Democratizar o conhecimento e socializar os saberes como ferramenta para transformação social e econômica. Democratizar e socializar para reduzir as desigualdades regionais. Democratizar e socializar para dar oportunidades. Democratizar e socializar para dar esperanças e certezas de um futuro melhor. O poder transformador do conhecimento, monopolizado e retido nas melhores Universidades Públicas, tem que ser disseminado, gratuitamente, para toda a sociedade.
11/09/2008
Postado por Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva às quinta-feira, setembro 11, 2008
Marcadores: Banco do Brasil, Bolívia, Gás, petróleo
23/04/2008
Primeiro eu iria observar que a área do tremor é a mesma área dos mega-campos de petroléo que estão sendo descobertos. Logo, eu já teria um elemento importante para se criar uma conspiração internacional contra o Brasil.
Além disso, eu aproveitaria o fato do cruzador norte-americano (porta-aviões) estar ancorado no Rio de Janeiro. Certamente, um cruzador deste não anda sozinho. Diversos submarinos nucleares devem estar dando cobertura e proteção para ele em alto-mar.
Como a sede norte-americana por petróleo é insaciável e como o Brasil está se transformando em um "Oriente Médio" Latino, eu teria os ingredientes para montar os demais elementos da conspiração. Certamente, usaria os submarinos norte-americanos em alto-mar para fazer teste e verificações sobre a extensão da área petrolífera.
Depois eu formaria uma guerra dos gringos contra os macunaímas para tomar a região. Justificaria este fato, como já disse, usando a idéia de que os gringos são viciados em Petróleo e descartaria a idéia de países amigos usando Sadam Hussein como exemplo. EUA eram amigos íntimos do Iraque. Inclusive foi os EUA que armou o Sadam. Porém, quando a sede/necessidade do petróleo foi maior do que a amizade, a guerra estourou...
E a moral desta minha história seria: o Brasil tem enormes riquezas e, nos últimos dois anos, estas riquezas cresceram exponencialmente, aproximando-nos do Oriente Médio em termos de reservas petrolíferas. Além disso, os guardas dessas riquezas estão armados com estilingues e espingardas de pressão, quando comparados com os exércitos das nações desenvolvidas. Logo, não temos nenhuma capacidade de nos proteger e de proteger aquilo que possuímos. Portanto, as riquezas que temos, aliada a nossa incapacidade de defesa, poderão causar a nossa destruição e extinção.
Mais uma coisa, eu usaria a história de espionagem internacional contra a Petrobrás como uma preparação para a vinda do cruzador e dos submarinos, assim como para descoberta das áreas a serem testadas, ou seja, o local onde teriam que fazer os testes que gerou o tremor de terra...
Enfim, seria uma boa história...
Postado por Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva às quarta-feira, abril 23, 2008
Marcadores: Brasil, mega-campos, petróleo, riquezas
15/11/2007
Além disso, o Brasil é o décimo, ou algo próximo disso, em termos de reservasde petróleo, porém, é o primeiro na produção de biocombustíveis. Portanto, a idéia é continuar investindo pesado em biocombustíveis e ir explorando vagarosamente as reservas gigantes de petróleo.
Neste contexto, um negócio bom para a Petrobrás é vender petróleo misturado com os biocombustíveis e não separado. Assim, vende gasolina com 20% de alcool, diesel com uma porcentagem x de óleos vegetais, etc, ou seja, devemos ser os maiores produtores e exportadores de biocombustíveis e petróleo ecologicamente correto (petróleo batizado).
Certamente, produtos ecologicamente corretos tem uma grande aceitação no mercado. Inclusive isso pode nos colocar na frente das maiores reservas de Petróleo do mundo, pois os biocombustíveis são inesgotáveis, enquanto as reservas podem acabar um dia.
Enfim, a descoberta da reserva gigante de Tupi não pode afetar a produção e os investimentos em biocombustíveis da mesma forma que a queda do preço do petróleo afetou o programa pró-alcool em um passado próximo. Precisamos continuar investindo e desenvolvendo tecnologias neste sentido.
Postado por Leonildo Dias Garcez Correa Bento de Jesus e Silva às quinta-feira, novembro 15, 2007
Marcadores: Biocombustíveis, Brasil, Petrobrás, petróleo, reserva
