Democratizar o conhecimento e socializar os saberes como ferramenta para transformação social e econômica. Democratizar e socializar para reduzir as desigualdades regionais. Democratizar e socializar para dar oportunidades. Democratizar e socializar para dar esperanças e certezas de um futuro melhor. O poder transformador do conhecimento, monopolizado e retido nas melhores Universidades Públicas, tem que ser disseminado, gratuitamente, para toda a sociedade.

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30/05/2008

Eu queria fazer igual o Platão
Depois que os cidadãos, na Ágora, decidirm pela morte de Sócrates, Platão, revoltado, retirou a Filosofia da Ágora e levou para a Academia.

Diz a Professora Marilde da UNB: "Desconfiado do senso comum, da dóxa e das aparências, Platão retira a filosofia da àgora levando-a para a Academia. A Política passa a ser assunto dos filósofos, que, em função de seu talento especial no dom da reflexão, iriam iluminar a cidade com sua sabedoria, retirando as algemas da ignorância em que se encontrava o cidadão ateniense."

Eu gostaria de fazer igual o Platão. Gostaria de retirar o Direito e a Justiça do Largo São Francisco e levá-lo para outro lugar. Esta Faculdade, hoje, não tem condições de refletir sobre estas categorias. No máximo ela consegue refletir sobre a lei e sobre técnicas jurídicas formais de aplicação da lei, nada além disso.

Na minha perspectiva, a Justiça está acima do Direito e o Direito está acima da lei. Concordo com Ulpiano, justo é dar a cada um o seu. E complemento com Rui Barbosa, na exata medidade de suas desigualdades.

As ações da maioria dos Professores desta Faculdade choca-se, frontalmente, com a História da Faculdade. Eles não possuem nenhuma, absolutamente nenhuma, capacidade de refletir sobre o Direito e sobre a Justiça. Eles não sabem o que é o Direito e nem o que é o Justo. Eles apenas conhecem a letra morta da lei, a técnica jurídica formal e o interesse econômicos de seus clientes e dos grupos dominantes.

A História da Faculdade de Direito do Largo São Francisco é uma história de revolução, de abolicionistas, de estudantes revolucionários, partindo para frente de batalha, ou enfrentando a polícia da ditadura nas escadarias da Faculdade. É uma história acoplada à realidade, às aspirações da coletividade da maioria da população.

E hoje, a maioria dos professores da Faculdade, desconhecem, ou fingem desconhecer, a realidade e o cotidiano da maioria da população. Professores que afundam a Faculdade na lama da indiferença, do conformismo, da resignação, da ação vazia da legalidade, da tolerância do mal e das injustiças sociais. Pior do que isto, ainda perseguem, hipocritamente, aqueles que se levantam contra o mal

Se não conhecem o Povo, desconhecem o Direito que o Povo tem. Se desconhecem o Povo, não podem fazer Justiça para o Povo.

13/03/2008

A decadência da Faculdade de Direito da USP
A Faculdade de Direito da USP está em plena decadência. Cada vez afundando mais, pois agora até o chefe do serviço de informática está apitando dentro da Faculdade e estabelecendo censura nos computadores da unidade. Ele não tem competência para censurar nada. E o código de ética da USP não tem força para legitimar censura.

O chefe da informática alega mau uso dos computadores, portanto, antes de censurar ele violou a privacidade dos alunos. Caso contrário, como é que ele sabe que há mau uso dos computadores ? Logo, ele monitorou/violou, anteriormente, os acessos para ver o que os alunos estavam fazendo na internet e, depois, concluiu que deveria censurar e bloqueou os sites escolhido arbitrariamente.

Além disso, a história dele é mentirosa. Eu trabalhei na seção de informática da Faculdade e sei que ela tem uma fibra ótica exclusiva que liga-a à Faculdade de Medicina e desta diretamente à Telefônica. Outra coisa, os computadores foram censurados para os alunos que utilizam os cerca de 30 computadores, talvez menos, que estão dentro da Faculdade na sala pró-aluno. Quem não depende de computadores da Faculdade continua acessando tudo sem nenhum tipo de restrição. Logo, estamos diante de mais um caso grotesco de punição dos mais pobres.

Enfim, o indivíduo que estabeleceu a censura, assim como outros funcionários da Faculdade de Direito da USP, é um mentiroso ligado a sociedades secretas. E não se engane, por trás dele, estão os verdadeiros censores (Professores e diretor) que não mostram a cara para não receber o tapa, mas estão respaldando a arbitrariedade e a ilegalidade.

Esta censura mostra a fragilidade e a fraqueza de uma Faculdade que um dia foi a mais importante do país e que hoje vive apenas de história e marketing. Vive de vento, pois a mediocridade e a estupidez da classe dominante e das sociedades secretas tomou conta de tudo. Basta observar que o chefe da informática está censurando e limitando a liberdade dos alunos da mais tradicional Faculdade de Direito do Brasil e todo mundo está engolindo as mentiras dele.

A Faculdade de Direito da USP, cada dia, desce mais um pouco. E chegará o dia em que não restará mais nada, a não ser, mais uma faculdade qualquer. A história está sendo perdida e a inteligência que antes lá estava está se retirando. Ninguém suporta gente medíocre e estúpida, a maioria da classe dominante, administrando um órgão público.

16/02/2008

Corrigindo uma injustiça
Eu disse que todos os professores da USP trabalham para classe dominante, doutrinando os alunos e transformando-os em operadores da dominação, da opressão e da exploração. Não são todos os professores que fazem isto.

Existem vários professores que denunciam este tipo de coisa e que tentam mudar os rumos da Universidade. São uma minoria, certamente. Uma minoria oprimida pelo sistema de dominação... Portanto, ainda há esperanças... Mínimas, mas há.

A USP é uma Universidade. É um sistema. É uma coisa. O que move coisas são pessoas. Agindo por si mesmos os sistemas tem personalidade fanática e psicopata. Não tem virtudes e nem valores. São as pessoas que devem dar virtudes e valores, dar moralidade e ética, aos sistemas.

O problema é que, geralmente, quem controla os sistemas são pessoas fanáticas e psicopatas. Logo, o perigo cresce exponencialmente, pois é uma coisa, naturalmente fanática e psicopata, sendo dirigida por fanáticos e psicopatas.

Documentário: The Corporation
Para determinar o tipo de personalidade que faz com que as corporações se comportem como uma máquina de externalizações, nós podemos analisá-las como um psiquiatra faria com um paciente. Nós podemos até formular um diagnóstico, baseando-se em casos de danos que infligiram em outras pessoas, selecionados de um universo de atividades corporativas. Danos aos trabalhadores: demissões, acusação de cartel, incêndios em fábricas, etc.

Dr. Robert Hare, Ph.D (Consultant to the FBI on psychopaths): Uma das perguntas que surgem, periodicamente, é se as corporações podem ser consideradas como psicopatas. E se olhamos a corporação como uma pessoa jurídica não é muito difícil comparar a loucura de um indivíduo com a loucura de uma corporação. Nós podemos analisar, uma a uma, através das características que definem esta desordem, e ver como elas podem se aplicar às corporações. Elas tem todas as características de fato. E, em muitos aspectos, as corporações representam o típico psicopata.

Joel Bakan: Bakan lembra que sempre ensinou a seus alunos que as corporações são como pessoas e que elas operam sempre para se auto-beneficiar. Da pergunta “Que tipo de pessoa é programada apenas para seguir os seus próprios interesses?”, o professor teve a idéia de simular uma análise psiquiátrica das corporações. A partir disso, os autores do documentário chegam à conclusão que essas instituições têm uma série de características comuns: são interessadas apenas em si mesmas, manipulam, são irresponsáveis, sofrem de falta de empatia e não têm capacidade de sentir remorso ou culpa. “Em outras palavras, a corporação é psicopata”, afirma Bakan.

Se a instituição dominante de nossa era foi criada com a imagem de um psicopata quem leva a responsabilidade moral por suas ações?

Milton Friedman: Pode um edifício ter opiniões morais? Pode um edifício ter responsabilidade social? Se um edifício não pode ter responsabilidade social porque as corporações seriam capazes disto? Uma corporação é simplesmente uma estrutura legal artificial, mas existem pessoas trabalhando lá, sejam os acionistas, sejam os gerentes, sejam os empregados, todos tem responsabilidade moral.

Noam Chomsky: É uma suposição justa que todo ser humano, seres humanos reais, aqueles de carne e osso, não corporativos, mas todo ser humano de carne e osso é uma pessoa moral. Vocês sabem que temos os mesmos genes, nós somos mais ou menos iguais, mas nossa natureza, nossa natureza humana permite todo tipo de comportamento. Quero dizer que cada um de nós, sob certas circunstâncias, poderia ser um operador de câmara de gás ou um santo. (...)

Quando você olha para uma corporação como você olharia para um proprietário de um escravo, você tem que distinguir entre a instituição e o indivíduo. A escravidão por exemplo, ou qualquer outra forma de tirania, tem a natureza de monstros, mas os indivíduos que participam dela podem ser os caras mais legais que você pode imaginar, benevolentes, amigáveis, bom com as crianças e mesmo legais com seus escravos, se importando com o sentimento dos outros. Como todo indivíduo deveria ser. Mas no plano institucional eles são monstros porque sua instituição é monstruosa. (...)

