french/index.shtml

4-http://www.jump-gate.com/languages/french/

5- http://avangardix.ueuo.com/

6- Apostilas e livros de idiomas

A desgraça da burocracia
Notícias relacionadas:
Eichmann era um burocrata. Um indivíduo completamente alheio à realidade das coisas e à humanidade. Um indivíduo que só via na frente regras, procedimentos e as ordens do Führer. Eichamann era um nazista. E os burocratas de hoje, são o quê ? Continuam sendo a mesma coisa que Eichmann, nazistas !!! Não nazistas porque integram o partido nacional-socialista alemão, mas sim, porque usam o mesmo método, as mesmas técnicas.

Mais do que nazistas, os burocratas atuais são parasitas da coletividade. Além de parasitarem a coletividade, comendo recursos públicos, eles enfraquecem suas vítimas, impedindo o desenvolvimento, a inovação, a evolução.

A burocracia está amarrando os nossos pés e nos prendendo ao subdesenvolvimento. Queremos evoluir, implantar novas idéias e novos projetos, mas a burocracia trava o avanço...Os burocratas são nazistas naturais. São pessoas caracterizadas pelo vazio de pensamento e pela incapacidade de enxergar o futuro. São medíocres que ocupam altos cargos. Logo, além de não evoluirem, também impedem os outros de evoluirem.

Os burocratas não querem o desenvolvimento, a evolução, a tecnologia, a inovação. Não querem porque isto põem em risco o poder que eles tem sobre a administração pública. Eles, os burocratas, são uma desgraça para o Brasil e para os Brasileiros. Eles querem manter o Brasil e os Brasileiros no subdesenvolvimento, na miséria, na opressão, na exploração, na exclusão.

A minha definição de burocrata é: um indivíduo, funcionário público, preguiçoso, picareta, corrupto e malicioso. Um parasita que trabalha quando recebe propina e que tem poder para parar projeto essenciais com sua incompetência intencional.

Eles são competentes, pois passam em concursos dificílimos, porém, uma vez na administração pública, não querem mais trabalhar, passam a ser, intencionalmente, incompetentes. É isto mesmo, incompetência intencional, eles seguram os projetos que deveriam dar andamento, alegando uma suposta incompetência, ou então mandam o projeto para um local errado, só para atrasar o desenvolvimento, etc. São pessoas diabólicas e maléficas.

Como resolver este problema ? Esta é uma boa questão. Para desenvolver o Brasil precisamos destruir a burocracia e os burocratas. Precisamos acabar com os excesso de poder que essa gente controla e domina. Precisamos atingi-los na cabeça, para impedir que eles tenham quaisquer reação.

A primeira coisa a ser feita é informatizar todos os níveis da administração pública. Quanto menos servidores públicos e mais computadores, melhor. Segundo, aplicar a lei, mais especificamente o princípio constitucional da eficiência. Violou o princípio da eficiência sentando em cima do processo que deveria dar andamento: demissão sumária. Terceiro implantar sistemas de produtividade: se o servidor não cumprir um certo nível de produção diária deve ser demitido. A administração pública é um local de trabalho e não de descanso.

A administração pública hoje, em vários órgãos do Estado, virou um antro de vagabundos. Gente que trabalha o mínimo possível e que só pensa em fazer greve para ganhar mais. Querem um salário altíssimo e apenas alguns minutos de trabalho diário.

O PAC do governo Federal não anda por causa da burocracia. Alguém já considerou a hipótese de que a burocracia está macomunada com a oposição ? Lembrem-se que as coisas não andam intencionalmente. Elas ficam paradas porque tem alguém ganhando com isto. Se o PAC não sair, o Governo Lula perde credibilidade. Portanto, alguém pode estar usando a burocracia para não deixá-lo sair.

Outro caso é o nosso Projeto OCW-USP. Estamos presos nas garras da burocracia. Inclusive eu já considero a possibilidade de passar por cima de tudo e dar seqüencia ao projeto sem esperar mais nada. Certamente, vão tentar nos parar na Justiça e lá nós discutiremos o princípio da eficiência e da razoabilidade. E nós teremos a oportunidade de demonstrar o dano social que as ações da burocracia ocasionam para a coletividade. Vamos provar, e dar a maior publicidade possível a isto, que o Projeto não caminha por vontade e interesses obscuros, talvez políticos, interesse em prejudicar a população e beneficiar algumas empresas, etc.

E não é só aqui na USP que estão nos segurando não, o Governo Federal também está sentado em cima do nosso pedido de qualificação OSCIP. Mais especificamente, o Ministro da Justiça é que está com a bunda em cima do negócio. E aí Ministro, vai liberar a qualificação que está aí a quase dois meses ou vai esperar o carnaval para entrar na dança ?

Mas o pior é que o Ministério da Justiça tirou o site das ONGs do ar. Não dá para consultar nada. Não dá para ver nada. Mandamos emails e ninguém responde... É a burocracia agindo, emperrando o negócio, travando o Brasil e prejudicando os Brasileiros.

Se a coisa não vai por bem, vai por mal. Se não pode ser feito com negociação, que seja feito com ferro e fogo. O que é inadmissível é permitir e abaixar a cabeça para um grupinho de parasitas que trabalha contra os interesses de milhões de pessoas. Um grupinho de parasitas que usa a coisa pública como se fosse sua propriedade particular, seus interesses pessoais. Usa a coisa pública para beneficiar seus amigos, seus aliados, seus políticos, suas empresas, fundações, etc, prejudicando a maioria dos Brasileiros.

Eu não admito e não aceito este tipo de coisa. Penso, inclusive, que chegamos a esta situação intolerável e deplorável por culpa da omissão. Todo mundo se omite, fala muito, mas não faz nada. Por isso os burocratas nazistas cresceram tanto, por isso adquiriram este excesso de poder. Eles usam o excesso de formalismo contra seus adversários políticos, contra os projetos que não querem ver implantados, contra quem não paga propina, etc. Usam a lei e o Direito para prejudicar e causar dano. O que nós temos que fazer é usar a mesma ferramenta, contra eles ou seja, usar a lei e o Direito para derrubá-los.

Precisamos usar contra eles as câmaras de gás que eles operam contra nós. Mais especificamente, vamos jogar os Eichmanns dentro da câmara de gás e abrir a torneira.

Chegou a hora de começarmos a atacar a burocracia de frente. Eu vou abrir a temporada de caça. Com dez textos posso destruir uma reputação de 50 anos e os burocratas estão na minha mira, pois são inimigos declarados da coletividade, da sociedade Brasileira e do desenvolvimento do Brasil. Ninguém gosta da burocracia e nem dos burocratas. E se ninguém gosta, podemos bater pesado e com força.

Vitórias em 2007
Em 2007, com a graça de Deus, obtive e ajudei a obter importantes vitória para a coletividade:
1- Vencemos na ocupação da Reitoria da USP;
2- Seguramos os assassinos de bebês que queriam descriminalizar o aborto;
3- Paramos o sonho autoritário do Hugo Chavez;
4- Concluí todas as disciplina obrigatórias do Curso de Direito do Largo São Francisco;
5- Iniciamos o Instituto OCW Br@sil e o projeto da minha vida: a democratização do conhecimento e a socialização dos saberes, resumindo, Ensino Público Gratuito via Internet.
Enfim, foi um bom ano. Certamente, com a graça de Deus, os próximos anos serão ainda melhores. Estou no caminho certo para cumprir o meu propósito: fazer a humanidade avançar...

03/12/2007

O levante autoritário e a Vingança dos Sith
Eu gosto de filmes de ficção (SCI-FI). E entre os filmes de ficção que eu já assisti, há um, inclusive acabei de rever algumas partes, que ilustra perfeitamente alguns fatos atuais. Este filme é o Star Wars III - A Vingança dos Sith. Ele mostra como Lord Sidious transformou a República em um Império e como Anakin Skywalker, um cavaleiro Jedi, se transformou no temível Darth Vader.

O que nós estamos vendo hoje por todos os lados. Estamos vendo várias tentativas, algumas ousadas demais, para transforma uma república democrática em um império. Não foi isto que aconteceu na Venezuela, que está acontecendo na Rússia, no Paquistão, etc ? Os presidentes enlouqueceram e querem poderes infinitos. Querem virar imperadores.

Assistam o filme e olhem para a realidade. Ficarão surpreso com a proximidade. A diferença entre ambos é o fato de Lord Sidious, no filme, usar a guerra para transformar a república em um império, enquanto na nossa atualidade estão usando a constituição.

