Democratizar o conhecimento e socializar os saberes como ferramenta para transformação social e econômica. Democratizar e socializar para reduzir as desigualdades regionais. Democratizar e socializar para dar oportunidades. Democratizar e socializar para dar esperanças e certezas de um futuro melhor. O poder transformador do conhecimento, monopolizado e retido nas melhores Universidades Públicas, tem que ser disseminado, gratuitamente, para toda a sociedade.

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31/01/2008

O bloqueio da Maçonaria
Eu sou um crítico ferrenho de certas práticas da Maçonaria. Não faço parte dessa ordem, possivelmente, por causa das minhas críticas. E, mesmo não fazendo parte, eu acesso o conhecimento que eles possuem por vias transversais.

Certamente, o meu interesse era participar dessa Ordem, pois muitas das minhas idéias se alinham com o que eles pregam. Entretanto, é válido frisar, há uma grande distância entre o que se prega e aquilo que se pratica. E isto se aplica como uma luva a certos maçons.

Inclusive, eu já fui impedido, por um maçom, de usar uma biblioteca pública, enquanto estava no Amazonas, em 2003. Biblioteca da Universidade do Estado do AMazonas (UEA) de Tabatinga. O Maçom que me impediu era diretor das Unidades desta Universidade naquela localidade. E se chamava Narciso Picanço.

Será que os bloqueios aos projetos que estou fazendo agora também está sendo promovida por eles. Seria mais um dos bloqueios criativos dos maçons ? A OSCIP da ONG não saí... As empresas não entregam os orçamentos... Alguns professores da USP estão segurando os projetos na burocracia universitária... A confirmação desse bloqueio pode revelar um mal que caminha entre nós e acessa as nossas casas e as nossas vidas sem que percebamos...

Acho que esta História vale a pena ser investigada. O mal tem muitas faces e pode-se adoçar o próprio diabo com práticas de devoção, solidariedade e fraternidade...
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Ser Maçom e Estar Maçom
Autor: omitido para evitar perseguições.
VENERABILÍSSIMO MESTRE, RESPEITABILÍSSIMOS IRMÃOS PRIMEIRO E SEGUNDO VIGILANTES, QUE SÃO AS LUZES MÓVEIS QUE SUSTENTAM ESTE AUGUSTO TEMPLO DE SALOMÃO, RESPEITÁVEIS AUTORIDADES QUE ENRIQUECEM O ORIENTE, ESTIMADOS E RESPEITABILÍSSIMOS IRMÃOS,

Gostaria de agradecer o convite por parte do venerabilíssimo mestre, para fazer uso da palavra nesta sessão. Esse auspicioso fato gera, para mim, duplo sentimento, pois me sinto sobremaneira honrado, e, ao mesmo tempo, por demais preocupado, diante da plêiade de veneráveis irmãos presentes.

Inicialmente, quero confessar ao venerabilíssimo mestre, às respeitáveis autoridades que ornam o Oriente deste augusto templo, e aos estimados e respeitabilíssimos irmãos presentes a esta sessão, a minha confissão de fé nos postulados da maçonaria e o respeito às autoridades legalmente constituídas, como embasamento e sustentáculos de minha crença nos princípios que me ensinaram, os quais procuro cultuar, obedecer e transmitir aos mais novos.

É possível, que no curso de minha fala, venha abordar problemas internos de nossa sublime ordem, que existem por obra e graça da conduta de alguns irmãos, e que precisam, de alguma forma, ser resolvidos.

Se isso ocorrer, antecipo, com todas as forças de meus sentimentos, minhas desculpas, deixando claro que não se trata, absolutamente, de nada existente no plano do relacionamento pessoal, reafirmando que seria única e exclusivamente, para justificar a minha passagem, não apenas pelos templos que tenho freqüentado, mas, principalmente, pela obediência ao cerimonial de nossa iniciação.

O tema sobre o qual vou discorrer, “ser maçom e estar maçom”, é, ao mesmo tempo, de fácil exposição, como, também, de expressiva complexidade, gerando, sem dúvida, preocupação.

