Democratizar o conhecimento e socializar os saberes como ferramenta para transformação social e econômica. Democratizar e socializar para reduzir as desigualdades regionais. Democratizar e socializar para dar oportunidades. Democratizar e socializar para dar esperanças e certezas de um futuro melhor. O poder transformador do conhecimento, monopolizado e retido nas melhores Universidades Públicas, tem que ser disseminado, gratuitamente, para toda a sociedade.

20/07/2012

GOB e GO


O fato de GOB ter GO transforma a maçonzeira em jogadores ?
GOB - Grande Oriente do Brasil.
GO é o nome de um jogo oriental.
Se transforma, mantenham distância das minhas coisas.
Inclusive, algumas vezes, quando EU informava as pessoas sobre o endereço do meu site, alguns indivíduos que estavam nas antenas ouvindo a conversa tentavam trocar a extensão de .com para .gob. Tentavam desorientar as pessoas dessa forma.
Isso não é uma conduta de quem é justo, honesto e correto. Quem é justo, honesto e correto não desorienta, não engana e nem mentem.
Justo e perfeito nas duas torres, pero no mucho ?

19/07/2012

Ilumineti Corporation nos EUA


Tentei construir a Ilumineti Corporation no Brasil e sabotaram o desenvolvimento e a instalação.  Se acharam superiores e me esnobaram. Essa é uma das razões de nos atacarem e perseguirem.
Por isso decidi ir instalar a Ilumineti Corporation nos EUA. Em Silicon Valley - California. Local de alta concentração de empresas de alta tecnologia.
Enquanto o Brasil não tem nenhum prêmio nobel, só na Califórnia existem 111 laureados com prêmio nobel (California boasts nearly 651 members of the National Academy of Sciences and 111 Nobel Laureates - California Investment Guide).
Contudo, esse fato não é novo. Santos Dumont inventou o avião e foi voar em Paris - França.
Landel inventou o radio e o invento foi parar na Itália. Sem contar os militares que exilaram um grande número de intelectuais e cientistas brasileiros. E as imigrações que continuam acontecendo.
Texto: Fuga de cérebro - http://www.leonildo.com/fuga.htm
Por que isso acontece ? Porque a elite brasileira quer ficar no jogo e investir em jogadores. Jogadores ganham milhões em território brasileiro, enquanto inventores e cientistas ganham o mínimo. O que é bom para a elite brasileira é bom para o Brasil ? O que é bom para a elite brasileira é bom para o Povo Brasileiro ?
Nas outras nações são os inventores, cientistas, professores e pesquisadores que ganham muito. São as referências indicadas e os melhores orientadores. Ganham bilhões em empresas multinacionais, think thank, universidades, etc, enquantos os jogadores não são prioridade.
Um exemplo simples: a bolsa de mestrado no Brasil não chega a R$ 1500,00 reais mensais. Nos EUA está acima de R$ 10.000,00 dólares mensais.
É uma questão de prioridade econômico-social. Quem quer ser país do primeiro mundo investe em educação, inovação, novas tecnologias, etc. Quem quer desenvolvimento econômico e tecnológico investe em inventores, cientistas, pesquisadores, professores, etc.
A força divina da educação transforma qualquer país. O Brasil está investindo em quê ? A copa no Brasil recebeu quantos bilhões ? As universidades e cientistas brasileiros receberam quanto ? Basta comparar os valores para se saber que tipo de futuro estão tentando construir no Brasil.

Eu estou mudando e indo até os EUA com um propósito específico, certo e determinado: construir, instalar e capitalizar a Ilumineti Corporation e a Ilumineti Foundation. Produzir e fabricar todas as novas tecnologias inventadas, incluindo as Usinas de Energia Solar, etc.
Vou com o propósito específico de construir lá o que não foi possível construir e instalar em território brasileiro, por causa dos ataques e perseguições de agentes e grupos malignos.

Responsabilidade de brasileiros na Guerra do Iraque

A responsabilidade de brasileiros pela guerra no Iraque, inclusive pelas mortes de americanos e outros soldados em tal guerra, é inequívoca e inquestionável. 


Se não acredita, pesquise. Isso é fato histórico. Não está sujeito a censura.

Isso decorre do fato de que muitas das armas que o Sadam possuia foram vendidas pelo Brasil. O Iraque era um grande comprador de armas do Brasil. Inclusive, tem artigos sobre isso na Revista "Retratos do Brasil".

Além disso, é interessante fazer um levantamento sobre as vendas de armas realizadas pelo governo brasileiro na época dos militares. Ainda hoje o Brasil vende armas. A questão é saber quem são os compradores. Isso mostrará quais grupos foram armados pelos brasileiros.

O grupo que armou o Iraque, ligado aos militares da ditadura, é o mesmo que ainda tenta dominar, mandar e controlar o Brasi. Estão ligados aos grupos e agentes malignos que ainda se movimentam pelo Brasil. Basta ver quem são os elementos daquela época para se estabelecer as ligações sobre o que fizeram lá. São grupos e agentes malignos que vivem de violência, terrorismo, escravidão e censuras. Ainda estão ativos no Brasil.

Se estou dizendo que existem grupos inimigos da humanidade em território brasileiro, isso deve ser considerado e levado a sério. Basta ver o que fazem contra mim, tentam impedir a instalação das coisas que desenvolvo e construo.

Não tenho mais nenhum interesse em estar no território brasileiro. O meu objetivo agora é sair do território brasileiro e ir instalar, desenvolver, construir as minhas coisas fora do território brasileiro. Não quero ficar próximo, estar próximo ou estar em um local onde esses grupos e agentes malignos estão. 

São inimigos da humanidade e quem faz algo a favor da humanidade, a favor das próximas gerações, a favor da natureza e da biodiversidade não pode estar próximo desses grupos e agentes malignos. 

Esses inimigos não terão nenhum acesso nos meus sistemas, não terão força e nem poder nas coisas que desenvolvo. Não fazem parte da Era de Luz da Humanidade. Quem planta o mal colhe o mal. Eles plantaram e plantam o mal.

Isso mostra a conexão maligna e nefasta que existe na relação: petróleo-armas-guerras.

18/07/2012

Observações transversais


Evangelho significa boas novas. Porém, você pode ler essa palavra assim: E - V - ANGEL. Você vê anjo ou não ?
Não só anjos. Aqueles que tem dom espiritual podem ver e interagir com muito mais coisas.
Inclusive, podem ver aqueles que andam sobre as águas, aqueles que caminham sobre as nuvens.
Os Espíritos de Deus tem forma humana. Porém, algumas coisas tem outras formas.
A característica de quem está no nível de Deus é ver. Inclusive, tem um nome de Deus que é: JAVE.  Já vê  ou ainda não vê ?
E tem um grupo que diz ter "o olho que tudo vê". Não sei se o olho que eles tem tudo vê. Porém, o olho que tudo vê existe mesmo.
Certas coisas é melhor nem dizer. 

Petrolíferas, bruxos e outras coisas malignas


Além de ter que derrubar as petrolíferas, também tenho que derrubar e neutralizar os bruxos malignos e outras coisas maldosas e perversas que tem por aí.
São esses elementos malignos que estão conspirando e sabotando as coisas que tenho que desenvolver e construir.
Eles querem furtar as minhas coisas e colar neles. Querem dominar e mandar nas minhas coisas como se lhes pertencesse. São os mais malignos e perversos que existem.
Inclusive, a produção de pobreza, miséria, disseminação de doenças, guerras, violência e terrorismos são de autoria desses elementos malignos. Uns dizem que são celtas, outros que são gateiras, outros dizem ser maçons, etc.
Porém, o mal que produzem é sempre o mesmo.
Quem é justo e honesto não se mistura com esses elementos malignos e nem tem nenhum tipo de negócio com eles.
O regime militar, as ditaduras e tiranias são obras desses grupos e agentes malignos. Os terroristas malignos, a criminalidade organizada e outros grupos mais violentos e bem camuflados.
Inclusive, tinha uma orientação desses grupos e agentes malignos p/ ninguém me ajudar em território brasileiro. Qualquer coisa que eu tentar construir em território brasileiro, eles agem p/ prejudicar e derrubar. 
A orientação que esses grupos e agentes malignos passaram aos seus membros é que todos que estão ligados a eles deveriam me prejudicar, desorientar, etc. Essa é a razão pela qual pessoas que desconhecemos agem contra nós p/ praticar o mal. 
Tem muita gente maligna ligada a esses grupos. Em todos os locais por onde passei, eles agiram tentando furtar coisas, pegar coisas e prejudicar. Inclusive, lá na Guiana Francesa fizeram isso. Razão pela qual mudei a minha rota até os EUA.
Por isso, não perco tempo em desenvolver ou construir coisas em território brasileiro, pois enquanto esses grupos existirem, as minhas construções deverão estar em outras partes do mundo. 
Quando eles forem extintos, enterrados e esquecidos, nós podemos fazer algo em território brasileiro. Isso vai acontecer em breve, pois só plantaram o mal e quem planta o mal colhe o mal. É o que eles começarão a colher em breve. 