Privatizar não significa você pegar uma instituição pública e dá-la a uma pessoa bacana. Significa você pegar uma instituição pública e dá-la a uma tirania irresponsável. Instituições públicas tem muitos lados bons. Por exemplo elas podem propositalmente dar prejuízos. Elas não são para dar lucros. Elas podem propositalmente trabalhar no vermelho, por causa dos benefícios que isto pode trazer. Por exemplo, se uma indústria pública de aço trabalha no vermelho, ela está provendo aço barato para outras indústrias, talvez isto seja uma coisa boa. Instituições públicas podem ser um dispositivo anti-ciclos. Isto significa que podem manter o emprego em períodos de recessão, aumentando a demanda e ajudando sair da recessão. Companhias privadas não podem fazer isto. Em um período de recessão jogam fora sua força de trabalho, porque é assim que se ganha dinheiro.

Dr. Jeremy Rifkin (Presidente, Foundation on Economic Trends): O caso Chakrabarty é um dos grandes momentos judiciais da história do mundo. E o público ficou totalmente inconsciente do que aconteceu e o que o processo envolvia. A General Electric e o Professor Chakrabarty foram ao escritório de patentes com um pequeno micróbio que comia óleo derramado. Eles disseram que haviam modificado o micróbio em laboratório e que por isso era uma invenção.

O escritório de patentes e o governo dos Estados Unidos deram uma olhada nesta citada invenção; e disseram de jeito nenhum. As patentes não cobrem coisas vivas. Isto não é uma invenção. Parem com isso. Então a General Electric e o Doutor Chakrabarty apelaram para a corte americana de apelações. E todo mundo ficou surpreso quando pela decisão de três a dois eles passaram por cima do escritório de patentes. Eles disseram que o micróbio parecia mais como um detergente ou um reagente do que como um cavalo ou uma abelha. Eu ri porque eles não entendiam biologia básica; parecia mais como um produto químico para eles. Tenha ele uma antena ou olhos ou asas ou pernas isso nunca cruzaria as suas mesas e seria patenteado. Então o escritório de patentes apelou. E o que o público deve saber agora é que o escritório de patentes foi muito claro que você não poderia patentear vida.

Minha organização providenciou o relatório "amicus curiae" se você permitir a patente deste micróbio, nós argumentamos significa que sem qualquer discussão no congresso ou discussão pública as corporações possuirão os direitos sobre os projetos da vida. Quando eles decidiram, nós perdemos por cinco a quatro e o Juiz Warem da justiça disse que tinha certeza de que existiam grandes questões mas achava que isto era uma decisão pequena. Sete anos mais tarde o Escritório americano de patentes emitiu o decreto sentença UM que diz que você pode patentear qualquer coisa viva no mundo exceto um ser humano completo.

Todos nós ouvimos sobre o anúncio de que nós mapeamos o genoma humano. Mas o que o público não sabe é que agora existe uma grande corrida pelas companhias que tem o genoma e pelas companhias de biotecnologia e pelas companhias científicas para achar o tesouro no mapa. O tesouro dos genes individuais que geram a projeto da raça humana. Toda vez que eles capturam um gene e o isolam essas companhias de biotecnologia os reclama como sua propriedade intelectual. O gene do câncer de seio, o gene da fibrose cística, e vai por aí, e adiante. Se isto continuar assim na comunidade mundial dentro de menos de 10 anos um monte de companhias globais irá possuir diretamente ou através de licenças os genes que fazem a evolução das espécies. E eles estão agora patenteando estes genomas de qualquer outra criatura deste planeta.

Na era da biologia, a política está dividida entre aqueles que acreditam que a vida tem um valor em si e entretanto devemos escolher tecnologias e usos comerciais que honram este valor... E aqueles que acreditam que a vida é uma simples utilidade. É uma oportunidade comercial e eles se alinham com a idéia de deixar o mercado ser o árbitro de toda a era da biologia.

15/02/2008

Encrenca com Professor da USP
Disse-me um Professor da USP "(...) não acho que a Bolsa de Iniciação seja feita para sustentar o aluno, é apenas uma ajuda." Disse isto em resposta ao meu email de que precisaria preencher os formulários para pedir uma bolsa de iniciação para continuar a pesquisa que estou fazendo agora.

Estou desenvolvendo e escrevendo esta pesquisa na raça e embaixo de sabotagem e fogo cruzado, uma pesquisa importantíssima. Enquanto levo a pesquisa nas costas e sem bolsa, tem um monte de gente dentro da USP recebendo duas ou três bolsas para produzir lixo. Para as minhas pesquisas as bolsas não são importantes... para os lixos que produzem por aí, recebem até financiamento internacional...

Contudo, certamente, a visão do professor está completamente errada. Se a bolsa de iniciação, o mesmo se aplica à bolsa de mestrado e doutorado, são apenas ajuda de custo, então, por que a lei obriga o aluno, que recebe estas bolsas, a abandonar todas as demais atividades remuneradas que exerce ? Cumular a bolsa com outra atividade remunerada é ilícito, inclusive se o individuo for pego cumulando, ele é punido: perde a bolsa, tem que devolver o dinheiro, etc... As bolsa são mais do que ajuda, é o "salário" por um trabalho que está sendo realizado...

Mas a questão aqui é outra. É a visão. A bolsa, da perspectiva do aluno, é o que o manterá estudando e pesquisando. Este aluno faz parte da maioria da população. A maioria oprimida que faz coisa relevante para este país. Já o professor tem outra visão. Ele é da classe dominante, da pequena elite opressora e dominante. Ele não precisa de bolsa, pois já tem outras fontes milionárias de recursos, logo, ele se dá ao luxo de ver nas bolsas de pesquisa somente ajuda de custo. Nada mais. Esta é a mentalidade da classe dominante: bolsa é ajuda de custo, programa social é paternalismo, etc.

Contudo, este email me mostrou uma outra coisa que eu não tinha percebido. Eu sou um subversivo radical. Ataco o sistema frontalmente e planejo destruir completamente este sistema dominate, opressor, excludente e explorador. Logo, submeter as minhas idéias e as minhas teorias aos operadores deste sistema é um coisa contraditória. Muito contraditória. É como se eu estivesse sentando à mesa com as pessoas que, mais tarde, terei de destruir. Muitos dirão que eu estou pedindo a benção dos grupos dominantes às minhas idéias e verão em mim, nada mais, do que um traidor...

Esta não é uma visão maniqueísta. É uma visão lógica. Quem reproduz o sistema opressor, quem alimenta a cultura da dominação (para os grupos dominantes) e da submissão, não-violência, falso Estado de Direito, etc, para a maioria oprimida, são as universidades. São as universidades que formam os dominadores, opressores e exploradores. São as universidades que domesticam os subversivos e os pensadores que vem das classes baixas, amarrando os com normas, regras e ameaças; ao mesmo tempo em que introjeta em suas cabeças a cultura da servidão, da escravidão e da domesticação.

As universidades transformam aquelas pessoas que podem lutar e destruir o sistema de dominação, opressão, exclusão e exploração em operadores do próprio sistema. Isto perpetua a escravidão, pois elimina, completamente, os líderes da resistência. As Universidades apagam a revolução e domesticam os rebeldes.

Se a Universidade é um centro de formação dos dominadores e opressores, ela terá que cair quando o sistema for derrubado. E quem contaminou a Universidade com seu veneno e ajudou a dominar e oprimir, também tem que ser enterrado junto com o sistema.

Isto me faz pensar que eu não devo submeter minhas idéias e meus projetos à avaliação da classe dominante. Também considerou que os títulos outorgados pelos grupos dominantes, certificando que estas idéias e projetos estão de acordo com a sua dominação e com a opressão que praticam (títulos de mestre, doutor, etc), não são relevantes e não servirão para nada quando o sistema cair. Logo, devo retirar minhas idéias e meus projetos da USP e do Brasil. Talvez eu devesse paralisar tudo e dedicar-me a destruir o sistema. Depois, no novo céu e na nova terra, eu retorno aos meus estudos contemplativos.

Portanto, dois caminhos se abrem diante de mim, neste momento. Primeiro, afundar de vez e de cabeça na luta de resistência, acelerando a destruição do sistema e de seus operadores ou, então, seguir para uma universidade estrangeira, onde eu possa terminar a teoria e os meus estudos contemplativos. Atiçando e orientando de lá a destruição do sistema.

A imagem que eu tenho para a situação na qual estou agora é de um judeu, em plena dominação nazista, na Universidade de Berlim, estudando borboletas. Enquanto isto, ao redor da Universidade, os campos de concentração funcionam a todo vapor e as chaminés das câmaras de gás não param de jogar cabelos no escritório do judeu que estuda borboletas...

22/01/2008

Harvard e a USP
A Universidade Harvard tem 370 anos de existência. Sete presidentes dos EUA - entre eles John Adams, John Kennedy e George W. Bush - e 40 ganhadores de Prêmios Nobel estudaram em Harvard. E ela ocupa o 1º lugar no ranking das melhores universidades do mundo.

Hoje, esta universidade tem 13 mil alunos de graduação, 6.650 de pós-graduação e 2.300 professores. É a que mais recebe doações de ex-alunos nos EUA, cerca de US$ 500 milhões.

Harvard tem um orçamento superior US$ 19 bilhões. Clique no link abaixo para ver o escritório de Harvard no Brasil:

http://drclas.hmdc.harvard.edu/directories/brazil/hotsite/?action=br

A USP foi criada em 1934. Logo, tem 74 anos. Além disso, a Universidade de São Paulo tem 80.589 alunos matriculados, sendo 48,530 alunos de graduação e 25.007 alunos de Pós-graduação. Possui cerca 5.222 professores e ocupa a posição 94 no ranking das 500 melhores Universidades do mundo. Não tem nenhum Nobel e se continuara indo pelo caminho que vai, sendo controlada pela mediocridade e por interesses econômicos escondidos atrás da res publica, jamais terá.

De acordo com a Proposta Orçamentária para o Estado de São Paulo de 2008, o Orçamento da USP será de R$ 2.603.061.918,00.

Aproveitando o momento digo que eu estou tentando fazer algo diferente na USP, abrir novos caminhos e pensamentos, fazer a coisa avançar, pois estamos afundando na mediocridade e na estupidez e, por tentar fazer algo novo, tenho sido severamente prejudicado, pisoteado e sabotado. Dizem que eu sou louco, terroristas, etc... Tudo para desqualificar as minhas idéias e os meus projetos.

Mas, peço encarecidamente, olhe para o que eu digo e escrevo. Depois olhe para o que eles dizem e escrevem. Compare as coisas e diga-me: de que lado está o futuro ? Quem tem razão ? Eu, que pretendo construir um Sistema de Ensino Público via Internet, ou eles, que não aceitam sequer o sistema de cotas nesta Universidade ?

Eles comandam esta Universidade de São Paulo há duas, três ou quatro décadas e, até hoje, não fizeram nada de diferente, não pensaram nada diferente, não mudaram nada, pois não estão aqui para fazer nada diferente ou para mudar as coisas. Ao contrário, estão aqui para impedir que algo diferente seja feito, estão aqui para manter o status quo do subdesenvolvimento vigorando no Brasil.

Em certas salas de aula desta Universidade são promovidos verdadeiros genocídios culturais, matam a criatividade, matam o pensamento próprio, a capacidade de enxergar além do horizonte. Uniformizam os pensamentos e doutrinam as mentes rebeldes.

Somos subdesenvolvidos porque os grupos dominantes, que controlam as Universidades Públicas e os Pseudo-intelectuais, impedem o nosso desenvolvimento, bloqueiam a nossa evolução, sabotam os planos que podem nos levar para o primeiro mundo... A névoa de mentiras está se desfazendo. A verdade será revelada.

12/01/2008

Liberdade e Direito ao Sigilo
Seminário da Faculdade de Direito da USP - segundo semestre de 2005
Disciplina: Filosofia do Direito -- Professor Celso Lafer

I. Público e Privado: o direito à informação e o direito à intimidade (Prof. Celso Lafer):

A. Parte Geral:

1. Direitos Públicos e Privados:
- Distinção: concepção grega e duas acepções básicas
- Definição dos conceitos de direito à intimidade e direito à informação

2. Necessidade de preservação do espaço público comum:
- Conceito de mundo como espaço comum público, permanente e durável
- Problema da mentira e primazia da verdade factual
- Problema do segredo na esfera pública
- Problema do parecer autêntico e inautêntico

3. Diluição da distinção entre o público e o privado - a emergência do social
- A transformação da economia de caráter caseiro em atividade especializada
- A emancipação do trabalho como direito coletivo e público
- A propriedade privada com conotação pública

4. Necessidade de preservação do espaço privado
- A proteção da intimidade como reação ao "conformismo nivelador" da sociedade
- O princípio da exclusividade como limite ao direito de informação
- Os riscos de transposição do privado ao público - banalização do público e afastamento da realidade

B. Parte Especial

1. Garantia da possibilidade de pluralidade e diversidade
- Prevenção da ruptura totalitária através do exercício adequado "ex parte populi" dos direitos humanos

2. Totalitarismo: modo de operação
- Propaganda e ideologia instrumentalizada pelo terror
- Segredo: impacto na população
- Mentira: destruição da verdade factual
- Violência: exclusão da interação cooperativa

3. Conseqüências
- idiotice e desolação alienante: destruição da esfera pública através da eliminação da esfera privada;
- Anulação da liberdade de opinião: dissolução da verdade, força estabilizadora da esfera pública.

II. Sigilo de dados: o direito à privacidade e os limites à função fiscalizadora do Estado (Prof. Tércio Sampaio Ferraz Júnior)

1. Direito Público e Privado: evolução histórica
- Gregos x Romanos
- Dias atuais

2. Direito à privacidade, intimidade e sigilo
- Distinção
- Dispositivos constitucionais

3. O direito ao sigilo
- Os dados
- O sigilo da comunicação
- A autoridade fiscal

III. Liberdade de informação e privacidade ou o paradoxo da liberdade (Prof. Tércio Sampaio Ferraz Júnior)

1. Honra pessoal x Liberdade de imprensa e de opinião
- O standard da actual malice e a questão das relações públicas
- A comercialização da informação x a proteção de direitos fundamentais
2. Paradoxo da consciência livre: consciência x normas
3. Conceito de liberdade: aspectos positivos e negativos da liberdade; conceito vazio e seu preenchimento material

IV. Público/Privado - Suas configurações contemporâneas para a temática dos arquivos (Prof. Celso Lafer)

1. Público - comum x privado: não comum;
2. Democracia: direito à informação;
3. Segredo: elemento de poder (razão de Estado);
4.Arquivos públicos: preservação, pleno acesso x documentos sigilosos;
5. "Ficar preso ao segredo significa ter o dever de não revelá-lo; o dever de não revelá-lo implica o dever de mentir" (Bobbio);
6. Abuso do direito de sigilo: receio de escândalo.

V. A verdade republicana (Prof. Fábio Konder Comparato)

1. Princípio elementar: crimes cometidos por agentes públicos nunca podem ser subtraídos ao conhecimento público;
2. Princípio da dignidade da pessoa humana;
3.Legitimidade do sigilo: comprovação caso a caso;
4. Inovação da ditadura militar: não se pode abrir um processo-crime por homicídio sem a apresentação do corpo delito (cadáver) - desaparecimentos.
5. Lei da Anistia: somente o povo poderia tê-lo feito.

Alunos que fizeram este seminário: Leonardo Müller, Luana Yoko Vieira Komatsu, Luis Gustavo San Jorge, Marcos Pajolla Garrido, Mariana Magalhães Chapei, Mirella Maria Sakamoto, Princila Andrea Rocco Ignácio, Priscila Gurgel Menezes, Rafael Sacavone bellem de Lima, Roberto Sebastião Peternelli Neto.
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Quando aconteceu este seminário, na época, eu o considerei como mais um seminário de alunos. Logo, não atribui nenhuma relevância maior. Contudo, hoje, quando repasso as minhas papeladas e encontro as anotações deste seminário, percebo que ele não foi apenas mais uma apresentação superficial de aluno do terceiro ano. Foi, na verdade, uma reflexão profunda sobre a questão da Liberdade e Direito ao sigilo, a partir da visão de grandes filósofos do Direito Brasileiro: Prof. Celso Lafer, Prof. Tércio Sampaio e Prof. Comparato.

E digo isto não porque estou estudando a questão da Consciência e da Liberdade, mas porque este tema está na ordem do dia. É a questão da abertura dos arquivos militares, da operação Condor, da quebra do sigilo fiscal, etc...

Considero a reflexão do seminário muito importante para os nossos dias. Uma reflexão que deve ser refeita e isto não deve ser feito apenas por mim, mas sim por todos aqueles que estão pensando questões ligadas a estes temas. Logo, não posso monopolizar os dados transmitidos pelo seminário. Tenho que compartilhar o que encontrei. Por isso, digitei o texto e estou publicando-o.

A base da evolução cultural é o compartilhamento gratuito de conhecimentos, saberes e idéias. Precisamos tornar esta base um costume de nossas vidas, precisamos fomentá-la, disseminá-la. Esta base é a cultura OCW.

17/12/2007

A relação USP x bancos privados
Nós estamos tentando fazer o Projeto OCW-USP avançar. Contudo, o mesmo não evolui. Está parado no Gabinete da Reitora que, possivelmente, está sentada em cima dele. O Projeto OCW-USP que beneficia toda a sociedade brasileira, sem nenhuma distinção, não avança. Porém, os projetos e convênios dos bancos privados, dentro da USP, são aprovados rapidamente. Projetos que não beneficiam ninguém, a não ser os bancos privados.

