Democratizar o conhecimento e socializar os saberes como ferramenta para transformação social e econômica. Democratizar e socializar para reduzir as desigualdades regionais. Democratizar e socializar para dar oportunidades. Democratizar e socializar para dar esperanças e certezas de um futuro melhor. O poder transformador do conhecimento, monopolizado e retido nas melhores Universidades Públicas, tem que ser disseminado, gratuitamente, para toda a sociedade.

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27/12/2007

Para quem não entendeu o post anterior, talvez este esclareça as coisas... O problema não é só a riqueza, são as futilidades, as irrelevâncias, a falta de noção das coisas e da realidade. Acho que os cientistas deveriam investigar o tema. Algo me diz que as mulheres são muito mais sensíveis e influenciáveis pelas propagandas consumistas do que os homens, principalmente as mais jovens (década de 80 para cá), logo, o capitalismo está transformando todas elas numa espécie de alcóolatras do consumo e das banalidades... Por que o sapato da mina tem que combinar com a cor do cabelo dela ?
Avô doa fortuna, e Paris Hilton fica 97 por cento menos rica
NOVA YORK - A futura herança de Paris Hilton diminuiu dramaticamente na quarta-feira, quando seu avô, Barron Hilton, anunciou a intenção de doar para a caridade 97 por cento de sua fortuna de 2,3 bilhões de dólares.

Isso inclui 1,2 bilhão de dólares que Barron Hilton deve ganhar com a venda já concretizada da rede hoteleira Hilton, fundada em 1919 por seu avô Conrad a partir de uma pensão em Cisco (Texas), e a possível venda da maior empresa mundial de cassinos, a Harrah Entertainment.

O dinheiro será colocado em um fundo a ser usado no futuro pela Fundação Conrad N. Hilton, que anunciou a doação em nota. Seu patrimônio passará a 4,5 bilhões de dólares.

Paris Hilton ainda não se manifestou sobre a perda da herança.

Jerry Oppenheimer, que escreveu um perfil da família em 2006, disse que Barron, de 80 anos, fica constrangido com o comportamento da neta socialite, a quem supostamente acusa de ter manchado o nome dos Hiltons.

A fundação que ele preside apóia projetos que fornecem água potável na África, educação para crianças cegas e moradia para pacientes de transtornos mentais.

Paris, símbolo da elite fútil norte-americana, ficou famosa em 2003 quando apareceu na Internet um vídeo caseiro em que ela fazia sexo com um namorado.

Ela não desperdiçou a notoriedade, alimentada sobre as manchetes dos tablóides sobre suas vida baladeira. Paris já teve um reality show na TV, lançou livro, perfume, disco e participou de filmes.

Neste ano, passou mais de três semanas presa por violar uma proibição de dirigir depois de ser pega dirigindo embriagada.

25/12/2007

Tipos de capitalismo
CAPITALISMO IDEAL:
Você tem duas vacas.
Vende uma e compra um touro.
Eles se multiplicam, e a economia cresce.
Você vende o rebanho e aposenta-se, rico!

CAPITALISMO AMERICANO:
Você tem duas vacas.
Vende uma e força a outra a produzir leite de quatro vacas.
Fica surpreso quando ela morre.

CAPITALISMO FRANCÊS:
Você tem duas vacas.
Entra em greve porque quer três.

CAPITALISMO CANADENSE:
Você tem duas vacas.
Usa o modelo do capitalismo americano.
As vacas morrem.
Você acusa o protecionismo brasileiro e adota medidas protecionistas para ter as três vacas do capitalismo francês.

CAPITALISMO JAPONÊS:
Você tem duas vacas.
Redesenha-as para que tenham um décimo do tamanho de uma vaca normal e produzam 20 vezes mais leite. Depois cria desenhinhos de vacas chamados Vaquimon e os vende para o mundo inteiro.

CAPITALISMO ITALIANO:
Você tem duas vacas.
Uma delas é sua mãe, a outra é sua sogra, maledetto!!!

CAPITALISMO BRITÂNICO:
Você tem duas vacas.
As duas são loucas.

CAPITALISMO HOLANDÊS:
Você tem duas vacas.
Elas vivem juntas, não gostam de touros e tudo bem.

CAPITALISMO ALEMÃO:
Você tem duas vacas.
Elas produzem leite regularmente, segundo padrões de quantidade e horário previamente estabelecido, de forma precisa e lucrativa..
Mas o que você queria mesmo era criar porcos.

CAPITALISMO RUSSO:
Você tem duas vacas.
Conta-as e vê que tem cinco.
Conta de novo e vê que tem 42.
Conta de novo e vê que tem 12 vacas.
Você pára de contar e abre outra garrafa de vodca.

CAPITALISMO SUÍÇO:
Você tem 500 vacas, mas nenhuma é sua.
Você cobra para guardar a vaca dos outros.

CAPITALISMO ESPANHOL:
Você tem muito orgulho de ter duas vacas.

CAPITALISMO PORTUGUÊS:
Você tem duas vacas.
E reclama porque seu rebanho não cresce...