Há um alinhamento pernicioso e diabólico entre o executivo, o legislativo e o judiciário. Um alinhamento que trabalha para corroer a Constituição Fundamental do Estado, inserindo, no texto constitucional, regras e medidas autoritárias. Por exemplo, reeleição infinita, eliminação de direitos fundamentais, etc... Querem transformar a Constituição Republicana e Democrática em um texto de opressão, tirania e autoritarismo.

É importante lembrar que a Constituição é um texto que nos salva da tirania do Estado e do governante. Já corromperam a democracia e a república e agora querem corromper a última barreira que protege os cidadãos e a coisa pública dos excessos do governante.

Mas este filme chamou a minha atenção, não só por este viés político, mas também pela história do jovem, Anakin Skywalker, que é sugado pelo lado sombrio da força por ardis de Lord Sidios, pelo medo de perder sua amada Padmé e por uma visão equivocada da República.

O mal tem muitos ardis e trama constantemente contra aqueles que trabalham a favor da coletividade. E este é o grande perigo, como dizia V no filme V de Vingança: fazem tanto mal para a gente, tantas monstruosidades, que, por mais que você resista, acabam lhe transformando em um monstro.

O novo truque dos técnicos da USPnet

A minha graduação na USP foi muito prejudicada por ações de funcionários da Universidade. Funcionários que agem, ainda estão agindo, na surdina para prejudicar os projetos que estou fazendo, as idéias que estou promovendo, enfim, buscam impedir que eu avance e cresça profissionalmente.

Não são só funcionários da USP, tem gente de partido político, movimento social, sociedade secreta, etc metidos na conspiração... Fizeram de tudo para que eu desistisse do curso, inclusive roubaram os livros que eu possuía, bloquearam as bolsas, fraudaram os editais, sabotaram a internet, etc.

Mas nada adiantou. Eu continuei avançando e venci. Terminei todas as disciplinas obrigatórias do curso e posso colar grau quando eu quiser. Porém, os meus planos não eram só a graduação na USP. Vão muito além disso... Agora vem a Pós-graduação, depois a docência, etc...

Certamente, os desgraçados vão continaur agindo, sabotando e conspirando...Mas, quanto mais eles me prejudicam, mais força eu adquiro para derrotá-los e destruí-los e mais alto eu subo. Apesar de tudo e de todos, eu avanço.

O último truque deles foi, mais uma vez, sabotar a USPnet. Dessa vez reduziram a força do sinal da antena que eu me conecto. Logo, com a força do sinal da antena fraco, o meu computador não se conecta na antena e não obtém endereço IP. Logo, não acessa a internet. Não só isto, com a antena da USP fraca, as redes piratas passam a emitir sinais fortes e basta você ligar o computador para que eles se conectem no seu computador e copiem os dados do seu HD.

Com esta ação estúpida, reduzir a força do sinal, os técnicos estão fazendo com que os computadores dos alunos do CRUSP sejam invadidos pelos piratas. Talvez até haja um acordo entre os técnicos e os piratas: uma ligação entre criminosos. São os acordos da criminalidade organizada. Um deixa a porta aberta e o outro entra para furtar dados e invadir a privacidade.

Precisamos, urgentemente, fazer uma limpeza na USP e promover a demissão em massa desses servidores desgraçados que, ao invés de agirem dentro da lei e de acordo com as regras do Direito, trabalham para prejudicar os usuários do serviço público, os alunos da Universidade e os professores.

É preciso apenas levantar provas da ação desses servidores, para enquadrá-los nas leis existentes, desde o Estatuto da Universidade, a Lei de Servidores Públicos do Estado, Lei da Improbidade Administrativa e Constituição Federal. É possível pegá-los em todas estas leis e demiti-los a bem do serviço público. Não só demiti-los, é possível processá-los criminalmente e mover, contra eles, ações indenizatórias pesadas. Eles estão usando suas funções para causar dano e prejudicar.

Enfim, tudo o que eu quero é estudar, pensar, escrever e criar coisas novas para a Universidade, para o Brasil e para o mundo. E a meta dos desgraçados é impedir e prejudicar a realização deste trabalho. O que será que eles temem ? O que será que eles acham que eu farei com eles quando chegar ao poder ?

É hora do Brasil intervir

Depois da derrota de Hugo Chavez, no referendo para ditador, é preciso premiar a decisão sábia do povo da Venezuela. O Brasil pode fazer isto aprovando a entrada daquele país no Mercosul.

Eu não vejo razão para continuar impedindo o acesso da Venezuela à integração sul-americana. Contudo, o Chavez deve ser alertado para não recomeçar seus planos expansionistas e autoritários.
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Não sei se vocês perceberam, mas há um levante autoritário ocorrendo no mundo. Venezuela, Paquistão, Rússia, Bolívia, Equador... Os governantes, aliados a uma maioria legislativa, e com adesão do judiciário estão abrindo as constituições democráticas para inserir normas autoritárias e super-poderes.

Querem terceiro mandato ou reeleição infinita. Querem virar imperadores e reis e não saírem mais do poder. Certamente, há um levante autoritário tentando recuperar as posições que perderam com o avanço da democracia e dos direitos humanos.

Precisamos reagir e impedir que as conquistas da humanidade sejam perdidas e que as constituições democráticas se transformem em instrumentos de opressão e autoritarismo. O poder pertence ao povo e o povo não pode transferi-los definitivamente para os governantes.

01/12/2007

Não basta informacão, é preciso compreender o sentido
Conta o Professor Vicente Greco da FD-USP, que uma das grandes tristezas de Sergio Buarque de Holanda era ter descoberto, em uma determinada biblioteca pública, que o seu livro "Raízes do Brasil" era catalogado e disponibilizado no setor de Ciências Agrárias e Agricultura.
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A resposta para as ameaças de Hugo Chavez está no Capítulo VII (Ação relativa a ameaças à paz, ruptura da paz e atos de agressão) da Carta das Nações Unidas. Assim como Chavez, Hitler também achava que poderia mandar no mundo e fazer o que quisesse. A Alemanha nazista tinha um poder muito maior do que o de Chavez e, mesmo assim, foram destruídos, reduzidos a zero.
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USP é 94ª no ranking das melhores universidades do mundo
Notícias do G1 -- São Paulo

UFRJ, Unicamp, UFRGS, UFMG e Unesp aparecem no top 500 elaborado em Taiwan.
As cinco primeiras posições são ocupadas por universidades dos EUA.

A Universidade de São Paulo (USP) foi classificada na 94ª posição entre as 500 melhores universidades do mundo, segundo ranking elaborado pelo “Higher Education Evaluation & Accreditation Council of Taiwan”.

Confira o ranking completo

Nas top 500, aparecem também a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em 331º lugar, a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em 332º, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em 462º, a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em 478º, e a Universidade Estadual Paulista (Unesp), em 485º.

A pesquisa intitulada “2007 Performance Ranking of Scientific Papers for World Universities” avaliou e classificou a performance da produção científica em universidades do mundo todo de acordo com três critérios: produtividade da pesquisa, impacto da pesquisa e excelência da pesquisa.

Nas cinco primeiras colocações aparecem a Harvard, a Universidade Johns Hopkins, a Universidade de Washington (em Seattle), a Universidade de Stanford e a Universidade da Califórnia (em Los Angeles) todas nos Estados Unidos.


Para a reitora da USP, Suely Vilela, a classificação demonstra a qualidade da produção científica desenvolvida na universidade. Neste ano, a USP ficou na 128ª posição do ranking do Institute of Higher Education Shanghai Jiao Tong University e na 175ª posição do ranking do suplemento de educação superior do Times.

Metodologia

A elaboração do ranking, que está em sua primeira publicação, leva em conta três critérios: a produtividade da pesquisa (com peso de 20%), o impacto (com peso de 30%) e a excelência (50%).

Pelo critério de produtividade da pesquisa, é analisado o número de artigos publicados nos últimos 11 anos e, especificamente, em 2006. Também é avaliado o impacto da pesquisa, com pontos atribuídos ao número de citações nos últimos dois anos e à média das citações nos últimos 11 anos.

No item excelência na pesquisa, foram computados o número de artigos mais citados, o número de artigos em jornais de grande impacto em 2006 e o número de campos do conhecimento nos quais a universidade demonstrou excelência nos últimos dez anos. O projeto empregou dados quantitativos do Science Citation Index (SCI) e Social Sciences Citation Index (SSCI).