Não há nenhuma relação entre uma Universidade, seja pública ou privada, e um banco. A Universidade tem por finalidade ensinar, pesquisar e desenvolver projetos de extensão. Nada disso cruza com atividades bancárias. Os bancos não ensinam nada, não pesquisam nada e não desenvolvem projetos de extensão universitária.

Alguns bancos tentam cobrir a sua inutilidade dentro do contexto universitário dando bolsas para os alunos. Por exemplo, o banco Santander-Banespa dá cerca de 200 bolsas de R$ 250,00, para alunos do primeiro ano, por ano. Contudo, transforma este aluno em cliente do banco. Não só isto, por conta dessas bolsas o banco está tomando conta de outros espaços dentro da Universidade, ou seja, está ampliando os seus domínios físicos. Já tem até a sala Santander dentro da Coseas.

Eu vejo na tolerância dos bancos dentro da Universidade o caminho da privatização. Banco não tem nenhuma finalidade social. Não tem nenhum projeto social. E, mesmo assim, está se apoderando do espaço público da Universidade.

Certamente, para fazer isto devem estar subornando e corrompendo os administradores públicos, ou então, estão simplesmente tomando conta sem subornar e sem corromper ninguém, simplesmente estão se aproveitando do desleixo dos administradores públicos com a coisa pública e com o interesse público.

Além disso, eu suspeito que o Projeto OCW-USP não está evoluindo por interferência de certo banco na idéia. Certamente, querem pegar o projeto para torná-lo lucrativo aos seus interesses privados. Contudo, vão ficar querendo. Se não possuem competência nem para traduzir um projeto OCW, vão ter competência para fazer um ? Eu vou investigar essa história e esses interesses mais a fundo...

Certamente, eu não descarto a possibilidade de questionar na justiça a permanência desses bancos dentro da Universidade. Primeiro vou buscar uma forma de fazê-los dar um retorno social relevante. Se não aceitarem nenhuma forma de contribuição social relevante, aí sim, despejo uma dezena de ações populares sobre eles.

Por que farei isto ? Porque nós, cidadãos, temos que começar a assumir as nossas responsabilidades na preservação da coisa pública. O patrimônio público e os interesses da coletividade somos nós que temos que defender. As empresas e os neoliberais querem destruir tudo e reduzir tudo a serviços, mercadorias e espaços privados. Nós temos que lutar contra esses interesses e contra essas pessoas. Se não fizermos isto, perderemos tudo...

14/12/2007

Os tucanos e a USP
Foi eu começar a falar dos tucanos, de 2010 e da Dilma-Presidente, que o meu acesso a internet do CRUSP foi sabotado, bloqueado, quebrado. Há uma ligação íntima entre a USP e os tucanos, inclusive, uma hora dessas eu vou escrever um texto falando sobre essa ligação e as suas consequências para a Universidade de São Paulo.

Certamente, vou falar da ocupação da Reitoria da USP e da tentativa do Joselito Serra de quebrar a autonomia das Universidades Paulistas, assim como surrupiar os recursos destinados a elas. O Serra teria conseguido, ou seja, teria obtido sucesso, se a Universidade estivesse apenas nas mãos dos docentes. Isso por causa da ligação USP-tucanos. Uma ligação perniciosa para o interesse público e para a coletividade.

Em breve vou discorrer longamente e profundamente sobre esta questão e suas repercussões.

11/12/2007

Pergunta para os Nerds da USP
Como sabem, eu sou um pouco Nerd, inclusive nos hábitos sci-fi. Por isso, vou fazer uma pergunta para os outros Nerds que tem na USP. Vocês acham que o monumento da Praça do Relógio, na Cidade Universitária, tem alguma ligação com o monumento do filme 2001 - Uma Odisséia no Espaço ?
Monumento do filme
Monumento da Praça do Relógio da USP

Será que existe uma conspiração Nerd por trás disso ? Precisamos de respostas...

Ouriço Raposa e Hiena

No Livro do Professor Celso Lafer, "A Reconstrução dos Direitos Humanos" há uma passagem interessante sobre o Ouriço e a Raposa. Diz o seguinte:

"Muitas coisas sabe a raposa; mas o ouriço uma grande", é um verso do poeta grego Arquíloco, a partir do qual Isaiah Berlin propôs um critério para classificar escritores e pensadores, diferenciando-os a partir de certos traços definidores de suas obras. Existem, observa ele, os que relacionam tudo a uma visão unitária e coerente, que funciona como um princípio organizador básico do que pensam e percebem. São os ouriços, que assim articulam uma perspectiva centrípeta e monista da realidade.

Outros, ao contrário, se interessam por várias coisas, perseguem vários fins e objetivos - por vezes não-relacionados ou até mesmo contraditório - cuja interconexão não é nem óbvia nem explícita. São as raposas, que dessa maneira exprimem uma perspectiva centrífuga e pluralista da realidade. Dante, por exemplo, é centrípeto; Shakespeare é centrífugo. Platão, Hegel e Marx, por serem mais centrípetos, são mais ouriços do que Aristóteles, Montesquieu, Tocqueville ou Max Weber, que por força de uma visão mais centrífuga da realidade podem ser qualificados como raposas. (p.13)."

Com base na idéia do Grego Arquíloco (está escrito Arquíloco e não Ai que Louco), citada pelo Professor Celso Lafer, resolvi mirar a USP. E descobri que o que mais tem na USP não são nem Raposas e nem Ouriços, mas sim Hienas. Isso mesmo, Hienas !!! A raposa sabe muitas coisas. O ouriço sabe uma coisa grande. Já as Hienas não sabem muitas, nem sabe uma coisa grande, mas dão risada de tudo.

01/12/2007

USP é 94ª no ranking das melhores universidades do mundo
Notícias do G1 -- São Paulo

UFRJ, Unicamp, UFRGS, UFMG e Unesp aparecem no top 500 elaborado em Taiwan.
As cinco primeiras posições são ocupadas por universidades dos EUA.

A Universidade de São Paulo (USP) foi classificada na 94ª posição entre as 500 melhores universidades do mundo, segundo ranking elaborado pelo “Higher Education Evaluation & Accreditation Council of Taiwan”.

Confira o ranking completo

Nas top 500, aparecem também a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em 331º lugar, a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em 332º, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em 462º, a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em 478º, e a Universidade Estadual Paulista (Unesp), em 485º.

A pesquisa intitulada “2007 Performance Ranking of Scientific Papers for World Universities” avaliou e classificou a performance da produção científica em universidades do mundo todo de acordo com três critérios: produtividade da pesquisa, impacto da pesquisa e excelência da pesquisa.

Nas cinco primeiras colocações aparecem a Harvard, a Universidade Johns Hopkins, a Universidade de Washington (em Seattle), a Universidade de Stanford e a Universidade da Califórnia (em Los Angeles) todas nos Estados Unidos.


Para a reitora da USP, Suely Vilela, a classificação demonstra a qualidade da produção científica desenvolvida na universidade. Neste ano, a USP ficou na 128ª posição do ranking do Institute of Higher Education Shanghai Jiao Tong University e na 175ª posição do ranking do suplemento de educação superior do Times.

Metodologia

A elaboração do ranking, que está em sua primeira publicação, leva em conta três critérios: a produtividade da pesquisa (com peso de 20%), o impacto (com peso de 30%) e a excelência (50%).

Pelo critério de produtividade da pesquisa, é analisado o número de artigos publicados nos últimos 11 anos e, especificamente, em 2006. Também é avaliado o impacto da pesquisa, com pontos atribuídos ao número de citações nos últimos dois anos e à média das citações nos últimos 11 anos.

No item excelência na pesquisa, foram computados o número de artigos mais citados, o número de artigos em jornais de grande impacto em 2006 e o número de campos do conhecimento nos quais a universidade demonstrou excelência nos últimos dez anos. O projeto empregou dados quantitativos do Science Citation Index (SCI) e Social Sciences Citation Index (SSCI).

30/11/2007

Vim, vi, venci e continuo aqui...
Hoje, 30/11/2007 conclui todas as disciplinas obrigatórias do Curso de Direito da USP, portanto, o canudo está garantido. Contudo, não irei colar grau este ano, pois, mesmo não sendo obrigatório para mim, irei fazer o trabalho de conclusão de curso. Este trabalho é importante para a pós-graduação que pretendo fazer aqui na USP.

Além de apresentar e defender a tese de láurea o ano que vem, também farei algumas optativas que considero importante para o tema que estou estudando, assim como as provas da pós-graduação e o exame da OAB. Logo, será uma ano de estudos intensos e aprofundados.

Mas as coisas ainda não irão acabar depois da pós. As coisas só acabam quando eu chegar a Professor Titular da USP na Faculdade de Direito do Largo São Francisco... Alguns dirão que isso é impossível, mas eu não acredito em impossibilidades. Certamente, sei que terei que enfrentar uma forte e intensa oposição, a máfia da USP e dos arredores, pois hoje o Largo São Francisco é um reduto da classe dominante...

Contudo, isso não me amedronta... Assim como Milton Santos, Florestan Fernandes e muitos outros entraram e contaminaram esta Universidade com suas idéias e suas visões, eu também entrarei e contaminarei a Universidade e as futuras gerações com as minhas idéias e visões.

E a minha meta é puxar, virar, a Faculdade e a Universidade de São Paulo para o lado social, para o lado coletivo. Os grupos dominantes podem ir estudar nos EUA ou na Europa, mas a maioria dos brasileiros não pode. E é nestes brasileiros que eu penso... Brasileiros como eu !!!

Portanto, vim, vi, venci e continuo aqui...

PS: Eu concordo profundamente com Florestan Fernandes que dizia que uma das coisas mais difíceis de fazer é se manter fiel à classe de origem, mas assim como Florestan se manteve fiel, eu também me manterei... A minha causa, portanto, como dizia o Professor Milton Santos, é a causa dos debaixo.

Mais sabotagem na USP...
Foi eu escrever um texto falando dos nazistas, da mídia e da propaganda que a USPnet saiu do ar. Problemas nos servidores, alegaram os técnicos macunaímas. Para mim, o acesso ainda está bloqueado. Neste momento estou usando os computadores que usam rede a cabo. Então, será que podemos concluir que há nazistas na USP e que eles ficaram revoltados, ou seja, não gostaram da revelação ? Eu acho que não. A questão é mais complexa e envolve outras variáveis.

Por exemplo, o próximo passo que irei dar na pesquisa, relacionando a ditadura no Brasil com a mídia e a propaganda brasileira. Talvez eu vá bem mais fundo e queira descobrir a relação da ditadura com as corporações e organizações da sociedade civil, assim como os colaboradores civis do autoritarismo. Sabemos que estão todos aqui. Sabemos que continuam agindo e trabalhando como se nada tivesse acontecido, porém carregam nas costas uma história podre.

Contudo, esses desgraçados jamais irão me vencer. Podem bloquear a rede, comer os servidores, morder as árvores do campus, beberem água do Tietê, etc... Podem fazer tudo que não me afetam e nem me atingem. Eu continuo firme no meu propósito. Certamente, se passarem dos limites posso buscar o apoio da multidão e iniciar um levante popular contra esses grupos dominantes, contra esses exploradores e parasitas da coletividade.

09/11/2007

Os ratos roeram a fibra da USPNet ?!!!?

A USPnet do Bloco E do CRUSP (Bloco em que eu moro) foi cortada, ou seja, bloqueada. E a explicação dada pelo CCE, responsável pela internet do CRUSP, é que os ratos roeram a fibra. Você acredita nisso ? que os ratos roeram as fibras de internet e por isso a rede foi bloqueada ?

Eu digo claramente: não acredito nisso. Acredito que, se houve algum problema com a fibra, foi sabotagem. A internet foi cortada propositalmente para impedir o nosso acesso à rede. Para impedir que não continuássemos escrevendo e publicando textos contra determinadas pessoas e contra determinados interesses. Principalmente textos contra a máfia que opera dentro da USP.

Por falar nisso, a internet foi cortada justamente quando eu escrevi um texto denunciando a máfia que opera e tenta controlar a USP. Você já leu este texto ? Se não leu, clique aqui para ler:

http://crimeusp.blogspot.com/

Certamente, vão culpar os ratos e coisas parecidas... Afinal eles não podem se defender... Porém, a verdade é outra... Quem roeu a fibra deve ser técnico roedor e fez isso a mando da máfia que tenta controlar a USP...

Mas por que estou dizendo isso ? Porque há um histórico de sabotagens na internet do CRUSP. Desde que esta internet foi implantada, nós temos sido vítimas das sabotagens dos técnicos. Inclusive, eu já escrevi dezenas de textos sobre isso. Vou reunir todos os textos e re-disponibilizá-los no Blog que criei para reunir estes fatos.

Ultimamente, a internet até que estava estabilizada, mas, de repente, todas as sabotagens voltaram. Voltaram porque a máfia da USP foi cutucada e como eles tem funcionários em todos os locais, acionaram os seus técnicos roedores para comer a fibra...

Esse caso é um alerta principalmente para nós do Instituto OCW Br@sil, assim como para outras pessoas que tem parceria com a USP... Nós pretendemos implantar dezenas de projetos em parceria com esta Universidade e devemos observar com muita atenção as pessoas da Universidade que irão integrar os projetos, pois muitas vezes o funcionário não veio para auxiliar na construção do Projeto, veio para sabotar e impedir que a Universidade realize um trbalho social eficaz, que a Universidade seja aberta aos excluídos, aos debaixo...

A Reitoria e os Professores justos que estão na USP sabem disso... Inclusive, muitas vezes, eles mesmos foram vítimas dessa máfia. Muitos tiveram projetos, idéias e pesquisas boicotadas e foram atacados pelas costas porque colocaram em risco determinados interesses vigentes dentro da Universidade. Foram atacados porque não atenderam a determinadas recomendações ou seguiram orientações de determinadas pessoas, ou se negaram a satisfazer determinadas vontades.

Essa máfia vê a USP como extensão de seus negócios particulares. Eles vêem a Universidade como uma extensão de seus interesses, um caminho para ficarem ricos. Cada vez mais ricos. Não estão aqui porque possuem talento para a pesquisa ou queiram trabalhar com o conhecimento, com o pensamento, com as idéias. Eles estão aqui porque vêem a Universidade Pública uma oportunidade de negócio. Para eles o conhecimento e a educação universitária são mercadorias. Por isso, eles querem privatizar tudo. Este é o grande objetivo da máfia infiltrada na USP: privatizar tudo.

Certamente, privatizar para eles, ou seja, privatiza tudo, mas eles compram todas as ações para controlarem tudo... Neoliberalismo até nos ossos.

Certamente, eles não conseguirão ir muito longe, pois foram vistos. Antes eles agiam em segredo, mas agora foram visto. Como o poder que exerciam se baseava no segredo, a publicação de seus nomes e de suas ações quebram esse poder.

Portanto, tudo o que temos que fazer é manter os refletores sobre eles. Certamente, continuarão fazendo coisas como esta, por exemplo roer a fibra para bloquear a nossa internet, irão nos atacar pelas costas, etc... Mesmo assim, temos que continuar em frente, denunciando todos os fatos, mostrando a verdadeira face do mal, dos opressores e dos exploradores.

Lembre-se que a Universidade Pública somente sobreviverá se nós que importamos com o interesse público, com a coletividade, com a maioria da população (os excluídos) lutarmos contra o poder devastador do capital e dos grupos dominantes. O poder dos grupos dominantes se baseiam no segredo e na devastação do patrimônio público, assim como das instituições públicas.

Querem destruir a educação pública de qualidade, pois isso impedirá o surgimento de revolucionários e de rebeldes que contestem o seu poder. Querem destruir a educação pública de qualidade para banalizar os pensamentos, as idéias e a capacidade criativa dos cidadãos. Por isso, falam em ensino com a finalidade exclusiva de formar mão-de-obra... Eles querem privatizar tudo e montar fábricas de Eichmanns...

Mas eles não conseguirão, pois não irão passar... Não irão passar porque nós iremos pará-los e iremos combatê-los em todas as partes, em todos os campos e de todas as formas... Esta é uma lei Universal: toda ação gera uma reação em sentido contrário e de mesma intensidade... Nós somos a reação em sentido contrário de mesma intensidade....
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Governantes e administradores públicos que possuem mentalidade autoritária trabalham arduamente para controlar a internet. Sabem que um golpe contra a Democracia possui poucas chances de sucesso com a internet ligada. Por isso, buscam formas e meios de controle e de restrição.

Contudo, se fizerem isso, entrarão em um estado de regressão tecnológica. Quanto mais controlarem a internet e mais restrições colocarem, mais atrasados ficarão. Basta ver o Irã, a China, Myanmar... Enquanto nas demais nações a internet catalisa um salto de desenvolvimento e ações sociais. Nestes países fechados e com internet restrita o povo se aliena...

Eu acredito que a internet é uma arma poderosa contra o autoritarismo e contra o totalitarismo, pois ela liga as pessoas, estabelece elos de fraternidade e solidariedade, transforma pequenas gotas d'água de ação em poderosos movimentos. Vejam as contestações de Seattle, os Fóruns Sociais, etc... Tudo isso deriva do poder de transformação da internet que aproximou as pessoas e seus sentimentos...

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05/11/2007

O Professor Milton Santos ...
(...)
Milton Santos não era filiado a partido político, religião, grupos internos da universidade.

Mas foi um militante, no sentido de dedicar toda a sua energia, até poucas semanas antes de morrer de câncer, em junho de 2001, à causa “dos de baixo” – como se referia às classes espoliadas. Tinha ojeriza à bajulação e nunca seria pego bajulando alguém.

Chegava a ser ríspido, quando tinha de ser. Conta-se que, numa palestra, um contendor, arrotando deleuzes, tentou desacreditá-lo perante platéia atenta de uma universidade do sudeste, com citações difusas e pouco acessíveis.

Pacientemente, Milton Santos esperou que o doutor concluísse. Retomando a palavra, objetou com trechos daqueles mesmos autores, mas contextualizando as citações.