Deixando de declinar o nome da loja e dos irmãos, tenho conhecimento de um acontecimento real e verdadeiro, em que o candidato foi regularmente sindicado, foi iniciado, elevado e exaltado, satisfazendo a todas as exigências, freqüência, metais, visitas e trabalhos. Passado algum tempo de sua exaltação, abordou um irmão do quadro, indagando que já estava participando da loja há mais de três anos. Já era mestre, e, no entanto, ninguém falava na sua parte. Que parte? Perguntou o irmão. Ora, disse ele, eu sei que a maçonaria é rica e ajuda os irmãos, e eu quero saber quando vou recebeu a minha parte. O irmão, atônito, procurou explicar o que era a maçonaria, e o interesseiro nunca mais voltou à loja.

Esse irmão era maçom ou simplesmente estava maçom, esperando a oportunidade para se locupletar, para tirar proveito da maçonaria, da loja ou dos irmãos?

Muito a propósito, meus irmãos, e fica, aqui, registrado o alerta, existe nas ruas de São Paulo uma pessoa, que ao passar por um possível maçom, diz: “tudo justo e perfeito”?. Alguns irmãos já foram abordados. Alega ser do interior e pede ajuda financeira. Quando o irmão abordado faz o telhamento, ele acompanha com sinais e toques até o grau de mestre. Aprofundando-se na identificação, entretanto, ao atingir o grau de companheiro, ele foge repentinamente.

Quantos participam do universo da nossa sublime ordem, e, por certo, os irmãos presentes conhecem ou conheceram, aqueles que estão ou estavam maçons, a espera, simplesmente, de uma oportunidade para tirar proveito, para se locupletar da maçonaria ou dos irmãos?

Eis, meus irmãos, a importância da sindicância e a grande responsabilidade de cada sindicante ao entrevistar um candidato. Em minha caminhada maçônica, de quase três décadas, já ouvi dizer que candidatos foram entrevistados por telefone, estando em outro oriente, e que candidatos foram entrevistados por apenas um dos três sindicantes, limitando-se os dois outros a copiarem os dados colhidos.

Não basta, para ser maçom, ser sindicado, iniciado, elevado ou exaltado. Nem os graus recebidos pelo irmão, de aprendiz, de companheiro ou de mestre, e nem o avental e o colar, fazem de um irmão um maçom.

É necessário muito mais!

Já foi dito que “não é a púrpura e o arminho que fazem o juiz. É a integridade, é o saber. É o amor à virtude, o zelo da justiça.” Assim, também, pode-se dizer, que não é o avental, nem o colar e nem o grau que fazem o maçom. É a sua conduta, o seu caráter, o seu procedimento dentro e fora do templo. É a exteriorização das luzes que emanam do seu templo interior.

A constituição do grande oriente do Brasil, em seu artigo 1º, ao tratar dos princípios gerais da maçonaria, apresenta dez incisos, como postulados da conduta do maçom, dentre os quais, peço vênia para mencionar os de número iii e vi, que estabelecem, respectivamente:

“III – proclama que os homens são livres e iguais em direitos e que a tolerância constitui o princípio cardeal nas relações humanas, para que sejam respeitadas as convicções e a dignidade de cada um”;

“VI – considera irmãos todos os maçons, quaisquer que sejam suas raças, nacionalidades, convicções ou crenças.” Mas não é só!

Quando de nossa iniciação, no curso das viagens, explica o irmão orador: “se desejais tornar-vos um verdadeiro maçom, deveis primeiro morrer para o vício, para os erros, para os preconceitos vulgares e nascer de novo para a virtude, para a honra e para a sabedoria.”

Façamos uma auto-indagação. Perguntemos a nós mesmos, se conseguimos alcançar essa meta, ou seja, se conseguimos morrer para o vício, para os erros e para os preconceitos vulgares, e se nascemos de novo, para a virtude, para a honra e para a sabedoria.

Se a minha resposta. Se a sua resposta, se a nossa resposta for afirmativa, com certeza, somos maçons. Se, entretanto, duvidosa ou negativa for a resposta, certamente, não somos maçons, mas estamos maçons.

Mais adiante, o irmão orador explica ao iniciando os deveres do maçom, dizendo: “o segundo dos vossos deveres e o que faz que a maçonaria seja o mais sagrado dos bens, além de ser a mais nobre e a mais respeitável das instituições, é o de vencer as paixões ignóbeis, que desonram o homem e o tornam desgraçado; praticar, continuamente, a beneficência, socorrer os seus irmãos, prevenir as suas necessidades, minorar os seus infortúnios, assisti-los com os seus conselhos e as suas luzes. Toda ocasião que ele perde de ser útil é uma infidelidade; todo socorro que recusa é um perjúrio; ...”

Para aprovarmos o ingresso de um candidato aos nossos sublimes mistérios, exigimos que seja livre e de bons costumes, e é o que afirma o irmão experto, ao apresentá-lo ao templo, para receber a luz.

Ser maçom, meus irmãos, é cumprir o sagrado compromisso assumido por ocasião de nossa iniciação. É investir tempo, sentimento, dedicação sem limites, na construção do nosso templo interior. É perquirir e buscar o aprimoramento de nosso caráter, de modo a nos posicionarmos perante a sociedade, como homens diferenciados, e sejamos reconhecidos como homens livres das pressões maléficas, de conduta ilibada e de bons princípios e costumes salutares.

Chegou às minhas mãos, há alguns anos, um trecho extraído do discurso proferido pelo grande orador, por ocasião da inauguração do templo da grande loja de Valparaiso, Chile, em 30 de novembro de 1872, quando disse o irmão, com rara felicidade: “a profissão do maçom é a mais difícil de ser exercida, porque toda ela é praticar virtudes, vencer dificuldades, semear o bem nas terras do porvir e tornar a semear o bem que se colhe.

Trabalhemos, eduquemos, cultivemos com solicitude e esmero as inteligências e os corações; exerçamos nossa profissão iniciando as novas gerações, realizando o progresso nas que hoje existem; e ao pisar estes umbrais do templo, ao inclinar nossas frontes ante a grandeza dos nossos símbolos, possamos estender os braços, louvar nossa missão e exaltar com o lábio agradecido, nossas doutrinas e nossas convicções ao supremo criador dos mundos.”

O maçom deve estar sempre alerta e vigilante, atento para não ser surpreendido pelo envolvimento de suas próprias imperfeições intrínsecas, porque, como ser humano, não está livre nem isento da falibilidade, do orgulho e da vaidade.

Mazzini, filósofo da unificação do povo italiano, grande maçom, considerado o apóstolo dos humildes, quando lutava pela reivindicação dos trabalhadores, seus compatriotas, procurava orientar o povo, ensinando e advertindo que a única maneira que os homens têm para fazer vitoriosos os seus direitos, é ter perfeita compreensão do cumprimento de seus deveres para com deus, para com a humanidade e para consigo mesmo.

Nesse mesmo sentido, devemos lembrar o presidente Kennedy, tão cedo e tão drasticamente tragado pela força do mal que impera e campeia no mundo profano, quando falou, certa vez, para os jovens soldados americanos, em que exortava, em outras palavras, que o importante não era saber o que a nação poderia oferecê-los, mas, sim, o que eles poderiam oferecer para a nação.

Parafraseando, meus irmãos, esse saudoso mártir, podemos, igualmente, exortar, que não basta perquirirmos o que a maçonaria pode fazer por nós, mas sim, reafirmar a indagação, perguntando o que nós podemos fazer pela maçonaria.

Para sermos maçons, devemos procurar, com todas forças que o grande arquiteto do universo nos concede, observar, cumprir e obedecer o decálogo da maçonaria, que me foi passado, na loja Roma, por ocasião de minha iniciação, no dia 11 de dezembro de 1976, que peço permissão para apresentá-lo, pois, certamente, os irmãos mais novos dele não tenham tido conhecimento, e aos antigos, uma oportunidade de recordá-lo:

1. “deus é a sabedoria eterna, onipotente e imutável: suprema inteligência e inextinguível amor. Deves o adorar, reverenciar e amar. Praticando as virtudes, muito o honrarás.

2. Tua religião consiste em fazer o bem, por ser um prazer para ti, e não unicamente, um dever. Constitui-te um amigo do homem sábio e obedece seus preceitos. Tua alma é imortal. Nada farás que a degrade.

3. Combaterás incessantemente o vício. Não farás a outrem o que não quiseres que te façam. Deverás ser submisso ao teu destino e conservar vivo o fogo da sabedoria.

4. Honrarás teus pais. Respeitarás e tributarás homenagens aos anciãos. Instruirás os jovens.

5. Sustentarás tua mulher e filhos. Amarás tua pátria e obedecerás suas leis.

6. Teu amigo será para ti tua própria imagem. O infortúnio não te afastará de seu lado e farás por sua memória o que farias por ele em vida.