Construção de projetos e ideias no Brasil


Talvez a Ilumineti tenha investimentos em projetos e ideias no Brasil.
Porém, eu, uma vez fora do território brasileiro não volto nunca mais.
Ha várias décadas e gerações que fazem mal p/ a minha família em território brasileiro. E fazem isso de forma proposital e planejada.
Inclusive, por causa desses grupos e agentes malignos é que meu avô matou meu bisavô com uma facada. Por causa desses jogos de bruxos malignos que jogam uns contra os outros, tentando dirigir a cabeça das pessoas.
Veja os ataques e as perseguições que fazem contra mim. Se pesquisar os blogs e os textos verá que esses ataques e perseguições vem, no meu caso, desde a década de 90, inclusive, tentaram impedir a minha formação na USP. 
É sempre o mesmo grupo tentando dirigir as cabeças alheias, desorientando e empurrando pessoas inocentes p/ o lado maligno.

Chamam isso de jogo e dizem que são jogadores. Porém, na verdade, estão produzindo e espalhando o mal. Transformando pessoas inocentes em criminosos e bruxos malignos. 

Cidades Ilumineti

Já escrevi um texto sobre a reconstrução das cidades. Resolvi chamar essas cidades reconstruídas de "Cidades Ilumineti". 


Cidades Ilumineti porque possuirão todas as nossas tecnologias instaladas, sendo proibido o uso de petróleo ou derivados de petróleo dentro das cidades. Só e somente só automóveis, ônibus, caminhões, máquinas e equipamentos movidos a energia solar. Casas e residências autosuficientes. 

Além disso, será instalado o sistema de residências móveis e hotéis ilumineti nessas cidades, ou seja, as pessoas que possuirem uma residência móvel ilumineti poderão morar em qualquer cidade ilumineti pelo tempo que quiserem, podendo mudar p/ outro cidade ilumineti sem se preocuparem em adquirirem outra residência, uma vez, que poderão trocar de residência, por outra de mesmo padrão, quando quiserem.

E, em todas as residências, sistemas de trabalho a distância instalados. O que permitirá aos moradores das Cidades Ilumineti trabalharem em qualquer lugar do mundo sem sairem das próprias residências. Sairão das residências p/ viagens de trabalho ou lazer, porém, aqueles que não querem viajar terão tudo o que precisam, incluindo lazer, nas Cidades Ilumineti.

Haverá ainda os hotéis ilumineti, que possuem todas as tecnologias ilumineti instaladas.

Também serão proibidos jogos e jogadores. E pessoas más, perversas não entrarão e nem morarão em Cidades Ilumineti. Inclusive, jogadores não terão acesso às Cidades Ilumineti.

A reconstrução das cidades implica na reestruturação de tudo, incluindo redes de água, energia e transportes. Sistema otimizados, autosuficientes e sem nenhum tipo de poluentes.

ilumineti.com e leonildo.com


O endereço www.ilumineti.com acessa o endereço www.leonildo.com.

Já percebi que estão tentando bloquear ou filtrar os endereços.

São os golpistas e picaretas brasileiros tentando prejudicar as coisas alheias.

Assim que tiver nos EUA vou remover as empresas brasileiras que conspiram e sabotam contra as coisas que estamos fazendo. 

Insegurança Jurídica e risco-Brasil


Insegurança Jurídica e risco-Brasil


As ações dos grupos e agentes malignos contra mim e contra a minha família, em território brasileiro, mostram, de forma clara e sem nenhuma dúvida, a insegurança jurídica que existe no Brasil. Inclusive, essa insegurança jurídica é um dos motivos do risco-brasil ser alto. Porém, esses últimos acontecimentos mostram que a insegurança jurídica é muito pior do que se pensava.


O Brasil não é um país seguro nem p/ o brasileiros, quanto mais aos estrangeiros. Se nós brasileiros somos atacados e pisoteados, recorremos ao judiciário e, muitas vezes, o judiciário faz parte das conspirações e sabotagens, proferindo decisões idiotas ou colocando as decisões em jogos de bruxos ou no meio de jogadores que estão infiltrados no judiciário, sejam funcionários ou juízes.


Justiça não é jogo, não está misturada com jogo. Não existem jogadores na estrutura judicial verdadeira. Jogadores não movimentam a Verdadeira Justiça. Quem usaria um sistema judicial movimentado por jogadores ? Quem tipo de justiça teria em tal sistema ? Que segurança jurídica um sistema desse teria ? A resposta é óbvia: nenhuma segurança jurídica, uma vez que as decisões judiciais verdadeiras são oriundas de sabedoria, conhecimentos, entendimentos e discernimentos, visão da verdade, por meio da Luz. 


Jogo e jogadores não tem nada disso. Os resultados são caóticos e não usam critérios de justiça, mas sim outros tipos de critérios, incluindo corrupções, enganações, golpes e picaretagens.


Os estrangeiros não tem nenhuma chance de obter sucesso em território brasileiro. A não ser que faça parte da banda podre e caminhe juntos com os grupos e agentes malignos. Eu não faço parte de grupos ou agentes malignos e não caminho com eles. Somos LUZ, LUZ VERDADEIRA, não nos sujeitamos a grupos ou agentes malignos. Não obedecemos e nem seguimos quem pratica o mal. Salvar, iluminar e proteger a humanidade, as próximas gerações, a natureza e a biodiversidade são os nossos objetivos.


Se os estrangeiros forem justos, honestos e corretos e vierem ao Brasil estarão em um território inimigo. Da mesma forma que eu, mesmo sendo brasileiro, estou em território inimigo. 
Existem alguns locais de proteção, porém, andar nas ruas ou em meios de transporte coletivo, andar no meio da multidão é sujeitar-se a ataques, golpes e picaretages. Quem tem visão espiritual vê com clareza pessoas com facas, armas e outras coisas atacando inocentes ou tentando nos atacar.


Eu estou no Brasil e estou em território inimigo. Saio nas ruas e sou atacado por esses grupos e agentes malignos. QUerem que eu fique conectando coisas p/ eles furtarem e roubarem ou pegarem e colarem neles. Fingem que sou eu p/ enganar os outros, fazendo coisas que eu jamais faria ou autorizaria.


Basta entrar em uma Lan House, por exemplo, p/ aparecer os picaretas e golpistas querendo pegar coisas ou conexões p/ colar neles. Inclusive, tentam mexer nos textos que publico, tentam invadir o site e mexer nos conteúdos, visando censurar as publicações.


Fazem isso sob orientação desses grupos e agentes malignos, uns chamam de jogadores e dizem que as ações malignas são jogos, outros dizem que são traficantes e ladrões de conexões ou coisas parecidas. 


De uma forma ou de outra é a mesma laia. Fazem parte dos mesmos grupos e agem sob as mesmas orientações.
E estão agindo no território brasileiro. São eles que nos atacam. Desde o internamento a força, em hospital psiquiátrico, que fizeram contra mim, incluindo a morte do meu bisavô (morto por causa desses jogos de bruxo), a morte de minha mãe em um hospital de Londrina (vítima dos elementos malignos), até os casos de câncer e outras ações malignas que fazem por aí.


Protocolei ações judiciais contra os elementos malignos, achando que o judiciário brasileiro tinha alguma coisa relacionado com a Verdadeira Justiça, porém, foi uma grande lição. Aprendi que judiciário e Justiça não tem nenhuma relação. As decisões judiciais no Brasil tem outros fundamentos. Não tem relação nem com Verdade e nem com Justiça.


As Faculdades de Direito não ensinam jogo e nem dizem que o judiciário está infestado de jogos e jogadores. Não dizem que as decisões judiciais não consideram a lei, não consideram os princípios jurídicos e nem mesmo os princípios de justiça. Decidem contra a lógica, contra a razoabilidade e contra a Verdade.


A minha questão é: e a segurança jurídica ? Esse sistema beneficia a quem ? Quem é que quer investir no Brasil ou vir visitar o território brasileiro sabendo que pode ser atacado, esfolado e roubado e não ter a quem recorrer ou reclamar ?


Tem Estado Democrático de Direito no Brasil ? Considerando o que eu aprendi na Faculdade de Direito da USP (eu me formei na Faculdade de Direito do Largo São Francisco, USP de São Paulo) não tem Estado Democrático de Direito no Brasil.


Tem um sistema parecido, uma cópia mal feita do verdadeiro Estado Democrático de Direito, porém, sem o conteúdo do Estado Democrático de Direito. Se não tem Estado Democrático a insegurança jurídica é máxima e o risco-brasil não está demonstrando isso com clareza.


Se tem Estado Democrático de Direito onde está ? Veja os processos que protocolei no judiciário e veja as decisões que foram proferidas. As petições iniciais estão publicadas. Se houvesse um Estado Democrático de Direito decisões desse tipo jamais seriam proferidas.

Não invistam em petróleo e nem em petrolíferas


Investir em petrolíferas significa que você está investindo na destruição da humanidade, destruição de seres humanos, destruição da natureza e da biodiversidade, destruição do planeta. Por que você investiria nisso ? Se vocês tem filhos, olhe para eles e veja se eles merecem o futuro tenebroso que você está construindo ?


Quando os indivíduos dizem que há bestas no petróleo, não estão falando tontices. Estão dizendo a verdade.


Essa recomendação é a muito importante: não invistam em petróleo e nem invistam em petrolíferas. Invistam em empresas de Energia Solar ou que seguem essa tendência.


Investimentos em petrolíferas e em petróleo, em um futuro próximo, se tornará uma grande fonte de prejuízos.


Primeiro porque as petrolíferas serão acionadas na Justiça com  a finalidade de pagar os danos humanos ocasionados pelos milhares, talvez milhões, de casos de câncer que atingem a população. Ações pessoais, visando indenizar tratamentos médicos e beneficios previdenciários aos descendentes de vítimas de câncer. E ações estatais visando receber de volta o dinheiro público gasto em tratamentos de vítimas de tal doença.


Além disso, existem os casos de defeitos e anomalias genéticas ocasionados pela exposição de gestantes em ambientes de alta poluição petrolífera. Esses defeitos, uma vez comprovado a relação poluição petrolífera com os casos, gera indenização milionárias contra as empresas petrolíferas. Isso ocorrerá em todos os países onde existe Justiça Verdadeira.


O que precisa ser feito é estabelecer a prova científica entre o petróleo e os casos de câncer, entre o petróleo e os defeitos e anomalias genéticas em seres humanos, etc. Isso pode ser feito, por exemplo, observando o histórico das vítimas em ambientes de alta poluição petrolífera, a concentração de substâncias petrolíferas no organismo de vítimas e pesquisas científicas que mostram os efeitos de tais substâncias em organismos vivos.


Inclusive, no filme educativo "The Corporation" relata que existe material científico sobre isso. É certo que as petrolíferas tentarão corromper, ameaçar, chantagear e tentar neutralizar a Justiça e os tribunais. Porém, onde há Justiça Verdadeira, esse modus operandi é bem conhecido e não surtirá nenhum efeito.


Há ainda os danos ambientais causados pelas empresas petrolíferas. Milhões de toneladas de produtos tóxicos lançados na atmosfera em diversos países do mundo, dejetos industriais lançados no solo e na água por indústrias, postos de combustíveis e oficinas mecânicas, etc. Isso também gera indenizações milionárias, a favor da coletividade, que podem ser impetradas contra as empresas petrolíferas, postos de combustíveis, oficinas mecânicas, etc.


Inclusive, há também as plataformas de petróleo, os navios petroleiros e o dano ambiental que causam, incluindo o óleo que é cai nas águas ou saem quando lavam os timbos dos petroleiros.


Além disso, a conscientização da população está crescendo de forma exponencial e precisa ser acelerada ainda mais. Ninguém vai querer usar automóveis, motores, máquinas ou equipamentos movidos a petróleo. As famílias perceberão que o uso do petróleo significa um futuro tenebroso e incerto. Futuro tenebroso que nenhuma família que p/ os filhos que possuem. 


Se continuarem usando petróleo, a violência e as guerras não vão parar, o meio ambiente continuará sendo destruído, o ar, a natureza, a terra e as águas continuarão sendo poluídas e os filhos que possuem não terão nenhum futuro, sem contar que poderão nascer com defeitos e anomalias genéticas ocasionados pela poluição petrolífera.




Quem tem consciência desperta não invistirá um único centavo em empresas petrolífera e evitará adquirir qualquer produto ou serviço relacionado com petróleo. Isso significa que em um futuro próximo ninguém usará produtos petrolíferos. E se ninguém usa, ninguém vende. E se ninguém vende, ninguém produz. E se ninguém produz, ninguém vai perfurar poços de grande profundidade p/ trazer coisas das profundezas e lançar na atmosfera do planeta.


Além disso, a observação mais óbvia e lógica, visível por qualquer pessoa que tem inteligência mínima é: se os motores elétricos são mais simples do que os motores movidos a petróleo, por que os carros elétricos não são populares ? Se a Energia Solar é muito mais simples e fácil de ser captada e armazenada e está disponível na maior parte dos países do mundo, por que continuam usando petróleo que causa tanta destruição, corrupção e tragédias humanas ?


Em último caso, as empresas petrolíferas que financiaram tantas guerras, atentados terroristas e derrubaram governantes e governos serão receberão de volta, na medida exata, todo o mal que produziram e espalharam. As vítimas clamam por Justiça e a Justiça tarda, mas não falha.


O mal está cegando a população para não ver o óbvio. E cega usando petróleo e outras substâncias químicas malignas.  




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Pessoas e grupos que produzem pobreza e miséria


A pobreza e a miséria não são naturais. Ninguém quer ser pobre e miserável. 

Nenhuma pessoa pratica de forma intencional ações que a tornam pobre e miserável.  Ninguém fica pobre ou miserável por que quer. Existem pessoas e grupos que promovem e espalham a pobreza e a miséria pelo mundo. Essas pessoas e grupos malignos são inimigos da humanidade. São inimigos dos seres humanos, pois pobreza e miséria está relacionada com dor e sofrimento e isso não faz parte do nível do Verdadeiro Deus. Pelo contrário, o Verdadeiro Deus é um caminho de salvação, prosperidade e riquezas. As bençãos sem as dores. As Luzes sem nenhum tipo de mal. 

A pobreza e a miséria são imposições de pessoas e grupos malignos. São formas de ataque, forma de perseguição, dominação, controle e escravidão. Ganham com a produção de pobreza e miséria.  Ganham por que a escravidão de pessoas, almas e espíritos gera lucros altos. Por isso produzem pobreza e miséria de forma planejada e intencional. Inclusive, também usam a pobreza e a miséria para atingir pessoas justas, honestas e corretas que atuam contra o sistema de dominação, controle e escravidão de pessoas, almas e espíritos que os grupos malignos mantém, manipulam e promovem.

Os nomes que usam para produzir pobreza e miséria são variados. Uns chamam de "gelo", outros chamam de "bloqueio criativo", outros falam de "fechar ou prender almas e espíritos", outros dizem que "está morto". Os nomes são variados, uma vez que as sociedades secretas e os grupos malignos que produzem pobreza e miséria são diversos, porém, a finalidade é a mesma atacar e perseguir pessoas com a finalidade de atingi-la na parte financeira ou manter pessoas em um estado mínimo de sobrevivência para que sirvam de pilhas ou baterias, mão-de-obra barata aos grupos e agentes malignos.

Os grupos e agentes malignos produzem pobreza e miséria com diversas finalidades. Por exemplo, manter os tais "currais" eleitorais. Não é por acaso que o nordeste brasileiro é o local onde esses grupos malignos tem muita força e são os locais mais pobres. Outra finalidade é manter reservas de mão-de-obra barata. Nas grandes cidades as reservas de mão-de-obra barata são as periferias e as favelas. Quanto maior for o nível de pobreza e miséria menor será o preço da mão-de-obra.  Outra finalidade é manter seguidores cativos, fanáticos religiosos dispostos a tudo, etc. Não é por acaso que os terroristas e criminosos buscam adeptos em países e locais de pobreza e miséria. Inclusive, no imaginário das pessoas que são vítimas da pobreza e da miséria, produzida por esses grupos e agentes malignos, o céu é um lugar cheio de riquezas, etc.

Inclusive, os termos que usam são códigos que uniformizam discursos e a pessoa passa a ser atacada e perseguida por todos os membros dos grupos malignos nos mais diversos lugares. Dessa forma fazem a pessoa perder o emprego, se a pessoa tem uma empresa tentam quebrar a empresa, se é um profissional liberal tentam espantar os clientes, etc. Não só fazem a pessoa perder o emprego, mas também impedem que empresas deêm emprego a pessoas que são contra o sistema de dominação, controle e escravidão que possuem.

Além disso, usam a pobreza e a miséria com a finalidade de afastar ou neutralizar as pessoas que colocam em risco o sistema de dominação, controle, escravidão e lucros que manipulam e movimentam.
Não importa o que a pessoa faça. Não importa se trabalha de forma justa, honesta e correta. Quando esses grupos e agentes malignos percebem que alguém põem em risco o sistema de dominação, escravidão e controle marcam  a pessoa e começam a atacá-la, tentando empurrá-la para a pobreza e a miséria. 

Inclusive, essas pessoas que marcam são denominadas por alguns de "cristos". Daí vem a expressão popular "Oh coitado, pegaram ele para cristo". Significa que escolheram uma pessoa para praticar o mal contra tal pessoa.
Porém, se ficar visível e a multidão ver com clareza que pessoas estão sendo atacadas e perseguidas por que são inimigas do sistema de dominação, controle e escravidão de pessoas, almas e espíritos que eles manipulam e movimentam,  o sistema maligno entra em colapso e quebra, uma vez que as pessoas atacadas e perseguidas ganharão adeptos, força e poder. Com isso a verdade se espalhará e o sistema maligno será extinto de vez.

A solução que usam para encobrir os ataques e perseguições, ou seja, o método que usam para atacarem e perseguirem sem serem percebidos ou incomodados se baseia no uso dos falsos cristos. Dizem que a pessoa atacada ou perseguida tem a ver com "cristo", ou seja, tentam usar o lado religioso como forma de enganar, atacar e perseguir sem serem incomodados ou questionados.

Isso é o que mais fazem no território brasileiro. O Brasil é um país onde esses grupos malignos tinham força. Estão sendo travados e derrubados, pois a verdade liberta e a verdade sobre o que eles fazem está sendo revelada em todos os lugares.

Como eu sei disso ? É isso que tentam fazer contra mim e contra a minha família. Esses grupos malignos estão perseguindo a minha família a várias gerações e tentam nos empurrar p/ a pobreza e a miséria. E não é questão de trabalho. Na minha família todos possuem grande inteligência e muita capacidade p/ o trabalho. Porém, o dinheiro que deveríamos receber pelo que fazemos tentam desviar p/ pessoas estranhas. Usando a linguagem que mais utilizam: quem não plantou tenta comer as nossas coisas.

Por exemplo, chega ao absurdo de não fazerem nem as coisas mais óbvias, visando com isso, impedir que a pessoa receba algum tipo de recurso financeiro. Tenho processos judiciais que fiz em parceria com outro advogado. Os processos foram terminados, o outro recebeu os honorários e se recusa a me pagar. Ações judiciais que não são finalizadas porque os agentes malignos não querem que recebamos recursos financeiros, etc. A conclusão óbvia é: por que você vai trabalhar em um território onde os agentes e elementos não pagam. E pior não trabalhei para eles. Eles tentam impedir que os outros paguem o que devem, usando os métodos de "gelo", "bloqueios criativos", ameaçando e chantageando pessoas, etc. É o que fazem contra mim em território brasileiro.

A questão óbvia que surge é: Quando é que esses grupos malignos vão ser extintos de uma vez por todas ? Na maior parte dos países ricos só desapareceram quando foram detonados, ou seja, em muitos países só as revoluções violentas colocaram fim a esses grupos e agentes malignos. Quando identificaram e revelaram as identidades dos grupos e agentes malignos, as vítimas não tiveram nenhuma dúvida, foram lá e derrubaram todos. No Brasil eles são bem camuflados. Porém, o mal que produzem e promovem está sendo revelado e as identificações de quem faz o quê está aparecendo. Esses grupos malignos só plantaram o mal, logo, só vão colher o mal. Não há outra coisa que possam colher.

Inclusive, a razão pela qual me atacam e perseguem é por que revelo com clareza o que fazem escondido, tenho sistema e tecnologias que quebram toda a estrutura de dominação, controle e escravidão que manipulam e movimentam. E não tenho nenhum tipo de conexão com esses elementos malignos. Não tenho e nem terei nada relacionado com eles. Sou contra tudo o que eles fazem e fizeram. Só plantaram e produziram o mal. Logo, o que estão colhendo é o mal que plantaram.

Os sistemas que desenvolvo, construo, possuo e movimento estão relacionados com Luz, Verdade, Justiça, Paz, Amor, Consciência e Liberdade, ou seja, antídotos naturais fortes contra o mal que os grupos e agentes malignos produzem e espalham por aí. Somos contra todos os tipos de pobreza e miséria. Somos contra todos os tipos de dor, sofrimento ou perseguição. Não praticamos o mal. Não colaboramos com o mal. E não somos indiferentes diante do mal. Cortamos as raízes do mal. 

Nós produzimos desenvolvimento, produzimos riquezas, prosperidade e salvação. Semeamos Luz. Plantamos o Bem. Promovemos o Justo.

16/07/2012

Ilumineti: Uma Corporation com Consciência


Enquanto as corporations do milênio passado são consideradas psicopatas (veja texto abaixo), a Ilumineti Corporation inaugura a Era das Corporations com Consciência.

Veja os Articles of Incorporation da Ilumineti (http://www.leonildo.com/iluminet.pdf) e os projetos que serão construídos (http://www.leonildo.com/link-pro.htm).

Inclusive, isso já fazia parte do discurso de Henry Thoreau que dizia: "Uma Corporação de pessoas conscientes é uma corporação que tem consciência". Por isso a Ilumineti Corporation é uma corporação com consciência. 

Ainda mais: tem consciência iluminada, pois aqueles que movimentam e movimentarão essa corporation são pessoas iluminadas, tanto no nível material, quanto espiritual.

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O que diferencia a Ilumineti Corporation das corporações do milênio passado:
Somos Luz do Mundo. Fazemos o impossível porque o Verdadeiro Deus está conosco.

Não somos psicopatas. Não praticamos o mal, não somos indiferentes diante do mal, não colaboramos com quem pratica o mal e cortamos as raízes do mal.

Articles Of Incorporation:

Art. 2º. A Iluminet Corporation e a Iluminet Foundation se fundamentam nos seguintes princípios: Luz, verdade, justiça, paz e amor. Consciência e Liberdade. Luz para ver a verdade. Verdade para fazer justiça. Fazer justiça para alcançar a paz. Alcançar a paz para fixar o amor. Tudo isso feito com Consciência e Liberdade.

Art. 3º. Uma Corporation e uma Foundation constituídas por pessoas conscientes e iluminadas é uma Corporation e uma Foundation que tem consciência e iluminação. Ambas atuam visando construir um mundo de homens conscientes, iluminados e abençoados. Um mundo de pessoas conscientes e iluminadas é um mundo consciente e iluminado. Um mundo de pessoas abençoadas é um mundo abençoado.

Art. 4º. A Iluminet Corporation e a Iluminet Foundation também tem por objetivo fundamental iluminar consciências e cumprir profecias, construindo novas técnicas e novas tecnologias que iluminam a humanidade, aumentem a cooperação entre as nações, estabeleçam a paz e cumpram profecias, incluindo:

- O conhecimento do Verdadeiro Deus encherá toda a terra;
- Cessará as guerras até a extremidade da terra;
- Nação não levantará espada contra nação, nem aprenderão mais a guerra;
- O ermo e a região árida exultarão e a planície desértica jubilará e florescerá como o açafrão;
- A própria terra dará a sua produção. E não haverá mais fome;
- Espadas serão transformadas em arado, lanças em foices e bombas atômicas em energia elétrica;
- Pacificar a humanidade e desarmar, neutralizar, os espíritos malignos.

Art. 5º. A Iluminet Corporation e a Iluminet Foundation também tem por função construir novas fontes de Luz que iluminem a evolução da Humanidade e as próximas gerações. Além disso, são organizações autopoiéticas.

Art. 6º. A Iluminet Corporation e a Iluminet Foundation utilizarão como base energética fundamental a Energia Solar e outras fontes de Energias Renováveis, evitando o uso de quaisquer fontes poluentes ou que causem degradação ambiental, econômica, social e humana.

Art. 7º. A Iluminet Corporation e a Iluminet Foundation constituem o primeiro modelo de corporação do novo milênio. Não causam nenhum tipo de poluição ou degradação ambiental, econômica, social ou humana e cumprem profecias que fazem a humanidade evoluir, iluminando, instruindo e orientando a construção da Era de Luz da Humanidade. Uma Era de consciências iluminadas, pessoas conscientes e abençoadas.

Art. 8º. Ficam proibidos de participarem da Iluminet Corporation e da Iluminet Foundation ou de quaisquer projetos que o arquiteto desta empresa desenvolver, assim como ficam proibidos de comercializar os produtos e serviços desenvolvidos, quaisquer agentes malignos, pessoas que praticam o mal ou que sejam inimigos, traidores, criminosos, golpistas, jogadores, etc.

Art. 9º. É proibido usar quaisquer projetos, ideias, produtos ou serviços da Iluminet Corporation e da Iluminet Foundation em jogo ou coisas similares. A finalidade desta Corporation é promover a evolução da humanidade e iluminar pessoas, grupos, líderes e governantes por meio da construção de novas técnicas e novas tecnologias.

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Filme Educativo "The Corporation":

Dr. Robert Hare, Ph.D (Consultant to the FBI on psychopaths):  Para determinar o tipo de personalidade que faz com que as corporações se comportem como uma máquina de externalizações, nós podemos analisá-las como um psiquiatra faria com um paciente.  Nós podemos até formular um diagnóstico, baseando-se em casos de danos que infligiram em outras pessoas, selecionados de um universo de atividades corporativas. Danos aos trabalhadores: demissões, acusação de cartel, incêndios em fábricas, etc.

Uma das perguntas que surgem, periodicamente, é se as corporações podem ser consideradas como psicopatas. E se olhamos a corporação como uma pessoa jurídica não é muito difícil comparar a loucura de um indivíduo com a loucura de uma corporação. Nós podemos analisar, uma a uma, através das características que definem esta desordem,  e ver como elas podem se aplicar às corporações.  Elas tem todas as características de fato. E, em muitos aspectos, as corporações representam o típico psicopata.

Joel Bakan:  Bakan lembra que sempre ensinou a seus alunos que as corporações são como pessoas e que elas operam sempre para se auto-beneficiar. Da pergunta “Que tipo de pessoa é programada apenas para seguir os seus próprios interesses?”, o professor teve a idéia de simular uma análise psiquiátrica das corporações. A partir disso, os autores do documentário chegam à conclusão que essas instituições têm uma série de características comuns: são interessadas apenas em si mesmas, manipulam, são irresponsáveis, sofrem de falta de empatia e não têm capacidade de sentir remorso ou culpa. “Em outras palavras, a corporação é psicopata”, afirma Bakan.

Se a instituição dominante de nossa era foi criada com a imagem de um psicopata quem leva a responsabilidade moral por suas ações?

Milton Friedman: Pode um edifício ter opiniões morais? Pode um edifício ter responsabilidade social? Se um edifício não pode ter responsabilidade social porque as corporações seriam capazes disto? Uma corporação é simplesmente uma estrutura legal artificial, mas existem pessoas trabalhando lá, sejam os acionistas, sejam os gerentes, sejam os empregados, todos tem responsabilidade moral. 

Noam Chomsky: É uma suposição justa que todo ser humano, seres humanos reais, aqueles de carne e osso, não corporativos, mas todo ser humano de carne e osso é uma pessoa moral. Vocês sabem que temos os mesmos genes, nós somos mais ou menos iguais, mas nossa natureza, nossa natureza humana permite todo tipo de comportamento. Quero dizer que cada um de nós, sob certas circunstâncias, poderia ser um operador de câmara de gás ou um santo. (...) 

Quando você olha para uma corporação como você olharia para um proprietário de um escravo, você tem que distinguir entre a instituição e o indivíduo. A escravidão por exemplo, ou qualquer outra forma de tirania, tem a natureza de monstros, mas os indivíduos que participam dela podem ser os caras mais legais que você pode imaginar, benevolentes, amigáveis, bom com as crianças e mesmo legais com seus escravos, se importando com o sentimento dos outros. Como todo indivíduo deveria ser. Mas no plano institucional eles são monstros porque sua instituição é monstruosa. (...) 

Privatizar não significa você pegar uma instituição pública e dá-la a uma pessoa bacana. Significa você pegar uma instituição pública e dá-la a uma tirania irresponsável. Instituições públicas tem muitos lados bons. Por exemplo elas podem propositalmente dar prejuízos. Elas não são para dar lucros. Elas podem propositalmente trabalhar no vermelho, por causa dos benefícios que isto pode trazer. Por exemplo, se uma indústria pública de aço trabalha no vermelho, ela está provendo aço barato para outras indústrias, talvez isto seja uma coisa boa. Instituições públicas podem ser um dispositivo anti-ciclos. Isto significa que podem manter o emprego em períodos de recessão, aumentando a demanda e ajudando sair da recessão. Companhias privadas não podem fazer isto. Em um período de recessão jogam fora sua força de trabalho, porque é assim que se ganha dinheiro.

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Ray Anderson (Presidente da Interface): 

Podemos usar como metáfora (para a questão ambiental) as primeiras tentativas de vôo. O coitado pula do alto de um precipício com seu aeroplano batendo as asas.  O cara continua batendo as asas e sente o vendo em seu rosto. O pobre coitado pensa que está voando, quando de fato está em queda livre. Ele não percebeu isto ainda, porque o chão está muito longe, mas é claro que seu aeroplano está destinado a cair. É assim que nossa civilização vai... o precipício muito alto representa a soma dos quase ilimitados recursos naturais que existiam quando começamos nossa jornada.

Nossa nave não está voando porque não foi construída de acordo com as leis da aerodinâmica e está sujeita à lei da gravidade. Nossa civilização não está voando porque não foi construída segundo as leis da aerodinâmica para civilizações que podem voar. E é claro que o chão está ainda longe de chegar, mas algumas pessoas viram que o chão está se aproximando mais cedo que o resto de nós.

Estes visionários viram isto e disseram que está vindo. Não existe um único trabalho científico, publicado nos últimos 25 anos, que contradiga este cenário. Cada sistema vivo na terra está declinando, cada sistema de suporte à vida na terra está em declínio. Todos  estes sistemas juntos constituem a biosfera. A biosfera que suporta e cria toda a vida, não apenas nossa vida, mas talvez 30 milhões de outras espécies que compartilham este planeta conosco.

A típica companhia do século 20 é extrativa, desperdiçadora e abusiva em todos os seus processos. Tirando da terra, produzindo lixo, enviando seus produtos de volta para a biosfera, enchendo os campos de lixo. Eu fiquei pasmo quando aprendi quanta coisa a terra tem que produzir para gerar um dólar de lucro para nossa companhia. Quando eu aprendi isto fiquei perplexo. 
Nós estamos deixando uma herança de veneno e destruição do ambiente para os netos de nossos netos, gerações que ainda não nasceram. Algumas pessoas chamam isto de tirania das gerações, uma forma de taxa sem representação deixada por nós para as gerações que virão. Isto é uma coisa errada para se fazer (...).

Por 21 anos, eu não desperdicei nenhum pensamento sobre o que tiramos da terra ou estamos fazendo com a terra ao fabricar nossos produtos. Então, no verão de 1994, nós começamos a ouvir perguntas de nossos compradores que nós nunca havíamos ouvido antes. Perguntas como: "O que sua companhia está fazendo com o meio ambiente?"

E nós não tínhamos respostas. A resposta verdadeira era: não fazia muito. E isso realmente perturbou nosso pessoal. Eu nem tanto quanto os outros. Então um grupo, em nosso departamento de pesquisa, decidiu criar uma força tarefa e trazer pessoas, relacionadas ao nosso negócio, de várias partes do mundo, para juntos discutir nossa posição mundial em relação ao meio ambiente. A meta era começar a dar respostas aos nossos compradores.

Eles me perguntaram se eu poderia falar para aquele grupo, dando um impulso inicial, uma visão ambiental,  no lançamento desta nova força tarefa. Eu não tinha uma visão ambiental e não quis fazer este discurso. Por sorte, no momento propício, apareceu um livro na minha mesa. Era o livro de Paul Hawkins "A Ecologia do Comercio". Eu comecei a ler "A Ecologia do Comercio" desesperado por inspiração e muito rapidamente, naquele livro, eu encontrei a frase "A morte da criação". 

Era a expressão de E.O.Wilson para a extinção das espécies. "A morte da criação" foi como uma ponta de lança no meu peito. Eu li o artigo e a lança foi mais fundo e se tornou uma experiência fundamental, uma mudança total de minha atitude, uma mudança de paradigma.

Qualquer produto pode ser feito de maneira sustentável? Bem, nem todo e qualquer produto. Você pode extrair produtos de minas de maneira sustentável? Bem, eu não acredito. Existe uma questão mais fundamental que esta sobre as minas. Alguns produtos não deveriam ser produzidos. A menos que você possa fazer carpetes de maneira sustentável, talvez nós não tenhamos lugar em um mundo sustentável e nem qualquer outro que faça produtos que não sejam sustentáveis. 

Um dia, no início desta jornada, percebi que a maneira que estava conduzindo minha companhia era a maneira do saqueador. Saqueando algo que não era meu, algo que pertence a todas criaturas na terra. Eu disse a mim mesmo: "meu Deus, vai chegar o dia que isto vai ser ilegal, quando saquear não será mais permitido. Algum dia pessoas como eu vão acabar na cadeia." (...)

Eu me pergunto freqüentemente por que tantas companhias apóiam a responsabilidade social corporativa. Não estou certo se é porque eles necessariamente querem ser responsáveis de maneira concreta ou porque eles querem serem identificados ou parecerem como responsáveis. Mas quem sou eu para julgar? Quem sou eu para julgar? É melhor que eles sejam do que não sejam. É melhor que eles façam algum tipo de compromisso público do façam o oposto.

"Eu lhes conheço bem o suficiente para chamá-los de saqueadores?  Não existe uma só companhia na terra, nenhuma instituição de nenhum tipo, nem minha, nem sua, nem de ninguém que é sustentável. Eu me convenci sozinho, ninguém me convenceu, que sou um saqueador da terra. Não pela definição de nossa civilização. Pela definição de nossa civilização eu sou um capitão da indústria. Aos olhos da maioria, um tipo de herói moderno. 

Mas no fundo, bem lá no fundo, a primeira revolução industrial fracassou e não está funcionando. Não é sustentável. É um engano. E nós devemos nos mover para outra e melhor  revolução industrial e fazer direito desta vez. Quando eu penso o que poderia ser, visualizo uma organização de pessoas buscando um propósito e este propósito é não causar danos. Eu vejo uma companhia que é é ligada à terra por um cordão umbilical para suas matérias-primas, coletando as matérias primas que já foram extraídas e as reutilizando novamente e novamente utilizando no processo energia renovável.  

Dr. Jeremy Rifkin (Presidente, Foundation on Economic Trends): O caso Chakrabarty é um dos grandes momentos judiciais da história do mundo. E o público ficou totalmente inconsciente do que aconteceu e o que o processo envolvia. A General Electric e o Professor Chakrabarty foram ao escritório de patentes com um pequeno micróbio que comia óleo derramado. Eles disseram que haviam modificado o micróbio em laboratório e que por isso era uma invenção. 

O escritório de patentes e o governo dos Estados Unidos deram uma olhada nesta citada invenção; e disseram de jeito nenhum. As patentes não cobrem coisas vivas. Isto não é uma invenção. Parem com isso. Então a General Electric e o Doutor Chakrabarty apelaram para a corte americana de apelações. E todo mundo ficou surpreso quando pela decisão de três a dois eles passaram por cima do escritório de patentes. Eles disseram que o micróbio parecia mais como um detergente ou um reagente do que como um cavalo ou uma abelha. Eu ri porque eles não entendiam biologia básica; parecia mais como um produto químico para eles. Tenha ele uma antena ou olhos ou asas ou pernas isso nunca cruzaria as suas mesas e seria patenteado. Então o escritório de patentes apelou. E o que o público deve saber agora é que o escritório de patentes foi muito claro que você não poderia patentear vida. 
Minha organização providenciou o relatório "amicus curiae" se você permitir a patente deste micróbio, nós argumentamos significa que sem qualquer discussão no congresso ou discussão pública as corporações possuirão os direitos sobre os projetos da vida. Quando eles decidiram, nós perdemos por cinco a quatro e o Juiz Warem da justiça disse que tinha certeza de que existiam grandes questões mas achava que isto era uma decisão pequena. Sete anos mais tarde o Escritório americano de patentes emitiu o decreto sentença UM que diz que você pode patentear qualquer coisa viva no mundo exceto um ser humano completo.

Todos nós ouvimos sobre o anúncio de que nós mapeamos o genoma humano. Mas o que o público não sabe é que agora existe uma grande corrida pelas companhias que tem o genoma e pelas companhias de biotecnologia e pelas companhias científicas para achar o tesouro no mapa. O tesouro dos genes individuais que geram a projeto da raça humana. Toda vez que eles capturam um gene e o isolam essas companhias de biotecnologia os reclama como sua propriedade intelectual. O gene do câncer de seio, o gene da fibrose cística, e vai por aí, e adiante. Se isto continuar assim na comunidade mundial dentro de menos de 10 anos um monte de companhias globais irá possuir diretamente ou através de licenças os genes que fazem a evolução das espécies.  E eles estão agora patenteando estes genomas de qualquer outra criatura deste planeta. 

Na era da biologia, a política está dividida entre aqueles que acreditam que a vida tem um valor em si e entretanto devemos escolher tecnologias e usos comerciais que honram este valor...  

E aqueles que acreditam que a vida é uma simples utilidade. É uma oportunidade comercial e eles se alinham com a idéia de deixar o mercado ser o árbitro de toda a era da biologia.
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Controlar as grandes empresas, para libertar a democracia

Após meses de estudos, organizações norte-americanas propõem uma estratégia concreta para evitar que as corporações continuem colonizando os governos, e levá-las a agir em sintonia com as comunidades, os direitos sociais e o meio-ambiente.

Michael Marx, Marjorie Kelly -- Le Monde Diplomatique
http://diplo.uol.com.br/2007-10,a1960

Na vasta galáxia de temas que apaixonam e mobilizam os Fóruns Sociais, podem estar nascendo algumas novas estrelas, de grande magnitude. Nos Estados Unidos, movimentos sociais e think-tanks (centros de estudos) progressistas estão lançando um conjunto de propostas para estabelecer o controle social sobre as corporations – grandes empresas que atuam em muitos países, oligopolizam vastos setores da produção e exercem enorme influência sobre governos, parlamentos e instituições internacionais.

Apresentado em detalhes, na última edição da revista Yes! (inglês http://www.yesmagazine.org/ - castelhano http://www.yesmagazine.org/default.asp?ID=187 ) e baseado em estudos e consultas que se estenderam por dezoito meses, o projeto sugere três grandes linhas de ação. 

No plano político, quer a separação radical entre Estado e empresas – uma revolução equiparável à conquista do Estado laico, na Revolução Francesa. No terreno da economia, propõe transformar em Bens Comuns vastos setores da atividade humana, hoje tidos como mercadorias. A lista vai das florestas e vida selvagem aos oceanos, água doce, ciberespaço, espectro hertziano, conhecimento, gens, sementes. Finalmente, o projeto avança sobre a própria vida empresarial. Grupos sociais que não detêm ações, mas são diretamente afetados pelo comportamente das corporações (como os trabalhadores e as comunidades) deveriam ter assendo em seus conselhos. Além disso, as empresas deveriam ser submetidas a rankings, de acordo com o respeito que dedicam aos direitos sociais e ao ambiente. O Estado atuaria beneficiando as companhias éticas com incentivos e redução da carga tributária. As que pressionam os sindicatos e devastam a natureza seriam punidas com medidas de sentido inverso – e submetidas a um Tribunal Internacional para Crimes Corporativos.

A proposta não surge do nada. Nas duas últimas décadas, a sociedade civil procurou focar as ações das empresas por meio de duas formas de ação distintas. Lançou-se o conceito de responsabilidade social empresarial, que sustenta a necessidade de as corporações deixarem de se preocupar apenas com os lucros, e incorporarem temas da cidadania. No Brasil, esta trilha é seguida, destacadamente, pelo Instituto Ethos ( http://www.ethos.org.br/ ) Ao mesmo tempo, ONGs como Corp Watch http://www.corpwatch.org/ (EUA) e Corporate Watch http://www.corporatewatch.org/ (Reino Unido) passaram a acompanhar sistamaticamente, numa postura de denúncia, violações cometidas pelas corporações contra direitos humanos e a natureza.

A nova postura tenta um passo adiante. Ela vê a responsabilidade empresarial como algo muito importante, para ser tratado apenas por empresários... Não propõe um ataque em bloco às corporações. Sugere, ao contrário, que terão espaço mesmo num mundo regido por valores opostos aos hoje hegemônicos. Mas afirma: deve-se impedi-las de continuar colonizando governos e parlamentos, influindo nas eleições e na elaboração das leis, pressionando permanentemente em favor de políticas que submetem a sociedade ao “Fundamentalismo dos Mercados”. Para tanto, é preciso inverter a própria lógica das corporações — que hoje prioriza, acima da preocupação com o bem-estar e da sustentabilidade, os lucros, o acúmulo de riquezas e a expansão permanente.

A proposta que acaba de nascer também não se limita à denúncia. Até o momento, diz em certo ponto um dos textos de Yes!, os cidadãos têm se preocupado apenas com os sintomas dos abusos das empresas – entre outros, devastação de ecossistemas, o ataque a comunidades, o trabalho em condições degradantes. Trata-se, agora, de agir sobre as causas. Uma parcela majoritária da opinião pública (mais de 80%, nos EUA, segundo pesquisas) considera que as corporações têm “demasiado poder”. É hora de encontrar alternativas que permitam aparar suas garras, e colocá-las sob controle social.
Le Monde Diplomatique reproduz abaixo a matéria de abertura da ampla série de artigos de Yes! sobre o tema. É possível ter acesso, por internet, a todos os demais textos (inglês http://www.yesmagazine.org/article.asp?ID=1825 - castelhano http://www.yesmagazine.org/default.asp?ID=237 ). 

A publicação sinaliza uma importante novidade em nosso Caderno Brasil. Além dos textos produzidos por colaboradores brasileiros, ele trará, a partir de hoje, artigos de publicações destacadas da imprensa alternativa em todo o mundo. Em contrapartida, elas estamparão textos do Caderno, numa permuta permanente, sem contrapartida financeira. Yes! é o pontapé inicial:integrarão nossa rede de parceiros jornais e revistas de muitos países. Além de oferecer ao leitor informações e análises inéditas, o sistema será um sinal permanente de que é possível contruir formas de jornalismo baseada no direito à livre circulação do conhecimento.

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O poder das corporações está por trás de todos os principais problemas que enfrentamos – dos salários estagnados e do preço preço da saúde até o consumismo e o aquecimento global. Em alguns casos, é a causa do problema; em outros, é um obstáculo para soluções abrangentes. O poder empresarial é tão invasivo que chegamos a vê-lo como incontornável. E é tão onipresente que não conseguimos enxergá-lo. Mas está bloqueando soluções para alguns dos problemas mais urgentes do nosso tempo.

Em quase todos os países, a maioria dos cidadãos percebe, por exemplo, que o aquecimento global é uma enorme ameaça para o planeta — e deseja que algo seja feito a respeito. Por que os governos demoram tanto para agir? Em grande medida porque os lobbies das corporações investem pesado para evitar saídas que signifiquem redução de lucros.

Por que as deslocalizações de empresas reduzem os salários e agravam o desemprego? Entre outros motivos, porque os tratados de comércio, redigidos a portas fechadas e com grande influência das corporações, mudaram as regras da economia mundial, permitindo que a globalização tomasse um rumo favorável às empresas — às custas dos trabalhadores, comunidades e do ambiente.

Atacam ambiente, demitem em massa, controlam a mídia

Por que os sindicatos estão declinando e suas conquistas desaparecendo? Em grande parte, porque o poder das corporações anula drasticamente o poder de trabalhadores e governos. Coloca os países e regiões uns contra os outras e quebra a força dos os sindicatos, para manter rebaixados os custos do trabalho, aumentar lucros e promover, em conseqüência, uma corrida duradoura aos mercados de ações.

Por que a distribuição eletricidade, as telecomunicações, o transporte aéreo e outros setores críticos da economia estão desregulados e submetidos a colapsos ou tragédias, cujos custos são pagos pela sociedade? Em grande parte, porque a teoria do "livre mercado", incentivada por contribuições a campanhas eleitorais e lobbies, seduz parlamentares e os convence a confiar na "auto-regulação" da economia.

Se tudo isso acontece, por que nos não lemos mais sobre a capilaridade do poder das corporações? Um dos motivos é que o próprio “Quarto Poder” — a mídia — pertence majoritariamente a um punhado de mega-corporações.
Grandes corporações tornaram-se governos de fato, e a ética que as comanda pretende dominar a sociedade. Maximizar lucros, manter os salários comprimidos e transferir custos para o ambiente tornou-se a dinâmica central da economia e, virtualmente, de toda a sociedade. O que se perde é o bem público, a noção de que a vida é mais do que consumo e o entendimento de que o mercado não pode administrar todos os aspectos da ordem social.

Bases para um movimento para o Bem Público

A solução é colocar as corporações sob controle dos cidadãos e a serviço do bem público. Os principais componentes para encarar tal desafio já existem: trabalhadores organizados; ambientalistas; ativistas em favor dos direitos humanos e do consumidor; grupos de juventude; movimentos camponeses; ativistas da saúde; associações comunitárias e, em alguns países, ativistas que compram ações de empresas, para denunciar suas práticas nocivas nas assembléias gerais.

Em momentos como os protestos de Seattle, em 1999, a ação conjunta de grupos como esses foi capaz de enfrentar a Organização Mundial do Comércio (OMC). Outros resultados importantes têm sido alcançados com ações que freiam o consumo de produtos fabricados em condições desumanas, limitam a publicidade do cigarro, desafiam práticas predatórias dos bancos e protegem florestas ameaçadas — para nomear apenas alguns êxitos.

Outra tendência atual é a difusão de projetos econômicos de perfil 
comunitário, como empresas controladas por trabalhadores, cooperativas e assentamentos de agricultores, que, por sus própria natureza, estão muito mais voltados para o bem-estar humano e ambiental que para os lucros.
Todos estes movimentos defendem sociedades saudáveis, uma economia ética e o bem comum. Se agissem juntos, teriam enorme poder coletivo. Mas ainda não há um todo, apenas partes desconexas. Apesar de muitas realizações, a desigualdade de poder entre corporações e forças democráticas tem crescido muito, nas últimas décadas.

Sonhar alto, somar forças em alguns temas decisivos

Ativistas e cidadãos estão começando a mudar isto. É possível somar forças. Mas as estratégias precisam evoluir, para que seja possível reduzir o abismo de poder entre a cidadania e as corporações. É preciso sonhar mais alto, somar forças em torno de alguns temas decisivos, agir mais estrategicamente. O foco deve ser repensado: ao invés de se concentrar nos sintomas de abuso das corporações, pode deslocar-se para suas causas, relacionadas com o poder excessivo das empresas. É importante reconhecer que, em última instância, nossa luta é por poder. Não apenas para tornar as corporações mais responsáveis, mas para colocá-las a serviço da sociedade, como parte do serviço público.

Faltam, hoje, a nossos movimentos, uma visão coerente sobre o papel que atribuímos às corporações, em nossa sociedade, e uma estratégia para concretizar esta visão. Trata-se de colocar Nós, o Povo, no comando do nosso futuro — em lugar dos robozinhos poderosos, que enxergam apenas o crescimento a curto prazo e os lucros elevados, sem se importar com as conseqüências.

É preciso que a diversidade de pequenos movimentos hoje existentes flua para um movimento global, capaz de colocar as corporações sob controle dos cidadãos e seus governos eleitos. A necessidade urgente de uma ação unificada levou um pequeno grupo de organizações a iniciar uma Iniciativa Estratégica sobre Corporações (SCI, em inglês), de qual a revista YES! é parte.

Um caminho diante de nós, com três eixos

Nos últimos 18 meses, a equipe do SCI entrevistou dezenas ativistas de movimentos sociais e executivos progressistas, para construir uma estratégia coerente visando controlar as corporações. Emergiram, destes encontros, três objetivos principais:

1. Restaurar a democracia e constituir forças que possam controlar o poder das corporações:

No plano local, significa ampliar os direitos dos municípios sobre as corporações. As comunidades devem ter o direito de determinar que empresas vão se instalar em sua jurisdição, além de estabelecer exigências como padrões de salário e proteções ambientais.

No plano nacional, restaurar a democracia significa separar o Estado das corporações. Não é possível continuar permitindo que elas, e os mais ricos, dominem os processos legislativos e eleitorais.

Na esfera internacional, a tarefa é criar acordos e instituições que transformem os direitos sociais, ambientais e humanos em parte integrante das regras da economia global.

2. Restringir severamente os terrenos em que operam as corporações orientadas pelo lucro:

A maioria das indústrias de extração (pesca, óleo, carvão, mineração, madeira) extraem riqueza do meio-ambiente comum. Danificam ecossistemas, esgotam recursos e pagam apenas um valor simbólico para os governos. A solução é desenvolver fortes instituições que tenham direitos de posse sobre a riqueza coletiva. Nas situações em que esta for escassa ou estiver ameaçada, é preciso limitar seu uso, atribuindo direitos de propriedade a empresas ou autoridades públicas. Se houver limites claros para a ação das empresas, os conflitos sobre os bens comuns se alteram. Ao invés de poderosas corporaçõs globais contra um setor público impotente, podemos ter disputas reais, resolvidas com base no princípio do respeito ao bem comum.

3. Redesenhar as corporações em si, e o sistema de mercado no qual elas operam:

As dinâmicas internas das empresas funcionam hoje como uma fornalha, cujo ponteiro de temperatura só pode ser girado para cima. Todos os fluxos internos exigem agir mais rápido, expandir a atuação, obter mais lucros a curto prazo. Tudo isso conduz a demissões, às pressões contra os sindicatos, à exigência de subsídios dos governos, a tensões crescentes que o consumismo impõe sobre os eco-sistemas.

Para desmontar tal dinâmica, as corporações precisam da presença consistente de acionistas não-financeiros. São eles que poderão contrabalançar as demandas por lucro, sustentando como objetivos importantes o respeito aos direitos dos trabalhadores, da comunidade e do meio-ambiente.

Para acabar com a tentação pelo curto prazo, os incentivos oferecidos pelas empresas — incluindo a remuneração dos executivos — devem estar condicionados a seu desempenho em relação ao bem-comum. As remunerações extra pagas aos executivos por meio de ações da própria empresa (stock-opitions) devem ser proibidas ou reconcebidas. As aplicações especulativas nas bolsas de valores precisam ser tributadas com alíquotas substantivamente maiores que os investimentos de longo prazo. As empresas podem ser ranqueadas com base em seu comportamento em relação ao trabalho, meio-ambiente e comunidade. Os governos usariam seu poder financeiro — impostos, compras, investimentos e subsídios — para recompensar os bem-comportados e punir os vilões.

Ao mesmo tempo, é preciso celebrar e encorajar projetos empresariais alternativos, como cooperativas, sistemas de crédito ético e empresas controladas por empregados.

Os trajetos assinalados aqui não são utopias irreais. Com um movimento de cidadãos, em vinte anos podemos fazer destes planos, realidade.

Construindo um Movimento Global de Cidadãos

Como podemos mudar as leis que regulam o comportamento das corporações, se elas dominam o processo político? A resposta é que as mudanças sempre começam entre as sociedades, não a partir de seus governos. As organizações da sociedade civil e as comunidades podem articular seus interesses para produzir uma onda na qual um governo pode tanto surfar quanto se afogar.

As sociedades são a fonte da legitimidade, e nenhum sistema pode se sustentar sem ela por muito tempo, como demonstrou a queda dos déspotas do século 20. As corporações já perderam muito de sua legitimidade moral. Nos Estados Unidos, uma pesquisa da revista Business Week revelou, em 2002, que mais de 80% dos entrevistados acreditavam que as corporações eram poderosas demais. Uma enquete nacional feita pela empresa Lake, Snell, Perry e Mermin, há dois anos, concluiu que mais de três quartos dos norte-americanos não acreditam nos executivos-chefes, e os culpam por eliminação de empregos. Uma pesquisa internacional feita pelo Globe Scan mostrou recentemente que as pessoas confiam muito mais nas ONGs do que nas corporações.

Alguns processos podem acelerar as mudanças. Infelizmente, é provável que o aquecimento global continue a produzir manchetes; os preços do petróleo e energia podem chegar a patamares inacessíveis; e não se deve duvidar de novos escândalos corporativos. Embora indesejáveis, estes fatos podem ajudar as pessoas a juntar os pontos: a encontrar os nexos, por exemplo, entre o pagamento excessivo dos executivos-chefes, o olhar a curto prazo das empresas, e a inabilidade do setor privado para administrar problemas estratégicos, como a crise da energia e o aquecimento global.

Os conceitos que ajudam a sociedade a perceber

Podemos lançar novos conceitos. "Economia ética", por exemplo, coloca em xeque a demissão de milhares de empregados, simultânea à concessão de bônus multimilionários aos executivos. Sugerido por Fred Block, do Longview Institute, o conceito de Economia Ética convida a introduzir um novo sistema de forças nas dinâmicas do mercado. Visa neutralizar o comportamento imoral, de curto prazo, interessado apenas em si mesmo, promovido pelo Fundamentalismo do Mercado.

Outros conceitos, como a Comunidade e os Bens Comuns desafiam a supremacia do individualismo e egoísmo, típicos do Fundamentalismo de Mercado. O bem-estar da Comunidade se torna o padrão pelo qual as práticas de negócios são julgadas; e as próprias comunidades, os árbitros que avaliam o cumprimento dos padrões. Os Bens Comuns representam nossa propriedade e riqueza compartilhadas, que não podem ser exploradas para benefício egoísta de poucos.

Novos quadros conceituais, fatos que aceleram mudanças, crise da legitimidade do Fundamentalismo de Mercado. Elementos como esses podem ajudar a construir um movimento de cidadãos para controlar as corporações. Mas não podemos simplesmente esperar que ele surja espontaneamente. No plano internacional, precisamos que organizações regionais articulem-se para chegar a acordos sobre prioridades comuns. Em cada pais, igualmente, é possível definir prioridades compartilhadas. No plano local, é preciso criar redes de organizações que atuem juntas para desafiar os interesses das corporações, promover formas de negócios alternativos, fazer o levantamento das riquezas comuns e reivindicá-las. As comunidades também podem organizar rankings sociais e ambientais das empresas e exigir que as decisões locais de investimento os levem em conta.

Agendas compartilhadas não significam que cidadãos ou organizações abandonem seus temas e os troquem por novos — mas que possamos somar nossas agendas específicas a outras, que as reforcem. Podemos nos ligar a um grande movimento adotando conceitos comuns e integrando, às campanhas existentes, prioridades de estratégia compartilhada.

Estados: “ineficientes” ou colonizados?

Como indivíduos, podemos deixar nossas identidades de consumidores e investidores num segundo plano, priorizando em seu lugar nossas identidades como cidadãos e membros de comunidades: pessoas com responsabilidade pelo mundo natural e com obrigação moral com os outros. Diante da velha ladainha, segundo a qual, os Estados são ineficientes e esbanjadores, é preciso lembrar que, na grande maioria dos casos, as grandes corporações e o sistema financeiro controlam os governos.

As mudanças de que precisamos não estarão nas agendas dos partidos até que um movimento de cidadãos as exija. Como a redução do poder subterrâneo das corporações poderia ajudar outros movimentos? O fim das doações das empresas às campanhas eleitorais seria extremamente benéfico aos grandes interesses públicos. Com que freqüência iniciativas tão diversas como a proteção de florestas, a ampliação da recliclagem de materiais, ou a garantia de melhor atendimento por parte dos planos de saúde têm sido abatidas pelas corporações, que têm recursos incomparavelmente maiores que os da sociedade civil para influenciar os parlamentos?

Além disso, se fosse possível reduzir o enorme exército de lobbystas corporativos que atuam em qualquer Legislativo, e fechar as janelas de promiscuidade entre empresas e agências reguladoras, o sistema financeiro, as empresas de energia, de transporte ou cigarros ainda estariam desreguladas — ou não reguladas? As empresas aéreas ainda poderiam dirigir a política aeroportuária? Um punhado de grandes empresas poderia dominar a mídia?

Imagine que, em vinte anos, nossos esforços sejam bem sucedidos e as sociedades possam governar a si mesmas. Haveria, então, uma barreira clara entre as corporações e o Estado, reduzindo a influência financeira sobre as eleições e as leis, tornando possível o surgimento de uma geração de parlamentares e funcionários públicos qualificados, progressistas e comprometidos com a transformação social.

Um dos grandes desafios do novo século

Imagine que, em vinte anos, seja possível reorganizar as instituições da economia global, de modo que os direitos dos trabalhadores e o ambiente estejam integrados a políticas de negócios, e as nações empobrecidas estejam livres do pagamento de dívidas externas. As regras de negócios e investimentos promoveriam o comércio justo, e os governos nacionais teriam o espaço político para propor e alcançar metas sociais e ambientais. As corporações transnacionais que promovessem ações destrutivas responderiam a uma Corte Mundial para Crimes Corporativos.

Imagine que, em vinte anos, o auto-governo das comunidades tenha se tornado a nova norma. As empresas não poderiam mais abrir novas filiais onde não fossem desejadas, nem poderiam jogar comunidades umas contra as outras, para obter subsídios públicos ilegítimos. Protegeríamos e valorizaríamos nossas riquezas comuns, os bens ecológicos comuns como o ar, a água, a pesca e as sementes, e os bens culturais comuns, como a música e a ciência.

Imagine que, em vinte anos, torne-se violação da responsabilidade, para as as empresas, pagar remunerações obcenas a executivos-chefes, pressionar agressivamente os sindicatos ou promover lobby contra proteções ambientais. Empresas responsáveis protegeriam o ambiente como se houvesse amanhã, e veriam, como seu maior recurso, os conhecimentos dos empregados e a reputação da companhia nas comunidades onde opera. Imagine que tais empresas recebam um tratamento preferencial nas compras do governo, e se beneficiem de tributação e políticas de investimento público favoráveis, enquanto empresas irresponsáveis vejam-se proibidas de firmar contratos com o governo.

Imagine que tenhamos políticas nacionais para fazer da propriedade dos trabalhadores sobre a empresa algo comum. E que projetos empresariais alternativos — como coperativas e empresas novas, voltadas para o bem das comunidades — cresçam e floresçam.

Imagine, em outras palavras, que [Nós, o Povo] sejamos capazes de recuperar nossa economia e sociedade do controle das corporações. Ousar pensar que tais eventos são possíveis — e fazer um mapa do caminho para chegar lá — é um grande desafio de nosso novo século.

Tradução: Gabriela Leite Martins
gabileite89@gmail.com
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Este artigo foi publicado originalmente na edição de Outono da revista Yes http://www.yesmagazine.com/ . O mesmo tema é desdobrado em um conjunto de outros textos, que podem ser acessados em inglês http://www.yesmagazine.org/article.asp?ID=1825  ou castelhano http://www.yesmagazine.org/default.asp?ID=237 . 

No mesmo site é possível ler números anteriores da revista (inglês http://www.yesmagazine.com/article_list.asp?Type=5&ID=0 - castelhano-http://www.yesmagazine.org/default.asp?ID=187 ).
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