Depois, virou-se para o sujeito e concluiu: “O senhor, para debater comigo, deve, antes, treinar dois dos seus músculos – o cérebro e a bunda”. Isto é: vá ler mais e com mais atenção! Generoso ele era. Testemunhei algumas de suas generosidades porque vieram em socorro deste que escreve. Convidado para ser membro da banca para meu título de mestrado na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, ao tentar ingressar no prédio da escola, foi barrado pelo porteiro na catraca de entrada.

O servidor terceirizado de uma dessas empresas prestadoras de serviço interceptou o seu caminho, exigindo-lhe identificação.

Discreto, ele, que já havia sido laureado internacionalmente com uma espécie de Prêmio Nobel da Geografia, mostrou a identidade. O incidente logo chegou aos ouvidos dos dirigentes da escola, que, constrangidos, foram em fila lhe pedir desculpas. Ele humildemente as aceitou.

Outra vez, ajudou a organizar e compareceu a almoço no Clube dos Professores da USP, em uma espécie de “ato de desagravo” a este escrevinhador, ameaçado pelo então reitor, em 1997, de expulsão dos quadros do doutorado da ECA. A reitoria movera “processo disciplinar” depois de uma série de manifestações políticas a favor de cotas para negros naquela universidade, culminando em nossa prisão em flagrante pela guarda universitária durante pichação no campus.

Milton Santos levantou a voz e defendeu, durante o almoço, que não aceitássemos a proposta do reitor, que exigia o reconhecimento de um suposto “crime” (o de pichar muros, degradando o “patrimônio público”) para que a ameaça de expulsão cessasse. “Não ceda, mantenha sua opinião!”, orientou.

Professor da USP desde o final dos anos 1970, quando regressou do exílio, foi graças a pessoas como Maria Adélia de Souza, então professora na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas daquela universidade, que ali foi aceito. Os defensores do seu contrato enfrentaram resistências departamentais internas, posto que os conservadores permaneciam fortes no âmbito acadêmico uspiano, como até hoje – e não apenas ali.

Agora mesmo, no âmbito da Universidade Federal da Bahia – onde Milton Santos lecionou, foi cassado e depois, em meados dos anos 90, reintegrado –, enfrenta-se o debate entre os que querem democratizar o acesso e permanência de alunos provenientes “de baixo” e os que se agarram ao discurso da meritocracia.

Aqui, fala-se em mérito para se manter privilégios de “raça” e classe, que fazem da universidade brasileira um antro de branquitude submisso a uma epistemologia do conhecimento que nega a diversidade dos baianos e se dobra a interesses e temas alienígenas. Milton Santos faz falta a esse debate.
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Os dois últimos parágrafos também se aplicam à USP.
Clique aqui para ler sobre

Perguntas para a COSEAS-USP responder:

COSEAS: Coordenadoria de Assistência Social da USP.

1 -- Se o CRUSP é para alunos pobres, por que eu divido o apto com um indivíduo que ganha R$ 4.000,00 por mês ?

2 -- Se o CRUSP é para alunos da USP, por que o outro indivíduo que mora no meu apto já se formou a um ano, inclusive colou grau, e continua como morador oficial regular do CRUSP ?

3 -- Por que a COSEAS manda os calouros ocuparem primeiro as vagas pagas no CEPEUSP (R$ 15,00 a diária) antes de ocuparem as vagas gratuitas existentes nos alojamentos do CRUSP ?

4 -- Por que a COSEAS tem que pagar pelas vagas do CEPEUSP se ele também é um órgão da USP e a ocupação dessas vagas não ocasionam nenhuma despesa extra para a Universidade ?

5 -- A Reitora sabe dessas questões ou vocês não contam nada para ela ?

6 -- Por que em 2005 eu fui impedido de entrar no alojamento do CRUSP quando fiz o pedido (no mês de junho - antes do início do segundo semestre), porém, depois que denunciei os fatos, liberaram o alojamento (em novembro) ? Quem impediu a minha entrada e por que ? Não adianta citar o Regimento, pois o mesmo diz que os alojamentos são para casos excepcionais como este ?

7 -- Por que impediram a minha entrada se a maioria dos alojamentos estavam vagos ?

Além dessas questões, eu tenho outras sobre compras e sobre os acordos que dão salas da COSEAS para o Banco Santander captar clientes ao lado das assistentes... Por que o Banco Santander usa salas da COSEAS se tem duas grandes agências desse banco dentro da USP ?

Enfim, eu tenho tantas perguntas sem respostas...

Conspirações, perseguições e humilhações que enfrento na USP

Desde que entrei na USP enfrento uma série de conspirações, perseguições e humilhações por parte de alguns funcionários e professores desta Universidade. Eles não aceitam a minha inteligência, o meu sucesso acadêmico e a minha presença na USP. Por isso, lutam de todas as formas e usam todos os meios para tentar me afastar desta Universidade, pois eu sou risco à estrutura de dominação e controle que instalaram aqui.

Inegavelmente, a minha história é uma história de sucesso, pois saí do zero e cheguei ao grande centro de formação dos herdeiros da classe dominante sozinho. Cheguei e entrei no centro sem ser herdeiro e sem ser da classe dominante.

Minha família pouco me ajudou, pois não tinham condições de me ajudar, inclusive acho que eles nem compreendiam o propósito de vida que eu tinha escolhido. Sem contar aquele ramo da família que podia ajudar, mas que preferiu puxar o tapete. Além de minha família, poucos me impulsionaram a continuar e muitos se levantaram e se levantam para me atacar, ameaçar, humilhar e derrubar. O mal está em toda a parte e eu me vejo cercado por conspiradores, traidores, opressores, espiões, exploradores, etc...

Certamente, eu devo possuir algo especial, pois a grande quantidade de pessoas que me atacam é surpreendente. Não só isso, meus projetos, minhas idéias e meus planos são sabotados, copiados e deturpados. As coisas que digo são desvirtuadas e denegridas na cara dura. Fazem tudo isso com um só intuito: tirar-me de cena e encobrir-me com o véu do esquecimento. Não vão conseguir, pois a luz que eu acendi não pode ser apagada e a força das minhas idéias suplantam quaisquer conspirações...

Basta ver os processos adminsitrativos que estão correndo contra a minha pessoa dentro da USP. Um dos procuradores da USP (PASCHOAL JOSE DORSA) teve a cara de pau de pegar os meus textos, inclusive as petições que encaminhei para o MP denunciando os ilícitos praticados na USP, e ir grifando as palavras que ele entende que sejam ameaças, violência, etc... Juntou tudo e pediu abertura de processo administrativo...

Eu vou solicitar uma cópia integral desse processo, assim como dos demais, em seguida vou escaneá-los e publicá-los integralmente no meu site. Quero fazer isso para desmoralizar aqueles que me acusam. Quero mostra o mal uso e o desvirtuamento da lei e do Estado de Direito. Quero mostrar o tamanho do abuso do Direito. Para quem diz que eu só vejo conspiração, etc, vai se surpreender quando ver a conspiração e a perseguição, que tenho sofrido na USP, documentadas.

As petições nas quais eu denunciei crimes e ilegalidades não deram em nada. Não apuraram nada. Arquivaram tudo. Inclusive o MP, maioria de ex-alunos da USP ou então de Pós-graduandos da USP, não fez nada, ou seja, colocou uma pedra em cima e disse: "esquece". Mas o que eu denunciei e relatei eram crimes e ilegalidades que me atingiam e que atingiam a coletividade. Mesmo assim, o MP tinha/têm interesse em não apurar nada contra a USP, em deixar a máfia que age aqui dentro funcionando a todo o vapor.

Não, não sou eu que destruo a USP com as minhas denúncias. Quem destrói a USP é quem a rouba na surdina. Quem desvia recursos encoberto pela falsa legalidade. Quem fecha a USP para a coletividade e acha que a USP é para a classe dominante, não para o povo. Chegaram a dizer e ainda dizem por aqui: "A USP é pública, mas não é para todos". Inclusive publicaram isso em um jornal. Essa frase resume perfeitamente a visão que a máfia tem da USP: "A USP é pública, mas não é para todos. É para eles, os grupos dominantes, e para seus filhotes."

Possivelmente, os promotores não queriam sujar a imagem da USP ou a sua imagem pessoal diante da USP. E realmente não sujaram a imagem da USP, mas sujaram a do MP que demonstrou ser um órgão tendencioso e parcial que só acusa e condena pobre, moradores da periferia e favelas. Um MP que tira o chapéu e se ajoelha aos pés dos criminosos de colarinho branco, da máfia da USP.

O indivíduos que aparecem nessa história são só a ponta de um iceberg, uma máfia, que corrói a USP por dentro, age na surdina. Certamente, eu sou o inimigo número um dessa máfia, pois a meta deles é usar a USP como uma extensão de seus negócios particulares, é usar a USP para darem seus cursos particulares, é desviar recursos de pesquisas e demais verbas do orçamento da USP e da assistência estudantil. Eu não tolerei e não tolero esse monte de coisas ilícitas e de crimes. Denunciei, mas a máfia é grande e tem as suas ramificações no MP, no Judiciário, na Polícia, etc, e conseguiu abafar tudo.

Por isso, tudo o que eu denunciei foi arquivado e estão usando as petições nas quais eu denunciei para tentar me prejudicar. Vocês precisam ler os processos administrativos para verem o tamanho da conspiração... E não se enganem, tem gente graúda trabalhando por baixo dos panos. A maior parte do iceberg podre está submersa.

Este blog é o início das publicações que visam mostra o lado tenebroso da USP, assim como as conspirações, humilhações e exclusões que enfrentei/enfrento nesta Universidade. Eu pretendo revelar os atos, as caras e os nomes dos desgraçados que me atacam pelas costas e buscam prejudicar-me de todas as maneiras. Quero revelar as faces desse mal para que não façam com outros o que fizeram comigo.

A verdade tem que ser revelada, pois esses elementos usam o segredo, a ação escondida, camuflada e dissimulada, para atacarem suas vítimas. Não envenenam a sua comida, mas envenenam a sua mente. Ameaças dissimuladas e indiretas buscam desestabilizar a sua sanidade e desequilibrar a sua conduta. Montam ardis e planos para fazê-lo cair em erro ou contradição e assim poderem te atacar. Usam a legalidade, a lei e a justiça como arma, como forma de ameaça, como meio de dominação, opressão e controle.

Os moradores do CRUSP sabem bem disso, pois são ameaçados constantemente de reintegração de posse, etc... Inegavelmente, a COSEAS é um órgão de opressão e de exclusão. Um órgão que anda a margem da lei e usa mecanismos sórdidos para se manter.

Por exemplo, neste momento os restaurantes da COSEAS estão fechados devido a tal paralisação de funcionários. As Unidades continuam funcionando normalmente, as aulas continuam sendo ministradas, mas a parte assistencial da Universidade, que cuida da comida dos bolsistas, etc, está paralisada e fechada. Isso mostra o quê ? Mostra que a lei não e aplica aqui. Basta lembrar que o STF decidiu no mês passado que a lei de greve da iniciativa privada se aplica nas paralisações públicas. E, mesmo assim, a COSEAS fechou completamente, pois eles dizem que comida não é essencial... E este é o segundo dia que a COSEAS fecha e o resto da Universidade continua funcionando...

A verdade é um antídoto poderoso contra esses indivíduos que praticam o mal e que vivem do mal. Quando a verdade é mostrada, a face do mal, que eles possuem, é revelada e todos os cidadãos podem vê-los e apontá-los. Não só isso, podem se precaver e se proteger dos ataques. Com isso o poder baseado no segredo é eliminado e dissolvido. Por isso, a verdade liberta.

Eu planejo contar tudo nos mínimos detalhes. Cada ação, cada ataque, cada ato que praticaram para tentar derrubar-me e tirar-me do centro de formação dos herdeiros da classe dominante. Tentaram, mas não conseguiram. Isso fica bem claro quando, na Casa do Estudante da Faculdade de Direito da USP, roubaram todos os livros jurídicos que eu tinham comprado a duras penas. Quando a Biblioteca da Faculdade de Direito da USP estabelece uma pena de 7 anos por não devolução de livros que eles se recusaram a receber na data da devolução. Impediram-me não só de emprestar, mas também de retirar o livro para ir até a xerox da própria Faculdade.

Eu quero escrever um livro virtual gratuito sobre tudo isto. Quero contar todos os fatos e mostrar todas as faces e todos os nomes. Quero publicar todos os processos administrativos, todas as petições encaminhadas ao MP, assim como todas as decisões do MP e da USP arquivando os Processos para encobrir os crimes e as ilegalidades. A verdade será mostrada, a face do mal revelada e os exploradores criminosos destruídos.

O que será que eles esperam ganhar com essas ações ? Será que eles pensam que é a USP a minha fonte de poder e inspiração ? Será que eles pensam que quando eu sair da USP não conseguirei escrever mais nenhuma linha ? Se eles pensam isso, são uns idiotas, pois a minha inteligência é natural. A USP somente possibilitou a inserção de mais informações na minha cabeça, mas não criou nada em mim. Eu sou o que sou, simplesmente nasci assim.

Mas o que a máfia da USP mais teme é a minha capacidade de liderança, minha capacidade de ver e mostrar a realidade. Temem porque eu não sou um deles e nem estou com eles. Estou com os excluídos, com os explorados, com os oprimidos. Estou com o povo das periferias, das favelas e do campo. Estou com os mais fracos de corpo e alma. A máfia é composta pelos opressores, pelos exploradores, pelas pessoas que ganham com a desgraça do Brasil e do Povo Brasileiro, ganham com o mal que provocam e disseminam sem mostrar a cara.

O ano que vem é o meu último ano na graduação da USP. Talvez eu vá para a Pós. Talvez eu vá para o exterior. E neste ponto em que cheguei, olho para trás e pergunto-me: valeu a pena ? Valeu a pena ter estudado tanto, ter se dedicado tanto, para entrar na USP ? Hoje, a minha resposta é: não, não valeu a pena. Se eu soubesse que iria enfrentar tanta conspiração, tanta opressão, tanta humilhação dentro desta Universidade, eu teria ido estudar em um outro lugar qualquer. A minha inteligência teria se desenvolvido da mesma forma, pois eu sou autodidata, ou seja, aprendo as coisas sozinhos.

Contudo, entrei na USP por minha capacidade. Apesar de tudo e apesar de todos. Logo, tenho o direito de estar aqui e por isso vou enfrentar com todas as armas possíveis essas conspirações, vou defender com unhas e dentes o direito que conquistei. A USP é uma Universidade Pública, é alimentada com recursos públicos, portanto, ela pertence ao Povo, não a máfia e nem aos grupos dominantes.

Por isso, eu e outros amigos criamos um Projeto chamado OCW-USP. Criamos este projeto para abrir a USP para aqueles que pagam a manutenção desta Universidade e não podem estar aqui, pois foram excluídos pelas desigualdades, pelo ensino público precário e pelos vestibulares. Eles também tem o direito de acessar o conhecimento que pagam para a USP produzir e ministrar. Eles também tem o direito de se desenvolverem, como quaisquer alunos da USP, usando a mesma base de informação e conhecimento.

Entretanto, a classe dominante não gostou nenhum pouco desse projeto, pois ele atinge o centro de poder dominante. Ele dissemina o conhecimento e quebra a estrutura de dominação. Acho que é por isso que estão me atacando neste momento. Querem que eu saia da USP o mais rápido possível para que a máfia continue reinando absoluta, continuem expropriando os recursos públicos, oprimindo, explorando e excluindo os alunos que vêm das escolas públicas.

A máfia da USP não quer me ver continuar na USP. Eu sou uma ameaça ao poder que eles tem aqui. Eu denuncio as coisas. Eu conto os fatos e mostro a realidade. Por isso, eles querem me ver pelas costas, longe daqui. Eu vejo isso claramente. Vejo isso nos processos administrativos sem fundamento que abrem, vejo isso nos editais de bolsas que fazem para me excluir, vejo isso nos comentários indiretos, nas ameaças veladas... Inegavelmente, eu sou um risco para muita gente que usa a USP como extensão de seus negócios particulares e desviam recursos da Universidade.

Enfim, o mal que eles me causam é apenas 0,0001% do mal que eu posso causar a eles, retribuindo-lhes aquilo que me dão de graça...

Para ler mais sobre as conspirações, crimes e ilegalidades praticadas na USP clique no link abaixo:

1 -- Resposta da Coseas ao pedido de moradia

2 -- Ilegalidades e arbitrariedades na Coseas

3 -- Racismo, preconceito e discriminação na Coseas

4 -- Representação contra a USP protocolada no MP/SP

5 -- Por que se mata na USP ?

04/10/2007

Solicito a minha exclusão do STOA - USP


Senhores Administradores do STOA;



Eu, Leonildo Correa da Silva, n. USP 2244545, aluno do quinto ano da Faculdade de Direito do Largo São Francisco, solicito a exclusão da minha conta do sistema STOA pelas seguintes razões:

1 -- A USP é uma Universidade Pública e Gratuita, portanto o que se faz na USP deve ser aberto para toda a população que paga pelo funcionamento desta Universidade. Isso inclui as publicações e os textos dos alunos que são disponibilizados na internet. Transformar o STOA em um clube fechado não é só uma estupidez, é mais um crime dos grupos dominantes contra a sociedade e mostra claramente o mal uso do dinheiro público. Usam os recursos públicos da Universidade para criarem clubinhos fechados de interesse pessoal. Eu não concordo com isso e onde a coletividade não pode entrar, eu também não entro. Se a coletividade e a sociedade, as pessoas comuns, não podem participar, eu também não participo.

2 -- O estabelecimento de censura nos textos é outra grande estupidez. Não existe nenhuma espécie de censura em uma Universidade Pública. E nenhum Professor ou Administrador Público tem competência para estabelecer censura na sociedade brasileira. Quem estabelece censura é a lei. E mesmo a lei só faz faz isso nos termos da Constituição. Também não participo de ambientes onde há censura.

3 -- Vejo claramente que o STOA caminha na contramão, não só dos interesses públicos, mas da própria Universidade e atualidade. Enquanto as grandes Universidades do mundo abrem seus conteúdos para a sociedade, o STOA-USP fecha o seu conteúdo, tentando esconder da sociedade as discussões e as idéias esplanadas pelos alunos.

4 -- Como existem outros sítios da internet para discussões de questões importantes para a sociedade e tenho outros blogs e sites, inclusive que já ultrapassaram a marca de 1,5 milhão de pageviews, não vejo razão para perder tempo escrevendo para clubes fechados que congregam apenas reacionários medíocres, que são incapazes de pensar socialmente e só querem expropriar recursos públicos para se enriquecerem.

5 -- Certamente, eu considero este fechamento uma grande estupidez e irei questioná-lo nas instâncias superiores, principalmente políticas. Vocês podem ter criado o sistema, mas não são donos dele. Existem pessoas acima de Vocês que podem determinar a abertura imediata do sistema para toda a sociedade, a revelia do que Vocês pensam. Como eu tenho acesso a esses níveis, vou negociar a cabeça de Vocês...

Enfim, excluam a minha conta.



Atenciosamente,



Leonildo Correa

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01/10/2007

O meu acesso ao STOA-USP foi bloqueado por um estrangeiro

Leonildo Correa -- 01/10/2007 -- O meu acesso aos sistema STOA-USP foi bloqueado por um Professor estrangeiro, assim como pela corja que o acompanha. Essa é a desgraça da USP: tem corja e ladrões por todos os lados e agora estão trazendo até estrangeiros para se meterem nos assuntos brasileiros. Interesse social aqui é tudo fachada, é tudo mentira. De hora em hora eles arrumam um golpe diferente para roubar os recursos públicos destinados à assistência estudantil, às pesquisas científicas ou bolsas de alunos.

O STOA-USP foi construído com recursos públicos e é aberto para todos os alunos da USP. Cada aluno da USP escreve o que quiser no seu blog particular. Não há censura no Brasil. A Constituição impede qualquer tipo de censura. Quem deu poderes a Professores da USP para dizer o que deve e o que não deve aparecer na página principal ou ser publicado nos blogs pessoais dos alunos. No Brasil somos livres para escrevermos o que quisermos, quando quisermos e onde quisermos.

Não só isso: eu escrevo e assino o que escrevo. Portanto, eu respondo pelo que escrevo nos termos da lei brasileira e não de acordo com a vontade de Professor Estrangeiro...

Mas a questão que eu quero discutir aqui não é esta. A questão são os estrangeiros que estão sendo trazidos para o Brasil pelo Governo Brasileiro. Se esses estrangeiros ficassem quietos nos seus cantos, não se metessem nos assuntos brasileiros não haveria problema, mas começaram a se meter em assuntos que interessam apenas aos brasileiros.

Eu tive, ontem, o meu acesso ao sistema STOA-USP bloqueado por um Professor Estrangeiro, ou seja, o Professor Estrangeiro estabeleceu uma censura dos meus textos no Blog da USP, um sistema público que pertence à Universidade de São Paulo e que permite aos alunos publicarem os seus textos. Eu sou aluno da USP, eu tenho o BLOG e eu publico o que quiser. Nenhum professor da USP tem competência para censurar nada aqui. Quem censura é a lei e não professor da USP. Porém, um estrangeiro achou que podia estabelecer a censura, Um estrangeiro, dentro do Brasil, resolveu censurar os textos de um brasileiro nato. Ele está querendo o quê ? Iniciar um movimento xenófobo para mandá-lo de volta para sua terra natal ou quer assumir o controle do Brasil e mandar nos brasileiros ?

Eu não gostei dessa censura e vejo esse ato como uma hostilidade dos estrangeiros contra os brasileiros. Se esse Professor fez isso, os outros estrangeiros podem fazer coisa pior. O que podemos esperar dessa gente ? Não conhecemos eles, não sabemos o que são e nem o que pensam ? Portanto, precisamos analisar detalhadamente essa questão e ver até que ponto devemos aceitar esses refugiados no Brasil. Devemos aceitar os refugiados, mas os seus comportamentos autoritários não. O indivíduo assume um cargo em uma Universidade Pública e começa a prejudicar os alunos brasileiros... O que esse indivíduo está querendo ?

Eu quero ver o comportamento da Universidade. Eu quero ver o comportamento do Governo Brasileiro. Se a USP e o Governo Brasileiro legitimarem a censura de um estrangeiro sobre um brasileiro nato dentro de uma Universidade pública, além dos movimentos que já participo, vou entrar em mais: em um movimento de xenofobia.

O Presidente Lula está tomando decisões à revelia do Povo Brasileiro. Isso pode ser política de Estado, mas ela afeta a vida dos brasileiros. Portanto, tem que passar pelo crivo do Povo Brasileiro. Basta ver que neste momento eu estou sendo vítima direta de um desses indivíduos.

Mas o que é mais interessante nessa história é que eu toquei em um problema que está embaixo do tapete a muitos e muitos anos. Os pobres, os oprimidos, os excluídos, os explorados, etc, não tem saída. A única forma de se romper a dominação e o controle é com a violência. E como se recusam a ver a saída da violência como legítima, a dominação, o controle, a opressão, etc, continua vigorando e fazendo vítimas.

Percebam que eu toquei exatamente na ferida do sistema. Vejam que a censura apareceu rapidamente, pois eles sabem que se eu continuar mexendo na temática dos excluídos, dos explorados e dos oprimidos que habitam as periferias o sistema se esfacela, a dominação se revela e a instabilidade toma conta. A fraqueza dos grupos dominantes foi descoberto, a partir de agora temos que explorá-la até eles cairem...

O caminho é esse, vamos estruturar um movimento de resistência, vamos reunir todos os excluídos, oprimidos e explorados em um único movimento, dos presídios à favela, dos trabalhadores rurais aos operários, dos pescadores aos vaqueiros, enfim, estamos todos do mesmo lado e contra um mesmo inimigo: os grupos dominantes que exploram, oprimem, excluem e escravizam a maioria dos brasileiros desde 1500. E agora estão até trazendo estrangeiros para auxiliá-los na opressão e na censura...

Não querem que ocorram revolução, violência, etc... resolvam os problemas da periferias. As soluções existem e são fáceis de implementar. Nós dizemos o que fazer, nós apresentamos projetos para resolver as coisas de uma vez por todas, mas se querem tratar-nos como idiotas e querem manter a dominação e o controle como está, sem dúvida nenhuma, teremos revolução, teremos violência e teremos guerra, pois a tolerância está chegando ao limite máximo e a explosão vai acontecer...

Contudo, eu continuo inconformado, pois até os estrangeiros estão mandando no Brasil atualmente. Até os estrangeiros estão censurando os brasileiros.... Meu Deus, a que nível chegamos...

30/09/2007

Mensagem da censura para o Leonildo....


Leonildo,

Frases como este
"Como resposta para esses grupos e para essas ações eu tenho a
revolução, a violência e a guerra. Se os projetos não passarem,
certamente, eu vou construir um grupo armado violento e terrorista
para atacar, um a um, cada membro dos grupos dominantes, e cada
autoridade pública que se levantou contra os interesses coletivos será
derrubada a tiro."
me assustem.

Como administrador do sistema Stoa sou responsável pelo uso dos recursos da
USP. Já pedi os opiniões dos meus administradores colegas na nossa lista de
email. Vou ver o que eles acham, mas acho que vou promover uma discussão
pública acerca da sua permanência no sistema Stoa. Talvez estou enganado, e
a maioira entende liberdade acadêmica de uma forma completamente diferente
do que eu. Vamos ver.

Grande abraço,

Ewout ter Haar

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Resposta do Leonildo:

Prezado Professor:

Solicito que me seja enviado por escrito a decisão que bloqueou o meu acesso ao STOA. Assim como a sua qualificação dentro desta Universidade, regime de trabalho, etc... Necessito dessas informações para recorrer contra a decisão e solicitar ao Governo Brasileiro a regulamentação da presença de estrangeiros dentro das Universidades Públicas brasileiras...

A censura é proibida no Brasil e a censura de um estrangeiro sobre o Brasileiro nato pode ser enquadrada como crime. Inclusive vou tornar esse fato público e perguntar aos leitores do meu site e blog o que eles pensam disso.

Os estrangeiros também estão sujeitas às leis brasileiras e respondem pelos crimes que praticam em território brasileiro.

Atenciosamente,

Leonildo Correa
Aluno da Universidade de São Paulo
N.USP 2244545
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Não se esqueça de respaldar suas ações pelo Regimento da USP... Aproveita e pede a abertura de processo administrativo contra o Leonildo, assim como a sua expulsão da USP, Professor Estrangeiro !!!

Ultimamente, até os estrangeiros estão mandando no Brasil e nos Brasileiros. Não só mandando, mas censurando os textos e as ações de brasileiros natos. Meu Deus, a que nível chegamos, ou seja, chegamos ao fundo do poço, abrimos uma portinhola e descemos mais um pouco !!!