7. Evitarás e fugirás de amigos falsos, assim como, quando possível, os excessos. Temerás ser a causa duma mancha em tua memória.

8. Não permitirás que as paixões te dominem. Serás indulgente com o erro.

9. Ouvirás muito, falarás pouco e obrarás bem. Olvidarás as injúrias. Darás o bem em troca do mal. Não abusarás de tua força ou superioridade.

10. Estudarás o conhecimento dos homens. Buscarás sempre a virtude. Serás justo. Evitarás a ociosidade.”
O comparecimento dos irmãos às sessões de sua loja, com efetiva participação nos trabalhos desenvolvidos é indispensável. O irmão deve contribuir diretamente com sua ação, para que o venerável mestre, juntamente com sua administração, possa conduzir a loja de modo dinâmico e empreendedor, num ambiente de harmonia e fraternidade, para que os irmãos do quadro tenham satisfação e alegria em comparecer às sessões, fazendo lembrar as palavras do salmista, quando disse: “alegrei-me quando me disseram vamos à casa do senhor”.
Não é certo que o irmão faltoso, por cerca de dois ou três meses, ao chegar à loja, em vez de procurar por uma visão paronâmica dos trabalhos e dos irmãos do quadro, pergunte apenas ao irmão tesoureiro: quanto devo? Ou qual é o meu débito? Tais indagações, poderiam gerar uma resposta, em forma de pergunta, qual débito meu irmão, débito para com a loja, com os irmãos ou com a maçonaria?
Não basta a contribuição material. Estar em dia com o irmão chancelar e com o irmão tesoureiro, pouco significa, porque decorre unicamente, de uma pequena parte do conjunto das obrigações assumidas. “sois maçom? A resposta não pode ser: “meus irmãos como contribuinte me reconhecem”.
Nosso irmão Gióia júnior, numa de suas campanhas, distribuiu um soneto de sua autoria, intitulado “ser maçom”, que diz:

“Ser maçom é querer tudo puro e correto,
É ter limpos os pés e ter limpas as mãos,
É querer habitar entre muitos irmãos
E louvar o poder do supremo arquiteto.

Ser maçom é ser bom e generoso e reto
E os enfermos buscar para torná-los sãos
E os pobres procurar para dar-lhes o teto, e os órfãos socorrer – e amparar os anciãos.

Ser maçom é ser forte e enfrentar a procela, é amar a existência e fazê-la mais bela,
É buscar a justiça, a igualdade, o direito.

Afinal, ser maçom é buscar a verdade,
Ser maçom é lutar em prol da liberdade,
Ser maçom é querer tudo justo e perfeito!.”

Registra o livro da lei, que Jeová destruiu as cidades de Sodoma e Gomorra, em conseqüência da extrema perversidade do seu povo. Registra, também, que o patriarca Abraão procurou interceder em favor dos moradores de Sodoma, perguntando, se ali houvesse cinqüenta justos, ainda, assim, a cidade seria destruída? Se achar cinqüenta justos, não a destruirei, disse o senhor. Insistindo, perguntou o patriarca, se somente quarenta e cinco justos forem encontrados? Não a destruirei, foi a resposta. E se apenas quarenta? Também não a destruírem. Se forem encontrados apenas trinta? Pouparei a cidade. Se ali forem encontrados apenas vinte?, insistia o patriarca. Não a destruirei, por amor aos vinte. Finalmente, Abraão faz a última pergunta, e se forem encontrados somente dez justos? A resposta de Jeová foi a mesma: não destruirei a cidade, se encontrar apenas dez justos.

E nem mesmo dez justos foram encontrados naquela cidade, que acabou por ser destruída.

Elevemos, pois, caríssimos irmãos, os nossos pensamentos ao Sup\ Arq\ do Universo, e senhor dos mundos, ele, que é onipresente, onisciente e onipotente, em preces ungidas de fé, para que a cadeia da fraternidade una os nossos corações, os nossos sentimentos e os nossos ideais e assim possamos alcançar o objetivo visado, para maior grandeza de nossa sublime e sempre gloriosa instituição, e que, num diálogo, como aquele acima mencionado, possa o grande arquiteto encontrar na maçonaria, número inferior a dez, não de maçons, mas de antimaçons.

Sejamos maçons, obreiros livres e de bons costumes, cada um, com o coração limpo e puro, e todos irmanados nos princípios basilares de liberdade, igualdade e fraternidade.

E assim, somente assim, seremos maçons e não estaremos maçons!

Muito obrigado.

Salve a maçonaria !

Mistérios do novo livro do polêmico Dan Brown
Bloqueio criativo o impede de concluir obra sobre a maçonaria
Ele escreveu O Código Da Vinci, que se tornou um dos maiores best-sellers da história. Como bis, Dan Brown está oferecendo um novo mistério literário, mas não o que seus fãs esperavam - que raios aconteceu com seu próximo livro? Quase cinco anos se passaram desde que o relato épico de Brown sobre segredos e artimanhas no Vaticano alcançou o topo da lista de best-sellers em todo o mundo, rendendo a seu autor estimados 125 milhões de libras (U$ 248 milhões).

Conversas sobre uma continuação começaram a surgir em 2004, quando a editora americana de Brown insinuou que um novo livro apareceria no ano seguinte. Desde então, Brown tem revelado que está trabalhando numa história sobre a influência da maçonaria em Washington D.C. em meados do século 19.

Robert Langdon, o aventureiro-erudito que foi interpretado por Tom Hanks no filme O Código da Vinci de 2006 deve retornar no novo romance que recebeu o título provisório de The Solomon Key (A Chave de Salomão). 'Pela primeira vez, Langdon se verá envolvido num mistério em solo americano', escreveu Brown em seu site no ano passado. Desde então, o silêncio foi quase total da parte de Brown, seu agente e seus editores sobre quando o livro poderia sair. 'Ele ainda não está programado', confirmou Alison Barrow da Transworld, a editora britânica de Brown. A editora americana de Brown, Doubleday, provocou uma nova onda de especulações na semana passada ao sugerir que Brown tinha 'uma data de lançamento muito precisa' em mente.

'Quando o livro for publicado, os leitores saberão o porquê', declarou Stephen Rubin, da Doubleday, ao The Wall Street Journal. A espera está sendo longa e frustrante para um livro que muitos editores dos dois lados do Atlântico esperam que preencha o vazio deixado por J.K. Rowling e o fim da série Harry Potter. Brown foi o escritor mais bem-sucedido na Grã-Bretanha em 2006, onde as receitas do Código e de três livros anteriores renderam 11,5 milhões de libras (U$ 23 milhões), segundo a Nielsen BookScan. Contudo, o inevitável desaquecimento das vendas de um livro com pelo menos 80 milhões de exemplares impressos reduziu a receita britânica de Brown no ano passado a 1,3 milhão de libras (U$ 2,5 milhões).

A falta de um sucessor para o que os editores chamaram de Da Vinci Lode ('Veio Da Vinci') provocou especulações de que Brown estaria sofrendo de bloqueio criativo ou teria encontrado problemas em sua pesquisa da maçonaria. 'Há exemplos famosos de autores que tiveram problemas com a continuação de um sucesso', observou John Sutherland, professor de literatura inglesa moderna no University College London e crítico do Sunday Times. Sutherland citou Margaret Mitchell, que não publicou mais nada após escrever ...E o Vento Levou, e J.D. Salinger, que após O Apanhador no Campo de Centeio produziu alguns contos e mais nada após 1965. Thomas Harris, autor dos romances policiais sobre Hannibal Lecter, precisou de 11 anos para produzir uma continuação para O Silêncio dos Inocentes.

Tem havido visões esporádicas de Brown realizando pesquisa sobre maçonaria e especulações na web de que ele está planejando fazer com os maçons o que O Código Da Vinci fez com a Opus Dei, a seita secreta do Vaticano. Akram Elias, grão-mestre da loja maçônica de Washington, disse em 2007 que Brown teve um contato com eles. 'Depois sumiu. Estamos esperando pelo seu livro, mas ninguém sabe o que ele vai dizer.' Na semana passada, Barrow insistiu em dizer que 'não era incomum' um autor ser lento no lançamento de um livro. Ela observou que Brown tivera muitas distrações, incluindo o caso judicial de plágio que ele venceu na Grã-Bretanha em 2006. Ela também esteve envolvido no filme do Código e numa versão cinematográfica a sair de Angels and Demons (Anjos e Demônios), um livro anterior.

'No que nos diz respeito, ele está trabalhando numa continuação e ela será publicada e nós a publicaremos', disse Barrow. 'Nunca há uma cláusula da editora estipulando que o romancista tem de entregar num certo tempo.' Circulam especulações de que a data-chave para o novo livro de Brown possa ser 4 de julho. Além de ser o feriado do dia da independência nacional dos EUA, foi em 4 de julho de 1848 que um grupo de maçons - entre eles o presidente George Washington - lançou a pedra fundamental do Monumento de Washington, o obelisco de 166,5 metros de altura que se ergue diante do edifício do Lincoln Memorial, do outro lado da rua da Casa Branca.

Brown disse numa petição legal em sua defesa da acusação de plágio que considerava escrever 'muito parecido com tocar um instrumento musical; requer prática constante e aperfeiçoamento da habilidade'. Pessoas do meio editorial conjecturaram na semana passada que ele pode estar obcecado para evitar os erros factuais que foram descobertos em O Código Da Vinci, ou que pode ter ficado embrenhado num esforço inútil para evitar uma crítica generalizada de que ele não é um escritor muito bom. 'Ou talvez o Vaticano possa ter enviado um esquadrão da morte', observou Sutherland.

TRADUÇÃO DE CELSO MAURO PACIORNIK
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A questão da responsabilidade maçônica
A questão da responsabilidade maçônica não pode ser tratada de modo simplista e sem base no fundamento filosófico.

Para entender melhor a questão vamos deixar as especulações de lado, procedendo a uma análise daquilo que constitui o visível: o corporativismo maçônico.

O corporativismo maçônico é algo real e notório, ainda que isto não esteja explicitado na legislação maçônica; portanto em nada adianta dissimular a questão na tentativa de minimizá-la. Um outro dia alguém disse que é perfeitamente possível conhecer a árvore através de seus frutos, em resposta a um maçom pouco preparado para combater o anti-maçonismo, e que dizia ser impossível conhecer a maçonaria sem ser maçom. E num trocadilho bem humorado argumentou-se que não era necessário se tornar uma maçã para conhecer a macieira.

Argumentar que o corporativismo é algo generalizado é algo válido, mas não invalida a existência do corporativismo maçônico, apenas destaca o fato de este não ser uma exclusividade da maçonaria, mas meu pai sempre dizia que o erro de um não justifica o erro de outro.

Pode-se também argumentar que a questão cai sob o manto das responsabilidades individuais, e que o corporativismo maçônico é uma prática comum apenas entre maçons que são 'bons amigos'. Mas será essa uma boa base de argumentação para eximir a maçonaria das responsabilidades dos atos cometidos pelos maçons?

Vejamos a mesma questão sob a luz da filosofia da Grécia antiga, analisando a morte de Epitímio de Farsália evocada por Plutarco: com efeito, em virtude de alguém, no pentatlo, ter atingido, sem querer, com um dardo, Epitímio de Farsália e o ter morto, Péricles consagrou um dia inteiro a interrogar-se se era, de acordo com a argumentação mais correta, o dardo, ou antes aquele que o lançara, ou os organismos dos Jogos, que haveria que considerar como causas do drama.

Três causas da morte de Epitímio podem ser invocadas, e igualmente legítimas segundo o ponto de vista adotado: para o médico, foi o dardo que causou a morte; para o juiz, foi quem o lançou; para a autoridade política, foi o organizador dos Jogos.

A lição deste fragmento mostra claramente que não importa a perspectiva que se adote, pois qualquer que seja o ângulo de visão, o dano causado por um maçom enquanto membro da maçonaria, não pode ser considerado como um ato isolado e completamente separado, quando este só é possível, como no caso do corporativismo maçônico, pela associação ao organismo maçônico.

Aegis

15/01/2008

Como ver fotos bloqueadas no Orkut
Eu visitava regularmente o Orkut da Minha Amada Imortal que não gosta de mim. Então, um dia ela lascou uma trava no orkut e escondeu todas as fotos. Contudo, na internet, bloqueios duram pouco. Logo, alguém inventou um desbloqueio para o bloqueio e os olhares curiosos foram salvo.

Se não quer que os outros vejam suas coisas, não coloqum na internet. A internet é como uma casa de vidro. Com a ferramenta certa é possível ver tudo.