CAPITALISMO CHINÊS:
Você tem duas vacas e 300 pessoas tirando leite delas.
Você se gaba de ter pleno emprego e alta produtividade.
E prende o ativista que divulgou os números.

CAPITALISMO HINDU:
Você tem duas vacas.
Ai de quem tocar nelas.

CAPITALISMO ARGENTINO:
Você tem duas vacas.
Você se esforça para ensinar as vacas mugirem em inglês..
As vacas morrem.
Você entrega a carne delas para o churrasco de fim de ano do FMI.

CAPITALISMO BRASILEIRO:
Você tem duas vacas.
Uma delas é pirata.
O governo cria a CCPV - Contribuição Compulsória pela posse de Vaca.
Um fiscal vem e te autua, porque embora você tenha recolhido corretamente a CCPV, o valor era pelo número de vacas presumidas e não pelo de vacas reais.
A Receita Federal, por meio de dados também presumidos do seu consumo de leite, queijo, sapatos de couro, botões, presume que você tenha 200 vacas e para se livrar da encrenca, você dá a vaca restante para o fiscal deixar por isso mesmo...
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Autor: anônimo

A existência do Papai Noel é irrelevante
A existência do Papai não é relevante e nem interessa. O que importa é aquilo que ele pode fazer. Em outras palavras, se existe ou não existe, não interessa. O que interessa é o que ele pode vender ou dar. Por exemplo, carvão para os tucanos e para o PFL.

Contudo, agora eu pensei uma coisa... E se eles corromperam o Papai o Noel ??? Numa espécie de "Vamos derrubar o Renan" e, tempos depois, salvam o Renan da guilhotina para que o Renan os ajudasse a derrubar a CPMF...

Enfim, sem o Papai Noel, o capitalismo não venderia muita coisa no final do ano. Entendeu o espírito da coisa ?

Pequena nota reflexiva
Isto não é óbvio e nem é lógico, pois o grande truque do capitalismo consiste em fragmentar as ações e distanciar a causa da consequência, ou seja, um fragmento do outro. Quantas pessoas você conhece que são capazes de ligar rapidamente o Papai Noel com o capitalismo mercantil ?

Esta ligação não é trivial e pode ser aprofundada um pouco mais, por exemplo, ligando o cristianismo ao capitalismo...

27/11/2007

Seminário preparatório do Fórum Social Mundial defende liberdade de conhecimento
Discutir tecnologia e as mudanças dos meios de produção do conhecimento, relacionando-as com o capitalismo, é o tema do seminário Ciência e capitalismo hoje, que acontece no Centro Universitário Maria Antônia (Ceuma) da USP, entre quarta (28) e quinta (29).

O seminário também visa preparar a contribuição dos pensadores brasileiros ao Fórum Social Mundial (FSM), que, com o tema Ciência e Democracia, ocorrerá em Belém, em 2009. O FSM é organizado, desde 2001, por movimentos sociais com objetivo de ressaltar a diversidade e buscar alternativas para questões sociais.

Pablo Mariconda, professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e um organizador de uma das mesas de discussão, resume o objetivo do evento: "discutir algumas das questões cruciais para a relação ciência e sociedade. Dessa forma, discutiremos quatro tópicos: sementes, medicamentos, tecnologias de informação e universidade pública".

O professor Sérgio Amadeu da Silveira, da Faculdade Cásper Líbero, que é e um dos palestrantes do evento, afirma que “as discussões de um ritmo científico adequado ao mundo dependem de fatores, como a propriedade intelectual e a autonomia do conhecimento, e a autonomia está intimamente relacionada com democracia”.

A ciência, segundo ele, sempre cresceu pelo compartilhamento das informações, e não pelo bloqueio. “Estamos sob um ataque. A rede cresceu mais do que os grandes grupos previram. Hoje querem restringir o uso”, lembra o professor, que também recorda o recente episódio de acordo do governo francês com os provedores de internet para barrar o compartilhamento de músicas.

A idéia é corroborada por Mariconda, que explica que "a única maneira em que se pode ter esperança de algum controle social sobre a ciência, é mediante o controle democrático das decisões concernentes a implementação dos produtos e resultados científicos e tecnológicos".

Silveira diz que “nunca se teve tanta capacidade de compartilhar conhecimento e informações, mas os grandes grupos internacionais bloqueiam a internet para manter os fluxos de riqueza”. Uma das formas de manter os lucros, segundo o professor, é a negação de acesso às informações, como ocorre com as patentes e copyrights.

A relação com o FSM mora, para o professor da Cásper, na similaridade das metas, já que os movimentos que participam do Fórum querem uma outra globalização, a autonomia do saber. “A liberdade depende do conhecimento. Não queremos ser meros consumidores dos produtos dos países do primeiro mundo”, fala Silveira.

Para a discussão na USP, estarão presentes, além dos professores da Universidade, membros de outras instituições de ensino do país e do exterior, como José Luís Garcia, da Universidade de Lisboa, e Terry Schinn, do Maison des Sciences de l’Homme, da França.

Serviço:


Veja a programação completa: